Notícias de Última Hor(t)a

climaKing’s College London, a Harvard Business School e as restantes sete universidades da Ivy League acabam de acrescentar aos curricula dos respectivos MBAs e Doutoramentos de Economia, Finanças e Negócios uma “cadeira” de Meteorologia e Investimento, anual e obrigatória.

Depois de ouvirem Gaspar, hoje de manhã, os Reitores foram unânimes no reconhecimento da indispensabilidade do profundo conhecimento deste tema para o exercício futuro de funções ao mais alto nível, quer da Governação, quer da Governança.

Destaque ainda para o lugar central que o Borda d’Água adquiriu nas Bibliografias obrigatórias dos mais ambiciosos. Em resultado, a vetusta publicação esgotou de imediato na Distribuição, constituída sobretudo por invisuais, amblíopes e romenas com dois filhos pela mão e outro ao colo.

O Borges está louco?

Ou o António é mesmo doido varrido.

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(PIB Europa e EUA)

Paguem o subsídio de férias a tempo e horas

Os trabalhadores do sector do turismo também precisam de trabalhar quando os outros fazem férias. Mas, para se ir de férias, é preciso haver pilim e o subsídio dos funcionários públicos é um direito contratualizado com o estado.

Temos Aqui um Problema

E grave! Mas isso agora não interessa nada ao Credo de Esquerda. Porém, o problema move-se:

A promessa do “Estado social”, de uma garantia de uma pensão em função dos descontos feitos ao longo da vida contributiva, é, logo à partida, fraudulenta. O sistema de pensões equivale a um esquema de pirâmide em que os da base pagam as pensões dos do topo, e em que as verbas que estes últimos recebem, longe de estarem garantidas pelo tal “contrato”, dependem do número de pessoas (e montante de dinheiro que conseguem gerar) a alimentar o sistema na base. A proposta do Governo, por muito que ofenda as sensibilidades dos que a criticam, é a consequência natural do “modelo” que querem proteger.

Reside aí o erro de ver o sistema de pensões público como moralmente superior aos privados. Os socialistas de todos os partidos costumam dizer que estes últimos comportam um risco maior, que implicam entregar as pensões à “economia de casino” da “especulação bolsista”. Mas o “contrato social” não oferece maior segurança. Permite até que um dos contratantes (o Estado) altere os seus termos unilateralmente, sem qualquer compensação. Quem acha que entregar as pensões “aos privados” equivale a ir com elas para Las Vegas, ficando à mercê da sorte, devia compreender que, no nosso “Estado Social”, elas ficam à mercê da demografia e da discricionariedade de quem tem a “força” para impor condições. Em vez de Las Vegas, temos Chicago nos anos 20.

Bruno Alves

Causa e efeito

Quando o SLB ganha o campeonato o PIB cresce mais 1,6% do que nos anos em que o FCP ganha o campeonato. Médias feitas, não foi o Mexia.

Anarquia, Meu Amor!

Em dias de sol, quando o pipilar dos pássaros sobrepuja de longe a voz próxima de quaisquer humanos, antecipo paradoxalmente a Anarquia, o AutoGoverno, abertos pela ultra-austeridade, pela miséria colateral, agenda desumanitária do gasparismo troykista germanófilo.

Quem se organiza e se une para partir os dentes a esse hipertroykismo?! Cada País do Sul não é o outro País do Sul. Espanha não é Portugal. Portas não é Gaspar. O estupor é que é, e só pode ser geral. Se a dissenção infecta o Conselho de Ministros, também não poupa a sociedade civil que nem inova no grito nem protesta a preceito, soma de covardias e de condescendências, com o PS autocomplacente, oportunista e nefelibata de regresso às ladradelas triunfais congressistas, mas a descer paulatinamente nas sondagens. Porquê? Por se abster, debaixo das nossas barbas, de cooperar no desenho de soluções no corte da Despesa, olhos nos olhos, e em tempo útil. Por ficar fora dos problemas. [Read more…]

Odeiem Isto

O ambiente da bloga e da opinião em geral anda muito raivoso. Um radicalismo pouco respirável e ainda menos recomendável emerge como a mais recente forma de pólvora seca. A raiva, porém, é um acto mal direccionado da razão, especialmente quando não quer ver a realidade como qualquer coisa de bem mais complexo que o monocromatismo dos nossos ódios e ascos. Em geral, a cegueira sectária mostra-se má conselheira, quer naqueles que apontam o dedo ao papão do neoliberalismo, quer naqueles que muito justamente espumam e sofrem pela morte anunciada do Estado Social tal como o conhecemos, como se não tivesse sido antes de mais o definhamento económico consentido nas governações passadas a matá-lo, processo de há muito mais que um bom par de anos.

Os números da nossa desgraça não nasceram desde há dois anos. Se em 2012 a riqueza nacional caiu 3,2%, em parte devido à famosa receita amarga do organismo liderado por Christine Lagarde, façamos justiça ao facto de o nosso País ter das finanças públicas mais insustentáveis do Mundo devido ao modelo económico seguido até 2011 e às escolhas governativas tecidas ao longo das últimas décadas, coito Governo-Banca/Sectores Protegidos, assunto sobejamente submetido ao bisturi impiedoso da revisitação analista, condenando desde as escolhas do Primeiro-Ministro Cavaco aos deslumbramentos parolos do último mentiroso supremo e absoluto. Se querem odiar alguma coisa, odeiem isto, o estado a que chegamos. [Read more…]

Continuem a dizer mal do futebol português

Nas últimas 3 eliminatórias da competição em que está envolvido, o Benfica despachou sucessivamente equipas da Alemanha, da França e da Inglaterra. 3 das potências económicas da Europa. E sempre sem grandes problemas no que toca à demonstração de superioridade.
Para todos aqueles que continuam a dizer mal do futebol português, gostava que me dissessem em que sector da economia é que uma empresa portuguesa consegue suplantar de forma tão clara empresas suas congéneres da Alemanha, da França e da Inglaterra. Não há muitos exemplos, pois não?

Libretto para uma Ópera bufa

Os amigos de Gaspar

Alguém acredita que Passos Coelho e Gaspar não sabiam de antemão que o Tribunal Constitucional iria declarar inconstitucionais algumas normas da Lei do Orçamento de Estado para 2013? Não creio.

Toda esta encenação, feita pelos dois representantes, ex aequo, da D. Merkel e dos mercados em Portugal, teve como único objectivo esconder que o programa da Troika resultou num falhanço monumental e justificar o pedido do 2º resgate. Transferindo para terceiros a responsabilidade pelo erro colossal de todos. E os especuladores lá vão engordar mais um bocadinho.

Passos e Gaspar, os actuais Miguéis de Vasconcelos, deviam ser julgados por traição ao Estado e ao Povo portugueses. Foi para isto que lhe pagámos os estudos?

Que merda de libretto tem esta Ópera bufa de terceira categoria.

«Qual é a Pressa?»

demissao depois«Sim, qual é a pressa?» Não há alternativa e a ‘alternativa’, pelo visto, não tem vontade. Tem medo. Metam isto na cabeça.

Espiral Recessiva e Espiral Demagógica

Não há ilusões. Até que estes nossos olhos traídos vejam investimento significativo, nacional e estrangeiro, qualquer coisa de novo emergindo dos escombros deixados pela chupice socialista, primeiro, e depois pela atabalhoada ingerência troykista, não será possível dar uma enésima oportunidade nem aos rapazolas-JSD, ainda de serviço, nem aos inefáveis cromos do PS novamente à bica pelo Poder, afinal o mesmo esterco e a mesma garantia de desastre. Portugal gera muito mais competência, criatividade e rasgo que a tralha que se aloja nesses Partidos. Onde estão os espíritos livres e lúcidos? O próximo capítulo da nossa desgraça poderá ser o de um Governo de Emergência e Convergência Nacional. [Read more…]

Desapontamento?

Previsões do Gaspar

Ou incompetência?

O camilourenço, a História e a Economia

Camilo Lourenço camilourenço, dicionarizado a preceito pelo João José Cardoso, desde há muito demonstrou ser um provocador mentecapto. Saiu a terreiro com nova imbecilidade, hostilizando a História como área do conhecimento científico humano – área sublime, entendo eu.

Sou economista, membro da respectiva ordem. Em defesa da verdade, mais do que da ‘minha dama’, entendo que, reagir com fragilidade a Camilo Lourenço camilourenço, para desvalorizar a Economia, como ciência social, é igualmente censurável. A polémica desce a baixo nível e naturalmente ao mundo da subjectividade. Mais a mais, invocando Margaret Tatcher, engenheira química, que, em sintonia com Reagan, foi grande obreira da desregulação dos mercados originária da crise sistémica. Registe-se-lhe também o feito de fundadora do modelo das PPP que o advogado e trabalhista Blair aproveitou e outros disseminaram pela Europa – de Cavaco a Sócrates tivemos, entre nós, excelentes intérpretes dessa ruid(n)osa melodia, pela qual estamos e vamos pagar milhares de milhões.

No curso que frequentei, além de Sociologia, Psicologia Social e Psicossociologia e outras áreas sociais, integrava-se a disciplina de História Económica e Social, ministrada pela Prof.ª Miriam Halpern Pereira, doutorada pela Sorbonne, universidade onde foi assistente do Prof. Pierre de Vilar. A ideia de que os economistas estudam só números é imprecisa, embora os mais responsáveis pela imagem sejam eles próprios.

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Fábulas sem fim

Era uma vez uma economia que tinha tantas contracções que só podia parir desempregados.

Núncio Atafulha Cu de Viegas

Paulo Núncio Mangalho Fiscal… com o facto de 2,7 milhões de contribuintes terem indicado o respectivo NIF nas facturas comunicadas à Autoridade Tributária e Aduaneira, pouco preocupados com o aval da Comissão Nacional de Protecção de Dados. Coube ainda, no apertado recinto do Francisco, a introdução do mangalho adicional: 300 mil consumidores finais que já inseriram voluntariamente as facturas no portal e-fatura.

O acto metafórico-sexual, bastante civilizado, por sinal, foi exercido esta manhã, durante a audição da equipa governamental do Ministério das Finanças na Comissão Parlamentar Ordinária de Orçamento, Finanças e Administração Pública. Civilidade é cumprir deveres. Nunca se saberá até que ponto a ‘delação’ fiscal dos Povos do Norte, tão tardiamente aplicada nesta republiqueta de bananas, poderá salvar vidas e impedir suicídios.

Para que o metafórico cu de Viegas não tome hiperbolicamente no respectivo em vão [nem mande tomar!], Núncio explicou ainda que só do sector da restauração já estão inscritas mais de 11,6 milhões de facturas, logo no primeiro mês.

Este volte-face só vem provar que quem com o cu mata, com o cu morre e assim sucessivamente. [Read more…]

Bundesbank retira o seu ouro de Nova York e Paris

Será que o ouro está lá? (em inglês) Quando o Chavéz fez o mesmo correu muita tinta.

Viva a crise! Viva!

as sete maiores fortunas nacionais tiveram um aumento de 13%, em 2012

fonte

Ser Feliz Com Nada

sugestãoMas por que motivo e por que diabo não poderei ser feliz com Nada?! Viver de belo-árvore-flor-livro, viver de céu, sol e mar, tratar das minhas pencas, cenouras, favas, couves, cuidar das minhas árvores, restringir-me ao essencial, abrir o olhos para o ecrã da vida muito mais que para o ecrã tóxico da grande mentira virtual, cumprir com o que me incumbe nas responsabilidades de pai e depois não consumir porra nenhuma. Nada. Não consumir, não comprar, não pagar, não gastar absolutamente nada, em primeiro lugar por não fazer parte desta turma de cus sagrados, sibilas, cérebros abençoados, especializados em viver acima das possibilidades de dois ou três portugais com o resto da gente como eu por estes dias a roçar a indigência pelas esquinas, a sensação de injustiça nos precipícios de onde ainda não se atiraram. Em segundo, por desdém e desprezo assumido para com esses prazeres legítimos que assumimos como naturais, um café, um sumo, um jornal, um chocolate, uma alegria comercial qualquer dentro do miserável espectro paupero-classe média dos vinte euros. Quando estou horas à beira-mar, sinto que, sim, eu posso. Por isso declaro desde já que abdico de consumir. Uma factura por cada pão. Uma grande paz por cada dia sem aquisições minorcas nem despesas fúteis nem recreio, nem coisa absolutamente nenhuma. Esses que venderam o cu para hoje passearem o espólio de anos de saque à mama da política que olhem para mim: façam bom proveito do furto. Tratarei de ser feliz com Nada.

Minuto 50′, o Direito a não ter Dívida

Da série ai aguenta, aguenta (10)

Perto de 375 mil pessoas com subsídio de desemprego em Outubro, mais 81 mil que em 2011

Senhor Presidente da República portuguesa-Carta aberta

orcamento_de_estadoÉ o meu hábito almoçar e jantar no Palácio de Belém, nos tempos em que residem Presidentes da minha ideologia, conheço o protocolo, bem sei que devo endereçar-me a si a primeira vez como a Sua Excelência e a seguir, para que a conversa não seja tão pesada, Senhor Presidente. Os presidentes da minha ideologia são Senhor Mário Soares ou Jorge, conforme a intimidade e o pensamento que representam.

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A crise que vivemos e a família

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O orçamento de estado para 2013, acaba não apenas com as entradas lucrativas, bem como com começa com os despedimentos do emprego, a falta de entradas e, o que é bem pior, com as lutas familiares.

É verdade que as pessoas juntam lares dentro de uma mesma casa para poupar o pagamento de rendas, que, de certeza, passam a ser mais caras, assunto inusitado no nosso país. Como é natural, todos querem morar no seu canto de família doméstica, mas, quando não há dinheiro, a única alternativa é juntar pessoas da mesma família beijo um mesmo teito.

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Comédia romântica

Rapaz diz que gosta de país, declara que orçamento faz mal ao país e entrega país ao orçamento. Com João Almeida no papel principal.

Hoje é o dia da votação do orçamento de Estado

 

Se orçamento do Estado Português for votado hoje e a maioria ganha a sua aprovação, estamos condenados. Vamos perder subsídios, escolas, emprego, assistência à saúde, os novos profissionais vão continuar na emigração, haverá um vazio profissional de uma geração, a polícia vai perder membros, as farmácias não serão fornecidas com remédios, hospitais vão ser encerrados e mais pedras de rua serão atiradas a Assembleia da República. Tenho a impressão que será o diluvio universal.

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O devir histórico (3)

Continuando.

A economia nacional tem tido uma constante coerente ao longo dos séculos: viver do que dá. Foi assim com África, com a Índia e com o Brasil. E se algo dava para ganhar dinheiro, mal se fazia notícia, era logo tudo a correr atrás do mesmo. Associada a tal tendência, a lógica do lucro fácil, criou-se a desastrosa matriz em que assentou a economia até aos dias de hoje. Enquanto houve colónias para exportar excedentes, e a santa protecção do “orgulhosamente sós”, a vida lá se foi compondo. Foi o fim do império e a abertura à concorrência, que revelou as nossas maiores fragilidades. Exactamente porque não estávamos habituados à concorrência. E não havendo concorrência, não há exigência. Se não há exigência, não há razão para evoluir, para ser melhor. Perante o desafio da entrada na então CEE, ao contrário do que seria aconselhável, voltamos a cair no engodo do dinheiro fácil que por cá entrava a rodos. Foi-se atrás do lucro fácil, e não se curou de se investir em conhecimento, ciência, técnica. Pelo contrário, o modelo económico foi-se desenvolvendo não só ao sabor dos dinheiros comunitários, muitas vezes a fundo perdido – tragicamente real a nomenclatura “fundo perdido”… -, e do financiamento bancário desregrado. Começaram os “poligrupos”, para comprar carro novo. E o financiamento à habitação própria, que viria a tornar a construção civil na grande base de emprego do país. Ou seja, uma base maioritariamente dependente do mercado nacional. Começou, também, o abandono das terras e dos mares. E começou a progressiva decadência da nossa independência financeira: com mais gente a pedir emprestado do que a depositar dinheiro, os bancos endividaram-se lá fora. Aos poucos, a lógica do endividamento enraizou-se no país: era crédito para obras, para carro, viagens, colchões magnetizados, extensões no cabelo, etc. A banca estava voraz, e o Estado cúmplice. Somaram-se os investimentos públicos sem retorno financeiro, até a esse refinamento catastrófico das Parecerias Público Privadas. O país foi deambulando, inebriado, pelo oásis dos tempos de Cavaco Silva, o pântano de Guterres, a tanga de Durão Barroso, o alto astral de Santana Lopes e o choque tecnológico de Sócrates. Uma constante, a lógica da facilidade e do imediato, fosse na economia ou no ensino onde se perde mais tempo a avaliar os professores do que os alunos. E pior agora, já sem os encantos do cheiro a canela, ou das riquezas das colónias.

Porto de Leixões continua em Alta – Obrigado Grevistas

OBRIGADO GREVISTAS
A greve que os portos nacionais têm vindo a implementar desde há quatro meses e que têm provocado grandes prejuízos à economia nacional, tem sido uma mais valia para o porto de Leixões que como se sabe não tem aderido a essas coisas.
Assim, nos dois últimos meses, o número de camiões que vêm carregar e descarregar contentores a Leixões, aumentou em cerca de dez mil a já alta média de trinta mil ao mês.
Só se lamenta que esta situação seja temporária, já que para bem do País, estas greves deverão acabar rapidamente.
Obrigado grevistas!

Quem esteja livre de pecado, lance a primeira pedra

A frase não é minha, nem a ideia. A frase foi encontrada no bordo do texto síntese que o Aventar coloca nos textos que nos edita. Frase que diz: Quem não pecou que atire a primeira pedra. E ontem alguns manifestantes fartaram-se de não pecar.

A frase não é também de quem fez a síntese no bordo do meu texto. É o que acontece todos os dias em frente do parlamento português, no fim de una manifestação contra o orçamento de Estado que, de certeza, deve acontecer até o 27 de Novembro, como está convocada pela CGTP.

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As Pedradas Incendiárias do Desastre

«Passos, escuta, és um filho da puta!», ouvia-se ontem na rua. Muito bem, imbecis!
E Justiça contra as malfeitorias políticas passadas, não é cá servida?! Não!
E responsabilização justiciária de Mega-Ladrões?! Também não!

Sim, os direitos poderão ser, aqui e ali, atropelados e algumas ilegalidades poderão ser cometidas. Os homens falham. A tensão acumulada precipita actos impulsivos de consequências imprevisíveis e algumas aselhices policiais. É normal. Por cá, ninguém está habituado a explosões de sangue, gás, pedradas e balas de borracha. Quem, de dentro ou de fora, quiser incendiar Portugal poderá não ter nada mais a recolher senão cinzas. A CGTP está a pisar o risco, abrindo a porta a excessos contraproducentes num combate que deverá ser exemplar.

Muitos Portugueses ainda não olharam olhos nos olhos o problema crónico do País, os erros em que, sob governações socialistas, laborou por demasiados anos. Até há um ano e meio, vivíamos de crédito. Crédito ilimitado, infrene, acrescido, solicitado em escalada louca, migalhas para todos, comissões chorudas para políticos na mediação de negócios ruinosos para o Estado, isto é, contribuintes. Era o socialismo a cavar o nosso desastre. Nenhum alarme nas ruas. Nenhuma angústia. Nenhuma forma de censurar o rumo desastroso. Hoje, temos Victor Gaspar fazendo o contrário, segundo um paradigma correctivo novo: dívida equilibrada e controlada; défice definido nos Tratados respeitado; economia-PIB equivalente ou superior aos gastos públicos. [Read more…]

Reafunde-se depressa

Neste caso, o défice real de 2012 não seria de 6%, mas de menos de 2%.

A Priscila voltou; corram mentirosos, ainda apanham os coxos.

Que faz a oposição na Assembleia de Portugal?

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Partido Social Democrata, 38,63% e 105 deputados.

Partido Socialista, 28,05% e 73 deputados.

Centro Democrático Social-Partido Popular, 11,74% 24 deputados.

Coligação Democrática Unitária (Partido Comunista PortuguêsPartido Ecologistas Verdes), 7,94% e 16 deputados.

Bloco de Esquerda, 5,19% e 8 deputados. Fonte: Instituto de Informação Estatística, ou IIE.

Esta é minha imagem de hoje.

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