Pela primeira vez, há hoje 161 anos, os portugueses começavam a assimilar uma mais clara ideia de Portugal, um sítio onde, finalmente, começava a ser possível ir, chegar.
O Comboio em Portugal está hoje de parabéns.
E se resistiu já a Grandes Guerras, regicídios e mudanças de regime, depressões e opressões, é quase inevitável que se venha a transformar na nova grande invenção do século. Novamente. Pouca-Terra, muita terra.
O Comboio tem 161 anos
E agora Catalunha? E agora Espanha?

Obviamente que a declaração de independência da Catalunha é ilegal. Nem vou perder tempo afirmando que deploráveis regimes ou ditadores subjugaram povos ao longo da História, tudo dentro da mais estrita legalidade. Fico-me pelos processos secessionistas, mais comparáveis à realidade catalã actual. George Washington e seus pares rebelaram-se ilegalmente contra a Coroa britânica, sem que alguém possa afirmar que o império britânico colonizou as terras ou subjugou aquele povo, verdade que existiam os nativos americanos e escravos, mas não foram estes que lutaram pela independência americana. O mesmo se pode dizer do Brasil, cuja declaração de independência foi ilegal à luz do Direito português. E se quisermos ficar pela Península ibérica, a restauração de 1640 foi um acto de rebelião, completamente ilegal. [Read more…]
A minha inconstitucionalidade é menos inconstitucional do que a tua

Já várias personalidades da primeira linha do poder europeu se pronunciaram sobre o desenrolar dos acontecimentos na Catalunha. Há vários elementos comuns nos seus discursos, a par do apoio incondicional ao governo espanhol, mas há um argumento, absolutamente legítimo, que importa destacar, e que foi central no processo de intervenção externa a que Portugal foi sujeito.
Não que sejam situações iguais, é óbvio que não o são. Mas é fascinante, para dizer o mínimo, que todos estes chefes de Estado, dirigentes europeus e porta-vozes hoje afirmem, do alto dos seus púlpitos e com seus megafones virtuais em punho, o primado da constituição espanhola. O imperativo do respeito pela lei fundamental. A suprema prevalência do Estado de Direito.
Onde é que estes gajos andavam quando o governo Passos/Portas passou quase cinco anos a (tentar) atropelar a Constituição da República Portuguesa? Ah, já sei: estavam na retaguarda dos ditos, a disparar chumbo grosso sobre a lei fundamental e o Estado de Direito português. Aparentemente, para a nata política da União, algumas inconstitucionalidades são menos inconstitucionais do que outras. Como é que o projecto europeu não haveria de estar de boa saúde?
Não bastavam as Leis da República portuguesa
Segundo especialistas, os juízes Neto de Moura e Maria Luísa Arantes também interpretaram mal a Bíblia na fundamentação do acórdão…
Comentar não chega. Se puder, vá mesmo.

Hoje, sexta-feira, às 18h, na Praça Amor de Perdição no Porto (Cordoaria, em frente à antiga Cadeia da Relação Porto) e à mesma hora na Praça da Figueira, em Lisboa, tem oportunidade de protestar de forma mais consequente contra a inconstitucionalidade do acórdão que justifica a violência com obsoletas evocações: “o adultério da mulher é uma conduta que a sociedade sempre condenou (são as mulher honestas as primeiras a estigmatizar as adúlteras), e por isso vê com alguma compreensão a violência exercida pelo homem traído, vexado e humilhado pela mulher”. Neste caso, a exigência é simples: processo disciplinar e demissão. Juízes ou juízas a legitimar a violência por adultério, seja ela perpetrada por homem ou por mulher, seja ela praticada contra homem ou contra mulher, não. A lei da mocada terá sido legal desde a idade da pedra, até, digamos, à Constituição de 1976. E que se saiba, mesmo formas brandíssimas de Xaria não estão em vigor em Portugal.
Esta vergonha foi também já largamente noticiada além-fronteiras.
Porque comentar não chega, se puder, vá mesmo.
Os pórticos da auto-estrada 25

João Coutinhas
Ontem percorri muitos quilómetros de desolação da A25, mandatado pela solidariedade de muitos amigos. De ambos os lados, terra queimada a perder de vista. Percebe-se bem que as pessoas não tiveram meios para salvar mais nada que as suas casas. E destas, nem todas. De incólume, só mesmo o asfalto e os pórticos do sugadouro automático.
Mas é quando se troca a estrada grande pelas pequenas vias (essas que de quatro em quatro anos beneficiam da oportunista manutenção) que “bate” em pleno a dimensão da tragédia. Sente-se a tristeza, não o desânimo!
As pessoas não precisam que lhes digam que têm que ser resilientes.
Nem conhecem este figurado. Mas conhecem bem o significado de abandono, que trespassa todas as conversas.
Por todo o lado, cada um tenta limpar e reconstruir o que pode. Aqui e ali os madeireiros em actividade. Das “autoridades”… nada. As operadoras de comunicações móveis foram rapidíssimas a reparar as antenas. Rede fixa, continua avariada. Aquele vizinho ouviu falar de apoios a fundo perdido, mas não sabe como se candidatar. O primo foi à Junta declarar que ficou sem casa: pediram-lhe os “papéis” que arderam.
O fogo pôs à mostra também a debilidade das estruturas locais. Os slogans de alguns cartazes de campanha sobreviventes, que falam de futuro e de competência, parecem agora obscenos.
Mais um passo contra a liberdade

[Transcreve-se a seguir um artigo da “Associação D3 – Defesa dos Direitos Digitais”, uma associação portuguesa sem fins lucrativos, dedicada à defesa dos direitos fundamentais no contexto digital]
26 outubro 2017
Governo Português encabeça movimento pela censura na Internet
Conselheiro Português foi director-geral da Motion Picture Association – América Latina
Vieram hoje a público documentos que comprovam que os governos de Portugal, Espanha e França têm tido um papel primordial no que respeita ao art. 13º. da proposta da reforma Europeia do Direito de Autor, relativo à introdução de filtros de censura prévia dos conteúdos que os utilizadores enviam para a rede (filtros de upload).
O conteúdo agora revelado nos documentos é extremamente preocupante. Portugal, Espanha e França estão a liderar as movimentações que visam garantir que sejam adoptadas as versões mais radicais da censura de conteúdos.
Santana Lopes com um sentimento de déjà vu
As Lições de Português do Professor Expresso
Andrew ‘Andy’ Osnard: No paper trail.
— The Tailor of PanamaDomitius Enobarbus: And what they undid did.
— Antony and CleopatraAvanço por aí
No gelo salgado
O meu hálito derrete
O teu corpo congelado
— Rui ReininhoThis is the glamorous life there’s no time for fooling around.
— Lloyd Cole & The Commotions, “My Bag“, Mainstream, October 26 1987 (obrigado, Nuno Miguel Guedes)
***
Por aí, leio o seguinte:
Há um discurso por aí que valoriza demasiado os erros ortográficos.
É verdade. Todavia, há outros discursos, como este (a reproduzir este), que os desvalorizam em demasia. Já agora, erros sintéticos?

De síntese? Ou sintácticos? De sintaxe? Ou *sintáticos? De nada?
Pelos vistos, o “por aí” criticado no texto será auto-referencial, pois o Expresso indica mais erros ortográficos do que “outros erros”:
- «A Joana foi há escola» é erro ortográfico;
- «Ele tem uma obcessão por carros» também é erro ortográfico;
- «É um fato que existem alterações climáticas» é um erro ortográfico;
- «Eles vêm a dobrar» é efectivamente erro ortográfico;
- «Derepente a zanga começou» é objectivamente erro ortográfico;
- «É uma casa portuguesa, concerteza!» é de facto erro ortográfico;
- «Hádes conseguir escrever um livro» não é erro ortográfico;
- «Já fizestes os trabalhos de casa?» não é erro ortográfico;
- «Quero duzentas gramas de fiambre!» não é erro ortográfico;
- «A polícia interviu naquela confusão que houve na rua» não é erro ortográfico.
Curiosamente, como vimos, o texto em apreço debruça-se sobre [Read more…]
Marcelo é… Marcelo!
Muito boa gente que há bem pouco tempo desconfiava de Marcelo, acusando-o de levar o governo ao colo, tece agora loas ao valente puxão de orelhas que o Presidente da República deu a propósito da última tragédia, exigindo ao Primeiro-Ministro que tirasse consequências políticas. Alguns apoiantes da geringonça, principalmente os socialistas, ficaram com um pé atrás, uma vez que o PSD atravessa uma fase de incerteza até às eleições internas. É verdade que Marcelo já foi próximo de Santana Lopes, aliás integraram mesmo com José Miguel Júdice, Durão Barroso ou Nuno Morais de Sarmento, a chamada Nova Esperança, que ajudaria a eleger Cavaco Silva em 1985. À época defendiam o fim do bloco central, contra João Salgueiro. Como um eucalipto Cavaco acabaria por secar tudo e todos à sua volta, diz-se que Marcelo à última hora até teria hesitado nesse apoio, prevendo que a ascensão do professor de Boliqueime lhe prejudicasse as ambições, mas isso são teorias de conspiração. [Read more…]
Jogos de bastidores
Salazar pelas esquinas

“Sabia que em pleno centro de Ansião existe uma rua Oliveira Salazar? Fica a dois minutos da Câmara Municipal mas parece que ninguém se preocupa com o assunto. Em Monte Real, concelho de Leiria, também encontra uma rua homónima.
Ajude-nos a mapear as ruas Oliveira Salazar que continuam a existir em Portugal”
in Má Despesa pública
Trabalho nas IT depois dos 40
Tem havido algumas notícias sobre as preocupações quanto à idade entre as pessoas ligadas às tecnologias da informação. No Slashdot saiu um artigo com o título “Para onde vão os programadores idosos?” Devem ir para a ilha de Java, searching for a bit of coffee.
“You can’t teach an old dog new tricks and so you find them sitting beside elegant swimming pools sipping Martinis and waiting for the inevitable interview.”
Já agora: Whicker’s World.
Impunidade (a)provada

A Procuradoria-Geral da República do Brasil acusa Michel Temer de ter dirigido uma organização criminosa e de obstruir a Justiça. Mas, mais uma vez, o Presidente da República brasileiro escapa a processo de investigação por parte do Supremo Tribunal Federal. É essa a vontade dos representantes do povo brasileiro no parlamento. Naturalmente, Temer alega que é “vítima de conspiração”.
É a segunda vez que isto acontece, mas ainda não dá para acreditar. A minha crença na humanidade e na sua ordem esvai-se de dia para dia.
400 milhões de razões para nos preocuparmos

Com que então, o governo decidiu num sábado, e talvez até lhe tenha ocupado a tarde toda, gastar 400 milhões na indústria dos incêndios. Não faço ideia se chega ou não, apesar da Cristas ter vindo dizer que não chega. Quem foi Ministra da Agricultura e do Mar poderá ter uma ideia sobre o assunto, se bem que a floresta não é propriamente uma subdivisão da agricultura. Excepto se for para se plantarem eucaliptos nos terrenos agrícolas, área onde Cristas tem cartas para dar.
Adiante. Decidiu-se gastar uma pipa de massa com base em quê? No combate aos incêndios? Na prevenção? Qual é o plano? Muito dificilmente as boas decisões acontecem em momentos de pressão e o Governo encontra-se entre a espada e a parede. Uma pressa destas só nos pode criar preocupações sobre estarmos a fazer as melhores escolhas. Acossado pela oposição, pelo Presidente e refém da sua própria incúria, Costa precisou de mostrar serviço.
E mostrou. Mas começou logo pelo lado errado ao nomear Tiago Oliveira, que trabalhava há vários anos com a Navigator, para unidade de missão dos incêndios. É uma decisão tão má como foi a do anterior governo ao ter nomeado Sérgio Monteiro para secretário de estado dos transportes. As razões são as mesmas. Não se metem raposas a guardar galinheiros.
Um governo que fala demais

merece ser censurado? Sempre seria um argumento mais aceitável do que o aproveitamento político da tragédia, por parte do CDS-PP, que culminou com a moção de censura, condenada ao fracasso, hoje apresentada no Parlamento.
Monção de sem surra

Falta-me pachorra para dissertar sobre moção de censura do CDS. Por isso, telegraficamente, limito-me a três notas:
1. Obviamente que há motivo para uma moção de censura. Se a incapacidade de resposta nesta situação não serve, não vejo que outros motivos se possam evocar no futuro.
2. É de uma escandalosa hipocrisia ser o CDS a lançá-la, ou não tivesse sido a respectiva líder diretamente responsável pela pasta que, durante cinco anos, nada fez para resolver um problema de longa data. Perdão, fez. Piorou o panorama com a sua lei do eucalipto. Estivesse a direita no governo e já o PCP ou o Bloco teriam tomado a dianteira neste campo. Ou até talvez mesmo o PS o tivesse feito.
3. Se para o CDS a moção de censura era premente, porque é que não a fez logo depois de Pedrogão Grande? Há um número de mortos a partir do qual tal iniciativa se justifica? Deve haver, porque, segundo Cristas, nenhuma calamidade aconteceu durante os seus mandatos, como se não tivessem morrido, por exemplo, 9 pessoas em 2013 e 6 em 2012. Sim, há uma questão de escala. Mas, como muito bem lembraram diversas vozes a propósito de Pedrogão Grande quando dissertavam sobre se havia 64 ou 65 mortos, algumas delas ligadas ao CDS inclusivamente, “um morto é uma tragédia“. Excepto quanto se está no governo, assim se pode depreender.
[Gráfico baseado no extracto do Relatório da Comissão Independente, disponibilizado no DN]
Banif, TVI e Altice

Fotografia: Vítor Rios/Global Imagens@DN
Não passou muito tempo desde o estranho caso da estação televisiva que criou artificialmente o pânico sobre uma instituição bancária, que atravessava um momento de particular vulnerabilidade. Dita estação, curiosamente, era propriedade de uma empresa que tinha como accionista de referência uma outra instituição bancária, maior e mais poderosa, interessada em engolir o pequeno e fragilizado concorrente.
Como seria de esperar, porque estamos em Portugal, paraíso à beira-mar plantado onde vale quase tudo, o truque funcionou, seguindo-se uma avalanche de levantamentos e fecho de contas, fragilizando ainda mais a pequena instituição que acabaria por ser adquirida, por meia dúzia de patacos, pelo predador proprietário da TV incendiária, que aguardava calmamente na penumbra. [Read more…]
Inferno fiscal
Os parasitas que (des)governam Portugal procuram anestesiar cidadãos baixando impostos directos, aumentando em simultâneo os indirectos. À partida sabem que a esmagadora maioria dos portugueses não dão conta do alastramento deste vírus, pode-se olhar para o montante retido em IRS ou total no último recibo do ano, mas poucos fazem o cálculo numa factura, até porque apenas aparece o IVA. Esta praga avança silenciosa pelos bolsos de quem aufere rendimentos ou cria riqueza. Contas feitas no final o contribuinte paga sempre mais, para o Estado o céu é o limite, enquanto a despesa pública segue desgovernada e sem travões, alimentando a tralha clientelar que faz render votos… Imposto é roubo!
Paradoxal Natural
Pedro Guimarães
Paradoxal: grandes cadeias de distribuição apoderam-se de pretéritos ecológicos para vender os seus produtos produzidos industrialmente e embalados individualmente em plástico, explorando assim os recursos de uma série de tótós classe média alta que acreditam que estar a comprar produtos mais saudáveis do que em qualquer outro sítio qualquer. A contradição entre ecologia e capitalismo está ali escarrapachada à entrada: o mote #gonatural envolto num jardim de plantas de plástico (réplicas muito convincentes). Nothing natural about it. #gonatural
Levante-se o réu
Num bizarro acórdão recente (de 11.10.2017) do Tribunal da Relação do Porto, lavrado por um presumível juiz denominado Neto de Moura, a pena ligeira aplicada num caso grave de violência doméstica foi justificada com um patético conjunto de argumentos, ora bíblicos, ora literalmente lapidares, uns mais trogloditas do que outros, mas todos eles inconcebíveis à luz da civilização e da mais elementar formação cívica.
O caso daria para muitos considerandos sobre o carácter frequentemente insano e disfuncional da justiça portuguesa. Como não tenho tempo, nem as criaturas me merecem tanto latim, lembro apenas que, ao contrário do poder político, do poder militar e até do poder económico, o poder judicial nunca teve o seu 25 de Abril. Os detentores deste (enorme) poder são, ainda assim, equiparados a órgão de soberania – tendo porém um sindicato e direito a fazer greve, outra bizarria do sistema democrático lusitano – embora não sejam eleitos nem escrutinados por ninguém, a não ser por eles próprios. [Read more…]
É o tamanho das escolas e das turmas, estúpidos!

Há uns dias, li uma reportagem no Jornal de Notícias acerca do combate ao abandono escolar no concelho de Manteigas. O director do agrupamento fez referência, entre outros aspectos, ao facto de a escola e as turmas serem pequenas, o que, na realidade, é um dos factores fundamentais no combate aos problemas educativos.
Mas estás tu a dizer, ó Nabais, que basta acabar com os mega-agrupamentos e diminuir o número de alunos por turma para que, de repente, o mundo inteiro se ilumine e as crianças passem a tirar notas altíssimas e comecem a sentir um entusiasmo imediato pela vida escolar? [Read more…]
Temer contra a Amazónia
Temer e os seus sabujos corruptos querem privatizar a floresta da Amazónia. Trata-se de uma área superior a 45 mil quilómetros quadrados, até agora intocada, que será aberta à exploração de empresas de mineração, com impactos incalculáveis na biodiversidade do pulmão do mundo e, por conseguinte, na qualidade de vida de toda a espécie humana. Apesar do recuo, forçado pela forte contestação que se gerou em torno da decisão do presidente brasileiro, o ataque contra a maior reserva natural do mundo continua. Pobre Brasil, entregue a corruptos e ayatollahs neopentecostais.
Uma vida dedicada à luta pela democracia e combate às desigualdades…
Para o fundador do PS o resultado foi socialismo na gaveta e fortuna no baú…
Pedro Santana Lopes e a arte de ser aplaudido por uma plateia de indivíduos que acaba de fazer de parvos

Fotografias: Luis Barra@Expresso
Santana Lopes oficializou-se este fim-de-semana como o candidato da continuidade do regime vigente no PSD. Com uma plateia repleta de passistas, leais discípulos de Marco António Costa, barões autárquicos e uma senhora histérica que poderá ter acidentalmente consumido o LSD do neto antes de sair de casa, Pedro Santana Lopes fez o que se esperava de um recém-convertido ao nacional-ressabiadismo: atacou Rui Rio, atacou António Costa, atacou o acordo de incidência parlamentar entre os partidos de esquerda e fez a necessária vénia ao radicalismo além-Troika, referindo-se ao período mais negro do seu partido como “salvação nacional”.
Passando o expectável à frente, que Santana Lopes já foi derrotado internamente vezes demais para se poder dar ao luxo de dispensar apoios, mesmo os mais fanáticos, a apresentação do candidato em Santarém trouxe consigo um detalhe revelador, que nos diz muito sobre o alinhamento com as práticas do regime passista, sobre até onde Santana está disposto a ir e sobre a facilidade com que se manipulam militantes por aquelas bandas. Isto para não falar nos sapos que a horda passista, na fila da frente, está disposta a engolir. [Read more…]



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