Pago o mínimo que puder”.
Patrick Drahi, presidente da Altice, proprietária da PT Portugal.
[Económico]
“Eu não gosto de pagar salários.
As eleições Gregas e o futuro da Europa
Os tweets desta noite de Jeroen Dijsselbloem demonstram a abertura para o Eurogrupo continuar a trabalhar conjuntamente com Alexis Tsipras a implementação das reformas fundamentais para o futuro da Grécia.
Sinais muito importantes para o futuro da Europa.
Estes gregos devem estar loucos II
Depois de semanas de sondagens a anunciar empates técnicos entre Syriza e Nova Democracia, com a excepção da imprensa afecta aos senhores do regime que afirmavam mesmo que a Nova Democracia liderava, ainda que por uma margem residual, a sondagem à boca das urnas parece indicar mais uma vitória do partido liderado por Alexis Tsipras.
Ainda é cedo para comentar resultados mas há algo que me parece incontornável: para além de toda a chantagem e manipulação, os gregos estão fartos da corrupção, má gestão e clientelas do bloco central lá do sítio. Tsipras foi empurrado para o terceiro resgate, cedeu à chantagem, percebeu que tinha colocado em causa o mandato que lhe foi atribuído e devolveu a palavra aos gregos. Os gregos parecem continuar do seu lado.
O louco da vila
O louco da vila, todas têm o seu, pediu que lhe tirássemos uma foto, e pôs-se muito sério, em pose de retrato. Quis vê-la e aprovou-a com um aceno de cabeça. Depois disso, começou a acompanhar-nos pelas ruas. Apontou a igreja, a torre sineira, o velho edifício da câmara, e fez-nos sinal para que os fotografássemos. Caminhava com passos largos, as mãos atrás das costas, o rosto fechado, uma preocupação muito sua, impartilhável. Mantinha-se a uma distância cautelosa de nós, não porque nos temesse mas porque não lhe apetecia entrar em confidências. [Read more…]
O novo banco do PSD…
… ainda não fez um chavo e já estoirou 400 mil euros. Se alguma vez isto der mesmo em banco, daqui a 10 anos cá nos encontraremos no habitual resgate. Giro, giro, será ouvir os que agora descascam na CGD virem dizer que é o preço de se ter um banco público.

Foto: TVI24: Paulo de Azevedo não quer continuar
à frente do banco de fomento
Desde que a direita decidiu dar azo à sua reincidente vocação bancária, uns quantos artistas têm-se entretido a plantar a ideia sobre não ser a mesma coisa caso esse papel coubesse à CGD e que, coitadinha, a banca privada teria competição desleal, como se a Caixa não tivesse, até, mais obrigações do que os restantes bancos. Mas têm razão, não seria a mesma coisa. Não haveria, por exemplo, o recrutamento e as pessoas acertadas a comandar a “pipa de massa“.
Mas então, para que serve a “Instituição Financeira de Desenvolvimento, vulgo Banco de Fomento“, que assumiu para cognome a designação dessa outra destinada a operar “na metrópole e no ultramar“? [Read more…]
Começou oficialmente a campanha eleitoral
Qualquer que seja o resultado no próximo dia 4, continuarei oposição ao regime, em defesa da Liberdade individual, o que justifica a minha abstenção. Aproveito para dedicar esta música a todos os partidos, coligações ou movimentos sem qualquer excepção…
Era óbvio que ia dar nisto

Imagem: Jornal Público
A introdução do conceito de directores nas escolas e a sua forma de escolha foi a forma do braço partidário se consolidar nas escolas. Era óbvio que isto iria acontecer. Foi uma das batalhas de Maria de Lurdes Rodrigues e Crato limitou-se a continuar o serviço. Mais D, menos D, PS e PSD não diferem quanto a oferecerem os professores como saco de boxe para aqueles que anseiam por um bode expiatório dos problemas que, esses sim, os governos lhes criam.
Legislativas 2015: Sondagens mostram bipolarização num eleitorado bipolar

Coligação PSD/CDS perde terreno para PS. Portanto, 70% dos eleitores acreditam que terão resultados diferentes continuando com com os políticos que, na sua alternância, nos trouxeram até aqui. E, destes, 35.3% querem continuar com o governo que lhes trouxe o aumento brutal de impostos, que foi além da troika porque acreditava que esse era o caminho para o país e que governou sistematicamente no limite e para além da lei.
Em circunstâncias normais estaríamos a discutir o tamanho da maioria absoluta do Partido Socialista, escreve o RMD. Acontece que não estamos em circunstâncias normais. Há o factor Cavaco Silva que fez toda a diferença. Um Presidente que fosse da República, em vez de o ser de uma facção, teria demitido este governo há muito. A bomba atómica foi usada antes e por muito menos, mas a dualidade de pensamento de Cavaco foi o garante de um governo que falhou todas as metas que se propôs atingir no início do seu mandato e que serviram de justificação para as opções ideológicas que foram tomadas.
Por que não voltam os refugiados para o seu país?
Oferece-se barco de borracha com quatro coletes salva-vidas a quem adivinhar quem vendeu a maioria das armas que deixaram a Síria neste estado, muitas delas hoje ao serviço do Estado Islâmico.
Como tudo era tão simples quando alguns ditadores tinham os amigos certos.
Imagem@Uma Página Numa Rede Social
Grexit foi só a fingir, até porque teria sido ilegal
Vítor Constâncio, vice-presidente do BCE, a um jornalista da Reuters.
[Romaric Godin | La Tribune]
LuxLeaks: «”O senhor Juncker deve estar a brincar connosco”,
comentava o eurodeputado Sven Giegold [alemão, Grupo dos Verdes/Aliança Livre Europeia] por ocasião da passagem de Jean-Claude Juncker pela comissão de inquérito do Parlamento Europeu. Pois a acreditar no antigo chefe do governo e ministro das finanças do Luxemburgo [1989-2005], caiu do céu o sistema que permite que numerosas empresas multinacionais evitem ter de pagar impostos nos diferentes países europeus. Um dia, esse sistema estava lá e, uma vez que estava em vigor, os funcionários do fisco não tiveram escolha: foram mesmo obrigados a aplicá-lo, a esse sistema que funcionava formidavelmente bem. O que explica que a Apple, a Amazon, a Coca-Cola, a Ikea e várias outras multinacionais tenham escolhido o Grão-Ducado para ali instalar as suas sedes, criando empregos e contribuindo para a prosperidade do Luxemburgo. [Read more…]
Eles nunca sabem ao que vão
Numa entrevista conduzida pelo simpático e inofensivo Vítor Gonçalves, Pedro Passos Coelho passou ontem pelos estúdios da RTP para debitar as exactas mesmas coisas que tem dito todos os dias – com a excepção do nome de José Sócrates, por recomendação médica e imposição da malta que lhe diz o que deve dizer nestas coisas – pelo que não veio qualquer novidade ao mundo. A venda do Novo Banco não é nada com ele, Portugal está um espectáculo, visto das varandas da São Caetano e do Caldas, e a economia gera emprego cada vez menos precário, pelo menos no que às suas clientelas diz respeito. Tudo isto sem esquecer, claro, o momento kodak de António Costa no debate de hoje, que tanto gosta de falar de números apesar de se ter espalhado ao comprido nas contas sobre as prestações sociais. Passos, tal com Costa teria feito, não perdoou. [Read more…]
E Europa não é para toda a vida
No dia em que Passos e Costa conseguiram finalmente debater – uma espécie de debate vá lá – a Europa, deixo-vos com esta capa do jornal I, evocativa do Tratado de Maastricht que, à semelhança de outros tratados, como o perigoso TTIP que está para chegar, foi debatido em circuito fechado pelas elites do costume. E mesmo estas apresentavam reservas dignas de registo, do “carácter perigoso” da “superioridade” alemã enunciado pelo irrevogável ao vaticínio do senhor Aníbal de que “Europa não é para toda a vida“. Estes radicais de esquerda…
Viver num país até onde 4 mil vaquinhas têm que emigrar
Hoje no “Isto é muito bonito mas”, Paulo Portas, o convidado, dissertava sobre coisas fantásticas que ele tem feito em prol dos negócios e que, supostamente graças a ele, 4 mil vacas foram num barquinho para Israel porque havia bla bla bla e outras cenas.
A coisa continua e, ao terminar o programa, Ricardo Araújo Pereira anuncia o próximo convidado, António Costa, que “certamente irá falar de um país onde até quatro mil vaquinhas tiveram que emigrar”.

Pronto, o improviso valeu uma valente gargalhada.
Campanha Eleitoral
Campanha eleitoral que se preze deveria contar com a presença de Fanny Rodrigues!
Candidatos às associações de estudantes de todo o país: garantam o vosso futuro, assegurem a vossa eleição de forma limpa e democrática!
“Certamente que será um dia em grande!”
O primeiro debate político da história da televisão.
O primeiro debate político televisionado aconteceu, em 1960, nos Estados Unidos, entre a ” velha raposa” da política americana, Richard Nixon, e o jovem senador John Fitzgerald Kennedy.
Sabe quem ganhou o debate e quem ganhou estas eleições presidenciais americanas?
Golpe de manchete
Olha para isto, pá! Olha-me só para este título do Diário de Notícias! Os alunos, ali, prontos para terem aulas, se calhar sentados na sala e tudo, e os professores, esses malandros, vão-se embora, pá, e deixam os miúdos sem aulas! Isto é uma vergonha, é o que é! E para fazer campanha, imagina! Com um bocado de jeito, ainda vão fazer campanha por algum partido que não devem. E isto dos políticos são todos iguais, ainda são piores que os professores. Um professor político deve ser lindo, deve! É que devem estar tanto na campanha como nas aulas. Ler o quê? Ler a notícia? Estás parvo ou quê? Mas então tu achas que iam pôr um título destes, que se está mesmo a ver que estão a chamar malandros aos profes, e iam escrever uma notícia ao contrário? Isto é escrito por jornalistas, amigo! Se não fossem eles, estas coisas não passavam cá para fora. Chulos do caraças, pá! Vou já ligar ao meu puto, a dizer-lhe que não vá para as aulas, que vá mas é para a campanha, pode ser que aprenda qualquer coisa.
Cartoline de Roma #5
Questa cartolina è dedicata ai miei genitori
ou seja, este postal é dedicado aos meus pais. Duvido que alguma vez o leiam. E não vou exatamente escrever sobre eles ou para eles. Mas hoje vi, com o Stefano (finalmente, depois de tantos adiamentos) um filme. Um documentário melhor dizendo, chamado exatamente ‘Genitori’** e aquilo que é relatado (de uma bela forma, diga-se desde já, muito sociológica e objetiva, sem cair na lamechice fácil) são as histórias dos pais que têm filhos ‘diferentes’. Deveria dizer, muito mais adequadamente, das mães. São elas as protagonistas. Também há homens, mas muito poucos. As ‘cuidadoras’, já o sabemos e há muitos estudos sociológicos que nos mostram isso, são as mulheres. O documentário ‘Genitori’ é de Alberto Fasulo e foi apresentado fora de competição no Festival de Locarno deste ano. Por estes dias (de 15 a 22 de setembro) Roma enche-se com os filmes (em várias salas da cidade) dos Festivais de Veneza e Locarno. Tenho pena de não poder ficar aqui mais tempo, para aproveitar esta coisa maravilhosa. Sei que a maior parte (quase todos) os filmes aqui apresentados jamais estrearão em Portugal (e quando digo Portugal, estou a dizer Lisboa, bem entendido).
Mas voltando aos pais com filhos ‘diferentes’ e ao filme-documentário e aos meus próprios pais. Não é que eu seja muito ‘diferente’, mas nasci um bocadinho ‘diferente’ e há 48 anos, em Portugal, dentro da longa noite que vivíamos, isso era motivo suficiente para que os meus pais tivessem sofrido bastante com a minha ‘diferença’. No entanto, tal como muitos pais que aparecem em ‘Genitori’, os meus pais foram fortes e andaram sempre para a frente, fazendo o que podia ser feito e o que não podia ser feito, empurrando-me sempre também para a frente. Muita da minha independência e alguma da minha ‘força’ vem deles e desse modo como souberam sempre (mesmo se nem sempre de forma muito consciente, lidar com a essa minha, mesmo se pequena, ‘diferença’. Os pais e as mães do documentário narram as suas histórias e dificuldades. Os seus receios. A sua dor. Por duas ou três vezes estive ali à beira das lágrimas. Acho que o Stefano não notou. Mas tive um nó na garganta. Não sei se há amor maior no mundo do que o dos pais pelos seus filhos. Eu não tenho filhos. Mas conheço o amor dos meus pais.
Tecnoforma: a face (ainda) oculta de Pedro Passos Coelho
(Comeriam estes convivas uns bons robalos nos tempos das jantaradas da JSD?)
Quantos robalos se podem comprar com 5 mil euros por mês durante três anos? Não faço a mínima ideia, tudo dependerá das flutuações no preço desta commodity, algo que me ultrapassa, nunca percebi muito bem os meandros da especulação mercantil. O que eu sei, pelo menos a julgar pelo que a “imprensa” cor-de-rosa regurgitou há uns meses atrás, é que a família Passos Coelho aprecia um bom robalo (e deixa boas gorjetas). Eu também gosto muito de robalos. Armando Vara e Manuel Godinho são connaisseurs. Miguel Relvas será com toda a certeza doutorado em robalologia, bastará para isso que tenha passado, pelo menos uma vez na vida, a 100 metros de uma peixaria. [Read more…]
Refugiados: tenham medo,
muito medo de Laszlo Toroczkai, o presidente da câmara de Asotthalom, pequena cidade na fronteira entre a Hungria e a Sérvia. «Se a Hungria é uma má escolha, Asotthalom é a pior».

Cartoline di Roma #4
‘Roma è un tesoro e noi siamo tutti capitani’***
Este postal é mais curto que os anteriores. Levantei-me às sete e meia, depois de ter dormido quatro horas e já são três da manhã. Apesar de ter acordado muito cedo, chego à Faculdade de Economia de Roma Tre um bocadinho depois das nove. Pouquíssima gente na sessão que será a última do meu grupo de trabalho. Estou ainda meia a dormir, apesar do duplo espresso que tomei. Quando acabamos, vamos (eu e o A.) beber mais café. O Diogo também chegou entretanto e ficamos na conversa. Peço ao primeiro que conte ao segundo a sua história hilariante com um monge budista de visita a Florença. A mesma primeira estória que me contou em Wageningen, tínhamos acabado de nos conhecer. Em 2007. Rimos-nos muito, outra vez, a estória é realmente hilariante, pode ser que um dia conte… e chega a hora de voltarmos, eu para uma sessão sobre vendedores de rua (street food, vá), porque me apetece, o Diogo já não sei para que grupo e o A. para casa, em Florença.
Toda a gente sabe que as despedidas me enervam. Mas algumas deixam um vazio tão imenso, um buraco tão fundo, que não sei o que fazer. O A. abraça-me. Diz-me coisas que só eu devo ouvir e saber. E eu fico triste enquanto o deixo para trás, na cadeira, à espera do amigo que o há-de levar a Termini. E entro triste na sala da sessão sobre street food. Há casos de NYC, França, Chad. Gosto especialmente do último. E do senhor que o apresenta. Ou é do vazio que sinto ainda ou é do esforço notável que o senhor faz para falar inglês, mas só me apetece agradecer-lhe. Almoço com o Diogo e quase no fim aparecem duas mulheres e uma delas, loira e de olhos azuis pergunta-me ‘are you Mrs. Figoeredo?’ ou qualquer coisa do género. Respondo que sou eu sim, mais i menos e, mais u, menos o. E ela diz que irá à conferência de Aveiro daqui a duas semanas e apresenta-se. Reconheço o nome, da lista de participantes. É grega. São as duas gregas, aliás. Ficamos para ali a conversar. Elas conhecem os outros gregos de quem tanto gosto. E, na verdade, gosto delas também, assim de repente.
Há menos 370 mil empregos em Junho de 2015 do que em Junho de 2011

Temos regularmente direito a uma sopa de números sobre o desemprego. Está tudo a correr bem, diz o governo. O INE é confuso, diz o governo. Portugal recuperou, acrescenta o governo.
Nuno Serra fez um trabalho detalhado sobre o emprego e o desemprego, pesquisando os números oficiais e olhando para os detalhes. Separou o emprego efectivo, os estágios que escondem o desemprego (cujo número disparou para 156 mil) e o subemprego registado (que aumentou em 36 mil pessoas). [Louçã]
Engenharia política do desemprego, como já se tinha constatado. Um saco de propaganda. Por isso, faz muito mais sentido falar da taxa de emprego do que da taxa de desemprego. Até porque os desempregados ao deixam de se inscrever no IEFP quando acaba o subsídio mas não se evaporam. E atendendo aos números da emigração (cerca de 450 mil desde 2011), estes números até devem ser conservadores.
Entrevista de Bashar al Assad, presidente da Síria
Inferno: 9 meses num call-center de reclamações da Uber
revelam que as queixas são iguais às que são dirigidas aos táxistas tradicionais.

[Les Inrockuptibles]
Hungria tem agora uma fronteira humana,
esta literal.
[Tweet de Pedro Moreira, repórter da TVI]
Sócrates, uma referência no ensino à distância
Não se trata de uma brincadeira de mau gosto, muito menos da mais recente investida de um dos clones com baba no canto do focinho que os terroristas virtuais ao serviço do PàF vão soltando nas redes sociais. O cartaz em cima, onde o incontornável José Sócrates aparece com um look demasiadamente académico para quem concluiu a sua licenciatura num Domingo, terá sido adquirida a um banco de dados pelo consórcio CEDERJ – Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro – e, bem vistas as coisas, a escolha de Sócrates até faz sentido na medida em que se trata aqui de ensino superior à distância e, como sabemos, o preso domiciliário mais famoso do país é aquilo a que se pode chamar uma autoridade no que a tirar cursos à distância diz respeito.
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P.S. No espaço de tempo em que você leu estas linhas, Miguel Relvas licenciou-se em todos os cursos disponíveis na instituição.
PAN: os novos Verdes?
Toda a gente sabe que os Verdes praticamente não existem. Já o PAN surge como uma alternativa credível, independente, organizada e com um discurso prospectivo. Uma formação necessária em Portugal e que vai crescer, julgo, respondendo aos anseios de uma população crescente de gente que pensa o Mundo e se pensa a si própria de uma outra maneira: uma maneira em que o Homem não é a medida de todas as coisas e em que a sustentabilidade (em sentido largo e não apenas financeira) tem primazia. Outra semântica.
Aqui, André Silva na RTP2. E aqui o programa do PAN.
O tacho do pai do Sec. Estado da Energia e a história que se repete até à exaustão
Em Abril passado, surgia no Diário de Notícias o seguinte título: “Pai do secretário de Estado da Energia é consultor da EDP“. Até aqui tudo bem, o senhor até pode lá ter chegado fruto das suas competências e experiência, e o facto do seu filho ser o dirigente máximo que tutela do sector não ter nada a ver com isso. Mas esta notícia cita o empresário Manuel Champalimaud, autor da denúncia, que refere que “a EDP soube defender-se politicamente” da Contribuição Extraordinária do Sector Energético (CESE). [Read more…]
«Pobres dos pobres se a coligação
se mantiver». D. Januário Torgal Ferreira. [Expresso]
Jeremy Corbyn: o discurso da vitória
«Crescemos porque há cada vez mais pessoas que estão fartas dos níveis grotescos de desigualdade, injustiça e pobreza. (…) Mas nada disso é inevitável. As coisas podem e vão mesmo mudar.» [Channel 4 News]






















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