É que o problema é exactamente esse

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O perfil falso a vangloriar-se do trabalho feito

Consegue a esquerda fazer chegar as suas mensagens ao mais comum dos cidadãos? Será que apenas alcança – em debates, publicações e iniciativas – circuitos e universos («reais» ou «virtuais») demasiado restritos? Com a ilusão de comunicar de forma ampla, quando na verdade não sai dos aquários em que se move, mobilizando essencialmente os «mesmos de sempre», as militâncias e os já convencidos? [Nuno Serra]

Blogs e outros meios funcionam em circuito fechado, para um público que já está informado, seja ele de esquerda ou de direita. Trocam-se argumentos mas não se convence ninguém, já que cada um tem as suas posições bem cimentadas, tenha ou não razão. Ambos os lados esperam convencer uma suposta audiência, mas têm, eles mesmos, as suas opiniões congeladas.

Há uma enorme massa populacional que não acompanha o dia a dia do país. Possivelmente, com os pacotes de TV por cabo e com a Internet a comer audiência à televisão, nem sequer segue os noticiários dos canais abertos. E quando segue, convenhamos, pouco fica a saber, pois estes optam por um formato de repetidor de mensagens dos diversos protagonistas, sem um trabalho complementar de validação da mensagem. É mais barato. E poderá haver colagem ao poder, mas será sempre ao poder estabelecido, seja de direita ou de esquerda.

Como é que se chega a esta massa? Com mensagens simples e simplificadas. A coligação fê-lo com mensagens falsas. Contou com um verdadeiro exército, composto por três vértices: [Read more…]

Obrigado vírgula professor

É pena que uma campanha a favor dos professores não respeite as regras de pontuação.

Será que alguém explicou a Pires de Lima o que se está a passar?

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Parece que não. De outra forma não se percebem as mais recentes declarações do ainda ministro da Economia que não deve ter percebido onde a administração do grupo VW quis chegar quando afirmou que os investimentos que “não são absolutamente vitais serão cancelados”.

Portanto ou estamos hoje perante um novo caso de mentira e/ou incompetência, a que se junta agora um momento de irresponsabilidade ao melhor estilo cavaquista, ou o homem não sabe mesmo o que se está a passar. De outra forma não se compreendem declarações como esta:

Não temos nenhuma razão para duvidarmos ou estarmos ansiosos em relação a este investimento, tem sido sempre considerado pela Volkswagen como essencial ao desenvolvimento da sua actividade comercial.

Não se trata aqui daquilo que se considerou ou deixou de considerar. Trata-se da reavaliação a que todos os investimentos do grupo serão alvo numa mudança drástica de contexto. E “considerado essencial” não é bem a mesma coisa que “absolutamente vital”.

Tomara que o ministro esteja certo e que a mais recente catástrofe provocada pelo capitalismo sem freios passe ao lado da nossa Autoeuropa. Mas exige-se mais contenção e bom senso a Pires de Lima. A situação não está para brincadeiras ou discursos fáceis. Existem razões para estarmos preocupados e o tempo de enganar os portugueses terminou há uma semana.

Foto: Nuno Veiga@SIC Notícias

 

Pois, mas não pode ser!

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Em nome do País, da sua recuperação, do seu crescimento e do seu bem-estar, não é uma situação, minimamente, aceitável.

Mas, cinicamente, era óptimo os socialistas formarem governo com o BE e com PC. Daqui a 1 ano, 1 ano e meio, pimba: desmantelamento da burla que a “esquerda radical” tenta impingir, implosão do PS, etc., etc.

Seria um passo importante na clarificação da política nacional. Mas com um preço que duvido que pudéssemos pagar.

A formação do Governo: todos ralham mas quem tem razão?

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Nos últimos dias a sociedade tem discutido a legitimidade da formação de um novo governo que não seja um governo liderado pela coligação PSD / CDS.

Todos nós teremos as nossas preferências. Eu pessoalmente defendo um governo liderado por Pedro Passos Coelho.

Na Europa 14 governos são constituídos por coligações pós-eleitorais sendo que, por exemplo, na Bélgica o governo é composto por uma coligação de 6 partidos que tem como primeiro-ministro o líder do quinto partido mais votado.

Por isso os mais diversos argumentos que tenho ouvido e lido nos últimos dias apenas prova que, passados mais de 40 anos sobre a revolução de Abril, ainda não vivemos numa Democracia plena e madura.

Termino deixando um conselho aos futuros governos e grupos parlamentares que propõem e aprovam as nossas leis na Assembleia da República para que passem aprovar leis explícitas e claras o que nao acontece neste caso da formação do Governo. Por exemplo nas autarquias a lei é explícita quando diz que o presidente de câmara é o primeiro elemento que integra a lista mais votada. Terminem-se com as ambiguidades!

A festa e o alerta

Ana Moreno

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Manifestação anti-TTIP, Bruxelas, 7/10/2015

Primeiro, o festejo: Apesar do bloqueio cerrado dos média portugueses à informação sobre o Tratado Transatlântico de Comércio e Investimento (TTIP) e sobre o movimento de protesto contra o mesmo, CONSEGUIU-SE: Pela primeira vez em Portugal foi atingido o quórum – fixado pela UE – para uma Iniciativa de Cidadania Europeia. Portugal está assim entre os 23 países europeus, e os portugueses entre os 3.263.920 milhões de cidadãos europeus, que “apelam às instituições da União Europeia e aos seus estados membros que suspendam as negociações com os EUA acerca do Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento e que não assinem o Acordo Económico e Comercial Global (CETA) com o Canadá”. [Read more…]

Redes de linchamento popular

jose_rodrigues_dos_santosMarco Faria

As ‪#‎redes‬ sociais são um novo campo de linchamento popular. Basta um lapso ou deslize de alguém, para o cidadão-médio, normalmente mais atento às falhas/erros dos outros do que às suas próprias fraquezas, atirar a primeira pedra. E os pedregulhos vão-se multiplicando. Nunca acreditei que houvesse intencionalidade homofóbica por parte de um apresentador de TV experiente.

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Cavaco Silva, Presidente do Conselho

O Presidente da República, Cavaco Silva, defendeu esta quinta-feira, na cerimónia solene de Abertura do Ano Judicial, que o chefe de Estado deve ter a faculdade de “designar alguns juízes do Tribunal Constitucional” e a competência para nomear o governador do Banco de Portugal, sublinhando, porém, que os poderes atribuídos actualmente são adequados.

Cavaco Silva alegou que a e de o Presidente da República designar juízes do Constitucional “poderia reforçar a percepção de independência que os portugueses têm deste órgão de garantia da Constituição”. [CM, Ana Luísa Nascimento, 8/10/2015]

O Tribunal Constitucional é composto por treze juízes, sendo dez eleitos pela Assembleia da República – por maioria qualificada de dois terços dos deputados presentes, desde que superior à maioria dos deputados em efectividade de funções. Os três restantes cooptados pelos juízes eleitos, também por maioria qualificada. [Wikipédia]

O PR nomear juízes do TC poderia “poderia reforçar a percepção de independência que os portugueses têm deste órgão de garantia da Constituição”. Nomeações políticas e independência? A sério, Aníbal? Cavaco Silva, uma vez mais a contribuir para o seu epíteto de pior PR de sempre desde 1974.

 

Vetusta Morla, Casa da Música, 9/10/2015 (hoje)

“Em síntese: os Vetusta Morla mantêm o essencial de uma sonoridade própria, desalinhada e envolvente, apurando alguns elementos que, já se sabe, rendem muitas vezes concertos de marca. O que parece certo é isto: quando se ouvir ‘Fuego’, considerada a melhor canção do ano em Espanha, a Casa da Música – que em boa hora acolhe este farol de modernidade espanhola e latina vai seguramente debater-se com o problema de sobreaquecimento. Mas há calores que não se trocam por nadinha.” – João Gobern, DN.

Foi em dezembro de 2013 que pela primeira vez se escreveu sobre os Vetusta Morla no Aventar. Poucos os conheciam em Portugal e ainda hoje não serão muitos. Não sabem o que andam a perder. É do melhor que a música espanhola nos oferece. Mais logo, aqui na Casa da Música, teremos a estreia em Portugal destes castelhanos. O João Gobern escreveu tudo. Verdadeiramente a não perder.

Aqui fica uma das suas músicas mais conhecidas e logo do trabalho de estreia:

As notícias que não passam nas tevês portuguesas

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Bruxelas contra a “austeridade”, ontem.
[Reuters]

Armando Vara compra liberdade por 300 mil rob…euros

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O que revolta mais nem é tanto a alteração da medida de coacção. Esse é um problema da nossa justiça, uma espécie de anedota nacional que permite que um pescador de 79 anos seja detido por causa de uma caixa de sardinhas enquanto outros, hábeis com peixes mais graúdos, continuem a passar entre os pingos da chuva. O que revolta mesmo é a possibilidade que um cidadão tem de comprar a sua liberdade. Armando Vara, implicado na Operação Marquês, no processo Face Oculta e indiciado por corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal, comprou hoje a sua pela módica quantia de 300 mil robalos euros.

Foto: Ana Baião@Expresso

Vítor Gaspar informa: meta do défice para 2015 não será cumprida

Gaspar

Em Agosto, o governo garantia aos portugueses que o défice de 2015 ficaria abaixo dos 3%, sem necessidade de recorrer a medidas adicionais.

No início de Setembro, a UTAO revelava que o défice no primeiro semestre, ajustado de medidas extraordinárias, rondaria os 4,7% e que para conseguir atingir a meta dada como garantida pelo governo seria necessário que o valor do défice não ultrapassasse 1% durante o segundo semestre de 2015.

Passos não desarmava e, no calor do combate eleitoral, chegaria mesmo a afirmar que o atingimento da meta dos 3% era “uma questão de honra“. Os amigos do Banco de Portugal ainda tentaram vir ontem em socorro do cacique mas Vítor Gaspar, directamente do quartel-general do FMI e de folha de Excel em punho, colocou um ponto final na encenação e apresentou a revisão em alta do Fundo para os números do défice: 3,2%, meio ponto percentual acima da previsão utópica feita para iludir gado ovino em período pré-eleitoral e, ainda assim, uma previsão muito optimista e simpática para um valor que actualmente se aproxima mais do dobro do valor anunciado pela propaganda governamental.

Mais um embuste deste governo, mais uma meta que não será cumprida. Resta saber que desculpa irão os Pàf’s usar desta vez para encobrir o logro.

RTP: um “esclarecimento” do além,

isto é, que se imagina esclarecedor. Ou seja, uma aparição (vaga, e até mesmo um coche desfocada) de algo distantemente parecido com um esclarecimento. Em suma, um insulto à inteligência do homem superiormente inteligente que é Alexandre Quintanilha e à inteligência normaleca do cidadão médio comum.

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Todo o jornalista tem direito à nulidade intelectual

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A homossexualidade é um não-assunto? Uma relação amorosa que tem 34 anos é um assunto? Falar do casamento entre pessoas do mesmo sexo, num país que o permite, continua a ser importante? E num tempo em que começa a ser feio ser preconceituoso, os exemplos são importantes para quem? Estas foram algumas das questões que Alexandre Quintanilha e Richard Zimler se puseram quando ponderaram dar esta entrevista.”Anabela Mota Ribeiro

ps: a RTP diz tratar-se de um lapso. Acontece aos melhores.

O Zé é jornalista?

A Sarah já fez referência ao assunto. Vale a pena ver o vídeo. De acordo com o Zé Rodrigues dos Santos, o Zé Rodrigues dos Santos é jornalista.

Mais abaixo, fica a opinião do Carlos Vaz Marques.

Se o José Rodrigues dos Santos é jornalista, eu quero ser operário metalúrgico. Se o José Rodrigues dos Santos é escritor, eu quero ser analfabeto. Se o José Rodrigues dos Santos é português, eu quero ser espanhol.
Disse ontem José Rodrigues dos Santos no lançamento – reles – de uma peça sobre os novos deputados eleitos: “O novo Parlamento terá muitas caras novas; o deputado mais velho [Alexandre Quintanilha, gay assumido] tem 70 anos e foi eleito – ou eleita – pelo PS.”

Ai, Portugal, Portugal!

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Nestes dias, pós-Legislativas, de dúvidas, incertezas, reuniões, de avanços e recuos, de negociações para a constituição de um governo estável para o nosso País, apetece-me dizer como canta o Jorge Palma, Ai, Portugal, Portugal!

Rodrigues dos Santos volta a envergonhar

a RTP, o Serviço Público de Televisão e o jornalismo. Um homem preconceituoso e homofóbico, de um conservadorismo que muito dá que pensar, e que ainda por cima não vota “para não perder a independência”,
diz ele. Não há mesmo quem o privatize? Era um favor que nos faziam e um serviço público que prestavam à democracia e ao jornalismo.
[Facebook de Pedro Lopes Marques]

Em defesa de uma unidade de esquerda

que não foi jamais tentada neste país de traumatizados do 25 de Novembro. A minha vénia aos socialistas e comunistas que ousam por uma vez ultrapassar os dias do PREC e percebem finalmente a urgência nacional dessa unidade.
[Facebook de João Soares]

Sem memória, o povo falou

Santana Castilho*

Temos que aceitar a democracia, particularmente quando ela nos contraria. Mas é natural que fiquemos desapontados e legítimo que, respeitando-os, analisemos os resultados. Os eleitores romperam o ciclo dos últimos quatro anos, retirando 28 deputados (falta apurar quatro) e cerca de 750 mil votos à coligação. Mas, na realidade, preferiram a continuidade à mudança. O povo português é hoje o único na Europa a premiar com uma vitória eleitoral os responsáveis por quatro anos de austeridade desumana. Por falta de memória? Por medo? Seja por que for, há que respeitar a escolha.

Os portugueses escolheram perdoar à coligação, como se de nada relevante se tratasse, 19 violações da Constituição da República Portuguesa, decretadas pelo Tribunal Constitucional (entre elas, as relativas aos orçamentos de Estado de 2012, 2013 e 2014, Código do Trabalho, Código de Processo Penal, Código de Processo Civil, Rendimento Social de Inserção, requalificação dos funcionários públicos, despedimentos sem justa causa, cortes salariais na função pública e enriquecimento ilícito, por duas vezes). [Read more…]

Medalha de bronze para Portugal

na modalidade de dívida em percentagem do PIB na zona euro.

Foi um prazer conhecer-vos. Adeus mundo cruel

que acabas dentro de aproximadamente uma hora e meia em Portugal Continental e na Madeira. Os Açores duram mais uma horita.

PC viabilizaria governo à esquerda

Ena.
[DN]

PS deve dialogar com o BE e o PC

Estou a defender que o PS inicialmente dialogue com o Bloco de Esquerda e com o Partido Comunista numa lógica de criação de condições de governabilidade. Claramente.

Pires de Lima e a crise na VW: incompetência ou mentira pré-eleitoral?

Pires de Lima

Decorria a campanha eleitoral e a ordem era para focar na propaganda e evitar, a todo o custo, falar de todas aquelas coisas que tanto trabalho deram – e a tanta referência a Sócrates obrigaram – para obliterar do debate público. A poucos dias da confirmação de Passos Coelho como novo José Sócrates da política portuguesa, rebentava o escândalo Volkswagem e o silêncio era absoluto, tal como a maioria que ansiavam apesar da proibição do termo.

Porém, no meio do silêncio ensurdecedor, houve quem, no seio do governo ainda que com poucas possibilidades de renovação de contracto, tenha proferido algumas palavras sobre o tema. Em declarações tímidas e evasivas ao Diário Económico, Pires de Lima afirmava que:

Não se deve assustar as pessoas que são proprietários de um veículo da marca VW e, acima de tudo, não devemos criar uma suspeita generalizada de existência destes casos em Portugal.

Pelas informações que a Autoeuropa nos deu é muito improvável que tenham sido produzidos automóveis com incorporação deste ‘chip’ fraudulento, que está na origem desta crise da VW a nível mundial.

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3,74 Euros

O valor que cada partido ou coligação irá receber pelo voto de cada eleitor… Tem dúvidas? É ler o artigo 5º e fazer contas. Afinal a abstenção não é assim tão má, pelo menos para os bolsos do contribuinte…

 

Belicismo meteorologico

Céu pouco nublado e vento fraco: um belo dia para bombardear a Síria.

Tempos politicamente interessantes…

Bem interessantes politicamente os tempos que se avizinham. Ao contrário do que pensa o Jorge julgo que o papel do actual Presidente da República é praticamente irrelevante, prestes a sair de cena, certamente com honrarias mas sem honra nem glória. Os protagonistas são outros, com o PS a concentrar as principais atenções. Não pela resposta aos apelos dos partidos à sua esquerda, que até António Costa descartou imediatamente na 1ª declaração após serem conhecidos os resultados eleitorais do passado Domingo. Álvaro Beleza primeiro e Francisco Assis depois, trataram de marcar território, questionando a liderança e defendendo a viabilização do programa do governo minoritário da actual coligação no poder, através da abstenção na votação para o Orçamento de Estado 2016.

Ironicamente o PSD que temeu António Costa vê na sua manutenção o principal aliado, adivinhando nuvens ainda dispersas num horizonte que pode não estar assim tão distante, oferendo ao PS a presidência da A.R., que Ferro Rodrigues estará disponível para aceitar e certamente outros cargos e lugares de nomeação num acordo tácito cuja existência será muito provavelmente negada por todas as partes… [Read more…]

O governo de iniciativa presidencial



O desmaio de Cavaco no 10 de Junho do ano passado

Cavaco, o avisador, veio dizer que a Constituição não lhe permite escolher o governo. Que esse papel cabe às forças eleitas. E, apesar disso, convidou o PSD para “desenvolver diligências” para conseguir uma solução com “estabilidade política e governabilidade”. Na prática, pediu ao PSD para que este apresente uma proposta de governo sem antes ter ouvido todos os partidos que terão assento parlamentar e sem sequer esperar pelos votos da emigração.

Novamente se observa que Cavaco Silva é o presidente de uma facção, em vez do Presidente da República. E teve, ainda, o desplante de se justificar com o que se passa num país estrangeiro, a Finlândia. Pois se é para ir buscar exemplos, atiro-lhe já à cara com a Dinamarca, país onde as coligações pós eleitorais são regra e onde nem sequer é garantido que o partido mais votado lidere o governo. Talvez Cavaco não leia jornais, ele pelo menos afirmou-o, mas pode ao menos ver televisão. Há uma série,  Borgen, que lhe explica estes detalhes.

Aníbal, não estás à altura do cargo que ocupas. E o PS, está à espera de quê para se demarcar deste golpe de estado?

Perigo iminente de atentado terrorista em Portugal

Elevem o risco de alerta! Os jihadistas da Fitch já começaram a enviar recados. Cedam à chantagem ou o corte do rating é já a seguir.

Desculpem lá

mas ainda os votos estão quentes e já se diz isto?

Um país a crescer pouco, onde o número de pessoas tende a encolher, mas com demasiados desempregados. O novo Governo vai herdar uma economia mais pequena do quem 2011, mas com mais dívida pública. Mesmo que o estímulo ao crescimento faça parte dos planos, a próxima legislatura será sempre marcada por uma forte pressão para baixar despesa e pagar a quem tem financiado o país. [Económico]

Onde é que estava esta gente há uns dias? E isto dito agora é para preparar o quê? Ou muito me engano, ou começou a campanha de justificação do falhanço que será a próxima governação. Porque, sejamos claros, não estamos melhor, conforme andou a PAF a dizer. Pelo tom, tenho aqui um polegar que adivinha que o bode expiatório será, novamente, o que se passou quase há cinco anos.