
Mesmo em béd Portugise, que ninguém levará a mal depois do José na Universidade de Columbia, o Al também transmitiu ao Aventar o seu ponto de vista sobre as verdades que estão a vir a público na Wikileaks.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Mesmo em béd Portugise, que ninguém levará a mal depois do José na Universidade de Columbia, o Al também transmitiu ao Aventar o seu ponto de vista sobre as verdades que estão a vir a público na Wikileaks.

O sr. Primeiro veio, acompanhado do sr. Rodrigues e da Sra. Ministra, ontem a público apresentar os resultados obtidos pelos alunos Portugueses nos testes de PISA 2009 (OCDE).
Tirando a demagogia já notada por Mário Nogueira à comunicação social, ficam duas ou três notas interessantes:
– Sócrates quer ter como suas e da Senhora Ex-Ministra da Educação, as glórias dos resultados. Apetecia perguntar se não seriam eles também responsáveis pelos de 2006?
– Em função da resposta óbvia à pergunta anterior, poderíamos argumentar, mas a “sua” entrada no poder (2005) consegui ser tão eficaz que já produziu resultados em 2009? Mas… na Educação, os resultados não acontecem a médio, longo prazo?
– Se a única parte do Estatuto que entrou em vigor, foi a parte que corta a carreira dos professores; Se, da Avaliação, a única parte que entrou, foi a da confusão e a da burocracia, que diabo fizeram os seus governos para melhorar os resultados?
A verdade factual é esta: no auge da luta e da acção de rua dos Professores, foi possível obter os melhores resultados nestes testes. A prova que faltava para mostrar que a luta foi pela Escola Pública!
O Orçamento da Câmara do Porto prevê um investimento de 800 mil euros para reabilitar parte da Avenida da Boavista e 300 mil euros para alargar o parque de estacionamento nascente do Parque da Cidade.
O vereador da CDU, Rui Sá, desconfia que tenha a ver com a realização de mais uma edição do Circuito da Boavista. Disse isso mesmo na reunião da autarquia destinada a aprovar o orçamento. Na reunião ninguém desmentiu a suspeita.
Ao Jornal de Notícias, a câmara responde assim: : “Se o PCP diz, então é porque é. Ficamos a aguardar a justificação pela qual assim é, já que julgamos que a maioria da Câmara também tem o direito de saber porquê; a não ser que seja tabu”.
Pronto, estamos esclarecidos. Sobretudo os cidadãos do Porto, que têm direito a uma informação decente por parte da respectiva autarquia. Devem ter ficado a perceber tudo. Eu fiquei.

Depois da reacção do terrorista Achmed, Obama admitiu ao Aventar que o fundador da Wikileaks foi dentro: «Yes, we canned him!».
Portugal é um país estranho. Ou talvez não. Somos o país onde a política educativa se define no orçamento. Seremos, talvez, o único país do Mundo onde as horas e as disciplinas dos alunos são definidas em função do orçamento – claro que as questões económicas são importantes, mas quando chegamos a este ponto, então é mesmo o fim de linha da escola pública.
Está no “forno” uma proposta do ME que vem, entre outras coisas:
a) extinguir a área curricular não disciplinar de área de projecto;
b) extinguir a área curricular não disciplinar de área de projecto;
c) acabar com o par pedagógico de E.V.T. (eram dois professores, passa a ser só um).
E isto tudo, umas horitas depois do brilharete Luso nos testes de PISA 2009… coincidências do processo mediático…
Sobre a proposta em concreto, voltarei à “antena” dentro de momentos…
Por Santana Castilho*
Um decreto-lei do Governo, que altera as condições de financiamento das escolas privadas por parte do Estado, provocou uma onda de protestos e tomadas de posições públicas. Consideradas as responsabilidades dos protagonistas, a relevância da matéria em análise e o menor rigor de algumas afirmações apresentadas como factos, julgo pertinente acrescentar ao debate os argumentos que se seguem:
1. A Constituição da República fixa ao Estado (Artigo 75º) a obrigação de criar “uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população”. O DL 108/88 mandou que a referida rede se fosse desenvolvendo (Artigo 3º), começando por construir escolas em locais onde não existissem escolas privadas. Assim, o legislador protegeu, e bem, as escolas privadas já instaladas, numa lógica de economia de meios. Através de “contratos de associação”, o Estado tem vindo a pagar integralmente o custo do ensino que as escolas privadas ministram a alunos que habitam em zonas não cobertas pela rede pública. E continuou a pagar, desta vez mal, em zonas onde a rede pública foi chegando. É isto que está em causa. Penso que o Governo andou bem, propondo alterações que pecam por tardias. Poderemos discutir a forma. Mas o princípio é inatacável, embora desenterre polémicas velhas que importa esclarecer.
2. Joaquim Azevedo (“Público” de 26.11.10) considera as medidas em análise “fundadas numa mentira, imorais e profundamente injustas”. A mentira, sustenta o autor, reside na suposição de que o ensino privado estaria a absorver indevidamente o dinheiro escasso do Estado. E avança com a sua verdade: um aluno do ensino privado custa 4.200 euros por ano, enquanto um aluno do ensino público custa 5.200, citando a OCDE. Mas Joaquim Azevedo engana-se duas vezes. [Read more…]
Acompanhem com alguma atenção y cuidado o alto trabalho da Polícia Sueca no caso Assange, depois pensem duas vezes: a primeira (por favor esforcem-se) sem as palas de que é uma sociedade civilizada que está a proceder a acusações; a segunda, que não sendo uma sociedade paradigma de civilidade coisa nenhuma, o que é que tal sociedadezinha é capaz de engendrar, à laia de ser mundialmente apontada como paradigma para a humanidade de excepcional exemplo social? Y se vos sobrar tempo: economizem-no, poupem-no a tecer imaginações Y fantasias sobre a tal, dita, Sociedadezinha.
É bem melhor Y honesto deliciarem-se com estes produtos magníficos da Hardcore fofo cuja foto do Post é 1 dos exemplos da BOA civilidade ( Sim, a nossa) Made In Portugal. Y sim!: limpem o pó às vossas crenças sobre os tais altamente civilizados. É só imaginação.
O Aventar obteve em primeira mão a reacção de várias personagens quanto ao caso Wikileaks. O terrrorista Achmed é o primeiro.
A insolvência de sociedades empresariais é notícia do dia-a-dia. Agora é uma tal CRH – Consultoria e Valorização a ser declarada insolvente. Cerca de 3.000 postos de trabalho extintos, grande parte dos quais operadores de ‘call-center’ e trabalhadores temporários dedicados aos clientes PT e EDP (dois paraísos de abastados investidores e gestores – Ricardo Salgado, Berardo, Granadeiro, Bava, Mexia e tantos outros pagos aos milhões, se necessário com dividendos antecipados). A razão da insolvência relaciona-se com dívidas ao Fisco e à Segurança Social.
Sabe-se que, por idêntico tipo de dívidas, no total de 1,5 M de euros, outra empresa do mesmo grupo, a Temphorário, igualmente requereu a insolvência ao Tribunal de Comércio de Lisboa.
Nestes, como em outros casos, a flexibilidade da inevitável queda no desemprego é garantida. A despeito dos baixos salários e da submissão dos trabalhadores a precárias relações de trabalho.
É revoltante, porque hipócrita e falsa, a teoria de certos doutrinários, de que uma maior flexibilização das leis laborais é meio eficaz de combate ao desemprego – é praga de que, infelizmente, tais doutrinários não têm experiência e, portanto, falam de ‘papo cheio’. [Read more…]
para a minha mulher, adoentada nestes dias..
Amiúde oiço a palavra pedir no nosso país. Dizia a minha mulher hoje de manhã, que este era um país de pedinchas. Um aglomerado de pessoas que procuram favores, empréstimos, crédito, dinheiro dos amigos, pessoas sem o valor de agarrar a vida com as suas duas mãos e seguir em frente nos piores minutos da vida. Piores momentos da vida, são quando gastamos em excesso, quando não medimos a nossa capacidade de adquirir o que compramos, como se diz en calão português, à toa, por outras palavras, sem rumo definido, a esmo, ao léu. Estas duas últimas palavras precisam também de uma definição antes de recuperar a frase anterior: pessoas que se prendem muito nas palavras sem uma gota de verdade, esquecendo o conjunto (olhar, vivência, pensamento), sem uma gota de verdade ou muitas de dúvidas, se podermos saber qual é a verdade e a realidade da pessoa que fala a esmo. Pessoas que acabam por se tornarem vítimas em potencial do que chamamos falha ou decepção.

O Movimento Partido da Terra entregou ontem na Assembleia Municipal de Lisboa, uma interessante proposta, visando a entrega a uma instituição de solidariedade social do concelho, das senhas de presença dos deputados no areópago (cerca de 80€ por cabeça).
John Rosas, o deputado municipal do MPT, afirmou: “É com grande satisfação que, em nome do partido que represento nesta Assembleia Municipal, o Partido da Terra, venho submeter à consideração de V. Ex.ªs a aprovação de uma Moção na área da intervenção social.”
Esperava-se uma reacção de imediato apoio, talvez até com algum entusiasmo. No entanto, o resultado foi o seguinte: todos os partidos componentes da Assembleia Municipal de Lisboa (PS, PSD, CDS, PCP, BE, PEV e “independentes do PS”), votaram contra a proposta, chumbando a dita solidariedade, rotineiramente por todos eles apregoada como “grande princípio da república”. Apenas o MPT votou a favor.
É esta, a preclara moral da trombalazanagem que governa, põe e dispõe. Ficamos elucidados.
*Correcção: o CDS “absteve-se”.
Se o jogador Eric Cantona alternou nos campos o melhor e o pior de um jogador de futebol, o cidadão Cantona alternou pouco, foi sempre consequente na inconsequência.
E se a proposta de Cantona era populista e demagógica, especialmente vinda de alguém que depende absolutamente dos bancos para guardar a imensa quantidade de dinheiro que possui, o seu autor não se preocupou sequer em ocultar o facto de eticamente estar entre o caracol e a alface. Apelou aos outros, mas levantou dinheiro seu de um banco… e depositou-o noutro.
Eu, se pertencesse a um desses setores ideológicos teatrais de reflexão histriónica, diria que com amigos destes não precisaríamos de inimigos.
Por outro lado, políticos e banqueiros irromperam das suas redomas e chamaram irresponsável ao sr. Cantona. Ora, se bem percebo, os bancos agarraram em todo o dinheiro que tinham e que não tinham, levantaram-no e, abreviando, emprestaram-no sem garantias suficientes.
Os srs. com ar jocoso e responsável não falaram, nessa altura, em irresponsabilidade. É pena, porque se o tivessem feito, ter-nos-iam poupado muitas chatices e preocupações, além das tiradas do Eric. Eis um retrato dos tempos de glória, encomendado pelo próprio.
Diagrama da rede ferroviária estatal activa em Janeiro de 1988. Estão elencadas as estações, não estão assinalados apeadeiros, ramais particulares, industriais ou mineiros.

Soube pelo Jorge. O Simplex vai voltar, agora convertido em jornal semanário.
Já estou a ver a primeira manchete: Rui Pedro Soares arromba a berbequim sede do «Sol».
Só uma pergunta: o vosso sentido de oportunidade não é muito bom, pois não?
Problemas orçamentais? Nãããã, o buraco está tapado. Alguma vez isto aconteceria sob a alçada do 16º melhor ministro das finanças? (título DN, sic).

No excelente blog que é o Bic Laranja, corre uma enorme polémica acerca do pedido da nacionalidade timorense, atempadamente enviado pelo Senhor D. Duarte às autoridades de Dili. Passando sobre umas tantas habituais e inócuas grosserias, a maioria dos comentadores – mais de 80! -, manifesta uma certa estupefacção pelo pedido real, dada a total incompreensão daquilo que é o direito sucessório à Coroa e a manifestação de um visionário projecto de uma portugalidade renovada.

ideia de vida eterna que nos salva do orçamento de estado
Não são os livros, nem as pinturas, nem as palavras: é a concepção de um caminho com ideias novas, para todos e de todos por igual. Como já estava prometido. Os que prometiam a vida na terra, eram revolucionários mencheviques, como tenho narrado em outros textos referidos a Émile Durkheim e Marcel Mauss, uma minoria a respeitar a realidade da luta de classes e contribuir para o seu sucesso, esse aceitar sermos seres humanos iguais em direitos, liberdades e fraternidade, como tinha sido referido e definido em 1788 pelo Manifesto dos Plebeus, síntese das ideias de Grachus Babeuf, quem, com esse Manifesto, colaborara a provocar a Revolução Francesa em 1789. Parte do texto original diz : “O que é uma revolução política em geral ? E em particular, o que é a revolução francesa?”, pergunta-se Babeuf no seu jornal La Tribune du peuple. A sua resposta é: “uma guerra declarada entre os patrícios e os plebeus, entre os ricos e os pobres”. Em 1796-97, a Revolução já não uma revolução. O Directório procura acabar com ela, para proveito dos proprietários, dos que especulam, s… Babeuf suspeita que os “ricos” enganam ao povo, conspiram contra ele para manter o seu
Não é propriamente novidade. Há muito era conhecida a falta de solidariedade de Merkel com os parceiros do euro, endividados. É mais um exercício do macabro nacionalismo alemão. Desta vez, de carácter económico-financeiro. No caso de Portugal e da Grécia, começou com a negociata de submarinos e outros equipamentos de guerra; agora é a fase de submissão ao capricho da rejeição alemã de duas medidas cruciais para as finanças do grupo de países em dificuldade:
Estes atos inflexíveis de Merkel e seu governo estão a compelir a queda de Portugal nas teias do FMI, entrando, desse modo, em prolongada recessão económica. Como, de resto, outros países impossibilitados de se furtar à nefasta intervenção daquela instituição – apenas o decrépito Medina, Mário Crespo e uns tantos companheiros de aventuras escatológicas creem no contrário. [Read more…]
Governo [Regional da Madeira] gasta 740 mil euros na aquisição de 19 carros
«Não nos foi possível apurar qual o destino a dar a estes 19 automóveis. O concurso público diz apenas, genericamente, que vão “para os serviços e organismos do Governo Regional da Região Autónoma da Madeira”. O DIÁRIO procurou, junto da Direcção Regional do Património, aceder às peças do concurso, de modo a apurar outros pormenores sobre as viaturas em causa, mas foi informado que tal privilégio está reservado às empresas interessadas.»
Com que então saber o destino dos impostos é um privilégio? São pessoas como estas, que negam o direito de acesso à administração pública, que também barafustam contra a Wikileaks.

“O Financial Times analisou as 19 economias europeias mais fortes e os seus ministros das Finanças. Teixeira dos Santos está em 16º.” O Diário de Notícias aproveita para dizer em título gordo, que o sr. ministro é o…”16º melhor ministro das Finanças”.
Leiam o magnífico texto que acompanha a “notícia”…
Reuniram-se em Bruxelas os Ministros das Finanças da zona Euro. O anfitrião belga, Didier Reynders, defende que, depois da Irlanda, é preciso “encontrar uma solução para Portugal”. E eu replico: “É preciso falta de vergonha para tal afirmação, por parte de qualquer belga quanto mais do ministro das finanças!”.
De facto, através de simples dados, relativos ao período de 2000 a 2009, é mais do que evidente de que a Bélgica, com uma população total semelhante a Portugal, tinha em finais de 2009 uma dívida bruta superior (dívida bruta): 326.555 M de euros contra os nossos 127.907 M. Reconheça-se que o PIB per capita belga, em declínio dos 128 de 1995, atingiu em 2009 o valor de 116 – avaliação em PPS (Padrões do Poder de Compra) – enquanto Portugal se limitou a 78 unidades. Mas ainda assim, há a destacar que, nas contas de 2009, a dívida da Bélgica representava 96,2% do PIB, ao passo que esse indicador para Portugal, na mesma data, se fixava em 76,2% (dívida bruta em % do PIB).
O maluco lúcido
Hoje de manhã, enquanto passeava a minha netinha, um homenzinho gritava a plenos pulmões, fazendo-se ouvir em toda a rua: o cavaco e o primeiro-ministro arruinaram este país e o povo continua burro. Na verdade, ele não dizia arruinaram, dizia foderam, eu é que procurei fugir à asneirola.
A raiva com que ele clamava, alto e bom som, não passava despercebida a alguns transeuntes que assentiam levemente com a cabeça, se calhar também com a mesma vontade de gritar uma tão grande verdade, não fora o facto de serem tidos como malucos.
Eu era um deles.
De facto, depois do que fizeram deste pobre país, depois de se terem rodeado de uma legião de ladrões e corruptos, e terem estourado com tudo, depois de permitirem e abrirem caminho ao assalto e ao roubo da nação, deixando-a nas lonas materiais, psicológicas e sociais, depois de devorarem o país, têm a lata preparar eleições para exumar o cadáver, como abutres, a ver se ainda há restos para comer.
E o povo sereno!
Como me apetecia ir para a rua, passar por maluco durante meia hora, e berrar bem alto: o cavaco e o primeiro-ministro deram cabo deste país. Apenas por uma questão de linguagem mais limpa não diria foderam.
Sugestão de prenda-brinde do Min. Finanças aos portugueses já habituados a pagar impostos. Sendo feito com estilo, prometemos aceitar, resignados, que nos continuem a apertar o pescoço em 2011, 2012, 2013…
As seguradoras que se acautelem!
Reagem, em regra, às solicitações dos lesados que intentam obter as indemnizações a que fazem jus. Impunemente…
Mas há soluções na Lei das Práticas Comerciais Desleais que o vulgo ignora, mas de que o lesado pode lançar mão, denunciando a situação a quem de direito, já que as coimas daí emergentes poderão, no limite, atingir montantes da ordem dos cerca de 45 000 €.
E com efeito, a alínea g) do artigo 12 da enunciada Lei (o DL 57/2008, de 26 de Março) estabelece a regra que segue:
“Obrigar o consumidor, que pretenda solicitar indemnização ao abrigo de uma apólice de seguro, a apresentar documentos que, de acordo com os critérios de razoabilidade, não possam ser considerados relevantes para estabelecer a validade do pedido, ou deixar sistematicamente sem resposta a correspondência pertinente, com o objectivo de dissuadir o consumidor do exercício dos seus direitos contratuais.”
As sanções estão previstas no artigo 21, como segue: [Read more…]

o primeiro natal de uma pequena família internacional: os Isley
…para Camila, filha companheira, o seu marido Felix e para sua filha May Malen, a minha nova neta
1. Sonata introdutória.
Perguntou-me um dia uma estudante da minha Universidade portuguesa: Senhor Professor, porque estuda crianças? A minha resposta foi breve: porque sou pai. A seguir, proferi uma explicação mais explícita. Não é apenas sermos pais, é o que as crianças nos ensinam. Até parece que não são pequenas. Até parece sermos nós os que dizemos as sabidas coisas da vida. Sabidas coisas, um conceito que substitui todas as acções e aventuras na interacção da experiência da vida, dessa interacção que, por habituados como a ela estamos, esquecemos de reflectir. Reflexão que nem nos faz mal. Pelo contrário, reflexão que nos ajuda, a nós, adultos a crescer, a partir das crianças. Crianças adultas e crianças a crescerem. Como as filhas que tantos de nós pais, temos. É verdade que a simplicidade e o carinho, a honestidade e a lealdade são parte da vida que nós praticamos e transferimos para a nossa descendência. Essa descendência que começa a aumentar sem nós darmos pelo facto. Um dia somos filhos, anos virados, somos autónomos e indivíduos, anos depois, caímos no chão de um amor que acompanha os nossos afectos, a nossa emotividade mais íntima. E, dessa intimidade, aparecem os primeiros descendentes que fabricamos. E não é um erro de estrangeiro dizer fabricamos, são feitos do amor pela pessoa que os leva no seu corpo durante meses e que do seu corpo os alimenta. [Read more…]

26 anos depois, o Fluminense sagrou-se Campeão do Brasil. A vitória sobre o Guarani foi sofrida mas garantiu o título.
Entre os novos campeões, o português Deco. E queiram ou não queiram todos aqueles que sempre o olharam de soslaio, como o Pesetero, a verdade é que Deco passa a ser o único jogador português Campeão Nacional em quatro países diferentes: Portugal, Espanha, Inglaterra e, agora, o Brasil, o país que o viu nascer.
Se juntarmos a estes 7 títulos de Campeão Nacional duas Ligas dos Campeões, uma Taça UEFA, 3 Taças e 2 Supertaças de Portugal, 2 Supertaças de Espanha, 2 Taças e uma Supertaça de Inglaterra, então temos um palmarés impressionante.
Mais do que os títulos, a mais-valia que constituiu em todos os clubes por onde passou fazem de Deco um dos melhores jogadores portugueses de todos os tempos. [Read more…]
O sub-director-geral da Administração da Justiça, Fernando Sousa Marques, demitiu-se por não concordar com o negócio da informatização da Justiça.
É de recordar as recentes demissões na Justiça:
O que é que se passa neste sector fundamental para um Estado de direito? O dominó vai progredindo. É de sublinhar que Santana Lopes foi corrido por menos.
Ficam aqui algumas partes da carta de demissão do sub-director-geral da Administração da Justiça (fonte: SOL).

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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