Triste fado este!

Rejubilou recentemente a alma da Pátria. O Fado foi considerado património imaterial da humanidade. Ressuscitou Amália Rodrigues em infindáveis momentos televisivos de fervor patriótico. Voltámos a “dar de beber à dor”! Portugal ressurgiu de novo, patrioteiramente, numa hiperbólica liturgia colectiva, só entendível dentro de uma perspectiva secular e mítica da “maneira de ser português”, que se desejaria definitivamente abolida. Devo repetir uma vez mais o que já, por diversas vezes, tenho dito e escrito – gosto muito de fado, mas não gosto do Fado. Entendamo-nos. Gosto de ouvir fado, sobretudo quando cantado por mulheres. Mas não gosto do Fado enquanto símbolo mítico da Pátria, porque dá voz a um Portugal salazarento, pobre, pequenino, resignado, vencido. Não gosto do Fado enquanto mitificação de uma tristeza congénita, de um luto mental, em viagem permanente num “barco negro” existencial de um povo que, desgraçadamente, continua a viver um momento histórico de resignação, de subserviência, de conformismo fatalista, tradutor de um estado de alma tão passivo quão deprimente. Por isso, a atribuição ao Fado de património da humanidade não me aquece nem me arrefece. Não passa de um fait-divers, de uma patetice como outra qualquer. Mas continuo a gostar de fado. Muito. [Read more…]

Prendas de Natal de Coelho e de Portas

A política de saúde de Coelho, a despeito do simulacro de consulta pública da ‘Reforma Hospitalar’, tem estado activa através de obscenos aumentos de taxas moderadoras. Contudo, o ministro-contabilista Macedo ainda se atreve a declarar:

Gostaria que em 2012 todos os portugueses tivessem acesso a um Serviço Nacional de Saúde (SNS) universal e com qualidade.

Discurso hipócrita, falso. Eu e muitos doentes crónicos, de cardiologia, não tivemos possibilidades de aceder a consultas em S.Francisco de Xavier, Lisboa, desde Junho  até final deste ano. Naturalmente, que as palavras de Macedo ainda mais revoltados nos deixam.

Mas há mais. Curioso que, graças a Joaquim de Oliveira, da Olivedesportos, os hospitais públicos vão ter o serviço da SPORT TV gratuito. Ou seja, faltam consultas e cuidados de saúde, mas temos futebol e Paulo Macedo, desta feita eufórico, afirmou:

[A Sport TV] Vai tornar melhor a estadia dos doentes nos hospitais, proporcionando-lhes momentos lúdicos e até de distracção.

Eu, experiente em internamentos, estou a imaginar um doente entubado, com a agulha do soro no braço e de algália, a saltar na cama e gritar de alegria com o golo do Benfica, do F.C.Porto ou do Sporting. Assim, já vale a pena pagar taxas mais altas. E a produtividade de enfermeiros e assistentes operacionais vai disparar. [Read more…]

Directamente da Linha de Cascais


O Coro de Santo Amaro de Oeiras – não podia faltar – deseja-nos a todos um feliz Natal. Nós também desejamos.

Feliz Natal

Aos restantes aventadores, comentadores e visitantes.

Natal – Imaginário adulto ou troca social

DEZEMBRO2008+033.jpg

Com Pai Natal em Greve, o povo sem dinheiro, falidos, não há Natal: apenas sopa e pão

Para o pobre povo de Portugal

1. Natal

Os leitores devem estar habituados a ver em letra escrita nos meus textos, uma ideia em que sempre teimo: qualquer grupo social tem, pelo menos, duas formas de ser ou duas culturas: a dos adultos e a das crianças. A do adulto, esse imaginário para calcular e falir sem remédio, sem a capacidade de decidir, porque não há trabalho bem dinheiro; a da criança, essa fantasia à esperassem saber. A do adulto, para calcular e decidir, porque vive no meio das finanças, dos orçamentos. Fantasia à espera, por viver

[Read more…]

Hoje dá na net: Duck Soup

Duck Soup, comédia de 1934, eleita pelo American Film Institute como uma das 100 melhores comédias de todos os tempos (5ª posição). Tem os Irmãos Marx como protagonistas. Página IMDB. Este filme está legendado em português, veja os pormenores depois do corte.

 
[Read more…]

“Orgulhosamente Produzido em Portugal”

Como diria o outro, “bela merda” os acabamentos em tó-colante. Temos futuro.

Eu, professor emigrado no Rio, virei balconista de boteco

Desempregado de longa duração, de professor de História sem colocação, passei a aluno. Ao abrigo de IEFP fiz diversos cursos, em especial na área de Informática. Estudei sistemas operativos, redes e programação. Sempre elogiado e classificado pelos formadores como dos melhores. Emprego? Nada!

Um ano, dois anos, dois anos e meio, a viver de esmolas de pais e sogros, cansei-me da vida de pedinte. Deixei a Ana e o casal de filhos, Paulo e Sofia, e fiz-me ao caminho: EMIGREI!

Cheguei ao Rio de Janeiro às 7h45 de 1 de Setembro de 2009. Optimista, iluminado por manhã carioca solarenga. Tomei um táxi para a Gávea. Bairro fino, da classe média alta, onde residia o tio-avô do meu pai, Joaquim Francisco de sua graça.

Com mil reais no bolso, disse-lhe ao que vinha. Licenciado e professor de História, sem colocação em Portugal, tinha decidido emigrar para o Brasil. Tanto poderia dedicar-me à docência, como a outra actividade, acentuei. Referi os meus conhecimentos e atributos informáticos. O tio Joaquim, de sotaque bem abrasileirado, disse-me: “Vou ver o que posso fazê por você, mas sabe que não é fácil, não; o Brasiu está necessitando de tudo menos de professô, aí presidentje Lula garante que estamos na maió!”. [Read more…]

O sobreiro

By Georges Jansoone (own photo; Alentejo, Portugal) [GFDL (www.gnu.org/copyleft/fdl.html), CC-BY-SA-3.0 (www.creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/) or CC-BY-2.5 (www.creativecommons.org/licenses/by/2.5)], via Wikimedia Commons

O sobreiro é um símbolo nacional. É a Àrvore de Portugal desde 22 de Dezembro de 2011, aprovou-se na Assembleia da República. “Nenhuma outra àrvore dá mais exigindo tão pouco”, escreveu o silvicultor Vieira Natividade em 1950.

“Abater um sobreiro é abater um símbolo nacional” , li no jornal.
O sobreiro é a metáfora do povo português: exige pouco, dá muito. Vivendo em difíceis condições como o sobreiro, é um povo generoso.

Os governos exigem e exigem do povo português, que continua a dar, a dar tudo e mais alguma coisa.

Não «abatam» o povo português.

Céu Mota

Greves

Confesso que nunca fui simpatizante de greves. Nunca aceitei muito bem o poder negocial que se funda na capacidade de causar prejuízos. Nunca compreendi como podem os sindicatos vangloriarem-se de uma qualquer greve ter sido uma vitória quando esse triunfo se mede pela proporção do dano causado. E pior, não compreendo e não aceito quando esse dano é causado directamente à população em geral. Neste tipo de greves quem sofre não é o Conselho de Administração ou a Entidade Patronal que se quer antagonizar, mas o Povo.

Mais incompreensível é o facto de alguns objectivos que se pretendem alcançar com as greves serem, no mínimo, ilegítimos. Neste caso da CP, tentar através de uma acção de força sindical alterar o resultado de processos disciplinares que são pendências que, obviamente, devem ser decididas em sede disciplinar e eventualmente em sede judicial, constitui uma pressão inadmissível. A lei proíbe, manifestamente, qualquer tipo de coacção sobre quem tem o poder de julgar.

Nesta altura do campeonato em que todos devemos estar preocupados com o aumento da produtividade nacional, esta greve da CP é como ter no barco um “gajo” a remar para trás, de propósito e todo contente.

Ora uma greve que é feita durante toda a quadra natalícia e que impede as pessoas de viajarem de comboio e em muitos, mas mesmo muitos, casos vai impossibilitar aquela que é, por excelência, a oportunidade anual de estar com toda a Família, é asqueroso.

O meu primeiro desejo para 2012 é que depois de se ter vendido parte da EDP aos chineses, se venda a CP à Coreia do Norte (por mim até pode ser dada)!

A essay on the old Christmas values (and why the fuck hell is everybody expressing themselves in English!??!)

A véspera de natal chegou, a alegria e solidariedade pairam no ar, os filmes que ninguém vê, mas fazem uma boa banda sonora/som ambiente estão a dar na TV, as prendas vão para o carro na esperança (e exigência) de voltarem mais dos que as que vão, chegámos, toda a família reunida (e não é incrível como apenas com a promessa de bons presentes e algumas notas de valor significante é que aguentamos um dia inteiro de família com a conversa da treta, e as historias orgulhosamente contadas como se alguém realmente estivesse a ouvir (sejamos sinceros, não são sobre nós, não interessam, ponto); ou mesmo como se alguém lhes desse algum valor, desde que no fim acenemos com a cabeça e dê-mos uma ligeira gargalhada (e só depois nos apercebemos que era a sua triste e dolorosa historia sobre o seu tempo de tortura pela PIDE), as crianças correm e brincam (gritam, empurram, sujam), alegres pela casa (pudera, malditos roubaram-me as prendas, aqueles pequenos idiotas, que vieram ocupar o nosso lugar central como receptor central das prendas da família), os familiares mais idosos [Read more…]

Bambúrrios

1.- Acertar na combinação do Euromilhões;

2.- Ter emprestado dinheiro ao Steve Jobs ou ao Bill Gates para eles abrirem as suas empresas;

3.- Ter lá em casa um “quadrozito” esquisito que pertencia à Sogra e que se vem a descobrir que foi pintado pelo Picasso;

4.- Ir a Campanhã apanhar o comboio e não ser dia de greve na CP.

As 106 fotografias do ano de Street Art

This slideshow requires JavaScript.

As 106 imagens podem ser vistas na Street Art Utopia. Eis uma amostra, incluindo uma açoriana, de Ram Miguel & Gonçalo Ribeiro, adivinhem qual é…

Cavaco Silva, presidente do PSD

Cavaco Silva não é o presidente de todos os portugueses, porque não é meu, mas, pelo menos, poderia ter feito um esforço por me contrariar, tentando ser melhor. Não por mim, entenda-se, mas pelo país.

Mesmo admitindo que não sinta especial afeição por Passos Coelho, declarações como “não sei que Governo terá sido mais escrutinado do que este” ou que é “bom que os portugueses estejam conscientes de que os membros do Governo são pessoas e não super-homens, a que não se podem pedir milagres.” parecem revelar a absoluta parcialidade de alguém que deveria funcionar como um árbitro.

Se tivéssemos em Belém um Presidente de todos os portugueses, Passos Coelho teria sido chamado depois de ter aconselhado os desempregados a emigrar e o Orçamento de Estado teria merecido um pedido de fiscalização. Se Cavaco Silva não está ao lado de todos os cidadãos, o PSD pode, pelo menos, contar com o seu apoio. É, sem dúvida, um homem com sentido de família. Sentido de Estado é outra coisa.

Hoje dá na net: Brave new world (Admirável mundo novo)

brave new word

Hoje dá na net uma distopia, o oposto da utopia.

«Admirável Mundo Novo (Brave New World na versão original em língua inglesa) é um livro escrito por Aldous Huxley e publicado em 1932 que narra um hipotético futuro onde as pessoas são pré-condicionadas biologicamente e condicionadas psicologicamente a viverem em harmonia com as leis e regras sociais, dentro de uma sociedade organizada por castas.» [da wikipédia].

O Porto em 1956


Excerto do filme “O pintor e a cidade” de Manoel de Oliveira; para além de alguns comboios a vapor em São Bento e a caminho de Campanhã, surge também a ponte Maria Pia (então com 79 anos de idade) e as carruagens Schindler em início da sua carreira de meio século.

Desabafos de um português lisboeta

Se fosse o inverso, manifestaria igual repulsa. Preocupa-me a coerência.

Episodicamente mas de forma ofensiva do conceito de justiça,  a mistificação de que Lisboa e naturalmente os  naturais da capital  dominam o País é mesmo isso, uma mistificação, de uso fácil ao utilitarismo populista e ao jeito de quem utiliza a vitimização como arma – de Pinto da Costa a Alberto João Jardim. Do futebol à política.

Há múltiplos exemplos histórico-políticos da falsidade do pressuposto: Salazar, de Santa Comba Dão, companheiro e amigo do Cardeal Cerejeira (Vila Nova de Famalicão), é uma das múltiplas e penosas provas: 48 anos é muito ano! Cavaco veio da algarvia Boliqueime e governou o País durante uma década. Depois veio o lisboeta de Santos-o-Velho Guterres, com genes da Cova da Beira (Donas), seguindo-se Barroso (Nascido em Lisboa) mas reclamando raízes transmontanas. Sócrates, que a seguir nos calhou em sina , nasceu no Porto, mas toma os  afectos de Vilar da Maçada (Vila Real). Hoje temos um Coelho, conimbricense de origem, mas infante em Angola – Silva Porto e Luanda.

[Read more…]

Pior a emenda que o soneto

Boa música

O fadista Camané, na sua modéstia, típica dos portugueses, afirmou que ” è uma honra ser candidato [ao Óscar de Melhor Canção Original] ao lado de Lady Gaga e Elton John”.
Pois eu corrijo: devia ser, para os segundos, uma honra estarem ao lado de Camané. Em que é que a música de José Mário Branco e o poema de Manuela de Freitas (partindo das ideias de José Saramago sobre a vida e a morte) têm a menos que a música de Lady Gaga e Elton John? São, pelo contrário, muito superiores.
Espero que vença a profundidade, a contenção e a sensibilidade do nosso fado, eleito há pouco Património da Humanidade.
Espero que a Academia de Hollywood comece a ter bom gosto e a educar o grande público para apreciar a música de qualidade (e mais exigente) e, já agora, diferente!
Sei de um rio, por exemplo, a gente ouve e ouve e não cansa:

Cada cavadela, cada minhoca

Há professores a mais?

Dizem que sim, tenderá a haver porque a demografia isto, porque se fazem menos portugueses, aquilo. E assado. Será muito difícil perceber, seguindo os dados mais actualizados, que temos

matriculados no 3º ciclo 379229
alunos, mas no Secundário apenas 197582
igualmente distribuídos por 3 anos, o que dá um diferença de menos 181647?

É que o Secundário passa agora a obrigatório, ainda não se percebeu bem como mas passa, e não sendo de prever que esses 181647 concluam todos o 12º ano digamos que 150000 novos alunos precisam de uma data de professores, que podem muito bem ser recrutados entre os do 2º e 3º ciclo que entretanto  levam com a tal demografia, ou seja, se há ameaça de desemprego entre os professores nos próximos tempos tal vai acontecer no 1º ciclo, não vou sugerir que passem para o pré-escolar mas pessoalmente preferia lidar com bébés a viver sob o regime do Presidente Zédu.

A menos que Passos Coelho tencione suspender o Ensino Secundário obrigatório e o esteja a afirmar indirectamente, mas isso seria tão grave que não me atrevo a imaginar tanto.

Já agora, também não conheço o Paulo Guinote pessoalmente, e também não leio blogues. Constato é que os socretinos manipulavam números mas ao menos conheciam-nos, dos insurgentes passistas não se pode dizer o mesmo.

Governo português vende EDP ao governo chinês

Uma empresa que toma o nome da maior barragem do mundo, a Three Gorges  faz temer o pior.

EDP ou a “Casa Amarela”.

A EDP, que tenta ocultar o seu carácter empresarial feroz com a pele de um cordeiro filantropo, anda a pintar barragens de amarelo, sob o pretexto de Arte pública ou activo turístico. O Henrique Pereira dos Santos, consegue por-se na pele do lobo e chama-se a si próprio o conservador contraditório (eu chamaria a isso ser do contra, quando todos estão a favor e estar a favor quando todos estão contra). Eu acho que a EDP nos anda a roubar há tempo de mais. Com a agravante de pagar a alguém 150 mil euros (!) para gozar connosco em tom de amarelo. É como escrever num muro, em letras garrafais: ide-vos ****. Isto também pode ser considerado arte, pois as palavras também combinam bem com a natureza. Juízo! Até a população, que costuma usar a mesma paleta de cores que o Cabrita Reis nas fachadas das casas, acha a cor um asco. Uma habitante local chega mesmo a comparar o flagrante mau gosto com a bandeira nacional que podia lá ser colocada e tinha o mesmo efeito repelente. Não bastava a auto-estima deste país litoral estar em baixo, ainda vão ao interior atemorizar os pobres autóctones com a cor da loucura.

A Razão

adão cruz

A razão

tamanho de todos os céus no silêncio de sonho-menino os olhos cheios de serenas manhãs na frouxa luz do fim da tarde.

 A razão

palavra que se prende por entre as folhas dos álamos a doce margem de um regato no sobressalto do pensamento.

 A razão

saber se o tempo vai se o tempo vem no calendário do sonho não dar contas ao tempo de um tempo que se não tem.

 A razão

semente branca da vida no fruto maduro da tarde a esperança dos olhos frios na quente ilusão de outro dia.

 A razão

três lágrimas vertidas na corrente do alto rio um redemoinho de pedra e água brincando à beira do abismo.

 A razão

coração bem apertado nos braços da solidão a felicidade cantada sem voz nova na garganta.

 A razão

a firmeza do vento no rio que não volta atrás …ou a leveza do luar nas margens da sombra.

 A razão

coração cravado na erva espantalho de emoções longos braços de palha entrelaçados de ilusões.

Estátua ao Emigrante

Estação de Lisboa Santa Apolónia, versão Kaos.

Hoje dá na net: Animal Farm (O Triunfo dos Porcos)

Animal Farm (O Triunfo dos Porcos)

Aninal Farm (O Triunfo dos Porcos) é uma alegoria da autoria de George Orwell sobre o que se passou na Rússia entre 1917 e 1943. É também, para mim, a forma de me recordar que uma revolução é a melhor forma de tudo mudar sem nada se alterar.

Vai Devagar, Emigrante…

Não se sabe se leva consigo na bagagem o Troinca ou a puta-que-os-pariu…

Canta, Graciano, canta…

O regresso do FB leaks

O vanguardismo do costume

Há 6 milhões de pessoas em risco de morrer de fome e 200 mil em campos de trabalho, diz HRW

Não foi á toa que o PCP já se adiantou e cedo começou a distribuir condolências.

CP condenada a pagar milhares de euros a cada maquinista

Na sequência do acórdão do Supremo Tribunal de Justiça datado de 16/12/2010 o SMAQ, sindicato dos maquinistas, anunciou em comunicado datado de 14/12/2011 que “FACE À RECUSA DA CP EPE/CP CARGA DO PAGAMENTO DOS DÉBITOS SALARIAIS AOS MAQUINISTAS/TRACÇÃO, O SMAQ INDICOU BENS À PENHORA NA ACÇÃO DE EXECUTAÇÃO DA SENTENÇA DA RETRIBUIÇÃO VARIÁVEL, HOJE, 14DEZEMBRO 2011: OS BENS MÓVEIS E IMÓVEIS DA SEDE DA CP; TODOS OS VEÍCULOS AUTOMÓVEIS; CRÉDITOS DA CP PERANTE A ADMINISTRAÇÃO FISCAL; DEPÓSITOS BANCÁRIOS E TODAS AS RECEITAS DE BILHETEIRA DE Lx. ORIENTE, Stª. APOLÓNIA, ROSSIO, CAIS DO SODRÉ, CAMPANHÃ, S. BENTO E COIMBRA-B.
O montante em causa, nesta primeira fase, é 152.669,43 €; atingindo até 2006 o valor de 14.000.000 € para a totalidade dos associados, acrescendo ainda juros de mora e o pagamento dos anos seguintes a 2006. Quando o Presidente da CP EPE/CP Carga afirma que cumpre as Leis da República, deve cumprir também, num Estado de Direito Democrático as sentenças do Supremo Tribunal de Justiça, como é caso/acórdão – processo nº2065/07.5TTLSB”. PONTO!

Maquinistas.org