Amigos, amigos, postas à parte

Ora vejam lá se não é de subscrever, integralmente, esta “posta dos nossos adversários de momento.” Só por isso já merecem ficar em segundo.

Manuais Escolares

debater-escola-publica-e1467571337416Há, no nosso país um conjunto de pessoas com uma capacidade fantástica de saberem tudo, sobre tudo. Aliás, há quem diga que a TVI conseguiu colocar um desses a Presidente, mas eu não acredito.

Por maioria de razão, até a Ferreira Leite, por ter sido um dia mãe, achou que podia ser uma excelente Ministra da Educação.

E, trago até si, caro leitor (e cara leitora, para o politicamente correcto, tão em moda) esta reflexão introdutória porque há coisas sobre as quais sou um perfeito ignorante. Não sei falar Castelhano como o Jorge Jesus e estou longe de conseguir miúdas giras como o Pinto da Costa, isto só para citar dois exemplos.

Sobre Manuais Escolares também. É uma daquelas áreas que abordo com algum receio porque me parece que os lugares comuns existentes nas Praças da República deste país não têm permitido uma reflexão séria sobre o modelo. Entendam este texto como um contributo para um debate que poderá e deverá continuar até na caixa de comentários.

Começo por vos deixar a ligação para o site oficial do Ministério da Educação onde podem consultar toda a informação disponível e perceber como está tudo mais que regulamentado. Na prática e para abreviar a prosa, existe um calendário de adopções definido pelo Ministério da Educação, as editoras apresentam aos Professores as suas propostas e depois, em cada escola (ou agrupamento) o grupo de docentes responsável por leccionar cada uma das disciplinas escolhe o manual que entende ser mais adequado. A fase seguinte passa pela aquisição dos respectivos. Agora, no primeiro ano com oferta do Ministério da Educação, com a presença de inúmeras câmaras municipais na oferta de manuais no 1º ciclo, havendo ainda casos em que a colaboração das autarquias com os pais se alarga até ao 3º ciclo. Este envolvimento do governo e do poder municipal na aquisição dos manuais é uma demonstração da dificuldade que esta factura representa para as famílias, a quem compete uma parte demasiado importante desta despesa.

E, a pergunta que quase todos fazem é: não é possível ter uma política de manuais escolares que permita uma despesa menor às famílias? [Read more…]

Ano lectivo abriu

E não ia ser uma trapalhada por causa dos alunos que tinham saído dos colégios?

Precisa-se de blogger da área do PSD

Para relação séria.

socrates

Tempos houve em que a laranja surfava a onda das trapalhadas socráticas, de forma pujante e suportada por uma poderosa máquina que mexia em tudo o que era corner. Cheirava a poder e por todo o lado apareciam apoiantes – alguns até iam a manifestações de professores, esses Mários Nogueiras da desgraça Lusa. Mas conseguiram. Levaram carta a Garcia (como eu gosto destas frases feitas!). E, no Aventar tivemos que ir à luta com um anúncio que ainda hoje é singular.

Conquistaram o poder com os resultados que se conhecem – atingiram todos os seus objectivos, deixando o país muito pior do que aquele que receberam.

Hoje felizmente, Portugal e os portugueses respiram melhor. A Geringonça continua o seu caminho e havendo uma candidatura para uma relação séria com ela, não primarei pela ausência.

Só que, nem tudo são rosas e eu não gosto de ver o sr. Pedro a cair pelo cano e vinha pedir que nos ajudem nesta tarefa nacional. Portugal precisa de alguém que defenda o Pedro e subscreva as tuas propostas para o país. Sim, aquelas que nem ele sabe quais são, mas o Marques Mendes tratará do resto, logo que consiga descer da estrado.

E, se naquele tempo, o anúncio não deu resultado, pensei que estaria na hora de seguir a mesma estratégia, esperando conseguir precisamente o mesmo resultado.

Não é claro o conteúdo funcional da tarefa, mas  pode sempre começar por eleger o Aventar como blogue do ano. Assim, na entrevista a realizar, poderá sempre dizer que ajudou o patrão a subir na vida. Poderia, por exemplo (a ter acontecido) trazer o mail da empresa que serviu para receber as inscrições na Universidade de Verão. Mas, se calhar o seu mail já foi apanhado pelo Carlos Teixeira. [Read more…]

As finais são para se ganhar

Confesso. Gosto de estar na frente.

E, como lei de vida, uma frase que me acompanha desde 1904 – é melhor ganhar do que perder.

Mas, há finais e finais. Uma coisa é jogar com o Rio Ave e outra é receber o Copenhaga, que, depois dos derrotados em Madrid será, manifestamente, a equipa mais forte da champions deste ano.

Só que esta final é para ganhar – nas meias-finais o palco está dividido com outras três equipas, que, de tão óbvias teriam entrada directa no discurso contra os mouros ou, num registo mais intelectual, depois da penhora da sanita, nós só queremos o Lopetegui a arder.

Imaginei, há muitas luas atrás, que o Aventar poderia ser muitas coisas, mas parceiro de finais destes três, nunca… Jamais, em tempo algum.

Poupadinho? TeamLewis?

Mas, têm a certeza que é esta a categoria?

Palpita-me que o autor de tais classificações deverá ter ajudado o Antero Henriques a escolher os reforços azuis ou então escreve os discursos do Bruno de Carvalho. Apostaria nesta última.

Bom, basicamente, ninguém entra em campo para perder – excepto os lesados do NES: Nuno Espírito Santo. Por isso, não tenho intenção de largar o primeiro lugar até ao fim da liga, embora a diferença seja feita pelo treinador e, nessa área, temos nada mais, nada menos do que o special one do superior. Sim, meu caro JJC, nem imaginas como adorei voltar a escrever sobre bola no Aventar. É um gosto tão grande puxar por todo o teu mau feitio, por toda a tua azia nas derrotas que te acompanham. É bom ver-te perder e poder adivinhar que depois da última, outras se seguirão.

Portantus pá, puxa aí da tua caneta e mesmo que possas vir a recorrer à assinatura de qualquer um dos incompetentes escribas azuis que por aqui andam, incluindo os das camadas jovens, nem penses em faltar a esta provocação. Os vermelhos, como bem sabes, querem o acordo em todo o lado. Ou em lado algum. São meninos para exigir que, um dia destes, o JJ faça uma conferência de imprensa em português, imagina tu. Sim, com os vermelhos não podemos contar porque de bola, percebem bola – como o Luis Filipe Vieira, aliás.

Em todo o caso, há por aqui gente azul que, devidamente picada era capaz de nos levar ao título, na tal meia final contra os talões do continente e a startup com putos americanos no cabeçalho. Pancada no adversário sempre foi uma marca da tua escrita – lembras-te daquele dia em que os jogadores do Porto correram atrás de um arbitro? Foi neles que me inspirei para escrever este parágrafo.

Mas, verdadeiramente, o que eu queria escrever é que tenho muitas saudades tuas. E, contigo vamos ganhar!

 

 

JJ e Lesados do NES

Como eu gosto das regularidades.

Debater… Concursos de Professores

debater-escola-publica-e1467571337416Agora que o mês de Agosto se foi e com ele o único momento do ano em que os professores podem gozar os seus dias de férias, podemos voltar ao debate em torno da Escola Pública. Para este mês trazemos à antena o tema dos concursos de professores.

O enquadramento é desnecessário porque todos os leitores estão fartos de ouvir falar destas coisas e não me custa a acreditar que todos terão na cabeça esta pergunta: não é possível colocar os professores nas escolas sem que a confusão seja a norma?

Vamos começar por referir que o interesse maior da Escola Pública são os alunos e não os professores. Ou seja, o concurso de professores terá que ser um mecanismo de gestão de recursos humanos que permita o melhor ambiente escolar para os alunos. E há duas ou três exigências básicas:

  • Professores colocados a tempo e horas nas escolas;
  • Relação professores / alunos tão estável quanto for possível.

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Aceitam um desafio para um TRAIL?

Na Serra de Negrelos, mais conhecida por Serra de Canelas?convite

 

Futebol: o campeão vai ser…

IMG_20160515_190227Agora que a janela de transferências (gosto muito destes chavões do mundo da bola) está mais fechada do que a porta da SAD AZUL, resolvi dar uma volta pela Google – sim, assim mesmo no feminino, porque se “ela” sabe tanta coisa só pode ser mulher (pancada no autor!)…

Escrevia eu, antes da fuga prá boca sexista, que fui procurar alguns dados que talvez possam ajudar a pensar as diferentes possibilidades para a nova época.

O site transfermarket dá uma notas (em euros) aos jogadores e aos clubes. Segundo eles, o plantel do SPORT LISBOA E BENFICA terá um valor a rondar os 184 milhões, mais cinco que os vizinhos da frente e mais 7 que a equipa do Porto. Os jogados mais valiosos do SPORT LISBOA E BENFICA são o Salvio, o Rafa e o Pizzi, no Sporting, o William, o Adrian e o Patrício, enquanto no Porto, o Brahimi, o Herrera e o Danilo são os que têm maior valor no mercado.

Diria que, a ver por este factor, teremos um trio de campeões. Curiosamente, no caso do tricampeão o sector mais valioso é o ataque, enquanto nos pretendentes ao trono a maior valia está no meio-campo. Mais longe do objectivo do jogo, portanto. [Read more…]

Respeitar os Professores

É, por exemplo, dar tempo para fazer a mala! Sr. Ministro, vai demorar muito a publicar as listas?

Rivalidades e hipocrisia

O Aventar não é terreno fértil para disputas futefoleiras, não porque elas não existam, mas porque, normalmente ficam para nós, na Bancada.

Mas, em função da agressividade latente nas redes sociais a propósito do desejo de um Diretor do SPORT LISBOA E BENFICA parece-me que vale a pena trazer a discussão para este estádio, quanto mais não seja para mandar umas bolas para o pinhal.

Vamos lá então à hipótese: é possível ser adepto de um GRANDE sem desejar que o outro perca?porto2

A resposta politicamente correcta será “lá fora, contra os estrangeiros” e tal… Mas, factos são factos – uma adepto do SPORT LISBOA E BENFICA quer que o Porto perca sempre e o inverso não deixa, nunca, de ser verdade. Poderia até apresentar um argumento básico – sem o dinheiro da champions, o Porto ficaria “mais fraco” o que deixaria em vantagem a concorrência, mas não creio que isto seja coisa para grandes racionalidades.

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Incêndios: o que tu podes fazer?

Aqui há anos – tantos que nem os sete dias da box me valem – havia uma piada entre os estudantes da Academia. A ideia era simples. Num primeiro momento, quando a malta se cruzava com Engenheiros, dizia:

– Os engenheiros são nossos amigos.

Ao que se seguia uma música:

– Vamos fazer amigos entre os animais, que amigos destes não são demais na vida … lá … lá…

Desculpem lá a franqueza, mas é sempre disto que me lembro quando vejo  a paixão sazonal que os tugas e as tugas sentem pelos nossos bombeiros e pela floresta do nosso país. E, apetece-me gritar bem alto, vão todos para …, mas acho que o momento é o que é e já que aqui estamos, vamos ao debate.

Perante um problema desta dimensão, a frase feita do Presidente faz todo o sentido: o que podemos, cada um de Nós, fazer para ajudar a resolver isto?

Do ponto de vista da Escola, creio que a questão se pode colocar a dois níveis:

  • na formação dos mais novos,
  • na dinamização de projectos de intervenção local.

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Marcelo, de comentador a Presidente:

Há quantos anos anda o Senhor a dar palpites sobre os incêndios?

Praias de Lagoa: naturais e balneares?

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Confesso que continuo a ter dificuldade em perceber esta forma de organização do litoral de Lagoa (Algarve). No site municipal podemos ver que há uma diferença entre Praias Balneares e Praias Naturais:

“As águas transparentes do litoral de Lagoa atraem milhares de visitantes aos aconchegantes areais, estirados ao longo dos seus 17 km de arribas calcárias. Ao longo das últimas décadas consolidou-se naturalmente o uso de algumas destas línguas de areia que, embora com serviços mínimos ou mesmo inexistentes, não afastam os banhistas. São as Praias Naturais de Lagoa.”

Ora, nas Praias de Albandeira, de Benagil e do Carvalho não há qualquer mecanismo de Protecção aos Banhistas. São monumentos naturais, mas com zero no que à segurança diz respeito. Se a intenção é uma experiência próxima da que sentiram os primeiros exploradores destas terras, então a opção está correcta. Mas, no dia em que alguém morrer, a quem se poderão pedir explicações? Aos próprios, por natureza da vida humana, será complicado, mas se até na via pública há placas que apontam para essas praias, como poderá um turista saber que se está a dirigir para uma Praia que não é protegida? Como podemos Nós, visitantes de Lagoa, distinguir, no mesmo cruzamento, a diferença entre Carvalho e Carvoeiro?

Caro Camarada Francisco Martins, se me permite uma sugestão, tenha em atenção esta questão:

– ou toma medidas para que a experiência balnear dos turistas se torne mais segura,

– ou então remova as informações, nas estradas, que apontam para esses locais e coloque à entrada dessas praias informação bem clara de modo a que todos saibam o que vão fazer. Sugeria, até, que os acessos fossem “dificultados” para afastar os menos aventureiros.

Mas, de resto, agradeço a qualidade fantástica de todo o Concelho para nos receber. Será para repetir.

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Jogos Olímpicos e Educação: lutar bem

desporto escolarO circo à volta do negócio dos jogos é algo que me incomoda e muito. Sou desde criança um seguidor fiel das transmissões da RTP (obrigado Serviço Público!) e, se calhar por isso, no ensino secundário fiz o curso de Desporto. Ali, na saudosa Escola do Cerco, na zona oriental do Porto vivi algumas das mais fantásticas experiências desportivas da minha vida. Para além da experimentação de quase todas as modalidades colectivas, tive ainda o prazer de conhecer melhor as diferentes disciplinas do atletismo e como elas são exigentes. Percebi, muito cedo, como os processos são cruciais, quase sempre mais importantes que os resultados.

Foi algo que me ficou para a vida.

Hoje, com um destino profissional que me afastou mais do Desporto do que eu pensava naquela altura, faço desta máxima uma forma de vida.

Quando li as palavras de Gustavo Pires no seu perfil do “livro de caras”, senti que alguém tinha encontrado as palavras certas para explicar o que me vai na alma. Se me permitem o abuso, trago parte significativa do texto, pedindo a devida autorização ao autor: [Read more…]

País futefoleiro, nada desportivo

anarentePortugal é em muitas coisas uma anedota e, não, não estou a pensar no Durão Barroso. De tempos a tempos, os tuguitas vão descobrindo que há desportistas por cá. Uma análise de elevado calibre científico feita pelo laboratório Crato & Medina Associados acaba de publicar que, depois de Atenas, os anos com um dia a mais – há quem se refira a tal fenómeno como bissexto – têm um acontecimento planetário que junta desportistas de todo o mundo. Ontem vi atletas que representavam Guam, território que, até então me era completamente desconhecido, gente da Europa, da Ásia, dos países mais desconhecidos até às potências desportivas do planeta: China e Estados Unidos.

Os Jogos Olímpicos, ainda por cima em Língua Portuguesa, têm que ser um acontecimento especial. Para mim são.

E, por isso, vejo com grande incómodo a forma estúpida como os futefoleiros se referem aos nossos atletas, alguns deles, ao nível dos melhores do mundo. Na nossa Equipa, PORTUGAL, temos o super mediático Nelson Évora e a Telma Monteiro, mas temos também os tenistas João Sousa e Gastão Elias. Ainda hoje entra em “campo” a Shao Jieni no Ténis de Mesa. Somos grandes candidatos na Canoagem ou no trampolim, mas há outras modalidades em que o desafio de cada um dos NOSSOS é superar hoje, o dia de ontem. Vão entrar na piscina ou na pista com o objectivo de melhorar as suas próprias marcas o que é, em si mesmo, um desafio fantástico. São gente que trabalha muito – a maioria, em quantidade e qualidade – todos os dias e quase sempre em complemente aos estudos ou a uma profissão. São desportistas de corpo inteiro que competem pelo prazer de competir. Procuram em cada treino superar a ignorância Lusa que mede o sucesso pelo número de medalhas que se conseguem. O sucesso dos nossos desportistas é muito maior que isso, é muito superior à ignorância dos nossos futefoleiros.

Geringonça? Sim, OBRIGADO!

A GERINGONÇA é para muitas pessoas de Esquerda uma primeira experiência de poder. É para muitos a primeira vez em que se olha com Esperança para o Governo. E, só por isso, já valeu a pena – está quebrada uma barreira que nos impedia de aceder ao poder, algo muito pouco democrático nos primeiros 40 anos de Democracia.

Mas, esta solução governativa não é perfeita, nem tão pouco isenta de erros. Obviamente irão acontecer e cá estaremos, como sempre estivemos, para os apontar. Como diz um amigo, respira-se melhor, mas as vantagens na oxigenação da democracia não nos podem inibir de ver e criticar o que não estiver bem.

A trapalhada comunicacional em torno do IMI foi um exemplo de como há muito para aprender com a desonestidade da direita – alô Cristas. E a história das viagens no Euro foi outro aspecto onde a Geringonça não esteve bem – bastaria, por exemplo, perguntar onde estão os Panamá Papers…

Não vou é confundir a árvore com a floresta – acredito na Geringonça e quero muito que ela funcione porque é a melhor solução para Nós, pessoas normais, que vivem longe das mordomias e dos lucros das empresas privadas penduradas no estado. A forma como o Bloco e em especial o PCP se comprometeram nesta solução é um elemento que reforça a força desta equipa.

Vamos, até por isso, continuar a lutar por esta solução governativa que, na Educação, por exemplo, tem muito para melhorar, mas o caminho faz-se assim mesmo, caminhando. Sem cegueiras, mas atentos aos cotovelos da direita.

A Cristas estava lá

cristasNinguém me tira da cabeça que aquele bebé do Trump estava ao colo da Cristas. É um palpite. Ou, talvez, até mais do que isso. Depois de ouvir a maezinha a falar sobre o IMI e a taxa sobre o sol, o puto desatou a chorar com tanta coerência. Foi isso.

Quem é que colou as letras

no equipamento da seleção olímpica de futebol?

Praia de Benagil sem Nadador Salvador

IMG_20160804_100633Rumo a sul, nos poucos dias de férias que me restam e procuro locais singulares que nos últimos tempos têm vencido prémios de “o melhor do mundo“. A Praia da Dona Ana é a melhor do mundo, a da Marinha vence no continente Europeu e outras vão conquistando cliques na web opinativa.

E, lá fui eu de chinelo flip-flop, toalha ao ombro a caminho da Praia de Benagil. Quem me acompanha assegura a minha capacidade em fazer justiça ao nome do calçado escolhido porque o som produzido pelos meus pés o imita na perfeição – flip, flop, flip, flop

O areal, pequeno, torna-se ainda menor quando queremos a segurança que nos afasta das arribas, mas o espaço é único. Quase perfeito. A água, molhada, na temperatura perfeita e a suavidade da areia no fundo do mar agrada a todos, até aos mais pequenos. Ou seja, o que a Natureza nos entregou em mãos está perfeito. [Read more…]

“O Presente de Deus”, por José Goulão

Fala quem sabe

Férias escolares [Debate Manifesto Escola Pública]

Na sequência do manifesto assinado por vários blogues a 21 de Junho, ficou decidido que tentaríamos todos os meses debater um assunto lançado a partir do ComRegras. Em Julho vamos debater as férias escolares.

Iria dividir esta intervenção em duas partes – uma inicial onde colocarei questões “fora da caixa”, que questionam a própria realidade e uma outra onde irei, no contexto actual, apontar algumas ideias.

A primeira questão que deverá ser colocada é se o calendário escolar pode ser definido em função das crianças e não em função das famílias ou dos interesses turísticos / religiosos?

Deveria ter em conta o clima?

Poderia haver uma calendário diferente para o Pré-Escolar, um outro para o básico e até um diverso para o secundário?

São ou não diferentes os ritmos de aprendizagem e de desenvolvimento de cada um de nós, em diferentes momentos da vida?

Para um jovem do Ensino Secundário, às portas da idade adulta poderá ser “normal” estar sentado durante 90 minutos, mas creio que qualquer um percebe a impossibilidade de isso acontecer com crianças do Jardim de Infância. Por outro lado, creio que o calendário escolar deve ser pensado também em função da realidade climática do país – parece-me que no Algarve ou no Alentejo o “verão” será maior do que no resto do país, bem como o Inverno em Bragança ou na Guarda…

Diria, pois, que a primeira conclusão é simples: os alunos têm que ser o centro do debate do Calendário Escolar e parece-me que as pausas deverão ser menores e mais frequentes nos mais pequenos, aumentando a duração e diminuindo a frequência nos mais velhos. E, a esta análise terá que se juntar a diversidade climática das nossas regiões. [Read more…]

Respeito

Confesso que não conheço o Rui. A cara dele não me é estranha, mas distraído como sou, é natural que o tenha visto na tv…

Tropecei hoje num texto que ele escreveu e que merece ser lido. Aqui ficam as palavras do Rui: [Read more…]

Pela Escola Pública de todas as cores

Vamos para Lisboa de comboio.

Derrubar porcos

É o objectivo do jogo em que António Costa, segundo o novo cartaz da JSD, aparece como “pássaro”…

#escoladetodasascores

escolatodasascores

dia 18 de junho, em Lisboa

Colégios: arrancar braços e pernas

puxarbracos

 

Colégios: opções editoriais amarelas

A opção de algumas redacções pelos amarelitos é algo que não surpreende, mas que me fez alguma comichão. Se um mísero corte em apenas 39 colégios (há mais de 2000) levanta esta poeira toda, imagino o que aconteceria se o governo tentasse despedir 40 mil professores da Escola Pública. Até a Igreja viria dizer qualquer coisa.

Mas, não gosto que os meus cometam os mesmos erros e o Jornal Público ainda é o meu jornal e por isso tenho que lhes bater.

Nas últimas horas conheceram-se três factos sobre este processo e todos eles merecem referência no site do Jornal: [Read more…]

Sporting também vai ser condenado?

Ou o facto do seu Vice-Presidente ter sido condenado no exercício das suas funções e procurando “obter vantagem para o seu clube” não é relevante?

Welcome Zé

#welcomejose

José Mário dos Santos Mourinho Félix assinou pelos Reds!