Deve ser conhecido por todos a existência de quatro descendentes nossos, capazes de se importar com o que acontece em Portugal e nos países que estão falidos e adoptam uma política académica falaciosa. Têm lido o meu texto Portugal, um país que exporta carne humana para lucrar com a falta de trabalho dos novos profissionais de Portugal, sem emprego.
Impressionados, falaram com os seus pais e comigo via Skype e disseram as palavras que converti em texto, em Castelhano, traduzido por mim do inglês e do neerlandês. A tradução não foi difícil porque a fala dentro da família é sempre em inglês. Apenas acrescentar, mais uma vez que Opa é avô em neerlandês e Daddy, o nome que pensavam que eu tinha por ouvir as suas mães endereçar-se a mim com essa palavra inglesa, por ser eu o seu pai. Lelo, porque os britânicos habituaram-se a me denominar assim após da dificuldade de ser denominado Abuelo a mim e Abuela a mãe das nossas filhas, a minha mulher.






Não foi fácil, num dia como hoje, faz já cento e dois anos, implantar a República de Portugal. O povo estava habituado a quase mil anos de uma monarquia que sabia abusar deles, especialmente com os morgados, a igreja católica romana e o raro salário pago aos trabalhadores. A venda da produção rural, única riqueza de Portugal, era para consumo interno, apenas se exportava o vinho do Porto. Cansados já de tanta explotação más sem alternativas para agir e se defender, foi preciso assassinar um rei e o seu herdeiro, ser aprovado pela Assembleia a coroação do filho mais novo do rei sacrificado, Manuel II de Bragança (D. Manuel II de Portugal (nome completo: Manuel Maria Filipe Carlos Amélio Luís Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Eugénio de Bragança Orleães Sabóia e Saxe-Coburgo-Gotha)













Recent Comments