Arte urbana

Pantónio: street signs

Finlândia, a inspiração para Sócrates

Como certamente se recordarão, a Finlândia foi até há dias o modelo socrático para tudo e mais alguma coisa.

Esqueceram-se estes copiadores de soluções dos outros que em Portugal vivem os portugueses e que na Finlândia vivem os finlandeses. Como agora ficou bem claro, quando quase metade dos finlandeses se está nas tintas por ter sido o modelo de Sócrates.

Que credibilidade têm as contas públicas?

Sinceramente, depois dos fiascos anteriores, alguém acredita na propaganda saída hoje nos DN e TSF do grupo do amigo Oliveira?

Execução orçamental

Governo revela melhoria de 1.750 milhões nas contas públicas

15.04.2011 – 08:14 Por Lusa, PÚBLICO

O Governo vai apresentar uma melhoria de cerca de 1.750 milhões de euros nas contas da administração central na sua execução orçamental do primeiro trimestre deste ano quando comparado com o mesmo período de 2010, disse à Lusa fonte governamental.

Naturalmente, isto não são notícias para acalmar o FMI, como diz a TSF. Essas pessoas não se contentarão com “ter acesso” às contas, como disse ter tido o DN. Eles analisarão, em vez de ter acesso. Resta por isso a óbvia explicação de se estar perante mais uma jogada para compor o discurso eleitoral. Shame on you!

o saber das crianças e a psicanálise da sua sexualidade III

Beethoven Für Elisen Bagatela en lá menor

Falar de amor à beira do abismo refere-se àqueles que superam um traumatismo e experimentam muitas vezes uma impressão de sursis[1], que multiplica o gosto da felicidade e o prazer de viver o que ainda é possível. Neste ensaio vibrante sobre a vida, o autor mostra que mesmo os que têm graves feridas afectivas podem transformá-las em grande felicidade. O título traz uma figura de retórica que o autor transforma em conceito para caracterizar os resilientes. Trata-se do oximoro, que consiste em associar dois termos antinómicos: falar de amor/beira do abismo. [Read more…]

Os troca-tintas e a troika-tintas

Em adição aos troca-tintas internos – por culpa de alguns destes, diga-se –  outros de fora vêm ao nosso encontro com idêntico ímpeto. É o caso, por exemplo,  de Olli Rhen, comissário europeu, e de Dominique Strauss-Khan, director-geral do FMI, ao pronunciarem-se sobre a ‘ajuda externa a Portugal’. Quase em simultâneo, Rhen afirma: “Apoio deve estar concluído nas próximas semanas””; Strauss-Khan, por sua vez, garante: “Não vai ser rápido, nem fácil”.

Afinal em que  ficamos? A pergunta é legítima.  Talvez fosse útil esclarecer junto do terceiro comandante da troika, o Sr. Trichet do BCE. Ou talvez não; correríamos o risco de levar com uma resposta do tipo: “Não vai ser lento nem rápido, nem fácil, nem concluído”.

Quanto aos homens de terreno da troika, lá andam por Lisboa. A ver documentos, contas e broncas  armazenados em computadores. Que se saiba, já chegaram à brilhante conclusão de que as casas em Portugal devem ficar mais caras, porque 76% dos portugueses vivem em casa própria. Como não tivemos bolha imobiliária – por enquanto – há que providenciar o seu enchimento artificial e promover o mercado de arrendamento. [Read more…]

Uma final Porto-Braga no horizonte?

Seria lindo.

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Mas para já o que conta é que Braga ou Benfica vão a Dublin. Se o talento que aplicamos na indústria futeboleira se aplicasse a outras, não estava cá o FMI.

Fica o jogo do Porto, que foi dar mais uma lição de bola a Moscovo.

Viva a República de Espanha!

Há 80 anos fundava-se a II República espanhola. Por breves anos entre os nossos vizinhos todos os homens nasciam iguais em direitos e deveres.

Hoje não é o caso. Uma família é mais família que as outras. Que venha a III República. E que seja uma República Federativa, já agora.

Ena! Ninguém diz nada…

Quer dizer, um homem muda de ideias e para as nossas “virgenzinhas” é um cataclismo de proporções bíblicas.

Os aldrabões têm a lata de apresentar como cabeça de lista pelos Açores um gatuno confesso e reina o silêncio.

Nada! Népias! Nicles! Neribi! Nem um ligeirozito abanar de cabeça.

Estamos conversados.

O estado do capitalismo em Portugal

Portugueses vão andar mais 40 anos a pagar os custos das parcerias público-privadas.

É o chamado apoio à iniciativa privada. Total: 59,6 mil milhões.

«Antes quebrar do que torcer» mas sem nos afundar, s.f.f.

Não vou estar com meias palavras. Quem votar PS nas próximas eleições estará a subscrever o rumo que o governo deu ao país. E que rumo é esse?

A seguir, um gráfico sobre o constante caminho para o presente beco.

PIB e despesa: 1997-2010

PIB e despesa: 1997-2010 (clicar para ampliar)

Leiam-se os factos, esqueça-se a politiquice. Como o próprio admitiu, Sócrates tem um carácter de «antes quebrar do que torcer». O problema é que quebra mas primeiro leva-nos ao fundo.  Não conte comigo para tal.

image

imagem adaptada daqui

As SCUT nos tempos de Moisés

Moses Ocean Freeway

Copiado do site DestopNexus, um excelente repositório de computer wallpapers (fundos de ecrã).

o saber das crianças e a psicanálise da sua sexualidade-II

A fase correspondente à unificação das pulsões parciais sob a primazia dos órgãos genitais apresenta-se com uma organização da sexualidade muito próxima à do adulto (fase genital).

Nos Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade (1905), Freud compara as fases fálicas e genitais: “Essa fase, que merece já o nome de genital, onde se encontra um objecto sexual e uma certa convergência das tendências sexuais sobre esse objecto, mas que se diferencia num ponto essencial da organização definitiva por ocasião da maturidade sexual: com efeito, ela apenas conhece uma única espécie de órgão genital, o órgão masculino… Segundo Abraham [1924], seu protótipo biológico é a disposição genital indiferenciada do embrião, idêntica para ambos os sexos“. [Read more…]

Leituras: privatizar ou não a CGD?

Duas opiniões, uma a favor, outra contra.

Podemos ir para default (bancarrota) e islandarmos-nos?

Três economistas convidados pelo Expresso respondem a algumas questões, incluindo se irmos para bancarrota (decidir-se não pagar aos credores) é ou não uma opção.

A troika quer tornar Portugal um exemplo

DESTAQUES

“Dadas as condições a que chegámos nos últimos meses, o pedido de auxílio foi a solução mais adequada. Um default – total ou parcial – seria impensável nos dias de hoje.” (Nuno Fernandes)

“Enquanto estivermos dentro da União Económica e Monetária temos de fazer o que a União quer.” (Nuno Garoupa)

“O modelo de default de 1892 não é muito abonatório para solucionar os nossos problemas atuais. Isto não quer dizer que não vai haver reestruturação ou renegociação das nossas dívidas. Sinceramente, acho que há uma grande probabilidade que tal venha a acontecer.” (Álvaro Santos Pereira)

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José Cascarejo Gosta do Rio Tua!…

A José Carcarejo, ilustre adepto da barragem do Tua e democraticamente-eleito edil de Alijó (vem no mapa) lembrou-se agora – e ainda bem!… – de promover passeios ao vale do rio Tua, por cujo afogamento não será nunca co-responsabilizado.

Como é lindo o Tua… vamos fodê-lo!… e faz-se um parque natural a lembrar como era lindo e… natural…

Se a hipocrisia matasse…

ps: Alijó tem enormes potencialidades “ao nível turístico, ao nível paisagístico”. Que bom.

Um Nobre não pode ser um simples deputado

A ser verdade esta notícia, Fernando Nobre não consegue parar a queda que iniciou ao aceitar o convite de Pedro Passos Coelho. Segundo parece, o antigo candidato presidencial renunciará ao lugar de deputado, caso não obtenha maioria absoluta na eleição para Presidente da Assembleia da República. Isto é que é ter vontade de servir o país desinteressadamente!

A história da democracia portuguesa já contém a perversão da actividade dos deputados, que, em vez de representarem os respectivos círculos eleitorais, foram transformados em autómatos que se limitam a votar como mandam as direcções partidárias. Fernando Nobre, o independente que viria contribuir para a elevação ética de uma política tão rebaixada, pelos vistos, quer ser mais do que isso, para pior: ser deputado não é suficientemente nobre.

No Ultimatum…

Nada perdemos com o Ultimatum. Nada. Todo aquele imenso território reivindicado pela demagogia que já imperava no palácio de S. Bento e no apêndice que era a Sociedade de Geografia de Lisboa, consistia numa reivindicação de vaidades. Nada mais.

O que agora temos sofrido, é bastante mais grave. Um alemão e um dinamarquês saem do seu hotel, passeiam-se Avenida da Liberdade abaixo e chegando ao Ministério das Finanças ou ao Banco de Portugal, querem ver livros de contas,, projecções de dados e contratos. Como se de fiscais das Finanças se tratassem, muito bem esmiuçam a contabilidade de uma empresa de duvidosa reputação. São hoje, os verdadeiros tutores de Portugal, agindo por conta de não se sabe bem de quem e do quê.

Um Presidente checo de apelido alemão, zomba abertamente do Sr. Cavaco Silva e isto, na visita oficial que este último realizou a Praga. Um anafado comissariozinho europeu de oleoso nome, escarnece abertamente do ainda Presidente da ainda República Portuguesa. Um Presidente de uma Comissão que age por iincumbência de um certo governo, rosna e ameaça, sendo ele um dos muitos responsáveis pela situação. Franzindo o sobrolho e bem carrancudo, “aconselha”, porque senão…

Quase nos arriscamos a afirmar que se num ímpeto magnífico, um grupo de militares esta noite hasteasse a Bandeira azul e branca em Belém, S. Bento, C.M.L e Castelo de S. Jorge, amanhã teríamos um feriado de arromba, com milhões de jubilosos desfilando nas ruas. Cientes dos sacrifícios que se avizinham, pelo menos não teriam de suportar as carantonhas dos algozes de longos anos.

 

 

Efectivamente sem “patriotar”.

Londres, Covent Garden, 2011, NR (c).

Visito Londres durante a preparação para o casamento do século, o do Príncipe Guilherme de Windsor com Catherine Middletton. O acontecimento é um estado febril. Por todo o lado lojas oficiais e não oficiais desdobram-se em merchandising: canecas, pratos, bandeiras, bules, etc, etc, tudo com a efígie do casal. Não há mãos nem braços que cheguem para abarcar a publicidade que se faz à cerimónia, ao cortejo e a toda a preparação para o real enlace. Na rua, a somar às incontáveis Union Jack que edifícios públicos e privados exibem com brio, várias pessoas transportam consigo pequenos estandartes e bandeirinhas. De resto, nas exposições que se multiplicam sobre a Monarquia, ouvia as crianças perfeitamente familiarizadas com o nome de cada um dos seus anteriores monarcas e sobre uma ou mais características  da sua vida ou reinado, por mais desinteressantes que fossem.
O símbolo da Coroa está por todo o lado, desde as obras dedicadas ao Jubileu da Rainha, à lembrança de Diana de Gales, até aos príncipes Guilherme e Harry. O turismo vive, afinal, destas “futilidades” de castelos, reis, princesas, como se vê pelas filas intermináveis para entrar na Torre de Londres.  As Jóias Reais da Coroa Britânica estão entre os objectos mais vistos do mundo (quem afinal pagaria para ver o guarda roupa da primeira-dama de Portugal?) E quanto mais difíceis estão os tempos, mais aquelas régias figuras (que alguns consideram vazias) significam algo para o povo que as exalta, o mesmo povo (a maioria) que as trata com respeito e alguma reverência, como o capitão do barco que fez a visita guiada pelo Tamisa e que nunca se dirigiu à monarca pelo nome, mas por Her Majesty The Queen.
Volto a Portugal. Os jornais dirigem-se, desde o presidente ao primeiro-ministro por tu, os políticos tratam-se uns aos outros por ladrões e, nos cafés e na rua, todos se tratam mal. Não é uma questão de respeito, é uma questão de auto-estima. Um país que não gosta da sua História, que não acredita nela nem nos seus intervenientes, que não se agrega em redor dos seus símbolos em tempo de crise, dificilmente conseguirá chegar a ser um país. E isto é assim há muito tempo.
Somos como muitas das bandeiras republicanas espalhadas por edifícios públicos: cheias de surro, esfarrapadas e mal representadas.

José Manuel Coelho, Reserva Moral da Nação

A verdade é que aqueles que votaram em Fernando Nobre e que acreditaram nele ficaram muito desiludidos com a sua integração nas listas do PSD.
Não se percebe por quê. Quem estivesse minimamente atento ao percurso de Fernando Nobre e à própria campanha perceberia por que razão não poderia acreditar nele.
Eu, como anunciei na altura, votei em José Manuel Coelho. O único independente que não aproveitou a candidatura às Presidenciais como estratégia política no seio de um Partido de topo.
José Manuel Coelho, hoje em dia, é a verdadeira Reserva Moral da Nação. No futuro, poderão vê-lo num qualquer Partido pequenino, a lutar pelos pobres e oprimidos, mas nunca poderão vê-lo num PS ou num PSD. É a diferença entre ele e Manuel Alegre e Fernando Nobre. É a diferença entre a dignidade e a falta de vergonha. É a diferença entre a verdade e a mentira.

Monólogo socrático

– Está? Agência Lusa? Daqui é da Presidência do Conselho de Ministros. Olhe faça aí um take a dizer que o primeiro-ministro afirmou que não basta ser rico para ser bem-educado, em resposta a Alexandre Soares dos Santos, sim, o da Jerónimo Martins. Onde disse? Bem, ainda não disse, mas diz amanhã em Bragança. Adiante lá o serviço.

– Não quê? Não publica? Quer ir para caixa de supermercado? Não quê? Já tratamos do aasunto. Pode ser que com sorte ainda fique na Lusa a fazer limpezas.

O Querido Líder


Por Santana Castilho

1. O laudatório congresso do PS definiu a identidade actual do partido: é uma confraria que não renega o Querido Líder (expressão feliz de um congressista, de inspiração norte-coreana, para designar Sócrates), mesmo que ele conclua a destruição do país, que iniciou há seis anos.
Invoco a carta aberta que nesta coluna dirigi a Sócrates, em 6 de Junho de 2005, quando a maioria o venerava e eu previ o que nos esperava, para não me surpreender o que lhe ouvi no congresso e nas massivas e insuportáveis intervenções públicas dos últimos dias.
Sócrates é um simples manipulador de responsabilidades e um vulgar trasfego de culpas. A autocrítica não se vislumbra nele. A impunidade que caracteriza a sua actividade política tornou-o cada vez mais arrogante e contumaz na prática de erros. O que nos conduziu ao desastre em que estamos mergulhados foram as políticas desastrosas dos dois governos que chefiou. Foi isso que o deixou sem saída. Para não perder a face, manipulador como é, escondeu-se atrás do PEC IV, que urdiu e negociou com os de fora, traindo os de dentro, sabendo, medindo e desejando as consequências. [Read more…]

Muitas incredulidades explicadas

Demitida por se recusar a inventar uma notícia

Demitida por quebra de confiança, alega a direcção de informação da Lusa (Luís Miguel Viana – Director; Domingos de Andrade – Director-adjunto; David Pontes – Director-adjunto). Porque a jornalista (Sofia Branco) se recusou escrever uma frase que só 24 horas depois é que seria proferida.

Vem aí o FMI

O pimba é uma arma, e eu não sabia.

Este Jaimão, um mix de Quim Barreiros com Fernando Pereira, tem alguma piada.

Prémio "Eu também sou um revoltado”

Não teria feito o 25 de Abril se pensasse que íamos cair na situação em que estamos actualmente.

Otelo Saraiva de Carvalho

 

E é isto…

Sim, as agências de rapina podem ser processadas

E podemos subscrever a denúncia já feita sobre a Relevância das Agências de Rating e o Risco de Abuso de Posição Dominante.

Num estado de direito não falamos apenas de problemas políticos, mas de uma verdadeira máfia. O estado de direito é que anda muito por baixo.

Justifica-se, assim, a abertura dum inquérito para descobrir e recolher provas, que, além do mais que doutamente for considerado relevante, se sugerem para apurar:
a) a prática dos actos abusivos que são imputados às Denunciadas;
b) a existência de graves prejuízos produzidos nos interesses do Estado e do povo Português;
c) a identificação dos quadros directivos das ditas agências e os autores dos actos objecto desta denúncia, além das pessoas já indicadas;
d) se os benefícios obtidos pelas agências denunciadas e seus clientes foram de notória importância;
e) quais os contratos celebrados a partir de 1 de Janeiro de 2010 com as entidades participantes no mercado da dívida pública portuguesa;
f) todas as comunicações internas respeitantes às classificações referentes a Portugal, a partir de 1 de Janeiro de 2010.

Presos em greve de fome? Só com papeli.

sachertorte

Já foi aqui no Aventar abordada a questão do papel (qual papel? o papel), o que foi motivo para me rir um bom bocado. Ai, ainda me dói a barriga. Agora imagine-se este sketch:

– Ó sô guarda, quero fazer greve de fome

– Ôça lá hôme, greve de fome? Mas não gosta do nosso belo rancho? Bêm, terá que preencher o formulário 278/27-A de 12 de Abril

– Hã?

– Pois. Ahhhhhhhhh espere lá. Temos pena. O formulário está esgotado. Terá que esperar. Tire uma senha e aguarde ali sentadinho uns dias. Mas ôça, tem que comere, hôme. Bocê não pode entrar em greve de fome sem o papeli. Só para termos a certeza que vai ficar na legalidade enquanto espera, vamos meter-lhe à frente um belo naco de leitão à bairrada, acompanhado com vinho espumante e com uma tentadora sachertorte. Entretanto, vá rezado para que o Director dê defirimento, que isto aqui é tudo certinho, nem que para tal seja preciso uma arma taser.

psicanálise da sexualidade das crianças. venturas e desventuras.I

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…troço do livro escrito para os meus netos e para Anabela…

Capítulo 1-Ser criança. I

Falar de criança, não é simples. Falar do que as crianças fazem, é complexo demais. Definir criança, é una sim e um não: o é o costume, o é a lei, a lei civil ou a lei usada em muitos países do mundo, entre os que Portugal também fica alinhavado. Preciso é dizer também o costume, como definidora de ser criança. Definição tão heterogénea, que é melhor se ajudar com mediador, um árbitro: O Dicionário da Língua [Read more…]

Definição de Nojo:

Nojo:

 

1. Repugnância; asco; repulsa

2. O que causa asco ou repugnância

3. Náusea

4. Aborrecimento; fastio

5. Pesar; tristeza; luto

 

e desde hoje:

 

6. Eduardo Pitta

 

É a única coisa que posso dizer ao ver um post utilizando uma fotografia da família daquele que se crítica. Como se diz na minha terra, uma filha da putice sem igual. O que diz tudo sobre a natureza de quem a fez.

Esta malta anda a fumar erva da boa

Prisioneiro que queira fazer uma greve de fome tem de preencher um formulário.

Guardas da PSP recebem louvores pelos seus dotes na criação de centros de mesa, ou pelo apuro das suas sobremesas.

O Público online parece o Jornal do Incrível? O Inimigo Público assaltou a redacção?

Ou o país ensandeceu. Vou mais por esta hipótese.

Portugal e o passado

O tempo de antena da campanha eleitoral do FMI na RTP chama-se Portugal e o Futuro, passa em horário nobre, é como era de esperar mete nojo.

Zapei por ali há bocado. Fátima Fretes Ferreira entrevistava o actual presidente do BES. Coincidência significativa: o banco que negociava com a Alemanha nazi, num programa que foi buscar o título a um livro de António de Spínola, o homem que começou a carreira militar combatendo pelos nazis e a acabou como chefe de um grupo terrorista.

Tudo impune, é claro. Como duvido que a senhora lhe perguntasse sobre o negócio dos submarinos, mudei de canal, é claro.