
sintese do meu novo livro lições de etnopsicologia da infância, p0de ser lido em:http://estrolabio.blos.sapo.pt/1494905
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

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Depois de ter saído do BES para ser ministro e de ter saído de ministro para ir dar umas aulas nos states, pagas pela EDP, Manuel Pinho sugere que ele merece continuar a ter emprego. Depois há quem se irrite por causa de certos desagrados.
E armado em Frei Tomás, Pinho falou numa “crise moral muitíssimo maior do que a crise económica.” Não faço ideia do que é que ele estará a falar. É que não estou mesmo a ver.
Mas estou com ele quando brama que “agora parece que o governo fez tudo mal, parece que o PS fez tudo mal”. É um exagero. Tirando aquela coisa da banca rota, dos ajustes directos, das PPP, das SCUT, da desavaliação docente, do fecho de centros de saúde, dos cortes das pensões e dos subsídios de emprego, do desemprego record e da fachada Novas Oportunidades, nada há a pontar a este brilhante governante que, pelas próprias palavras, afirmou ainda estar para nascer um primeiro-ministro que mais tenha feito pelo défice.
Por estes dias, no Laboratório de Actividades Criativas – LAC – em Lagos, começam a reunir-se os artistas que, em residência artística, integram um projecto que envolve alguns nomes da atual cena mundial da arte de rua.
Sete artistas vão, durante 20 dias, compartilhar o espaço da antiga cadeia de Lagos, criar trabalho, trocar experiências, intervencionar espaços, produzir instalações, etc.
António Farto aka Vhils, Jucapinga, Alexandros Vasmoulakis (Grécia), SAM3 (Espanha), António Bokel (Brasil), Jorge Pereira e Miguel Januário são os nomes que compõem esta residência, que culminará com uma exposição de arte urbana (curadoria de Sofia Fortunato) cuja inauguração ocorrerá dia 18 de junho, pelas 18:30 horas, no LAC.
A seguir de perto aqui, no Aventar.
O Externato de Penafirme “é uma Escola Católica, inserida institucionalmente no Patriarcado de Lisboa, de ensino oficial gratuito, público mas não estatal.” Ou seja, uma instituição religiosa sustentado pelo estado, contrariando a sua laicidade, e o mínimo de bom senso. Andava o Externato de Penafirme, ou seja uma instituição do Patriarcado de Lisboa, a distribuir este folheto, e hoje decidiram incomodar José Sócrates, demonstrando como um bom cristão também morde a mão que durante tantos anos lhe deu de comer.
Não se percebe porquê. O estudo encomendado pelo Ministério da Educação conclui:
Tendo em consideração que a área de influência deste estabelecimento de EPC é assumida, em termos territoriais, pelas freguesias mais ocidentais do Município de Torres Vedras (…), território onde a maioria dos alunos são residentes, e que os diferentes estabelecimentos de 2º e 3º CEB da rede pública estatal do Município se encontram com taxas de ocupação elevadas, a proposta passa pela manutenção do “contrato de associação”.
Sendo sugerida apenas a redução em 2 turmas do ensino secundário. Ou percebe-se: quem mama do estado (e a Igreja sempre o fez) não perde o vício. Perdem sim as famílias das proximidades o direito à educação os seus filhos fora da sotaina de uma instituição comprovadamente perigosa para as crianças.
Já agora, gostava de perceber a ideia de meter no papelucho a CDU como defensora do ensino privado. Nunca foi essa a atitude dos professores e sindicalistas ligados ao PCP. Deve ser um fenómeno de Torres Vedras.
A situação parece adensar-se a cada dia que passa. Notícias da Grécia que já a ninguém surpreendem, manobras de diversão como o caso dos pepinos (não) envenenados e um país, este em que vivemos, onde todos os agentes políticos continuam numa normalíssima campanha eleitoral, como se nada de extraordinário se passasse.
Uma notícia quase despercebida, será um indício muito claro de um subterrâneo movimento de pânico que vai alastrando, mesmo naqueles países que exemplarmente geridos, em princípio escapariam aos tortuosos processos de aclimatização aos novos tempos de penúria. A Dinamarca é o exemplo mais recente e os seus ricos habitantes, tomaram a iniciativa de cortar o consumo, na esteira dos cortes operados pelo executivo. Outra situação inédita deste os tempos da II Guerra Mundial, consiste na actual situação grega, com uma rápida tomada de posição comunitária, pretendendo assumir a cobrança de impostos e o plano de privatizações dos activos do Estado helénico, sem descurar o previsível contratempo da reestruturação da dívida grega. Como bem diz Camilo Lourenço, o patamar parece já ser outro, pois se a condição de “Protectorado” parecia ter sido aceite tacitamente, hoje já podemos assumir uma nova forma de colonização. A U.E., ou melhor, a Alemanha, paga e assim pode exigir aquela implementação de reformas que reconduzam o todo europeu ao chumbado caminho do federalismo à medida alemã. Este é o verdadeiro cerne da questão, um antigo projecto que vem dos tempos do senhor na foto que abre este texto, o Kaiser Guilherme II, que numa carta escrita em 1940 à sua irmã Margarida, dizia: …”a mão de Deus está a criar um novo mundo e a produzir milagres. Estamos a tornar-nos nos Estados Unidos da Europa sob a liderança alemã, um continente europeu unificado”. O mesmo tipo de pensamento era partilhado por Hermann Göring que muito a sério previa uma Europa a duas velocidades, mas infalivelmente unida sob a égide de Berlim. Importante nota de rodapé, “com ou sem a vitória” militar do III Reich.
O afastamento dos pequenos partidos dos debates televisivos não é apenas uma questão de estações televisivas. É bem mais do que isso.
É evidente que o domínio dos partidos políticos com assento parlamentar em sede de debate televisivo e respectiva exposição mediática, aos mesmos aproveita para garantirem a sua coutada. Todos, da Esquerda à Direita, pactuam nessa garantia. A campanha eleitoral é deles, mesmo quando ainda não há campanha. E mais deles se torna quando abre oficialmente a caça ao voto. Os pequenos não têm lugar à mesa, nem os comensais estão dispostos a “aturá-los”.
A mim não me interessa se os partidos políticos excluídos são de Esquerda, Direita, respectivas extremidades, ecologistas, esotéricos, etc. Interessa-me o respeito pela Constituição e a não capitulação da República a pactos de poder. O não permitir que continue a haver quem queira escolher por pór, decidir por nós, ajuizar por nós.
Digo-vos: quando a democracia é dirimida nos tribunais, muito mal vai o país.
Clique-se em um a um para ver o respectivo currículo (CV), num trabalho publicado pela revista VISÃO em Outubro de 2010. Destas 13 pessoas, algumas têm um CV OK, apesar de não ser algo tão galáctico que justifique tamanho salário. Outros não estão na sua área de especialização, outros têm mesmo um CV fraco e noutros vê-se que a a única ligação ao cargo é o elo político.
São gestores públicos, cargos de nomeação política. Porque é que precisa de haver nomeação política? Porque, dizem, “executam as políticas do governo e isso exige confiança política”. Mas a resposta é fraca pois não responde ao essencial: porque é que estes sectores têm que ser controlados pelo Estado? O que é que ganham os portugueses com isso? O que ganham estes portugueses, isso é claro. Ganham até 529 mil euros por ano mais benesses como carro, motorista, telefone, cartão de crédito, etc.
São os boys de topo, o estrelato das nomeações. A baixo deles orbita uma prole de outros nomeados. É fala corrente dizer-se que seja PS, seja PSD, existirão sempre estas nomeações pornográficas. Para mim isso não passa de argumentário socialista, já que, apesar de o PSD ter feito o mesmo quando foi governo, o certo é que já foi devida e justamente corrido do governo por essa e outras razões. E Guterres até ganhou votos com essa limpeza que se traduziu na famosa frase “No jobs for the boys”. Viu-se o que foi. Pois agora é a vez dos socialistas provarem o fel depois de terem chupado anos de mel.
Quanto a mim, o problema resolve-se de uma maneira muito fácil. Termine-se a presença do Estado no sector empresarial e acabe-se com a infinidade de institutos, fundações e afins. Chega de proxenetísmo fiscal.
Entre finais do séc. XIX e meados da década dos Beatles, existiu um comboio regular entre o Porto e Madrid via Linha do Douro (acredito que com interrupções durante as guerras mundiais e a guerra civil de Espanha); esta fotografia terá mais de 100 anos e mostra um desses comboios, descarrilado, na estação de (Caldas de) Moledo, poucos quilómetros a jusante da Régua. Por exemplo, em 1968 o horário em vigor era este.
Aos Cabeças de Lista do BE, CDS-PP, CDU, PCTP-MRPP, PDA, PS e PSD pelos círculos eleitorais de Bragança e Vila Real.
Exmos. Srs.
O MCLT – Movimento Cívico pela Linha do Tua, emitiu no passado dia 6 de Maio um comunicado onde dava conta da bizarra situação do Plano Nacional de Barragens de Grande Potencial Hidroeléctrico constituir a 3ª Parceria Público Privada (PPP) mais cara, e não haver no entanto discussão nenhuma sobre tal facto. [Read more…]
A irresponsabilidade de atribuir, sem provas, um surto infeccioso que se vai espalhando pela Alemanha a pepinos importado de Espanha é um episódio revelador de como vai a Europa.
Alguém imagina a Espanha a acusar sem mais nem menos salsichas alemãs pela difusão de uma qualquer doença?
A doença imperial de que sofre a Alemanha não tem cura. A hipótese de afinal tudo não passar de um problema de higiene na manipulação alemã dos vegetais importados seria a suprema das ironias: a Alemanha tem as mãos sujas, já sabemos, e para isso a forma como está a lidar com a crise grega, e o mesmo fará a Portugal e à Irlanda, já chegava como prova. Não havia necessidade de uma doença fatal para darmos por isso.
Hoje escrevi este post pensando precisamente no fenómeno a que aí me refiro. Entretanto, mais tarde e a propósito do caso de violência adolescente que agita os media, ocorreu-me que o título se ajusta perfeitamente também a isso -o chamado caso Facebook- especialmente no que ao autor das filmagens concerne. Quero dizer: alguns podem ter Facebook (coisa de que não sou grande admirador, mas não diabolizo) e toda a tecnologia do mundo, que não é por isso que abandonaram a idade das trevas. Às vezes, até bem pelo contrário…
E tu fizeste como a avestruz, enfiaste a cabeça na areia, “não é nada comigo…não é nada comigo”, não é?! e os da frente que se lixem, e é por isso que a tua solução é não Ver, é não Ouvir, é não querer Ver, é não querer Entender nada…
Não há Português nenhum que não se sinta culpado de qualquer coisa, não é filho?! todos temos culpas no cartório, foi isso que te ensinaram, não é verdade?! (…) A culpa é de todos, a culpa não é de ninguém, não é verdade?! Quer-se dizer, há culpa de todos em geral e não há culpa de ninguém em particular… [Read more…]
Diário de campanha da TSF, pelas 19h10m de hoje. A reportagem diz que foi ver como funciona a máquina da campanha socialista de que se fala. Foi entrevistado o “Director de Caravana”, Rui Pereira.
O repórter começou por dar o mote. “Nestas legislativas o PS reduzudiu os meios em relação a outros anos. Força da crise, que obriga a contenção.” O entrevistado continuou e descreveu a dita máquina de campanha assim: “1 autocarro; cenário dos comícios; 3 automóveis; 6 carrinhas”. Acrescenta o repórter que “a comitiva, a chamada máquina, move-se no terreno a voluntarismo e militância” e complementa o entrevistado afirmando que há “algumas empresas contratadas nas funções técnicas (som, luz, essas coisas)”.
Nenhum destes meios foi referido:
Sinceramente, dia 5 o que prefere? Votar no PC ou no BE é indirectamente votar na gente do CDS e do PSD e contribuir para finalmente concretizar o sonho da direita – nunca conseguido em 37 anos de Democracia: “uma maioria, um governo, um presidente!”. E o problema é você ter a consciência que assim é!
Enquanto muitos egípcios – usando o Facebook, as redes sociais e a tecnologia digital – procuravam uma revolução modernizadora que os catapultasse para a contemporaneidade, os militares mostravam como se pode viver na idade das trevas, mesmo com armas modernas na mão, telemóvel no bolso e coca-cola nos momentos de descanso.
A abstenção, o voto em branco e o voto nulo são o seguro de vida dos que nos (des)governam. Queres apoiar PS/PSD/CDS? fica em casa. A troika agradece.

Fonte: Relatório OCDE, Abril 2011, via PÚBLICO
Zona euro (EA17) = Bélgica, Alemanha, Estónia, Irlanda, Grécia, Espanha, França, Itália, Chipre, Luxemburgo, Malta, Holanda, Áustria, Portugal, Eslovénia, Eslováquia e Finlândia.
EU27=Bélgica (BE), Bulgária (BG), República Checa (CZ), Dinamarca (DK), Alemanha (DE), Estónia (EE),Irlanda (IE), Grécia (EL), Espanha (ES), França (FR), Itália (IT), Chipre (CY), Letónia (LV), Lituânia (LT), Luxemburgo (LU),
Hungria (HU), Malta (MT), Holanda (NL), Áustria (AT), Polónia(PL), Portugal (PT), Roménia (RO), Eslovénia (SI),
Eslováquia (SK), Finlândia (FI), Suécia (SE) e Reino Unido (UK).
Portugal está com uma taxa de desemprego de 12.6%. Mas atenção, há pujantes economias como as da Estónia, Eslováquia, Letónia e Lituânia que estão piores do que as nossas! E temos a solidariedade da Espanha (com um histórico de altas taxas de desemprego desde há muito) e da Grécia e da Irlanda (a braços com o FMI).
E no entanto aí temos o campeão da defesa do Estado Social que nos governou 13 dos últimos 15 anos. E que ainda em 2005 usou como argumento para ganhar as eleições a deixa “7,1% de taxa de desemprego são a marca de uma governação falhada e de uma economia mal conduzida”. Será preciso fazer um desenho?
Aprender línguas exige algum trabalho, mas a prática permite, verdadeiramente, a criação de uma segunda natureza. É por isso que, ao fim destes anos todos, consigo ler com fluência em Inglês e é também graças à prática que estou apto a perceber o que, efectivamente, quer dizer José Sócrates.
Confesso que nem sempre foi assim: há uns anos, por falta de atenção, pensava que as acções de José Sócrates iriam corresponder àquilo que prometia. Ao fim de pouco tempo, percebi que o ainda Primeiro-Ministro prefere exprimir-se através de um mecanismo semelhante à ironia: promete o contrário do que irá fazer.
Tal defeito na linguagem poderá derivar de desonestidade, de mitomania ou poderá ser apenas um problema na fala que terá como única terapia a derrota nas urnas. É por entender plenamente a linguagem do líder socialista que tenho alguma esperança quando o ouço dizer que vai ganhar as eleições.
Manuel Oliveira
Este texto que se segue é de um cidadão preocupado, consciente da situação actual, sonha com uma mudança profunda. Apartidário, apela à reflexão séria e profunda, evitando tendências de esquerda ou de direita, evocando verdades que facilmente conseguem ser corroboradas através de uma curta pesquisa no espaço global virtual, relembrando situações há muito ocorridas, que nos continuam a assombrar…
são estes os factos que nos têm acompanhado a par e passo nas últimas décadas:
DÉFICE
O défice para 2010 de 8,6%, muito responsabilizado pela nacionalização do BPN, apoios ao BPP e a inclusão no perímetro das Administrações Públicas de três empresas de transporte – a REFER, o Metro de Lisboa e o Metro do Porto.
Estamos, e iremos pagar o resultado da gestão danosa, correndo de uma ponta do PS, terminando no PSD – recordo que um dos administradores do BPN era o conselheiro de estado do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
EMPRESAS PÚBLICAS
Metro de Lisboa – presidente Francisco José Cardoso dos Reis, tem no seu currículo a presidência da CP – Comboios de Portugal, EP, e durante o Governo de António Guterres foi Presidente da REFER, cargo que se demitiu após vitória do PSD nas eleições legislativas de 2002. Já agora, e referente à REFER, o seu lugar foi sucedido José Braamcamp Sobral (PSD), que após derrota do PSD em 2005, preside de momento Luís Filipe Pardal, filiado do PS… coincidências! [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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