Tirando Amorim, as demais virgens autárquicas, Grandes Virgens!, a Virgem Vítor Rodrigues e a Virgem Guilherme Aguiar, não vão a Fátima para encontros “casuais” com peregrinos eleitores, não dão electrodomésticos ou esferográficas nem se prestam às imposturices da praxe para apanhar o voto. Tau-tau? Só há tau-tau para o Amorim. Até o Guilherme Aguiar virginaliza pureza, beijos e abraços a bebés, crianças, mulheres e velhinhas, e não se contamina. Tudo bate, senhores, no Amorim. Bata você também.
Acordo Ortográfico de 1990: “implementação caótica e arbitrária”
O PEN Internacional está, novamente, de parabéns:
O PEN Internacional apela assim às autoridades portuguesas no sentido de:
– Tomarem medidas imediatas para permitir a reposição do Português Europeu nos documentos e trâmites oficiais e nas escolas. Esta herança cultural comum deveria ser respeitada de acordo com a Constituição Portuguesa, com inteira liberdade face a qualquer interferência política;
– Terem em conta, ao longo deste processo, as opiniões de especialistas da língua, bem como as opções de escrita de escritores e tradutores portugueses, e garantirem que os editores renunciam a impor condições que são abusivas e restritivas face à criação literária.
[A Resolução foi aprovada por unanimidade na Assembleia de Delegados, em 12.9.2013]
Clónicas do Clato (3)

“Calo camalada Mao: dilijo-me à sua estimada e venelada memólia pala lhe galantil que, se falhámos a glandiosa Levolução Cultulal, eu, Nuno Clato, vingalei essa aflonta fazendo a Levolução Escolal em Poltugal. Pala já, polei os nossos alunos a falal tão bem inglês como o nosso plimeilo ministlo, poltuguês tão bem como o camalada Miguel Lelvas ou o Albelto João Jaldim e chinês tão bem como eu. Que viva a minha levolução. Que viva o Glande Salto em Flente.”
Falar claro
Os moralistas não gostaram do dedo de Peer Steinbrück, apanhado em falso para uma sessão fotográfica do Süddeutsche Zeitung (SZ), enquanto respondia a uma pergunta estúpida e sem relevância política alguma. A gaffe pode custar-lhe a vitória nas eleições alemãs do próximo fim-de-semana, mesmo se, e segundo as sondagens (esse remédio santo do marketing cujas antevisões costumam fazer subir a abstenção), ganhá-las esteja longe de ser uma possibilidade. A rubrica do SZ chama-se qualquer coisa como “Não digas nada agora”, e consiste em pôr uma celebridade do momento a responder gestualmente a perguntas provocadoras. [Read more…]
Crónicas do Crato (2)

Interpelado sobre o desemprego de professores e outros problemas ligados à sua (não) colocação e convidado a explicar a relação desta situação com a existência de numerosas turmas com 30 ou mais alunos, Nuno Crato, na sua canhestra retórica (pensei no facto de os meus amigos matemáticos terem, geralmente, um discurso fluente e articulado mas, depois, lembrei-me de que Nuno Crato é, de formação de base, economista…) explicou: era tudo por causa da queda demográfica, que fazia rarear os jovens em idade escolar. Tudo. Implicitamente, parecia que o confuso discurso do ministro veiculava a bíblica exortação “crescei e multiplicai-vos”. Cuidado, porém, meus amigos ainda férteis! Antes de vos atirardes às exaltantes actividades conducentes à reprodução da espécie, derrubai este governo e vacinai o povo contra o regresso desta peste. Senão, quando os pimpolhos resultantes do vosso patriótico entusiasmo chegarem à idade escolar, não haverá mais professores. Haverá turmas de 50 ou mais alunos.
Crónicas do Crato (1)

Nuno Crato inaugurou um centro escolar. Recebido pelas “forças vivas da terra” (a grosseira incultura da maioria dos nossos tele-jornalistas não lhes permite conhecer a triste história de expressões como esta), o ministro foi imediatamente atacado pelas notas da banda presente que interpretava nada menos que a “Maria da Fonte”. Não resisti a lembrar e cantar mentalmente os versos da marcha:”Olha a Maria da Fonte/ Com as pistolas na mão/ Para matar os Cabrais/ Que são falsos à nação!”. Assim seja.
Na Ponta de um Corno
Até há poucos dias, Portugal parecia recuperar da valente sova macroeconómica que os últimos dois anos comportaram. Pendurados na ponta de um corno, índices como o desemprego sorriam sem parecer martelados ou sazonais. Agosto destruiu essa ilusão. Se há passos, são ténues, mínimos, embora em frente. A surpresa foi geral, mormente para aquelas franjas extremadas que fazem do derrotismo e do mal-fodidismo traves-mestras do combate político e da simplista dicotomia Esquerda-Direita a teoria automática com que se explica o desconcerto do Mundo: para esses, nunca nada está bem e por isso todas as boas notícias têm atenuantes que as transformam em más na mesma. Há eleições? Logo, os números estão a ser maquilhados. Concedo a maré de mensagens positivas como espuma de conveniência para os partidos do Poder. Mas nada de dogmas. [Read more…]
Seguidismo e mau trabalho
O Expresso, como bem sabemos, decidiu seguir o caminho AO90. Quer dizer, nem por isso. Já sabemos que o Expresso, de facto, não adopta o AO90. Adiante.
Rui Miguel Duarte leu aquilo que o Expresso nos trouxe acerca de recentes declarações de Francisco Seixas da Costa e, entre várias considerações, expôs mais uma amostra do caos ortográfico que por ali reina há três anos, dois meses e vinte e dois dias.
Não sei se um texto em que perspectivas, actual e director convivem, por exemplo, com *atual e *setembro “vai bem com um certo “chique” urbano“. É possível. Com a noção de estabilidade de uma norma ortográfica é que não “vai bem” de certeza absoluta.
Critérios editoriais e eleições
Critério editorial é quando o Medina Carreira puxa de um gráfico onde demonstra que já o Bandarra tinha previsto que isto ia acabar assim, entra o Mário Crespo em debate acalorado com os seus convidados de esquerda enquanto benze os de direita e no meio aparece o beato César das Neves vestido de fantoche e gritando em orgasminhos consecutivos, Não há dinheiro, Não há dinheiro. Nos intervalos José Gomes Ferreira apresenta o seu programa de governo, escrito a quatro mãos com o José Rodrigues dos Santos e onde se assegura a salvação da pátria por intervenção do Arcanjo Gabriel, já anunciada ao FMI.
Critério editorial, e não jornalístico, editorial do editor que responde perante o director que responde perante o patrão, que responde diante do banqueiro, e todos em coro guincham: andámos a viver acima das nossas possibilidades, não há dinheiro para a democracia.
Aplicado às eleições consiste em dar tempo aos mesmos para que ninguém vote nos outros, que horror, os outros que metam o rabo na boca e em pescadinha fiquem desfeitos, queriam cobertura tivessem sido eleitos, não foram eleitos, não existem.
A democracia é mesmo uma chatice, razão tem o Alberto João, estado de emergência em cima deles, Salazar, Salazar, Salazar, a fortuna que se gasta em eleições, nomeiem-se os presidentes da Câmara, escolham-se os regedores no final da missa, estava tudo tão bem como estava e tinha de vir esta gente com modernices.
Pasquim
Há momentos em que nos faltam as palavras. Esta manhã, ao ver a capa do JN, fiquei sem palavras.
A minha sorte é que existem dicionários e o problema resolveu-se:
pasquim
(francês pasquin, do italiano antigo pasquino, de Pasquino, nome de uma estátua mutilada sobre a qual os romanos afixavam escritos anónimos)s. m.1. Escrito anónimo afixado em lugar público com expressões satíricas contra o governo ou alguma pessoa constituída em dignidade.2. Publicação difamatória.3. [Depreciativo] Jornal de baixa qualidade, sem importância. = JORNALECO
Contra os alunos, marchar, marchar!
(Texto para ser lido com voz de locutor radiofónico dos antigos)
Jovem, os teus pais têm dinheiro suficiente para te matricular num colégio onde não é obrigatório haver turmas de trinta alunos e a mensalidade dá direito a aulas de apoio? Ou tu, jovem, mesmo estando na escola pública, tens acesso a explicações para te ajudar nas disciplinas em que tenhas mais dificuldades? Os teus pais tiveram a preocupação de te ler histórias à noite e incentivaram-te, desde pequeno, a ler e a saber mais? Já te levaram ao teatro e inscreveram-te numa escola de música, fazendo de ti um cidadão mais completo? E os teus encarregados de educação são daqueles que se preocupam com a tua vida escolar e que se deslocam à escola, com frequência, para recolher informações? Estás de parabéns, jovem, porque vives num país em que é preciso ter sorte.
E tu, jovem, tens pais com baixas habilitações académicas e que não valorizam a escola e o saber? Não quiseram ou não puderam preocupar-se com o teu enriquecimento pessoal? Tens problemas de aprendizagem? Podes desesperar, que, para ti, o governo encontrou várias soluções.
Se por várias razões, tiveres tido um percurso de insucesso, o governo do teu país não só não pondera diminuir o número de alunos por turma, como decidiu aumentá-lo. Deste modo, jovem, não esperes que os professores possam dar-te o apoio que poderia dar-te a possibilidade de resolver as dificuldades.
Se tiveres algum problema do foro psicológico, jovem, fica a saber que o ministério conseguiu criar uma situação em que, para cada quatro mil alunos, há um psicólogo, o que, como compreenderás, tornará improvável que te possas sequer cruzar com um dos profissionais que poderia ajudar-te.
Como, por todas estas razões e mais algumas, as escolas terão cada vez mais dificuldades em ajudar-te a resolver os teus problemas cognitivos ou as tuas insuficiências, o ministério integrar-te-á num ensino profissionalizante, que te permitirá obter um diploma que servirá para fazer de conta que os teus problemas desapareceram, o que será publicitado como uma vitória por todos aqueles que são responsáveis pela tua derrota, o que acaba por fazer sentido.
O capital no século XXI
Thomas Piketty (n. 1971) é um economista francês que estuda os ciclos económicos numa perspectiva histórica e comparativa – isto é, séria e profunda, ao arrepio do horizonte curto (e tantas vezes meramente local) que parece bastar aos economistas do presente presentismo. É que apesar da tentativa de apagamento da memória (essa coisa muito pouco rentável do ponto de vista da uniformização presentista a que pretendem sujeitar um mundo que não nasceu hoje), o passado ainda serve para aprender. Nele residem as raízes, os começos do que herdámos, a explicação de quem somos, e que podemos também ver nos outros (também ditos, com justeza, nossos semelhantes), espelhos da nossa humanidade.
Entre outras coisas, Thomas Piketty tem analisado as heranças materiais (o património material adquirido) como factor de desigualdade nas sociedades. Mas também os mitos do crescimento, os verdadeiros beneficiários das dívida públicas, as transfigurações da escravatura, as novas oligarquias, etc. Le capital au XXIème (Editions du Seuil, Setembro 2013), acabado de sair do forno e resultando de quinze pacientes anos de investigação, promete ser uma pedrada no charco lamacento dos actuais estudos económicos, tantas vezes rendidos ao fascinante mundo das oportunidades (ah, essa palavra) que transformariam pobres em ricos, e as actuais sociedades em lugares de grande e dinâmica mobilidade social.
Portugueses pessimistas
O Diário de Notícias de hoje desenvolve, com grande chamada de 1ª página, uma longa abordagem dos resultados de um estudo sobre a representação que os vários povos europeus fazem da realidade social e política. Os portugueses, calcule-se, mostram-se o povo mais pessimista da Europa, o que menos expectativas têm em relação ao futuro. Caramba! Que surpresa! Ninguém diria. O que nos vale são os sociólogos e politólogos para nos mostrar a luz. E há mais: os portugueses, esclarecem-nos, são os que mais acreditam no inferno. Claro. Experimentam-no todos os dias. Ver para crer.
Ai os meus ricos critérios jornalísticos!…

Reina um histérico pânico nas televisões – não tanto nos jornais, honra lhes seja -, subitamente preocupadas com a liberdade de informação – sejam bem-vindas – e com o que dizem ser um assalto à sua liberdade editorial. Tudo porque a Comissão Nacional de Eleições, no estrito cumprimento das suas funções, lembrou a legislação que, desde 2001, rege, entre outras coisas, esta questão.
A CNE, valha a verdade, não diz nada de especialmente novo quando chama a atenção para a necessidade de tratar com igual disponibilidade informativa todas as candidaturas. Isso já acontecia antes e sempre levantou problemas mais complexos nas eleições autárquicas, como é natural. Tais problemas, com mais ou menos queixas e protestos, sempre foram superados. Porquê tanto nervosismo agora? O que justifica esta operação – perpetrada pelo conjunto dos canais televisivos – de redução do parecer da CNE a uma caricatura, atribuindo-lhe determinações que lá não estão ou, pelo menos, não com o sentido que se lhe pretende atribuir? E porquê só nestas eleições, uma vez que a lei é de 2001? [Read more…]
33218
Poderiam ser as medidas de combate ao desemprego em Gaia – uma por cada um dos desempregados que a Gestão de LFM
ajudou a consolidar e, nisso, Gaia continua na FRENTE.
Mas, ao pensar no candidato forte à Junta de Campanhã, confirmo a apetência forte para resolverem problemas de desemprego. Aliás, quase conseguia resolver um problema semelhante a um vereador de matosinhos, não fosse terem aparecido umas trapalhadas pelo meio.
E assim continua a democracia a norte.
Faça um depósito, ganhe o brinde!

Nuno Crato (peço desculpa ao honrado Concelho alentejano com o mesmo nome, mas o homem assina assim…) tirou um novo coelho – soit-disant – da sua piolhosa cartola. A partir de agora – “ai, tia, que coisa tão chic…”- os testes de inglês do 9º ano (leram bem, nono ano) serão elaborados em Cambridge, patrocinados por um banco, duas editoras e uma empresa de software ( e, quem sabe, “por uma bebida qualquereee…”).
Exultai, alunos. Não mais aqueles professores portugueses licenciados em Universidades propriamente ditas e cheios de vontade – têm dito os governos do centrão aos vossos pais e, sobretudo, seus eleitores – de reprovar as suas discentes vítimas. Agora a coisa será “autonomizada” ( ou “externalizada” – adoro estes neologismos… ) , diz ele, consignada a privados que, como se sabe, são peritos nestas matérias e impolutos como jamais serão os serviços públicos, garantem-nos. E patrocinada!
Estou a ver tudo: acabaram-se os trabalhos da GNR e os complexos e confiáveis processos de segurança e sigilo que sempre vigoraram; agora são os bancos – entidades de bem-fazer em que se pode confiar!- , as editoras – que são completamente desinteressadas nesse sigilo, claro – e uma empresa de software que sempre pode dar uma ajuda a pescar um enunciado antes dos outros. [Read more…]
Delmira Figueiredo
Eu posso responder por ele, Delmira?
Ele tem consciência. Não pode haver dúvidas quanto a isso. É intencional o ataque desta gente à Escola Pública. Tal como é intencional o ataque ao Sistema Nacional de Saúde e à Segurança Social.
Faz parte da estratégia desta gente estragar, até ao limite do impossível, tudo o que há de bom na escola. Eles não suportam a Escola Pública de sucesso.
São de Direita e isso, no nosso país, significa, estar do lado errado da história!
Sérgio Niza explica:
“Este ministro aparenta estar absolutamente convencido de que está a fazer o melhor, mas ele não é um homem da educação. Até presumo que tenha sido escolhido por ser um bom comunicador político – ele tinha uma receita conservadora de reforço do ensino tradicional, e conseguiu passá-la nos media – e é economista com especialização em estatística – o que é importante para fazer contas e tornar a educação mais barata. Infelizmente, o senhor ministro não tem uma cultura acrescentada sobre a escola nem um conhecimento, para além do senso comum, sobre educação” (revista A página)
Beberam?
Ou é mesmo uma dúvida?
Saberá, caro leitor, qual é o candidato da coligação Porto Forte?

Saudades do Calimero

Sim, claro.
O clima de incerteza é mesmo contributo do Tribunal Consitucional.
Isso e o desemprego, a diminuição de pensões, o aumento de impostos, a perda de direitos, a perda de confiança dos agentes económicos, o convite aos nossos jovens para emigrar, etc.
Ah! Saudades do Calimero, mas o original.
Sobre o aumento das 40 horas semanais para a Função Pública
É que não há pachorra!!!
Sem querer instigar qualquer tipo de “guerra” público/privado, ou demonstrar algum tipo de “ressabiamento camuflado”, estou completamento farto e indignado com toda esta questão das 40 horas de trabalho para a função pública.
O assunto foi hoje, mais uma vez, tema de destaque em vários meios de comunicação social. Parece que o PS entregou no Tribunal Constitucional um pedido de fiscalização do diploma do Governo que prevê o aumento do horário de trabalho para a administração pública.
Politiquices à parte, que pouco me interessa quem entregou ou deixou de entregar o dito pedido, o que captou a minha atenção (para não dizer irritação!) foi um dos fundamentos alegados: o de que tal medida viola os “princípios da igualdade, proporcionalidade e protecção da confiança legítima”.
Volto a dizer: é que não há pachorra!!! “Princípio da igualdade”? Qual igualdade? Entre quem? Baseada em quê? Posso estar errado. Afinal, não sou jurista, constitucionalista, deputado, nem algo semelhante. Sou, apenas, um vulgar e comum cidadão, que gosta de pensar (esperando estar certo…) que não é propriamente burro.
Ora falando em burrice, se por um lado a Internet tem o poder de nos estupidificar (parece que ficamos ignorantes sem o Google à mão), por outro tem a indiscutível capacidade para nos informar, para nos disponibilizar informação que, doutra forma, seria bem mais difícil – senão impossível – obter.
E foi à procura desta informação que fui, precisamente. Não a informação disponibilizada em meios de comunicação social (supostamente isentos), não a que se encontra a rodos em blogues (políticos, informativos, pessoais, etc.), mas a que provém de fontes que creio serem fidedignas e, acima de tudo, isentas.
Ora o que encontrei, surpreendentemente (ou não!), parece-me confirmar duas coisas: 1 – que a tal “igualdade” é uma treta, ou não existissem desde há anos muitas desigualdades na dicotomia público/privado em variadíssimos aspectos; 2 – que, quando comparado o sector público português com os seus congéneres por esse mundo fora, principalmente no que respeita à questão premente das horas de trabalho, dificilmente se encontram “igualdades”… [Read more…]
Reviver o Relvas no Brasil, o vídeo
Não, não acabou. Até que sejam julgados deverá ser sempre assim.
Prenda de aniversário
Hoje, Paulo Portas faz 51 anos.
Não sei se é uma idade bonita, porque ainda não cheguei lá.
Ora, dar um álbum de fotografias é uma prenda clássica que fica sempre bem. Por isso aqui vai, sob o tema “Um Governo Em 10 Momentos”:
O vídeo Pornográfico da Professora na sala de aula
Nas escolas o ano lectivo já vai longo, considerando o trabalho já desenvolvido e que basicamente se divide em duas grandes dimensões:
– a administrativa que é da responsabilidade do Director e que passa pela definição dos cursos que vão funcionar, da constituição de turmas, da distribuição de serviço e da elaboração dos horários; infelizmente, nos últimos anos estas funções, que deveriam ser geridas no âmbito da autonomia de cada projecto educativo, são cada vez mais comandadas pelo poder central numa lógica que faz cada vez menos sentido. Continuo sem perceber como é que alguém, sentado num gabinete de Lisboa consegue definir que cursos poderão existir, por exemplo, na minha freguesia.
– a pedagógica que é dinamizada, em primeira linha pelos docentes e que passa por recolher e analisar informação sobre os alunos, bem como preparar, geralmente em equipa, as aulas para todo o ano lectivo (as chamadas planificações). É também o momento de aferir critérios de actuação, por exemplo, ao nível da gestão da indisciplina.
E, obviamente, uma parte muito significativa do sucesso ao longo do ano lectivo depende em grande parte do trabalho desenvolvido neste mês. Há tempo para emendar a mão, mas é quase impossível mudar algumas coisas com o ano lectivo em andamento. [Read more…]
















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