O testemunho e a coragem de Valerie Zink merece ser lido e divulgado.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
O testemunho e a coragem de Valerie Zink merece ser lido e divulgado.

Lina Lopes foi militante do PSD, eleita deputada pelo círculo de Lisboa em 2019 e 2022. Antes disso esteve no SINDEP, e, posteriormente, na direcção da UGT.
Na eleição de 2024, o jogo de cadeiras no interior da AD atirou-a para lugar inelegível. E foi então que Diogo Pacheco Amorim, o deputado do CH que outrora integrou o MDLP, organização ligada ao terrorismo de extrema-direita no pós-25 de Abril, a convidou para o seu gabinete parlamentar.
Ou, como se diz em linguagem Chega, “ofereceu-lhe um tacho à girl, pago pelos contribuintes”.
Uma vergonha, portanto.
E, como aconteceu a tantos ex-PSD, foi escolhida pela unipessoal de André Ventura para ser candidata à CM de Setúbal. Decisão revertida quando surgiu a acusação de que terá recebido um “apoio financeiro” de um empresário da cidade, que incluiu almoços, jantares e até lanches grátis, um empréstimo no valor de 20 mil euros e até a compra do carro de Lina Lopes por um valor acima de 38 mil euros.
Não sei quanto a vós, mas fico com a sensação de que o CH está a integrar-se de forma muito rápida e plena no tal sistema que alega combater. As suas principais figuras chegam do PSD, os seus financiadores vêm das famílias mais ricas e poderosas do país, as tramoias sucedem-se, como se sucedem os tachos, e, aparentemente, vale tudo para chegar ao poder.
A farsa anti-sistema já só engana os tolos. Como papas e bolos.

O antigo CEO da Spinunviva tem plena consciência da gravidade dos incêndios que assolam Portugal. Tanto assim é que hoje pediu ajuda internacional e cancelou as férias. Perguntará algum leitor distraído, porque não o terá feito anteriormente, quando se sabe há alguns dias que a situação é catastrófica? A resposta é simples, porque estava agendada para ontem a festa do Pontal, o país está em vésperas de eleições autárquicas, o Primeiro-Ministro também é líder do PSD e não se poderia dar ao luxo de cancelar o maior evento anual do circuito pimba do azeite e carne assada, que contou com a esmagadora maioria dos membros do governo e candidatos às autárquicas…
Maria do Rosário Palma Ramalho, alegada ministra do Trabalho, disse que havia alguns abusos da licença de amamentação, o que daria razão ao governo para alterar a lei.
A alegada ministra não adiantou números.
Entretanto, soube-se que a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) «desconhece casos de trabalhadoras que tenham usado ilegalmente a licença de amamentação nos últimos cinco anos, mas identificou 23 situações de abuso por parte das empresas.»
Mota Soares, há uns anos, enlameou cristãmente alguns beneficiários do Rendimento Social de Inserção, tal como Paulo Portas, antes dele.
Este caminho que implica referir (ou inventar) excepções para justificar novas regras faz parte de uma estratégia cultivada por PS e por PSD e aprofundada pelo cheganismo. O que é preciso é dizer coisas que ficam ditas – os desmentidos nunca chegam verdadeiramente a fazer efeito e o trabalho sujo está garantido.
Se houvesse jornalismo (ainda há jornalistas), a alegada ministra teria de ser confrontada com o que disse. Houve, no mínimo, algum pedido de esclarecimento?

Chegamos à primavera/verão e, em conjunto com estas estações, surgem também os cartazes reluzentes que prometem tudo. É a época alta dos festivais e festas populares, onde o dinheiro circula à velocidade de um palco giratório e onde o discurso do “apoio à cultura” se torna mais barulhento que os próprios concertos. [Read more…]

Para outras gerações, como a do meu pai, os capitães foram outros, como o saudoso Fernando “Bibota” Gomes ou João Pinto. Para mim, o Porto teve um, e apenas um grande capitão. E o seu nome era Jorge Costa.
Jorge Costa não era o mais dotado tecnicamente. Mas era a voz de comando de um Porto que sentia, lutava e jogava à Porto.
Um Porto que não se ajoelhava, que não vacilava ou se perdia em vaidades, que comia a relva e deixava tudo em campo.
Um Porto nobre e leal, autor de algumas das mais belas páginas desse livro de honra de vitórias sem igual que cantamos no início de cada jogo. [Read more…]

Descansa em Paz, Jorge.
Aprendi a ser portista com o Jorge Costa. Era o jogador preferido do meu pai. Havia Baía, havia Deco, havia Derlei ou McCarthy… “O mais importante? É o Jorge Costa.”, dizia-se aqui por casa naqueles anos gloriosos de 2000 a 2005. Quando Co Adriaanse o afastou, a mágoa nunca foi superada. Mas o Jorge nunca se afastou. Esteve sempre no FC Porto, porque o FC Porto nunca saiu dele.
Técnica? Pouca. Velocidade? Reduzida. Mas muito querer, muita raça e muito Porto. Passava a bola, não passava o homem, passava o homem e não passava a bola. Era um alicerce, o Jorge. Teve ao seu lado jogadores como Aloísio ou Ricardo Carvalho ou até Pepe, este por um curto período, jogadores infinitamente mais talentosos tecnicamente do que o Jorge, mas que nunca teriam sido o que foram sem o Jorge a seu lado.
O Jorge tinha de jogar sempre. Era ele e mais 10. Naqueles anos de José Mourinho, se não houvesse um Jorge, não teria acontecido tanto conto de fadas. Quando a coisa descambava, o Jorge dava um berro. Quando as coisas não corriam como suposto, o Jorge dava serenidade. Quando a euforia se instalava, o Jorge era a água na fervura. Era ele quem segurava aquele plantel, quem transmita o que é ser do FC Porto, o que guiava e o que fazia de pai de muitos dos jovens jogadores.
O Jorge quis sempre o melhor para o seu clube e até nisso soube ter a dignidade de se colocar do lado certo, quando as coisas apertaram, sem que sentisse a honra ferida por aqueles que o acusavam de traição. O Jorge nunca traiu o clube, mas o clube chegou a traí-lo. Espero que nos tenhas perdoado, Jorge; porque como nós, serás sempre um de nós.
“Diz à gente o que é ser Nobre e Leal”.
Para sempre, Bicho. 💙🕊️🤍
Segundo parece houve, recentemente, até na direita democrática,
(temos de acreditar na possibilidade de que há uma direita democrática)
um certo regozijo porque André Ventura terá arrasado Filipe Costa Santos numa entrevista conjunta na CNN.
Na realidade, André Ventura fugiu a duas perguntas incómodas, limitando-se a criticar o comentador, tendo este considerado que o líder do Chega é xenófobo e racista. Ventura, especialista em demagogia, considerou que essas duas classificações constituem insultos ao partido e aos eleitores do partido.
Vamos por partes.

Chega woke.
O Chega não tem ideias nem ideais próprios. Os ideais, esses, são os de antanho, de um tempo de miséria e penumbra geral. As ideias, essas, são aquelas que a extrema-direita, sobretudo a europeia, estiver a difundir por aí. No caso, como o único exemplo de uma espécie de moderação da extrema-direita surgiu do governo italiano, encabeçado por Georgia Meloni (e a sua amiga benzoilmetilecgonina), o Chega tem tentado, desde as últimas eleições, tornar Ventura numa Meloni.
Ora, se o Chega é contra os transexuais, convinha tentar não tornar o seu líder num. E se o Chega fala tanto em substituição populacional, que lhe importa se as portuguesas fornicam, engravidam e parem? Afinal, estamos a ser substituídos.
O melhor, nestas matérias, era pôr a anti-feminista Rita Matias a falar… porque já se provou que esta anta usa argumentos feministas para se dizer anti-feminista. E agora o Chega, cheio de tesão woke, quer pôr-se ao lado das feministas também… sendo anti-feminista. Está bem, abelha…
Por fim:
Rita, presta atenção:/Verás que não há nenhum mal,/abre lá o teu coração/e as pernas por Portugal.
André, não tenhas vergonha/e não sejas salafrário;/eu sei que tu largas peçonha,/mas está na hora de saíres do armário.

Como algumas pessoas sabem, até há poucos dias havia em Portugal uma imigração completamente descontrolada, com a velha ponte que liga Valença a Tui (neste caso, Tui a Valença) a ameaçar ruir sob o peso dos imigrantes naturalmente descontrolados. Também descontrolados, entravam outros imigrantes em Elvas, em magotes saídos de Badajoz. Mais abaixo, em braçadas descontroladas, imigrantes saltavam para o Guadiana em Aiamonte e desaguavam em Vila Real de Santo António.
Em muitos cafés, portugueses passaram a desconfiar uns dos outros. Numa certa adega minhota, alguém disse:
Porra, a que propósito?
Então, o gajo bebeu uns copos e ficou descontrolado. Como os imigrantes.
O que vale é que, do dia para a noite, isso acabou, porque o governo de Luís Montenegro disse que acabou. E todos sabemos que, quando Luís Montenegro diz uma coisa, a coisa passa a ser verdade: ainda há dias se descobriu que o verdadeiro autor dos Cadernos de Lanzarote é Sophia de Mello Breyner, descendente de imigrantes ainda não descontrolados, que irá receber, a título póstumo, o Nobel da Literatura de 1998, o que levou Pilar del Rio, outra imigrante outrora descontrolada, a assumir a paternidade de Miguel Sousa Tavares.
Venturoso país este que, num ápice, num ai, no sopro de um decreto, acaba com a imigração descontrolada. Venturoso país.

Não tenho toda a informação que gostaria para ter uma opinião formada. À velocidade que hoje circula, já não dá para acompanhar porra nenhuma. A overdose de temas, polémicas, romances, notícias, tiktoks, cenas do futebol, cenas da CMTV, escândalos, dramas, tweets e duelos virtuais danificou irreparavelmente o meu foco.
Ainda assim, tenho a forte sensação de que o ICE se transformou numa espécie de Gestapo, com as suas máscaras e passa-montanhas, o seu equipamento táctico e o seu orçamento militar, a aterrorizar não apenas imigrantes ilegais, como residentes e cidadãos regularizados e documentados. Às ordens directas do pior dos presidentes.
Já se viram congressistas e senadores estaduais e nacionais detidos, um juiz algemado e ameaças de uma possível detenção e deportação de Zohran Mamdani, o socialista em ascensão no Partido Democrata, aparentemente o melhor posicionado para vencer as autárquicas em Nova Iorque. Chega a ser comovente, ver artistas de variedades sul-americanos e caribenhos, que cantaram e dançaram por “Mr. Trump”, agora detidos, deportados e indignados:
Pois claro que é uma injusticia, Janet. Mas estavas à espera de quê? Não o ouviste dizer ao que vinha? Achavas que contigo ia ser diferente, se nem alguns cidadãos nascidos em solo americano estão a salvo?

Mariana Leitão.
Para Mariana, já temos a Mortágua.
Para Leitão, já temos a Alexandra.
Portanto, não serve nem para Mariana, nem para Leitão.
Ps. “Novo socialismo” à direita? Pensei que o Hitler já tinha inventado essa em 1920.
Quando alguém se manifesta contra o modo como o problema das construções ilegais em Loures (não) foi resolvido, há uma multidão de fanfarrões que grita em todos os cantos das redes sociais “Leva-os para tua casa!”
Ora, a questão não é bem essa, boa gente! Criticar, com mais ou menos razão, a decisão do presidente da câmara de Loures implica defender uma sociedade que se organize para defender ou ajudar os desfavorecidos, sem pôr em causa a lei ou a segurança e sem distinguir seres humanos com base na cor ou na nacionalidade.
A resolução de problemas desta natureza não pode, portanto, depender da boa vontade individual, numa espécie de mercado livre da caridade.
É verdade que há uma apreciável quantidade de eleitores que gosta de um certo marialvismo, eleitores que, aliás, na sua maioria, são capazes de falar em valores, especial e estranhamente valores cristãos.
Esse cristianismo, no entanto, será aquele sucedâneo que foi e é fonte de violência, o cristianismo das cruzadas e da Inquisição, assente num nacionalismo que é apenas uma forma de desumanização, um tribalismo troglodita. O meu cristianismo, mesmo não sendo crente, é outro e não se compadece com grunhidos e rosnados.
A questão, portanto, não está em trazer ninguém para minha casa, está em transformar países em casas.

Todos já incorremos no disparate de confundir uma experiência pessoal com um dado sociológico alargado. É o “Isto só a mim!” ou o “Este país é uma vergonha!” decorrentes de termos sido vítimas de um carteirista.
Em conversa de café mais ou menos alcoolizada, podemos chegar a defender a pena de morte, a tortura ou a condenação a ver jogos do Futebol Clube do Porto da última época no caso de o criminoso ser portista. Depois, o processo civilizacional a que vamos sendo sujeitos faz efeito e passa-nos.
O populista que chega ao poder (executivo, legislativo ou outro) é um bêbedo numa tasca que tem solução preferencialmente violenta para tudo. Para isso, conta com a ajuda das redes sociais necessariamente desreguladas e com uma comunicação social reduzida tantas vezes a caixa de ressonância.
André Ventura e o seu agente Luís Montenegro alimentam-se de uma insegurança que apregoam, com a ajuda das manchetes que eles próprios geram: o crime, a insegurança, as violações, os “nossos” valores, a imigração, a nacionalidade.
Note-se: é preciso que haja muita gente crédula e ignorante para engolir falsas percepções. Sim, sim, podemos dizer mal dos eleitores. Podemos, podemos.
A imagem é da primeira página do Diário de Notícias de hoje. A notícia é esta.




Percepções, percepções everywhere… temos o governo mais radical desde 1974… e olhem que nos aconteceu o Cavaco duas vezes.

A Bette tem uma mensagem para vocês.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
O “eu não sou jurista” é sempre seguido de um “mas”.
Estamos num ponto tal em que já nem sequer choca que o líder da extrema-direita portuguesa recite, como se de uma lista de descartáveis ou criminosos incuráveis se tratasse, os nomes de crianças que frequentam as escolas portuguesas; crianças essas filhas de pais estrangeiros, mas muitas delas já nascidas em território nacional.

Façamos, pois, o exercício contrário.
De repente, enquanto se discutia a lei da imigração em França ou na Alemanha ou na Bélgica ou no Luxemburgo ou na Suíça, um qualquer bobo da corte armado em Hitler da loja dos trezentos balbucia meia-dúzia de cagalhões contra pessoas de origens diferentes que frequentam as escolas lá do burgo, grande parte delas nascidas no próprio país e começa a recitar:
E por aí fora.
Há algum português que não tenha familiares emigrados?
A pimenta, no cu dos outros, é sempre refresco. Mas, em tempos de ódio puro àquele que vem de fora (mas que chique usar, comprar e visitar aquilo que vem de fora), convém sempre relembrar que somos sempre estrangeiros nalgum lugar. E que não somos nem daqui, nem dali, somos do Mundo.
Não ser nem ateniense nem grego é não querer ser mais papista que o Papa. Saibamos integrar e adaptarmo-nos, para que sejamos sempre acolhidos e nos adaptemos.
E as percepções continuam a dar abadas à realidade, quando se comprova, agora, que a maioria das nacionalidades atribuídas se deveram à lei dos judeus sefarditas e, também, ao pedido de nacionalidade por parte de brasileiros, entre outros, com avós portugueses.
Volvidos cinquenta anos, Portugal quer voltar a ficar orgulhosamente só – seguindo a lógica dos Donos Disto Tudo, da Rússia à China, dos Estados Unidos a Israel, do Irão à Turquia -, enquanto uma elite radical se apodera da República para a transformar noutra coisa qualquer que com ela se assemelhe.
A tudo isto, o ilustre Dantas que é Presidente da Assembleia da República chama-lhe “liberdade de expressão”. Já antes nos tinha dado a solene lição de que ser racista é mera questão de opinião, agora confirma-o com veemência. “Morra o Dantas, morra! Pim!”

“Sorria como manda a hipocrisia;
Ser escravo e se adequar é bem mais adequado que dizer que não.
E oportunamente as oportunidades surgirão
Para que você também possa escravizar os seus irmãos.
E por ora é razoável não pisar fora do raso,
Não cagar fora do vaso,
E comer merda todo dia.
Mas no fundo quem aceita o inaceitável
É o grande responsável pelo mal do mundo. Você não sabia?”
… e Chatear o Camões!

It is noteworthy that English native speakers show a clear tendency to perceive Catalan diphthongs in terms of English diphthongs.
— Juli Cebrian (2017)
***
As crianças não são identificáveis, mas os nomes são associáveis e a associação é tendenciosa. Em Portugal, o Pedro, o António e o José passam despercebidos, mas o Anselmo, o Miguel Maria e o Tadeu já não — apesar de serem portuguesíssimos de bem e da Silva (como eu, na acepção populista). A deputada do Livre (livra!) poderia ter perguntado ao deputado Ventura o porquê de nāo ter mencionado o nome do portuguesíssimo e actualíssimo Zeinal. Mas, para isso, para desmontar esta conversa bacoca, é preciso pouca politiquice, mais qualidade na AR, menos gritaria, ausência de pathos (ui!) e muita leitura.
***

Descansa em paz, Diogo.
Como nós, um de nós.
Ontem, só entre a porta do meu laboratório e a casa de banho apanhei 30 m2 de burcas (ai não, eram 70m2). Já não se pode, é burcas a sair pelas fichas da eletricidade, uma praga. Esta medida do Chega é muito boa porque vai baixar o preço dos ovos, da habitação e diminuir as filas de espera nos hospitais, vai ser espetacular.
Mas acho que o Chega não foi suficientemente corajoso. Eu proibiria a construção de iglus nos areais das nossas praias, mandaria prender todos os esquimós e expulsá-los para a terra deles. Aí é que daríamos um salto no índice de desenvolvimento que até os cangurus (a proibir também) ficariam com os olhos em bico.


A imagem perfeita do novo quadro das relações internacionais: Mark Rutte, antigo primeiro-ministro holandês, agora secretário-geral da NATO, envia uma mensagem bajuladora a Trump, que responde sacando um print e publicando, sem edição, a totalidade do momento MAGA do liberal holandês.
Há quem defenda que Rutte está a ser um grande negociador, como quando, no outro dia, Costa deu a Trump uma camisola do Ronaldo, autografada pelo próprio CR7. Parecem-me coisas diferentes. Uma camisola, mesmo que autografada pelo melhor mundo, não é a mesma coisa que aquele lamber de botas até ao mais ínfimo orifício na sola. [Read more…]


Por dois motivos:
1-Significa que o Boca não ganhou ao Benfica.
2-Quer dizer que não estão *dececionados — e não estar *dececionado é espectacular.
Marchesín & colegas estarem decepcionados indica-nos igualmente que o jornal A Bola efectivamente continua a não adoptar o AO90, mesmo sem a tal manifesta apatia disfarçada de resistência silenciosa. Mas isso, pois, já sabemos há imenso tempo.


Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
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