Painel (pormenor) Metro do Intendente
Foto de nano pxl
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Painel (pormenor) Metro do Intendente
Foto de nano pxl
Concordo com o Daniel Oliveira, apenas o montante que ele refere está errado.
António Costa é de esquerda?
As queixas da direita pela intervenção do estado espanhol no mercado bancário. Choram tanto que não se ouve quase nada.
Quero agradecer à nossa leitora Alexandra a informação dada sobre a seleção portuguesa através do seu comentário ao post «Já ganhámos!». Ela escreveu “Desde cá, vê-se assim:…”. Ou seja, como estamos a ser vistos pelos nossos vizinhos espanhóis, também eles em crise e a pedir ajuda internacional.
Alexandra enviou-nos o link para o jornal El País online de ontem, dia do jogo com a Alemanha. Pode ler-se, por exemplo, e tento traduzir: “O conjunto luso hospedou-se no hotel mais caro do torneio, desatando a indignação de um país sumido numa grave crise económica. (…) gastaram o dobro de Espanha, mais austera. (…) Portugal nunca ganhou nada como seleção”. Vale a pena ler a notícia.
No Dia de Portugal, há que refletir sobre este defeito do português: a mania do exibicionismo (ou ostentação). Fica-nos mal. É uma mentira que se conta…
«Quando uma câmara está excessivamente endividada, quem vier depois a ganhar eleições não tem margem para tomar qualquer decisão política.» Rio, no Público.

Um Drakkar Viking no Viking Ship Museum de Oslo
Durante os séculos IX e X o Al-Andalus foi assolado pelos ataques dos piratas Majus, normalmente conhecidos por Vikings, que lançaram o terror nas regiões costeiras. Os seus raids, de curta duração, durante os quais pilhavam, saqueavam e faziam prisioneiros que vendiam posteriormente como escravos, iniciavam-se com o aparecimento dos célebres navios com cabeça de dragão, os drakkars, extremamente manobráveis, com os quais subiam os rios para atacar as cidades situadas nas suas margens.
A grande estatura dos guerreiros Vikings, as armas temíveis com que se muniam e os enormes cães que corriam na vanguarda dos seus exércitos, incutiam o pânico nas populações, e granjearam-lhes a fama de sanguinários que perdura até aos nossos dias.
Apesar de terem colonizado áreas consideráveis no Norte da Europa e aí se terem dedicado a um comércio intenso com a Escandinávia, as suas acções no Al-Andalus foram actos de pura pirataria, já que não tinham como perspectiva nem a colonização, nem tão pouco o estabelecimento de entrepostos comerciais, dada a falta de meios para manter sob o seu controlo territórios tão distantes. [Read more…]
E. ainda há quem faça propaganda disto:
a pátria onde Camões morreu de fome
e onde todos enchem a barriga de Camões!
José de Almada Negreiros, A Cena do Ódio


Hans Magnus Enzensberger sobre Portugal e as ilhas temporais.
Isto estava tudo a correr tão bem, a austeridade estava a funcionar maravilhosamente, a Espanha é que estragou tudo. A cantilena vai durar umas boas semanas. Tem um pormaior aborrecido: o erro deles é uma cópia do nosso: austeridade e salvar bancos. E claro que eles se vão desculpar com a Itália que se segue.
O embate de ontem com a Alemanha só deu circo no resultado, no mais os titulares foram suficientemente briosos para fazer esquecer as insinuações que Manuel José atirou como um ferrete indelével e agoiro de mau gosto.
No final da partida, pensei que teria sido interessante se a Alemanha tivesse marcado mais cedo, situação que levaria obrigatoriamente ao que se viu: uma reacção de brilho com fogachos vulgarizadores dos alemães, coisa que tivemos tarde de mais, e não tivemos enquanto o empate ou o medo pareceram suficientes. Somos geniais sob pressão e mais ainda quando estamos a perder, já muitos o disseram. No alto mar, especialmente sob uma procela de morte, era preciso um porto. Fazia-se por ele. Nas Ilhas Encantadas do Sul, nesses longes oceânicos de áfricas e brasis, cercados de índios, nativos e aborígenes, era preciso mulheres para federar o sangue. Casava-se com elas, olha o desgosto!
Actualmente, no campo de futebol, é preciso que nos fodam. Aparece logo aí uma genialidade tirada do cu com um gancho que por vezes, raramente, dá bónus, isto é, bons resultados. É quando acordamos e faz-se luz. Por que acham que a Troyka nos avalia positivamente e os elogios ao Governo e ao Povo chovem dos quatro cantos do mesmo mundo que hoje corta os ratings da Espanha aqui ao lado?! Porque damos tudo. Ontem, conforme previsto, perdemos, tirando o facto de não termos sido arrasados. É sempre a mesma merda com a Alemanha.
Mas se o circo de Manuel José compareceu neste primeiro jogo, foi somente no pequeno pormenor do resultado, repito. Aposto que ontem a raiva dos nossos jogadores era tal que prescindirão de bom grado da folga cultural-sexual-familiar a que teriam justamente direito em caso de vitória ou empate. É bom que se compenetrem disto: estão quase fora deste Euro.

Documentário do Canal História, legendado em português, sobre um dos mais importantes faraós da história do Antigo Egipto, Ramsés II.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 1.3. – Contributos das primeiras civilizações
Portugal 0- Alemanha 1. Quando é que Mourinho se reforma como seleccionador nacional?
Espanha formaliza pedido de ajuda europeia – só não lhe chamam resgate, o resto é igual
Rui Rio defende que câmaras endividadas não devem ter eleições.

Posso gostar mais ou menos ou nada das opiniões emitidas por clérigos e afins, mas não gostaria de viver numa sociedade em que estivessem proibidos de falar. Por outro lado, as generalizações são sempre injustas, é certo, mas a História da Igreja Católica contém demasiados episódios de ligações a poderes opressivos ou de práticas sinistras, com torturas físicas e psicológicas incluídas.
De braço dado com o Estado Novo, a Igreja portuguesa do século XX participou em várias indignidades, quanto mais não fosse por omissão. A mesma instituição que nunca perdeu tempo a criticar as ditaduras de esquerda incitava os fiéis a acatar mansamente a miséria e a opressão. [Read more…]
Nunca gostei do Januário e o que soube dele, pedante, bruto e aristocrático em privado como Soares, piorou-me o conceito. Se ele é bispo castrense, eu, que sou católico com todo o meu ser e desde o âmago das minhas convicções, quero ser hindu. Januário é feio. Januário veste-se mal. Januário cheira mal da boca. Januário especula e inocula os concubinos. O Januário nu é horroroso. Quando o devoto coro canta de mais, o Januário, enquanto ministra beatamente a comunhão, manda dizer ao maestro: «Mande parar essa merda!»
O que me chateia não são as hipérboles de mau gosto com que vem homologar Pedro Passos Coelho e o seu Governo pacientólogo ao velho e avaro Regime salvador de Salazar. Isso é estilo e diarreia. O que me chateia é que Januário meta nojo selectivamente, tendo-o eu visto e ouvido, ao Torgal, com estes olhos e orelhas que serão absorvidos pela Terra da Promissão na Sua Gloriosa Catábase, indiferente e taciturno perante a espessa obscenidade masturbatória dos média em que consistiu o grande assalto ao Estado pelo Filho da Puta que agora se locupleta em Paris: o Filho da Puta promoveu e chantageou todo um eleitorado pelo aborto contraceptivo. Torgal assobiou para o lado. O Filho da Puta pariu e mandou parir obscenidades grosseiras como a do Tua. Torgal assobiou para cima. O Filho da Puta é responsável pelo monstruoso crime sem castigo das últimas PPP político-comissionistas, altamente onerosas dos contribuintes, mas vantajosas para os decisores e a parecerística outsourcing sorna do Regime, com a agravante de o País tomar o rumo que tomava. Torgal mijou para fora do testo. [Read more…]
A decisão de privatizar o Centro Infantil de Valbom e afastamento de todo o pessoal parece ter, antes de todos, a chancela de Marco António Costa, essa personagem sinistra que se move nos bastidores da política como poucos e que, não adianta escondê-lo, é o verdadeiro Ministro da Segurança Social.
a pequena história que aqui deixo diz algo sobre Marco António e sobre o deslumbramento que o poder provoca nas pessoas.
Quando foi Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Segurança Social, no Governo de Santana Lopes, Marco António fez questão de se instalar na sede do Centro Distrital de Segurança Social, na rua António Patrício, no Porto.
No entanto, pareceu-lhe que a importância do cargo não lhe permitiria ocupar um gabinete normal. Vai daí, requisitou para si e para a sua equipa (metade para cada) o Grande Auditório do edifício – um espaço amplo, com vistas magníficas, que até aí estava destinado à realização de cerimónias e de espectáculos relacionados com a Segurança Social.
Deixou de estar enquanto Marco António ocupou o cargo de Secretário de Estado. E o Centro Distrital de Segurança Social do Norte deixou de ter qualquer espaço para a realização dessas actividades.
Este episódio vale o que vale e tem a importância que tem, mas não deixa de ser elucidativo quando queremos saber mais sobre aquele que acaba de decidir a privatização dos infantários da Segurança Social.
O título do meu post «Só não se privatizam a si próprios porque ninguém os quer» podia ter vários destinatários, mas a Marco António encaixa na perfeição.
A luta contra a privatização do Centro Infantil de Valbom ne o afastamento de todo o pessoal (que deverá passar à lista da mobilidade) conta agora com um novo blogue: Não privem o CIF
É a Democracia Relvas a funcionar em pleno! É a máquina laranja a fazer o seu trabalho.
“É evidente que não posso deixar de associar uma coisa à outra. É uma tentativa de linchamento da minha vida privada”
Eu por mim não tenho dúvidas – este ataque ao Bispo é um excelente exemplo da saúde da nossa Democracia! Não me canso de agradecer a quem colocou esta gente no poder!

O dia de Santo António está por aí a chegar e às vezes sentimos alguma afinidade com os discursos aos peixinhos. Vamos escrevendo e falando sobre o que tem sido feito ao nível dos despedimento dos Professores, mas até parece que ninguém nos quer ouvir.
Fala-se da necessidade de lutar, de aparecer nas Manifestações e nas Greves, mas…
Depois abre-se o jornal e … Alguém diz o que andamos a dizer. Mas não somos Nós a dizer. São Eles:
“Em Dezembro de 2011 existiam 7892 diplomados desempregados na área de Formação de Professores/Formadores e Ciências de Educação, mais do dobro do número registado em Junho do mesmo ano (3874). Os dados agora revelados pelo GPEARI (Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais) do Ministério da Educação e Ciência (MEC)”
Será que assim ganha mais força a afirmação que o MEC dispensou milhares de Professores este ano e que se prepara para dispensar ainda mais no fim deste ano? Será?
Será que este título te vai levar à rua? Ou será que vais às compras para depois fechar o dia a ver o Ronaldo?
Isto deve estar a provocar curto-circuitos em algumas cabeças.
A autonomia das Escolas é a necessidade mais urgente do nosso sistema educativo. Já foi decretada pelo menos três vezes, mas existir, de facto, nunca existiu.
Tenho, também, muitas dúvidas sobre o que cada um de nós entende por autonomia. Como se concretizaria? Na definição do currículo? Ou apenas autonimia para a sua implementação ou só para a distribuição dos programas (parte do currículo) ao longo do ano?
Na escolha de professores? Na seleção de alunos? Na possibilidade de expulsar alunos da Escolaridade obrigatória? Na possibilidade de exigir propinas?
Creio que não será fácil encontrar pontos de encontro nesta temática, aparentemente consensual entre todos. Percebem-se, também por isso, as dúvidas que surgiram à volta do Despacho de Organização do Ano letivo, que, todos percebemos, é uma espécie de manual do maior despedimento da nossa história coletiva.
Por um lado, o Legislador pretende alguma gestão flexível, mas por outro, insere expressões como “dentro dos limites estabelecidos” (artigo 3º, ponto 2) ou como, no artigo 13º, ponto 4: “Ouvido o conselho pedagógico, o diretor decide.” [Read more…]
Vamos imaginar que uma pessoa está saudável. Percebe-se que lhe seja passada uma receita ou recomendado um tratamento? O leitor imagina-se, estando são e viçoso, a receber um vale para usar numa farmácia a fim de recolher, gratuitamente, medicamentos para curar doenças que não tem? [Read more…]

Documentário do Odisseia sobre o rio Nilo e a sua importância para a vida do Antigo Egipto. As imagens e as explicações, que deverão ser legendadas (a locução é em espanhol), tornam este filme importante para a primeira aula desta unidade.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 1.3. – Contributos das primeiras civilizações
Querida Ângela,
Desculpa que te escreva em castelhano, mas o meu nível de alemão é similar ao de um orangotango de Bornéu em tempo de acasalamento. Podes pedir aos teus colegas Zapatero ou Rajoy que te traduzam esta carta. Ambos são célebres poliglotas, como deves ter descoberto nas reuniões do Conselho Europeu.
Agora a sério… Um dos aspectos, que pouca gente conhece de ti, é que és doutorada em física. Entre 1978 e 1990, foste investigadora na prestigiada Academia de Ciências de Berlim e publicaste importantes artigos no campo da química quántica. Suponho que isso ajuda a explicar porque, enquanto a Espanha cortava 35% nas ciências, desde o começo da crise, a Alemanha aumentava 20%.
Ângela, envio-te esta carta, porque estou cada dia mais preocupado que o teu governo nos faça de gregos. Sim, já sabes, que virás ao “resgate” e nos imporás reformas similares às que fizeram à Grécia: mudança da Constituição para que o pagamento da dívida tenha prioridade sobre qualquer despesa social, descida de 23% do salário mínimo, corte de pensões e despesas da saúde, etc. [Read more…]

A Gui Castro Felgas fez um resumo.
As leis são para cumprir, mas não por todos.
O locutor da RTP de serviço ao Euro não trata um jogador grego pelo primeiro nome para não se confundir com alguém que estuda em Paris.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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