PGR terá averiguado e emitido despacho em apenas dois dias. Jornal Público prossegue a investigação.
Remediado:
Antes: muita promessa, pouca realização. Passos: muita promessa, fazer o oposto.
“Passos afirma que mudou forma de fazer política e isso causa incómodo“. Sem dúvida que mudou.
Tecnopassos
O humor da Porta dos Fundos só às vezes é ultrapassado pela realidade.
Mas hoje colide em cheio com ela…
Pedro Passos Salsicha

O homem da chamada “salsicha educativa”, esse mesmo que andou a encher tecno-chouriços na Tecnoforma enquanto era exclusivo deputado. E agora, tadinho, sofre de Alzheimer. Vejam só, não se recorda se recebeu 150 mil euros, ninharias, especialmente no dinheiro de há 15 anos atrás, está visto. “Emigrem”, era o que ele recomendava, não era? Pois.
Passos perdidos
na sala de espera da Tecnoforma. Afinal ainda há jornalismo de investigação.
Não fez por mal, foi sem querer

O próximo entretenimento político nacional consistirá em descobrir se Passos Coelho vigarizou o estado porque era deputado em exclusividade e recebia por fora, ou se vigarizou o estado porque pediu o subsídio de reintegração e afinal não tinha estado em exclusividade.
Em qualquer dos casos, num país distante politicamente da Guiné Equatorial, hoje demitia-se.
No Portugal a que chegámos, pede desculpa e não se fala mais nisso.
Histórias para embalar ovelhas
(Passos Coelho efectivamente avisou ao que vinha senhor deputado. O vídeo do Ricardo Santos Pinto é a prova viva disso mesmo…)
Duarte Marques, qual cruzado passista, continua a usar do seu espaço gentilmente cedido pelo Expresso para simpáticas lições de propaganda social-democrata, conhecimentos quiçá adquiridos na universidade de Verão lá da jota, ora louvando Passos Coelho, ora veiculando falsidades, o que no fundo também se enquadra no acto de louvar o primeiro-ministro, esse exímio contador de mentiras.
Paga o que deves, Passos Coelho!
Há uns anos, o grupo de eternos rapazes de que eu fazia parte detinha, como qualquer grupo de eternos rapazes, um conjunto de frases constantemente repetidas conforme as circunstâncias. Como é típico dos eternos rapazes ou de qualquer grupo proprietário de private jokes, cada uma dessas frases era razão para sorrisos cúmplices (ou para gargalhadas desbragadas, se o consumo de álcool já fosse suficiente para que tudo tivesse imensa piada).
Uma das actividades favoritas desta minha irmandade era o extraordinário jogo da moedinha, essa modalidade amiga dos donos de cafés e propiciadora de humilhações rituais, coisa bastante saudável entre amigos. Tendo em conta que a derrota implicava o pagamento da despesa que estivesse em cima da mesa, havia um certa tendência para ligeiras desonestidades que, de tão evidentes, eram quase sempre descobertas ou reveladas. Era então que o pequeno criminoso proferia, com um contragosto cabotino, uma frase com tanto de ética como de gramática: “Se passasse, passasse…”
Nada disto, à distância de vários anos, me parece mal. Antes pelo contrário: a alienação momentânea e o alegre disparatar são tão necessários como o profissionalismo e competência, desde que sejam praticados em horários diferentes
Recentemente, dei por mim a pensar que o país é governado por um grupo de eternos rapazes, o que não seria grave se não se comportassem na governação como a comandita com que eu alinhava no jogo da moedinha. Na verdade, este mesmo governo anda, há três anos, a produzir diplomas inconstitucionais, pensando qualquer coisa como “Se passasse, passasse…” [Read more…]
sei…
por grandes amigos que temos em comum em Aveiro, que, António Nogueira Leite, ex-vice-presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos, um dos mais importantes administradores do banco do Estado, afirmou que “no dia em que se demitisse, a CGD seria privatizada” – a sua demissão deu-se a 19 de Dezembro de 2012, sensivelmente um ano e meio depois do gestor ter sido convidado pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho para a Comissão Executiva do mesmo, e foi motivada por alegadas desavenças que já se arrastavam há meses com a gestão de Faria de Oliveira.
se na altura já se falava amiúde por aqui e por ali na possibilidade (poucos meses mais tardes, Relvas iria iniciar os seus contactos no Brasil, Angola e Colômbia para angariar um investidor para a TAP e qualquer coisita mais), estamos a poucos dias de ser conhecida a dita carta de intenções escrita\assinada por este governo perante as instituições da Troika, em específico, perante o FMI, carta que deverá (alegadamente) ter facilitado a “saída limpa” do país do programa de ajustamento estrutural…
aproveitar as boas ideias
O primeiro-ministro andou a zurrar aos setes montes a necessidade de revisão das condições de nomeação dos juízes do TC que os seus colegas de partido cunharam para a função. Devia era aproveitar as boas e ideias inovadoras que a oposição lhe dá, e que de resto tanto pediu em tempos, para assim realizar umas eleições primárias de forma a que o povo possa decidir quem é que devem ser os candidatos a candidatos a juízes do TC. Digo eu…
“O Barco Vai de Saída”

O barco vai de saída
Adeus ao cais de Alfama
Se agora ou de partida
Levo-te comigo ó cana verde
Lembra-te de mim ó meu amor
Lembra-te de mim nesta aventura
P’ra lá da loucura
P’ra lá do Equador
Sobre o manifesto que Passos não leu e sobre a sua reacção típica de pensamento único e de falar ser anti-patriótico, que a ditadura dos mercados poderá retaliar
Bagão Felix, um perigoso comunista, agora na Antena 1, citando entidades europeias: com uma dívida pública superior a 120% do PIB, será preciso, ao ano, reservar 7% da riqueza nacional para os encargos da dívida e respectiva amortização exigida pelos tratados europeus que assinámos.
O Pedro Palavras Vale-Nada e a Inconseguida Esteves
Quando se pensa que já se viu tudo na política, há sempre alguém que inova. Desta vez, Passos Coelho reagiu à evidência com birra. Quem é que não sabe o que PPC disse na campanha eleitoral e o que ele fez a seguir? Quem é que se esqueceu dos cortes temporários que vieram para ficar? Quem é não vê que a maioria está pior e outros, uns poucos, ganharam um país que está melhor? A palavra de PPC vale zero. Diz-se e desdiz-se com toda a facilidade, até durante um mesmo discurso.
Quanto a Assunção Esteves, voltou a mostrar que não vai aos congressos do PSD apenas para ver as bandeiras. Recusou uma conferência de líderes extraordinária, para se discutir o facto do primeiro-ministro se negar responder às questões dos deputados, com o argumento de que teria apenas “uma dimensão ruidosa”, não trazendo “consequências regimentais”. Como é que ela poderia saber o que iria ser dito? Terá julgado os outros pela sua bitola?
É isto a política da actualidade. Zero de debate, polítiquice q.b.
“Passos Coelho não presta para nada”
O programa é o Portugal no Coração da RTP e o tema, pelo que consigo retirar deste curto excerto, terá a ver com a multiculturalidade no nosso país. A responsável à conversa com José Carlos Malato refere-se às vantagens dessa multiculturalidade, apontando como exemplo as adoráveis crianças que naquele momento a acompanham e que, acredita, poderão um dia acrescentar valor ao futuro do país.
Depois de uma breve consideração final por parte da responsável, o jovem Francisco decide ter os seus segundos de fama e apresentar a Portugal algum do conhecimento que acumulou ao longo da sua ainda curta existência. Depois de uma rápida incursão pelo seu conhecimento sobre a história de Portugal, o pequeno Francisco parece experienciar um momento de epifania, que rapidamente percebemos ser apenas a constatação de um facto consumado cuja percepção é, segundo a criança, partilhada com os seus colegas do comentário televisivo: “Passos Coelho não presta para nada“. Tal constatação não deverá causar surpresa ou estranheza. Afinal de contas, e regressando às declarações recentes de Luís Montenegro, que afirmava que “a vida das pessoas não está melhor“, podemos daqui concluir que, à semelhança do que acontecia no passado (recente ou não), Pedro Passos Coelho continua a não prestar para nada.
O referendo – ontem, hoje e amanhã:
No dia em que Pedro Passos Coelho apresenta a sua candidatura a presidente do PSD aos militantes do Norte de Portugal e um dia depois do que aconteceu na Assembleia da República, deixo aqui palavras antigas sobre o tema ditas por Pedro Passos Coelho. As mesmas que lhe ouvi num dos jantares com blogues realizado em Lisboa (e depois reproduzido na comunicação social):
É por isso que ainda não percebo o que se passou.
1993: Odisseia na RTP Memória
Corria o ano da graça de 1993. Eu tinha 9 anos, o saudoso Mandela recebia o Nobel da Paz, os “amaricanos” (ainda) lançavam mísseis sobre Bagdad, Rabin e Arafat (que esteve em Portugal nesse ano) apertavam a mão, Mário Soares era insultado pelo Jornal de Angola (burro), Fidel anunciava a despenalização da posse de moeda estrangeira em Cuba, a Checoslováquia dividia-se em dois países e o primeiro e falhado ataque ao World Trade Center era orquestrado quando algo de verdadeiramente extraordinário aconteceu.
A tese
A pedido dos meus companheiros de blogue e de inúmeras pessoas que me fizeram chegar a vontade de a ler, pedi ao João José Cardoso que fizesse o favor de a “preparar” tecnicamente e a colocar no Aventar.
Aqui fica para todos aqueles que a queiram ler e à mercê de todos aqueles que a queiram “tresler”.
Pedro Passos Coelho está de parabéns
No poder há 2 anos apenas, Pedro Passos Coelho já vê os resultados do tipo de política a que se comprometeu. Resultados excelentes para todos os que o levaram ao poder:
– o desemprego aumentou extraordinariamente, permitindo às empresas baixar salários e aumentar horários de trabalho;
– os lucros dos grandes grupos económicos aumentaram;
– os portugueses estão mais pobres;
– o número de milionários portugueses aumentou e a sua fortuna é hoje maior do que era antes – mais 85 milionários num único ano!;
– as competências do Estado vão passando, lentamente, para as empresas privadas.
Como diz a Raquel Varela, melhor do que eu, este tipo de políticas faz sempre milionários. É por isso que, em tempos de crise, os ricos estão mais ricos e os pobres estão mais pobres.
O dinheiro não se evaporou, apenas mudou de mãos. Hábil e diligente nas suas funções, Pedro Passos Coelho fez o que dele esperava quem realmente manda neste país.
O novo livro de Pedro Passos Coelho
Na sequência do seu livro “Mudar”, publicado em 2010, um sucesso editorial pois vendeu 50 exemplares, Pedro Passos Coelho dá agora à estampa o título “Tribunal Constitucional: o tribunal da Inquisição das democracias modernas”, no qual defende a tese de que o nosso Constitucional é uma reminiscência e “continuatio de facto” do Tribunal do Santo Ofício, extinto em Portugal, teoricamente, em 1821. O livro é prefaciado pelo ilustre Professor Doutor Miguel Relvas, Alto Comissário da Casa Olímpica da Língua Portuguesa. Escreve o olímpico professor no seu prefácio: “Não é preciso ir para Paris para escrever teses sobre a tortura, Passos Coelho tem experimentado “ad nauseam” a tortura que é governar um país com a canga contínua do Constitucional, esse “ersatz” moderno do tribunal da Inquisição. No Portugal quinhentista não se podia dar um traque sem que a Inquisição não metesse o bedelho, agora é a mesma coisa, o primeiro-ministro tem tentado deixar às antigas e às novas gerações uma herança mais sólida e consistente do que a flatulência, e é tenebrosamente contrariado nos seus propósitos pelos inquisidores do Constitucional. Assim é impossível mudar”. O posfácio é do Prof. Eduardo Catroga, que tece interessantes considerações sobre a relação entre a queda capilar e o torturante exercício da governação.
Lipoaspiração do Estado
Há dias em que o único argumento possível é um chorrilho de palavrões, especialmente quando nos defrontamos com o descaramento dos selvagens que se instalaram no governo e dos necrófagos que se alimentam da carne do lombo das fortunas que pagamos para não termos direito a saúde ou a educação, para não termos direito a viver
Mário Soares chamou-lhes delinquentes, o que é, na realidade, um eufemismo. Faz ele parte da mesma súcia que anda a mastigar-nos há anos? Fará, mas nem isso o impede de ter razão, de vez em quando, como não me impede de não votar num PS com cheiro a Sócrates, ou seja, a Passos Coelho, isto é, a Barroso, no fundo, a Cavaco. [Read more…]
Vamos Enforcar Mussolini no Rossio
O que vem saindo aos bochechos acerca do Orçamento do Estado para 2014, mediante cirúrgicas e venenosas fugas de informação governamentais com vista a queimar ora o Primeiro-Ministro Portas ora o Primeiro-Ministro Passos, configura o estado absolutamente infernal em que a duplicidade do actual Governo português se move: a cooperação na coligação e a paz no seio dos actuais incumbentes é exercida segundo a lei de Talião, olho por olho, mentira por mentira, e o princípio da vingança servida a ferver e congelada.
Se Passos era o saco de todos os apodos e o balde de todos os insultos, escarros e vitupérios, sucedendo a Sócrates como o mais odiado de Portugal, esse ónus é agora dividido com Portas, cada facção apostada em fazer encher o recipiente odioso da outra. O Novo Ciclo de finais de Julho, na sua morbilidade murcha, fora um nado morto. E agora a austeridade regressa em força, síndrome outonal-invernosa. Antes das autárquicas, o discurso avulso governamental com o verbo cortar foi cortado para regressar agora com toda a força do choque e do terror porque novamente em cima de sectores sociais já sobejamente comprimidos, sofridos e batidos.
Não é à toa que os triplicemente esmagados funcionários públicos se deixam seduzir pela Revolucionarite Perpétua do PCP ou pelas lições velhas da velha ideologia marxista que justamente denuncia os criminosos da banca impunes e imunes após o saque às nações. É bem verdade que os governos os colocam a salvo de quaisquer retaliações, nos Estados Unidos e na Europa, ao passo que os mais vulneráveis pagam com extremo empobrecimento desmandos e colapsos de que não foram, nem por sombras, culpados. Depois de terem vivido acima das suas possibilidades e tudo ter estourado, a Banca Mundial e o Poder Político Europeu obrigam a maioria dos portugueses, irlandeses e gregos a viver muitas vezes abaixo da sobrevivencialidade. [Read more…]
RTP à Passoszóide
Boas intenções maduronianas para a RTP analisadas à lupa tal como a conversa olhos nos olhos passoszóide.
Contas Para Catadores de Fascistas
Eu sei que o Primeiro-Ministro é fraquinho e teimoso. Eu sei. Mas a divindade faz milagres colectivos com os mais incompetentes e incapazes, com os mais covardes e estouvados, menos com os competentes e repletos de si, porque o paradoxo da realização espiritual ocorre na precisa auto-anulação e no fracasso pessoais à luz dos critérios-selva dos humanos, o ápice da realização espiritual dá-se na descida ao âmago de nós mesmos pelo inferno da derrota, pela entrega de si nas mãos do Alto, cônscios da nossa cintilante miséria no plano mais vasto de um Cosmos, provavelmente mais um grão de pó entre os Multiversos, mas em que cada coração é maior que a soma de cada um deles-Cosmos. Só mesmo o pós-morte para premiar e dar sentido absolutos a uma vida nascida e morta no lixo de Manila, nascida e morta nas minas diamantíferas de África, nascida e atolada no pântano da Incúria como é Portugal. Uma vida pessoal ou colectiva fracassada ainda beneficia da larga promessa das Bem-Aventuranças. Alguém tape a boca ao beato que aqui posta e assassine o fascista que há em mim, se há alguém no blogue que lê o blogue, como diria um leitor fora-de-si.
Ora, portantos, Passos é fraquinho. O que se evidencia em Passos, evidencia-se muito mais no Povo Português, um Povo que é igualzinho a Passos ou até menos que Passos, naquela acepção espiritual que acabei de expor. Por exemplo, quem matou as expectativas crescimentistas para 2014? Passos! O Povo Português fará o resto. Este era para ser o ano do nosso apuro enquanto Povo tutelado pelo BCE, com uma abóbora na Presidência da República, um pepino como líder do Principal Partido da Oposição, além de uma série de grelos e de nabos na chefia de um sindicalismo instalado e obeso, com bigode e vasto ventre. Portanto, olhe-se para Passos e pense-se em milhões de Passos, milhões de Arménios e milhões de Ferreira Leite, Seguros ou Jerónimos, em sã desharmonia, consumindo produtos estritamente nacionais e procurando soluções inteligentes para fazer face ao empobrecimento galopante da nossa sociedade. Não se pensa? Porquê? Porque todos são fraquinhos, teimosos, medíocres. Nabos. [Read more…]
Como usar o Tribunal Constitucional
A estratégia do governo é propor medidas inconstitucionais umas atrás das outras até acabar o ano para justificar o défice de 7%. É brilhante. (@VascoCardoso) Roubado ao João Roque Dias.
Para Atravessar 2014 com Passos
Deixem Pedro Passos Coelho em paz e esperem dele coragem para enfrentar os interesses mesquinhos da EDP e de outras mordomias de Regime, Estado Matrioska grátis dentro do Estado Exorbitante que pagamos. Vão insultar outros e outras, de preferência estrangeiros ou ninguém, o que seria ainda mais são. Sejam patriotas. Não sejam malignos. Evitem o maniqueísmo ideológico e passem a ver pessoas, dilemas, desafios, complexidades lá, onde vêem maldades, ladrões, bandidos e coisa similares. Alarguem o campo de visão aos constrangimentos reais do País. Se os outros são sempre maus, incorreremos permanentemente no erro da nossa iliteracia de carácter. Reconheçam os rapaces. Reconheçam os que se imolam e enfrentam todas as incompreensões na tentativa de salvar Portugal, bem maior.
Ignorem o que o Governo pretenda ou não fazer, em obediência à Troyka, no sentido de a tais medidas não dar o pior sentido nem esperar o pior efeito possível engravidando as psiques e as vontades nacionais com o vírus do Medo. Não aterrorizem ninguém nem se deixem aterrorizar por ninguém. Fujam da lamechice de Seguro, da choraminguice comiserativa de Seguro a cada corte, a cada medida dura, fujam da demagogia bonzinha e reversora de Seguro e notem o nascimento de um António Costa de Estado, muito mais ponderado e com mais calado que Seguro, repleto de bom-senso e ciente da necessidade de pactos de Regime e da não demonização do adversário político, dou o braço a torcer à mais-valia pelo menos retórica deste Costa. [Read more…]
O combate
“É grande expectativa para o confronto de amanhã entre os líderes do PS e do PSD!!”- afirmou, ansioso, o telejornalista. E eu antecipei esse momento grande entre os grandes. Estou a ver tudo: no canto laranja Paaaaassos Coelho, 80 kilos, vencedor de um dos combates que travou, perdendo o outro! No canto rosa Antóóóóónio José Seguro, 56 kilos, vencedor do único combate que travou. Começa Passos! Levanta as mãos até ao peito, inclina-se obsequiosamente para esquerda; faz o mesmo para a direita, enquanto começa o seu discurso. A assistência está excitada! E Passos fala, atacando pela direita; e fala, fala, faaalaaaaaa…faaaa..ZZZZZZZZZZZZ.










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