O povo aos milhares veio para a rua. Em Lisboa, no Porto e em Setúbal, as manifestações concentraram muita gente, naturalmente a protestar e em luta pela queda deste governo chefiado por um garoto; garoto, lembre-se, outrora tão rebelde e viciado no mal quanto sinistro e ignóbil na actual governação do País. Passaram os tempos, modificaram-se os hábitos de vida e o desfecho foi inevitável: falta de qualidade e de carácter para dirigir o País, com elevação de estadista, conhecimentos e perfil adequados. Às suas mãos Portugal afunda-se no processo de degenerescência contínua – tão infinitamente contínua como o símbolo e o traço matemático que definem a função desse género.
Sabemos que, ao livre arbítrio do trio Gaspar, Coelho e Portas, ainda por esta ordem, os reformados e pensionistas espoliados, trabalhadores da função pública, os desempregados jovens que excedem os 40%, os desempregados de longa duração e famílias inteiras destruídas – nem todos optam por abandonar mulher e filhos ou abdicam de constituir família – se conformem e aceitem pacificamente a dureza da política de austeridade que, à luz dos direitos humanos, não só é repugnante, como criminosa – há crianças com fome e idosos sem assistência médica e/ou medicamentosa. [Read more…]






















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