
Era isto.
Via Facebook Tony Ferraz
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um grupo de corruptos pronunciou-se sobre corrupção.
Vergonhoso. Na Alemanha, um humorista satirizou o presidente turco e os tribunais alemães vão julgá-lo com base numa lei do século XIX, tendo a abertura judicial sido autorizada pelo Governo de Merkel. Aí está mais uma boa razão para a Turquia nunca se juntar à União Europeia.
Ensinaram-nos que a Alemanha foi pioneira nas leis, em especial o BGB, o código civil que remonta a 1900, e que inspirou, por exemplo, o nosso Código Civil de 1966. O programa de TV foi retirado de emissão na ZDFneo (inacreditável!) e Angela Merkel, de quem se fala à boca cheia para se candidatar a secretário-geral da ONU, dá assim uma prova de como os estados se deixam acobardar pelos interesses diplomáticos, para evitar problemas incómodos. A Turquia é liderada por um presidente perigoso e intolerante, Recep Tayyip Erdogan. O Parlamento Europeu deveria pronunciar-se rapidamente sobre este caso, e talvez o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem possa repor alguma ordem nas leis alemãs.
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Trata-se de uma máquina bem oleada, composta pelos mais hábeis activistas da direita radical, dispõe de financiamento abundante e sem paralelo e ataca em força, numa base diária, através dos jornais e de outros pravdas online que integram a rede do ministério da propaganda do “jihadismo” financeiro ultraliberal.
O seu objectivo primordial é plantar na opinião pública a ideia de que qualquer valor ou política de esquerda é tendencialmente destrutiva e ditatorial. Que a solução para os nossos problemas reside na instauração de um regime em que a soberania do mercado, ironicamente apelidado de livre, implica a submissão da esmagadora maioria da população à ausência da regulação e à lei do mais forte. Que devemos ser passivos e obedientes para não incomodar a exploração virtuosa da era moderna. Que devemos estar dispostos a aceitar sacrifícios para que a elite que nos comanda não tenha que os fazer. [Read more…]
Foto: Capa “Der Spiegel”
Isto foi um verdadeiro policial e uma galhofa que entreteve o pessoal durante toda a semana. É que no meio de assuntos tão confrangedores como a questão dos refugiados, crises financeiras, paraísos fiscais e que tais, de repente temos um caso satírico no centro das atenções, um caso simplesmente ridículo elevado à categoria de caso diplomático, com potencial para
Aqui vai a história completa: Primeiro foi uma música com letra dedicada às brutais tropelias de Erdogan, apresentada num programa de sátira política alemão, que motivou Erdogan a convocar o embaixador alemão em Ancara para exigir a extinção do vídeo. Uma semana mais tarde, o governo federal alemão rejeitou o protesto, declarando que a liberdade de imprensa e opinião “não é negociável”. Parecia assim estar encerrada a contenda. [Read more…]

António Costa visitou recentemente a Grécia para se encontrar com o seu homólogo. A ala sarnenta da direita, sedenta de sangue, purgas e austeridade virtuosa, rosnou com vigor e dedicou-se, nos dias que se seguiram, a conjecturar cenários de catástrofe derivados de um encontro normal entre chefes de Estado, que de resto partilham problemas comuns. Entre roncos e anúncios do apocalipse, os juros da dívida de Portugal e Grécia viveram uma semana de queda significativa, em contraciclo com a maioria dos parceiros europeus. Vale o que vale, que os mercados são outro bicho bipolar que rosna e dá a pata sem que se perceba muito bem porquê. Mas tem sempre a sua piada ver os fanáticos a estrebuchar. Que falta que lhes está a fazer outra crise internacional. Tenham calma bichinhos, lá chegaremos.

Isto faz sentido porque vivemos num país onde as reformas mínimas são exorbitantes, o desemprego é baixíssimo e só vive mal quem quer.

Na imagem, para além do cumprimento caloroso entre Paulo Portas e Nicolás Maduro, podemos ver o embaixador venezuelano em Portugal, Lucas Rincón Romero, o mesmo que, por estes dias, inaugurou uma praça na Amadora com o nome do falecido presidente Hugo Chávez. Surpreendidos? Contem então quantas ruas, avenidas e praças existem neste país com o nome de antigos dirigentes mundiais.
Foi interessante acompanhar a indignação que este episódio causou junto das tropas da direita nacional. No blogue Insurgente, Rui Carmo afirma ter-se tratado de uma “homenagem da geringonça ao ditador Hugo Chávez“, a que se seguiu o habitual destilar de ódio e a também habitual análise facciosa que confunde uma eleição por sufrágio com uma ditadura. Algumas pessoas não suportam que se possa usar os recursos de um país para dar uma vida mais digna para quem nunca nada teve. Que rezem um Pai-Nosso à Mão Invisível. [Read more…]

Não me choca minimamente que se parodie o que se tiver que parodiar. A liberdade de expressão é um dos poucos valores que ainda me fazem acreditar num futuro risonho para a nossa sociedade. Mas uma coisa é o que eu, o caro leitor ou um apoiante da direita radical diz ou escreve sobre o governo. Outra, muito diferente, é a forma como um jornalista o faz. E depois do episódio que aqui trouxe há um mês atrás, sobre a falta de profissionalismo do jornalista Bernardo Ferrão do Expresso, é do mesmo jornal que nos chega outro exemplo de como as agendas ideológicas estão a condicionar o que resta do jornalismo neste país. [Read more…]
Duarte Lima acusado de se ter apropriado de 5 milhões de euros de Rosalina Ribeiro. Tudo normal, portanto.
Luís Montenegro ressuscitou a célebre expressão no âmbito do caso Lacerda Machado. Dado o estado dos telhados do PSD, é preciso ter um moral de ferro.

Pois é, as coisas não correm de feição para a direita acantonada na extrema. Segundo o mais recente estudo da Eurosondagem, revelado hoje pelo Expresso, os partidos que suportam o actual governo continuam a reunir o apoio de mais de metade do eleitorado (52,3%), António Costa é o líder cuja popularidade mais cresce e dois em cada três portugueses acreditam que a aliança dos partidos de esquerda se irá manter até ao final da legislatura. Em Dezembro, apenas 40% dos inquiridos acreditava que o governo cumpriria o seu mandato. Hoje são 65%. Pobre direita radical, nem com 10 jornais manipulados e 30 blogues de propaganda consegue fazer o serviço.
De há semanas para cá, todos os dias a comunicação social veicula, numa pressa prazenteira, uma insinuação venenosa acerca dum membro do governo. Onde é que eu já vi este filme? Porque tenho a sensação de estar a ver um filme repetido.
Foi assim com José Sócrates, não foi?
O Clube dos Abutres não desarma, tece intrigas dia e noite. Quer lá o Clube saber de Portugal! Quer lá saber do povo que atirou à pobreza! O que verdadeiramente interessa aos Abutres é destruír reputações, anular o governo, porventura deitá-lo abaixo, porque vive na ânsia boçal de voltar a enfiar o focinho no pote e lambuzar-se.
Numa situação parecida, Guerra Junqueiro chamou a isto “uma enxerga podre cheia de percevejos”. É o que parece. Nem mais nem menos.
Foto: DR
Meia volta, pessoas conhecidas ou amigas falam de casos de corrupção miúda, tipo haver oficiais a cobrar maquias para não levantarem ondas, digamos, quando se quer fazer uma simples obra num muro do quintal. De cada vez, a minha incredulidade em relação à existência desses rapinas só é ultrapassada pela incredulidade em relação à inevitabilidade da cedência aos mesmos. Por muito que me expliquem que, por serem as leis tão complicadas em Portugal, às vezes não há escapa, não aceito que não haja outra maneira, legal, de resolver os problemas. Dá mais trabalho? Dará. Mas quem embarca na facilidade pactua, é bem claro. Vem isto a propósito da notícia “Rede de corrupção nas Finanças foi denunciada por um contribuinte“, da qual consta: “O homem disse que não e foi apresentar queixa na Polícia Judiciária.” Ora aí está, é esse o segredo, basta dizer que não e proceder em concordância.
Caso contrário, porquê tanta admiração em relação aos grandes embustes? É só uma questão de escala? Não minha gente, é mesmo o princípio, a par de coragem civil.
Vai um aranzel e peras nas tvs cá deste lado do mar.
Nos Estados Unidos, a Apple, a Microsoft e a General Electric têm perto de 2 triliões de dólares escondidos através da loja do Panamá. Estão sem pagar ao fisco do seu país uma pipa de massa. Deve ser por isso que, em oposição a Obama, os republicanos gritam que o país não aguenta um serviço nacional de saúde universal e gratuito. Trump e a rapaziada fina do clube dele é o que dizem.
Mas há mais: já foram detectadas 50 companhias dos Estados Unidos que gastam anualmente 20 biliões de dólares a sustentar lobbies, que são aquelas fábricas de luvas para oferecer a políticos, jornalistas e ofícios correlativos.
São Capitalismo liberal, sem regras, é mesmo ordinário.
E por ordinário, então o SOL lá fechou?

Tenho pouca paciência para congressos partidários. São exercícios algo hipócritas, onde tudo aparenta ser maravilhosamente belo e convergente, apesar das facas em anexo. O líder tende a surgir perante as massas como uma espécie de Deus, os notáveis fazem fila para polir o seu calçado, os aspirantes voltam para casa com as línguas inchadas e as manifestações de discordância, quando há lugar a tal atrevimento, primam pela timidez e pela contenção politicamente correcta. Salvo raras excepções. No fundo, os congressos acabam por ser um pouco o espelho daquilo que temos na Assembleia da República: elegemos deputados para nos representarem mas os seus braços votam em função daquilo que o topo da pirâmide partidária decide. Como um rebanho que segue o seu pastor. [Read more…]

É este o nome de uma petição que circula na internet e que conta já com a assinatura de cerca de 1700 simpatizantes do fascismo. A petição, lançada na passada Quarta-feira, propõe alterar o nome da Ponte 25 de Abril para o original Ponte Salazar, devolvendo, desta forma, aos fascistas, o saudoso culto do chefe. Mas existe o risco de se tratar de uma jogada humorística, pelo menos a julgar por parte do conteúdo, feito de verdadeiras anedotas. Vejamos algumas: [Read more…]

Correndo o risco de ser meramente redundante e eventualmente abalroado por um marido violento em fúria, uso novamente este espaço para informar o país que Maria Luís Albuquerque mentiu ao país. E não, não estou a falar de swaps, da sobretaxa que ia ser devolvida ou do BES que não teria custos para os contribuintes. Desta vez o assunto é o Banif. Parece que não há matéria de relevo que envolva esta ex-ministra que não venha manchada de aldrabice. [Read more…]
Grande tem sido o alarido na comunicação social por causa da prestação gratuita que Diogo Lacerda Machado tem dado a vários dossiers quentes da economia, a pedido do ministro António Costa.
Para tudo é preciso sorte, até para andar na política.
Que o diga Passos Coelho, entronizado secretário geral do PSD pela diligência (proclamada) de Marco António Costa, e que levou para o governo Miguel Relvas quando subiu a primeiro ministro. Marco António tem um farfalhudo rabo de palha na Câmara de Gaia e Miguel Relvas, para além de ter vigarizado uma licenciatura, tem rabos de palha vistosos em vários sectores do país, do Brasil e de Angola.
Que o diga, também, Paulo Portas que, depois de tantas trapalhadas que arranjou pela vida fora, é agora vice-presidente duma organização representativa dos industriais, diz que de borla. Como se essa corista da política, que só aceita trabalhar em palácios, vivesse do ar.
Em nenhum dos dois casos houve alarido na comunicação social nem deputados apareceram a exigir provas.
Moral da história: Pedro Passos Coelho e Portas são uns sortudos, porque a comunicação social é uma lástima e o parlamento um pátio.
No vídeo seguinte, um suposto político denúncia casos de corrupção envolvendo todos os partidos. Mas, ao polícia que o ouve, só lhe importa um dos lados, encontrando em jogos fonéticos as razões para as prisões que queria realizar.

Em 2013 estive na Bósnia, passando a fronteira terrestre com a Croácia, e percorri ao anoitecer a estrada até Bihać, cidade de maioria muçulmana situada a Noroeste. Ficou-me na memória os vultos constantes de homens sentados à beira da estrada, como se estivessem sempre ali, e as casas degradas, ou em (re)construção, dos Bósnios na diáspora. O ambiente na cidade, com pouca luz, era desconfortável e o único local possível para aconchegar o estômago foi no maior e mais central hotel da cidade, o Hotel Park. Qualquer moeda forte, além do oficial marco-convertido, era aceite (Euro, Dólar, Kuna croata, etc…). Uma refeição completa, tudo incluído, ficou por 3 euros, cera de 6 Marcos-Convertidos.
Com o luar era possível ver as silhuetas dos minaretes. Nos cafés o contraste entre os jovens muçulmanos e os restantes era significativo. Raparigas cobertas, e com véu, caminhavam lado a lado com outras cujas mini-saias de tão curtas se assemelhavam a cintos. Havia tensão e sentia-se a existência de ‘máfias’ em cada bar e clube nocturno. [Read more…]

É sabido que os ditadores ou candidatos a tal têm pouco sentido de humor e adoram triturar quem arranja maneira de fazer humor sobre a sua falta de humor. Estamos a assistir a um caso apimentado que se enquadra nessa problemática humorística e tem honras de destaque nos média alemães de hoje. Um humorista alemão apresentou, num programa satírico, um poema com uma forte sátira ao presidente turco Erdogan. Segundo consta, chamou-lhe de tudo (não pude ver o vídeo porque já foi retirado da net; existe um outro vídeo, de outro programa de sátira política alemão, com legendas em inglês, que (ainda) não foi retirado). [Read more…]

É uma história batida. A história do empresário multimilionário que às tantas decide criar uma fundação para onde transfere parte significativa do seu património, obtendo desta forma uma série de isenções fiscais que lhe permite, entre outras coisas, adquirir mais património. Carros, imobiliário, participações financeiras. Já vimos este filme. Bem vistas as coisas, muitas fundações acabam por funcionar como paraísos fiscais: transferem-se para lá milhões, escapando-se desta forma ao pagamento dos devidos impostos. E funciona. [Read more…]

Devido à forma como o pedido de ajuda do governo angolano ao FMI foi noticiado em Portugal, o pasquim estatal de Angola voltou a apontar o dedo à imprensa portuguesa, que acusou de estar articulada com a oposição ao regime de Luanda. Tais declarações apenas servem para ilustrar, com requintada ironia, a natureza manipuladora da ditadura angolana: um jornal financiado com dinheiro público angolano, silencioso sobre a forma como a cúpula do regime se apoderou dos recursos do país, percebe que, fruto da má gestão e da quebra do preço do petróleo, as contas do país estão numa situação delicada. O FMI entra em cena para aplicar um dos seus famosos resgates e a melhor manobra de diversão que o pasquim encontra para desviar atenções é apontar o dedo à imprensa ao serviço dos interesses da UNITA, dos inimigos portugueses de Angola e dos activistas desta vida que tem a ousadia de ler livros demasiadamente progressistas. Orgulhosamente sós!

Esta é a 1ª versão da Cronologia de “Os ficheiros Banif”.
Está em permanente construção e será atualizada diariamente.

Os fanáticos do directório liberal têm feito das tripas coração para defender a existência destas verdadeiras organizações terroristas mas depois dos vários escândalos a que temos assistidos nos últimos anos, com o caso Panama Papers a assumir-se como cereja no topo do bolo, poucos argumentos restarão para defender a continuidade destes esquemas potenciadores de corrupção, evasão fiscal, branqueamento e crime generalizado. [Read more…]

O comportamento inaceitável de João Soares, honra lhe seja feita, terminou com alguma réstia dignidade: apesar da falta de humildade para pedir desculpa aos portugueses, o esbofeteador lá acabou por se demitir. Era o mínimo que podia fazer. Um Relvas por geração é mais do que suficiente.

À medida que mais documentos vão sendo processados, a dimensão do escândalo Panama Papers vai tomando proporções cada vez mais significativas. Caiu o governo islandês, famílias reais da Europa ao Médio Oriente foram levadas pela enxurrada e nem os órgãos de soberania britânicos ficaram imunes aos estilhaços. A cada dia que passa, a lista aumenta a uma velocidade que não parece querer abrandar. Estranhamente, nem um tubarão norte-americano foi ainda apanhado pela tempestade. Ainda. [Read more…]
Ameaçar críticos com umas bofetadas não fica bem a um ministro e não me escandaliza que seja causa para a sua demissão, porque, apesar de tudo, é bom distinguir uma conversa entre amigos de uma proclamação. Ora a promessa de umas estaladas no facebook não é uma conversa entre amigos, ao contrário do que se pensa, especialmente num mundo em que os jornais e as televisões escrutinam, ao milímetro, o que se escreve nas redes sociais.
Confesso que também não me escandalizaria que João Soares ficasse no governo, após um pedido de desculpas, mesmo que não fosse sincero, até porque isso da sinceridade, no fundo, só pode ser verdadeiramente medido por quem fala. Nas nossas relações sociais, passamos a vida a representar papéis, o que nos obriga, muitas vezes, ao exercício de uma saudável hipocrisia, patente em mentiras piedosas ou prudentes. Aproveito, a propósito, para recomendar o filme A Invenção da Mentira, passado num mundo em que todos diziam a verdade.
Mesmo sabendo que um erro de um lado não desculpa um erro do lado contrário, não consigo, contudo, deixar de pensar que a ameaça boçal de agredir dois críticos é muito menos grave do que a apresentação de uma demissão considerada “irrevogável” com efeitos directos sobre a estabilidade política e sobre a economia do país.
Alguns poderão dizer que não são situações comparáveis. Têm razão: Paulo Portas não teve sequer a dignidade de manter a sua decisão e colaborou, despudoradamente, no empobrecimento de milhares de portugueses; João Soares foi só pateta.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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