A Nave de Pedra
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
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Não me interessa saber se pertencem a uma minoria étnica, ou se são altos, loiros e possuem olhos azuis. Tão pouco me interessa se são ateus, agnósticos, cristãos, judeus, muçulmanos ou budistas. Quem teima em viver à margem da lei, atentando contra o direito à propriedade, tem que sofrer duras consequências.
Após uma frustrada tentativa de furto no interior de estabelecimento comercial, a segurança chamou a polícia que identificou os autores do crime, em seguida dezenas de familiares tentaram tirar desforço, agredindo os agentes que tiveram que receber tratamento hospitalar. Tudo isto sem que alguém tenha sido detido, apenas três pessoas foram identificadas e sabemos que isso resulta sempre em nada.
É inadmissível que ocorram este tipo de situações, sem que a polícia possa usar a força. Entre um polícia e um bandido, nem hesito, prefiro que o polícia. Mas todos sabemos que nestes casos se os agentes tivessem cumprido inteiramente o seu dever, no dia seguinte estariam acusados pelos que sempre desculpabilizam criminosos. Quando estes pertencem a uma qualquer minoria ainda aparecem algumas associações com acusações de racismo ou xenofobia.
A continuarem com este tipo de permissividade, não se queixem que um destes dias o populismo encontre terreno fértil para o crescimento eleitoral. Viver dentro ou fora da lei é também uma questão de escolha e escolhas têm consequências. Doa a quem doer, criminoso merece tolerância zero, a bem da sociedade.
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E podia ficar-me apenas por aqui, para resumir os últimos dois (mesmo três) dias. Não é que as aldeias não existam, mas a verdade é que estas aldeias (as históricas e as outras) não existem, ou já quase não existem. As razões são múltiplas, escrevi-o antes de antes de ontem e variam entre o abandono e a ruína e a transformação noutra coisa qualquer.
Os horários de caminho de ferro são um intrincado bailado horário, onde um comboio avariado no Sul pode significar o atraso de um comboio no Norte de Portugal, mesmo sem qualquer atraso intencional para garantir ligações.
Um comboio especial circula fora do horário planeado, muitas vezes através de vários eixos horário diferentes. Isto torna o seu encaixe algo de muito complicado.
Uma das maneiras de encaixar um comboio rápido de passageiros fretado e garantir que o mesmo tenha tempos de viagem idênticos aos comboios regulares rápidos é aceitar pequenos atrasos nos comboios mais lentos causados pela ultrapassagem do comboio especial rápido.

Estranho muito as duas primeiras frases deste texto, mas, quanto ao demais do mesmo, parece-me bem louvável que este senhor Inspector da Polícia Judiciária venha assumir publicamente um posicionamento do tipo “o rei vai nu” e alertar para as consequências dessa nudez.
“O nível de compadrio assumiu proporções nunca antes vistas, ou, pelo menos, reveladas. A troca de favores (tráfico de influências) assume-se como o comportamento normativo no interior de determinadas organizações político partidárias, que servem apenas agendas próprias dos seus integrantes e olvidam o compromisso da causa pública.
Esta cultura de caciquismo, que se perpetua no tempo e vai gerando “jobs for the boys” tem de cessar, sob pena de um futuro absolutamente comprometido!“
O incrível é que toda a gente sabe, toda a gente denuncia, ele há investigações, queixas e arguidos, mas as “más práticas” continuam a todos os níveis.
Não há, mas não há mesmo, jeito maneira de as enterrar? Agradeço que me enviem só respostas sérias e construtivas.
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Do Expresso do último sábado jorrou o mantra manipulador de António Costa contra a recuperação do tempo de serviço dos professores. É penoso ler um texto saturado de cinismo e falsidade consciente. Mas o cúmulo da desfaçatez e da desonestidade política está no momento em que António Costa, ministro proeminente do primeiro governo de Sócrates, tem o topete de dizer:
“Com toda a franqueza, fico bastante perplexo que tenha havido tanta serenidade durante os nove anos, quatro meses e dois dias em que se verificou o congelamento e que a agitação tenha começado precisamente no dia em que se acaba com o descongelamento”.
Dê-se de barato o significativo acto falhado de António Costa, quando refere o dia em que acabou com o “descongelamento” (e não “congelamento”). Varrimento da memória relativa à fortíssima contestação do tempo em que ele era apoiante de Maria de Lurdes Rodrigues? Desatenção quanto ao tempo de Crato, mero seguidor das políticas do PS, de ódio aos professores? Nada disso. Apenas o corolário de um comportamento político que permite estabelecer um padrão: de jogador de lances curtos, de manipulador, de negociador de ocasião, numa palavra, de um carácter político que cede facilmente a trair os que lhe garantiram a sobrevivência, quando já não precisa deles. Que o diga o PCP (na Câmara de Lisboa), que o diga Seguro, que o diga o próprio Sócrates, que o diga Manuel Alegre (no triste episódio do Conselho de Estado) ou que o diga Margarida Marques (despedida sem saber porquê), para não prolongar demasiado a lista. [Read more…]
Sacha Baron Cohen voltou à ribalta com uma série de episódios onde explora as peculiaridades dos americanos. Who is America?
Há quem tenha ficado surpreendido com os esquemas de favorecimento por parte dos autarcas a familiares e amigos, quanto ao tratamento prioritário recebido na reconstrução das casas destruídas pelo incêndio em Pedrógão. As coisas são o que são, a cunha, o favor, estão enraizados na sociedade portuguesa, seja para perdoar uma multa, conseguir um emprego ou receber um subsídio. Isto tem a mesma lógica do tal dirigente partidário que tem uma dezena de familiares a trabalhar na função pública. E pior, poucos se escandalizam e raramente existem consequências resultantes de tamanha promiscuidade. Poucos acreditam em coincidências, mas quase todos assobiam para o lado.
Os anos da troika foram uma oportunidade perdida para diminuir o número de municípios, timidamente diminuiu-se o número de freguesias, porque é sempre mais fácil cortar na arraia miúda para continuar a pagar aos caciques. Mas até isso já querem reverter, porque apesar dos números apontarem que o desemprego está a diminuir, alguns boys ainda aguardam colocação.
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Tempos estranhos nos quais meios de comunicação social difundem notícias falsas e os programas de comédia fazem análise política.
Aqui fica um sumário em imagens. [Read more…]

De facto. Que razões estarão na base desta preferência pela privilegiada Estrela, em detrimento de Benfica, Carnide ou Olivais e Marvila?
Razões sociais não serão com certeza. O turismo???
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) está a promover uma consulta pública no contexto da avaliação de impacto ambiental. Até amanhã, pode pronunciar-se aqui.
O título com que Sanders se auto-adjectiva é estranho. Mas ouça-se o que ele diz quanto a, presentemente e na América, três pessoas terem, entre si, mais riqueza do que a metade mais pobre da população. Uma delas, Jeff Bezos, CEO da Amazon, vê a sua fortuna aumentar diariamente 250 milhões de dólares, mas paga tão pouco aos seus empregados que muitos precisam de recorrer a vales alimentares do sistema Medicaid. Ou, ainda, o que Bernie Sanders diz sobre o sistema eleitoral americano, onde os interesses das grandes fortunas podem financiar as campanhas eleitorais com centenas de milhões de dólares, para eleger representantes dos ricos e poderosos, em vez de representantes da população como um todo.
Este cenário não é exclusivo da América. Até no nosso Portugal, registamos como a banca, a EDP, a Galp e outras grandes empresas, incluindo as beneficiadas pelo esquema das PPP, vêem os seus interesses sistematicamente defendidos, com grande prejuízo da generalidade da população.
Onde vamos parar? Haverá luz ao fundo do túnel nesta sociedade mais preocupada com o lazer do que com as pessoas e com o planeta?

Se dúvidas restassem, todas se dissiparam ontem. O Bruno resumiu bem a coisa:
Mário Centeno caucionou os 5 anos de governo Passos Coelho, Vítor Gaspar e Maria Albuquerque.
E foi exactamente isso que aconteceu. Centeno teve a sua oportunidade, e usou-a para mostrar ao país e à Europa where his allegiance lies. Centeno, como grande parte do baronato socialista, vive bem com esta Europa ao serviço dos grandes negócios. E as várias fases do so-called resgate grego, bem como as manobras de terrorismo financeiro que o antecederam, foram um grande negócio para muita gente. Excepto para a Grécia. [Read more…]

“Eu sei que a vida quotidiana das pessoas não está melhor. Mas não tenho dúvidas de que a vida do país está muito melhor do que em 2012”
Luís Montenegro, 21 de Fevereiro de 2014
“Today, economic growth has picked up (…) I know these benefits are not yet felt in all quarters of the population, but gradually, they will”
Mario Centeno, 20 de Agosto de 2018

Fake news. Fake news nojentas, manipuladoras, canalhas.
Eis o jornal mais vendido deste país. Explica muita coisa.


Trish Regan é pivô e apresentadora da Fox, estação televisiva famosa pela forte aposta em fake news e pelo apoio incondicional dado ao chorrilho diário de parvoíces regurgitadas por Donald Trump. Na passada semana, e na ânsia de associar a ascensão de uma tendência mais à esquerda no Partido Democrata – uma esquerda que, traduzida para a realidade portuguesa, nunca passaria de um Partido Socialista, mas que, no entender da jihad conservadora norte-americana, equivale ao mais violento comunismo – à Venezuela, a apresentadora decidiu brindar os seus espectadores com uma das comparações mais imbecis da história da manipulação da opinião pública norte-americana, ao comparar a Venezuela à Dinamarca. [Read more…]
Este texto é da autoria do nosso leitor Ernesto Martins Vaz Ribeiro, em resposta a este meu post.
Peguemos na conversa da emigração de um modo sério e vamos às causas de raiz para o problema.
A emigração NUNCA foi um problema, pois ela faz parte da universalidade. O Homem sempre emigrou e todos os países das Américas e da Austrália foram construídos com base na emigração.
A teoria do povo ariano puro, com as perseguições que conhecemos, caiu já há muito tempo.
Mesmo em muitos países europeus a emigração foi uma fonte de desenvolvimento, a começar com França e no mais de um milhão de portugueses que para lá emigraram desde os inícios dos anos sessenta
A emigração transformou-se num problema devido à “lavoura” que os americanos fizeram no Médio Oriente e em África. Nós continuamos com o politicamente correcto, incapazes de distinguir a realidade, porque temos prazer em enganar-nos e em fustigar-nos e proteger certas quadrilhas, em detrimento de outras. [Read more…]

deixemo-nos de nacional-parolismos: uma coisa é a marcação cerrada feita pelo entulho cor-de-rosa, que é capaz de dedicar páginas e páginas à cor das unhas da irmã, aos hipotéticos casos amorosos do craque ou à tensão virtual entre a dona Dolores e a Georgina Rodriguez. O entulho cor-de-rosa vive disto e os opinion makers da coscuvilhice têm contas para pagar.
Outra coisa é dar destaque de telejornal a não-acontecimentos. O Cristiano Ronaldo é o maior, já toda a gente sabe disso, mas marcar um golo num jogo-treino, contra a equipa sub-23, é uma não-notícia. E é parvo dar-lhe tanto destaque. Eu sei que estamos na silly season, e que a relação da imprensa com o Ronaldo é ela também bastante silly, mas era importante que essa malta percebesse que existe vida para além do Ronaldo. Que estão a acontecer coisas importantes no planeta Terra, que têm e terão impacto real nas nossas vidas, e que passam despercebidas porque a imprensa nacional prefere noticiar um golo fácil num jogo-treino que conta para coisa nenhuma.

Presidente Mujica – que de ti dizes seres um torrão de terra com pés -, ajudas-me muito, neste tempo de trumps e erdogans e putins e le pens e de offshores e de refugiados e de terrorismo e do clima avariado pelos homens e de governos vendidos – que às escondidas urdem acordos comerciais em que oferecem as pessoas como fantoches aos investidores e roubam a soberania dos seus países – e de afogamento do planeta em plástico e de muita violência e de “redes sociais” imperativas e de chefes com “espírito curto” – que com total desprezo pela destruição das espécies perseguem, neste planeta limitado, um perverso crescimento ilimitado – e por aí adiante, ajuda-me tanto, Pepe Mujica, que tu – mesmo como Presidente que leva a bom porto o seu país – continues a viver na tua casita pobre e a guiar o teu carocha velhote e que does 70% do teu ordenado para construção de casas para os mais carenciados e que sejas tu mesmo “o Presidente mais pobre do mundo”, ajuda-me muito que tu – que foste guerrilheiro e baleado, que foste durante 14 anos prisioneiro – fales com a maior simplicidade sobre o amor, e o pratiques, e que digas que é à economia que cabe servir as pessoas, não o contrário, ajuda-me tanto, Presidente, que existas e custa-me que sintas o “cansaço de uma longa viagem”, mas sei que vais continuar – como ente superior desta duvidosa humanidade – a inspirar aqueles que acreditam em ti também quando dizes “os únicos derrotados são aqueles que deixam de lutar”.
Obrigada, Presidente Mujica.
A presença anunciada de Marine Le Pen na Web Summit está a ser contestada pelos talibãs do politicamente correcto, os patrulheiros da opinião no Portugal do sec. XXI. Refiro-me à ala folclórica do PS e suas eminências pardas, Isabel Moreira e João Galamba, Rui Tavares do Livre, que nestas ocasiões procuram mostrar que estão vivos, além do SOS racismo do sr. Ba, o tal que há pouco tempo nos queria retirar uma estátua do padre António Vieira, também o BE pela voz de um tal Fabian Figueiredo, já veio ameaçar com protesto. Até ver, deixo de fora desta paródia o PCP, pelo menos ainda não dei conta que algum dos seus dirigentes já tenha contribuído para este peditório, o que a confirmar-se, uma vez mais, goste-se ou não, há que reconhecer que é um partido institucional e responsável. [Read more…]

No passado Domingo, dei comigo a espetar-me de frente com esta chocante machete do Correio da Manhã: durante 55 minutos, entre as 21:40h e as 22:35h, hora a que foi publicada a peça, uma falha na rede multibanco impossibilitou levantamentos e pagamentos com cartão. Pânico, disse o Correio da Manhã. Pânico, pois claro! Toda a gente de bem sabe que 55 minutos sem multibanco equivale a um país paralisado, mergulhado no caos absoluto. Inevitavelmente, fiquei logo cheio de medo.
Na falta de florestas a arder, que tantos euros rendem ao sensacionalismo imbecil, o Correio da Manhã precisava de uma polémica. Foi a falha no multibanco, poderia perfeitamente ter sido um surto ervas daninhas em Vila Real de Santo António. Porque o jornalismo do Correio da Manhã é isto: exagero, manipulação, mentira e instrumentalização das emoções mais primárias de quem ainda perde tempo a ler essa anedota jornalística. E Portugal adora este jornalismo de esgoto, não é mesmo?

Há pouco mais de uma semana, um dos temas quentes na imprensa portuguesa foi o estratosférico saldo bancário acumulado pelo presidente da Bolívia, Evo Morales, que passou de 21.276 mil dólares, em 2006, ano em que foi eleito pela primeira vez, para os actuais 58.681. Apesar de não faltarem em Portugal presidentes de junta que em menos de um ano desviam bem mais do que esse valor, através de ajustes directos para família, amigos e esquemas que revertem para os próprios ou para futuras campanhas, às claras e perante o silêncio generalizado da esmagadora maioria da população, a fortuna de Evo Morales foi por cá motivo de grandes discussões filosóficas e linchamentos virtuais que duraram vários dias. [Read more…]
De acordo com o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), em um período de 12 meses, de junho de 2017 a junho de 2018, 66.502 mil contratos de assistência médica foram cancelados no país, noticiou o Correio Braziliense.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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