Vivaldi: il cimento dell’armonia e dell’inventione
Escrevi ontem um texto comparando o que não tem comparação. Intitulei As minhas memórias e a Segunda morte de Allende, com exemplos de pessoas que não têm comparação. Vamos deixar em paz, por ter tratado mal a quem não devia. Quem leia o texto, saberá. Comparar o neoliberalismo com o materialismo histórico, é como tentar misturar água com azeite.
Bem sabemos, porque já o tenho referido en outros ensaios para este blogue, que o liberalismo é a teoria económica organizada por Adam Smith: essa proclividade, que ele denomina, do homem a trabalhar. Bem como apresenta, ao longo de mais de a do trabalho nasce os lucros que enriquecem às nações. É natural que um autor de 1776, elabore esse tipo de teoria: era escocês, porém britânico, tutor do filho do Duque de Buccleuch com quem percorreram todo o mundo, conheceram terras, formas de trabalho e estudaram com François Quernay, referido por mim como o fundador da teoria da fisiocracia: a indústria não é um bom investimento, alimentasse com dinheiro, enquanto as plantas, os animais, os cereais, são o fruto da terra que, com trabalho cuidado, como descreveu nos seus textos para a Enciclopédia de D’Alembert e Diderot: Rendeiros (1756) e Cereais (1757). [Read more…]


















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