Mis nietos debaten las ofensas del gobierno portugués

Deve ser conhecido por todos a existência de quatro descendentes nossos, capazes de se importar com o que acontece em Portugal e nos países que estão falidos e adoptam uma política académica falaciosa. Têm lido o meu texto Portugal, um país que exporta carne humana para lucrar com a falta de trabalho dos novos profissionais de Portugal, sem emprego.

Impressionados, falaram com os seus pais e comigo via Skype e disseram as palavras que converti em texto, em Castelhano, traduzido por mim do inglês e do neerlandês. A tradução não foi difícil porque a fala dentro da família é sempre em inglês. Apenas acrescentar, mais uma vez que Opa é avô em neerlandês e Daddy, o nome que pensavam que eu tinha por ouvir as suas mães endereçar-se a mim com essa palavra inglesa, por ser eu o seu pai. Lelo, porque os britânicos habituaram-se a me denominar assim após da dificuldade de ser denominado Abuelo a mim e Abuela a mãe das nossas filhas, a minha mulher.

[Read more…]

Dias Europeus do Emprego

Este site IEFP talvez interesse a quem procura emprego.

Proporcionalidade

Se cientistas são presos por não adivinharem um sismo, Gaspar pode ser esquartejado por não acertar no défice?

Na família Louçã nem todos os economistas são gaspares

Leia as 6 propostas do BE para salvar a economia (pdf) e descubra as diferenças.

A greve virada do avesso com Allende e no Portugal de hoje

salvador-allende-chile-pueblo-4-marcha-trabajadores.jpg
Confesso ter sido grevista, mas de greves viradas do avesso. Não foi por acaso, como narro noutros textos, que organizei sindicatos quando morava no Chile, mais de 40 anos antes destes dias de greve em Portugal. Sindicatos rurais e industriais. Todos eles contra os proprietários dos meios de produção que pagavam mal, às vezes até esqueciam esse pagamento, despediam a seu prazer, contratavam à sua laia, o operariado para eles era apenas força de trabalho. Força de trabalho não como a definida por Karl Heinrich Pembroke Marx, essa que ele associava à mais-valia dos proprietários dos meios de produção. Era simplesmente força de trabalho, usada para todo serviço. A Revolução Francesa não tinha passado pela América Latina, nem por Portugal, se passara, foi rapidamente esquecida. A liberdade de procurar meios de produção, não existia, porque esses meios eram raros e escassos.

[Read more…]

Os meus netos continuam o debate sobre política portuguesa

farmaciasdeluto-d2417845aee_400x225.JPG

Os leitores de Aventar sabem, se entendo bem os seus hábitos de leitura, que tenho quatro netos, filhos das nossas filhas uma, é doutorada em psicologia clínica pela universidade de Amesterdão  que é analisa da infância do hospital de Utrecht, uma mais-valia para o hospital; a outra, magister em preservação de espécies em extinção. As duas casaram novas, a mais velha, com um Museólogo de Utrecht, cidade na qual moram, magister em museologia, a mais nova, com um sabedor de sistemas informáticos, magister em informática, sendo ela magister em Flora e Fauna, sediado na universidade em que eu próprio estudei e ensinei, até me transferir para Portugal, a de Cambridge. Outra mais-valia para o projecto de salvar espécies e extinção nos sítios mais distantes e diferentes dos continentes do mundo.

[Read more…]

O governo lusitano tem lugar no tribunal dos Direitos Humanos

pedro_passos_coelho%26FMI_cartoon.jpg

Não há outra forma de avaliar este governo se não passar pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. Em 1978, Portugal ratificou a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, ficando desde então a fazer parte do sistema internacional considerado mais avançado na proteção dos direitos e liberdades fundamentais.

Consagrando um conjunto de direitos de diversa natureza (civis, políticos, económicos e culturais), a Convenção instituiu um mecanismo de garantia da aplicação desses direitos, através da criação de um órgão internacional independente que tem por missão apreciar as queixas relativas à violação, pelos Estados partes, dos direitos previstos na Convenção:  o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.

[Read more…]

Álvaro Santos Pereira: veremos no que dará

É fácil demolir e cumprir aquilo que os ouvintes dos noticiários esperam: a má língua, este tão português falar por falar, contentando os expressos balsemeiros e o público Belmiro.

Ontem, o ministro Álvaro Santos Pereira* anunciou um conjunto de medidas que passaram completamente despercebidas – a censura – nos noticiários. Dado o estado de ebulição onde já ferve a panela de pressão que Cavaco e os seus Montis de calças e saias preparam em Belém, notícias positivas não são de todo convenientes. É confrangedora a ligeireza dos agentes políticos nacionais, tomando a população como totalmente parva. Pois não é, já não bastando uns tantos discursos a puxar à lágrima fácil. Quem se dê ao trato de polé de escutar as “antenas abertas” dos canais de informação, apenas confirmará o profundo ódio, para não dizermos aquele desprezo que mata, com que a generalidade dos portugueses encara o regime. Os irados bate-panelas nos telejornais, deveriam apresentar as alternativas que dentro do quadro deste sistema político jamais surgirão. Há que repetir até à exaustão, jamais. Assim sendo, há que trabalhar com o que existe, atiradas borda fora umas Forças Armadas que nem sequer conseguem encontrar um porta-voz credível, alguém que saiba articular uma frase minimamente compreensível e não misture “Plutão e países daquela origem”.  Apenas fica a voz de Otelo e o seu sonho de ver cumprido um Campo Pequeno a abarrotar de rezes destinadas ao abate. É o chachismo erguido em instituição.

[Read more…]

A família e os impostos que a desfaz

pais-bebe-grande.jpg

É um substantivo quase impossível de definir. Talvez se possa dizer que é um conceito que tem várias definições, todas elas certas por corresponderem a diferentes maneiras de se vincularem as pessoas. Pela negativa, é mais simples falar de família às pessoas que não têm parentesco entre si, é  dizer relações consanguíneas ou por afinidade. Se a relação é entre parentes consanguíneos  a definição é mais simples: automaticamente pensamos no pequeno grupo de pai, mãe e descendentes (filhos). Nos tempos da minha juventude, era um grupo que incluía irmãos dos pais, os seus filhos, meus primos, pela primazia da relação entre essas pessoas, todas as filhas ou filhos de irmãos dos pais. Se ainda eram vivos, os pais dos pais ou avós  eram não apenas família, bem como eram parte do grupo familiar extenso. Viviam todos na mesma casa, debaixo do mesmo tecto.

[Read more…]

Solidariedade

solidariedade.jpg

Anteontem, 15 de Outubro, de este NO 2012, ESCREVIA SOBRE SALVADOR Allende e o fracasso do seu governo, texto que pode ser lido aqui e  para quem tiver tempo.

É um conceito que tem definição, sendo o primeiro em falar deles Émile Durkheim no seu livro de 1893 escrito na sua língua, o francês, De la division du travail social, texto em que distingue entre a sociedade orgânica e a mecânica. A primeira, deriva do direito e das leis que governam um povo, como todos sabemos; a segunda, como sabe também, dos usos e costumes que têm as pessoas no seu comportamento social. Não defino mais, porque tenho escrito muito sobre este texto, que pode ser lido em português europeu na edição de Europa – América.

[Read more…]

Dia internacional da erradicação da pobreza

Tenho comentado em vários dos meus ensaios de faltar dias no calendário para comemorar os dias internacionais da mãe, do pai, dos avôs, da avó, do amigo, da solidariedade e outros que, por ser muitos, não vou denominar. Mas, o dia internacional da erradicação da pobreza, é um dia para comemorar como um dia de féria para visitar e recolher fundos para os mais carenciados: alimentos, roupa de abrigo, medicinas, especialmente dinheiro para colaborar com Caritas Internacional, com a Cruz Vermelha que sabem trabalhar nos assuntos elementares para a erradicação da pobreza. Ou coletar dádiva para criar indústrias artesanais em que se produção bens para serem vendidos e assim os mais carenciados ter uma entrada que beneficie a sua família e o seu grupo doméstico. Nunca pensaria, como tenho dito para os outros dias internacionais, de que este é um dia comercial.

[Read more…]

Amochai, meus filhos!

Governo pondera aumento do IRS maior na classe média que nos rendimentos mais altos

O que vale é que ninguém foi prejudicado!

FMI reconhece que calculou mal o impacto da austeridade na economia

Os novos patriotas portugueses

os novos patriotas portuguesesNão foi fácil, num dia como hoje, faz já cento e dois anos, implantar a República de Portugal. O povo estava habituado a quase mil anos de uma monarquia que sabia abusar deles, especialmente com os morgados, a igreja católica romana e o raro salário pago aos trabalhadores. A venda da produção rural, única riqueza de Portugal, era para consumo interno, apenas se exportava o vinho do Porto. Cansados já de tanta explotação más sem alternativas para agir e se defender, foi preciso assassinar um rei e o seu herdeiro, ser aprovado pela Assembleia a coroação do filho mais novo do rei sacrificado, Manuel II de Bragança (D. Manuel II de Portugal (nome completo: Manuel Maria Filipe Carlos Amélio Luís Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Eugénio de Bragança Orleães Sabóia e Saxe-Coburgo-Gotha)

[Read more…]

Pobreza, precariedade,   desemprego

As 50 medidas de austeridade entre Junho de 2011 e Agosto deste ano

Quando me lembre….

Era no noticiário de ontem. Os jornalistas, sempre curiosos dos vaivéns do PM, perguntaram: quando vai anunciar ao povo de alça dos impostos?
O PM, sempre a correr, tem agalhas para isso e muita juventude, ripostou: quando me lembre
Quando se lembre do que Senhor PM? De anunciar as alças ou de que já decidiu amortalhar ao povo com mais vendas de múmia para nós matar de fome? Ou quando se lembre de que houve uma alça nos impostos?

[Read more…]

De todos! Mesmo de TODOS!

Claro que a Manif de sábado é de TODOS os portugueses, pelo menos dos que trabalham ou dos que querem e não conseguem trabalho. O 15.S foi o primeiro de muitos dias  – será um marco na história Portuguesa – e descansem os mais sossegados boys de serviço – ninguém se vai calar com a TSU porque quem esteve na rua está tão interessado na TSU como noutra forma de roubo qualquer! O ponto é este amiguinhos laranjinhas: não queremos continuar a ser roubados! Basta! Há outro caminho e já muita gente o diz. Por isso, Sábado, voltamos à rua. E tu? Queres transporte para Lisboa no Sábado? Anda daí!

Exportar os anéis, a seguir vão os dedos

Desmontagem do mito do aumento da exportações: miséria e destruição da produção portuguesa.

Apesar de tudo agora podemos começar a pagar as nossas dívidas

Este ano, para além do ano da contestação (ou resignação se acreditarmos no feeling do Sr. Gaspar), pode ser também o primeiro ano em que colectivamente, como país, começamos a pagar as nossas dívidas ao exterior.
De forma muito simplista isso só será possível quando começarmos a vender mais do que compramos e é isso que parece estar a começar a acontecer.

O gráfico abaixo publicado pelo Banco de Portugal mostra-nos já com um saldo 0 ao nível do ano e com uma tendencia aparentemente positiva.

É verdade que o pico costuma ocorrer por esta altura mas se mantivermos o mesmo padrão anual já teremos um resultado global incomparavelmente melhor do que a habitual taxa de cobertura de 80% dos tempos da pre-troika.

Regozijemos portanto.

Na competitividade do país, a Educação não é um problema

E quem o diz é o Fórum Económico Mundial no seu relatório da Competitividade Global 2012-2013, agora conhecido.

Globalmente Portugal, entre 144 países está agora na posição 49, quando o ano passado, entre 142 países estava na posição 45. Para estas posições concorre uma classificação global de 4,4 em 7.

Fomos olhar de forma mais detalhada para o relatório e percebemos que há dimensões melhores e dimensões piores. A Educação está do lado competitivo do país. Vejamos: [Read more…]

O medo das alterações às leis laborais nos trabalhos portuários – ou – Raios Partam as Greves

Os “trabalhadores portuàrios” de alguns portos Nacionais (Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro estão completamente parados) estão em greve.
Como de costume no Porto de Leixões não há greve. Talvez por isso tenha lucros e seja apetecível colocá-lo ao mesmo nível dos outros. Quem trabalha e tem sucesso não raras vezes tem guerra declarada pelos que o não fazem nem o têm.
Por causa desta greve, mais esta, já vários barcos que se dirigiam à capital, mudaram o seu destino e terão ido aportar a Espanha. Se fossem inteligentes (os mandantes) teriam ido para Leixões, onde se trabalha, já que os nosso vizinhos, que já têm a austeridade à porta, também ameaçam com greves (embora tudo não passe de manifestações de solidariedade sem fundo efectivo), estendendo-as aos portos de toda a Europa, tudo por causa, imagine-se, do Governo Português.
É verdade que sou contra as greves, embora não o seja contra o direito a fazê-las, mas isto é de doidos. Quando precisamos de trabalhar, cada vez mais, fazemos greves e damos os negócios que muita falta nos fazem aos outros.
Para os defensores deste tipo de acções, é uma medida inteligente, para mim, é uma tremenda burrice, digna de quem tem a cabeça só para criar piolhos. Mas isto sou eu a dizer, que destas coisas percebo menos que nada.

Ah, e por falar em greves, amanhã há mais … CP, Metro, Carris e STCP (também amanhã, a Metro do Porto não entra).

“P’rá frente Portugal!

Produtividade

para totós. Porque é baixa a produtividade em Portugal?

Estes génios não previram isto!?

Ou estão a actuar cegamente, seguindo dogmas que não compreendem? – Riscos de incumprimento do défice “são hoje maiores”, diz Passos Coelho. Pois, pois…

Ai as minhas ricas exportações…

Cartoon de Santy GutiérrezLa Opinión de A Coruña

As balanças têm dois pratos

Quando a importação desce exportar, por si, de pouco vale.

Retratos da Crise – Espera(nça)

Abaixo el-rei Sebastião

É preciso enterrar el-rei Sebastião
é preciso dizer a toda a gente
que o Desejado já não pode vir.
É preciso quebrar na ideia e na canção
a guitarra fantástica e doente
que alguém trouxe de Alcácer Quibir.

Eu digo que está morto.
Deixai em paz el-rei Sebastião
deixai-o no desastre e na loucura.
Sem precisarmos de sair do porto
temos aqui à mão
a terra da aventura.

Vós que trazeis por dentro
de cada gesto
uma cansada humilhação
deixai falar na nossa voz a voz do vento
cantai em tom de grito e de protesto
matai dentro de vós el-rei Sebastião.

Quem vai tocar a rebate
os sinos de Portugal?
Poeta: é tempo de um punhal
por dentro da canção.
Que é preciso bater em quem nos bate
é preciso enterrar el-rei Sebastião.

Manuel Alegre, O canto e as armas

Como Funciona o Brasil


E certamente Portugal…

Até o marisco regressa aos mercados antes de Portugal

Marisco de Fukushima volta aos mercados após o desastre nuclear

Fenómenos do analfabetismo contemporâneo

Ricardo Percentagem de Magalhães e suas contas da “gente empregue” chocou com a Priscila Rêgo. Um momento a não perder.

Funcionários públicos continuam a ser assaltados

Função Pública sofre cortes esta semana sem saber se são legais