Documentário do Canal História sobre o Tratado de Tordesilhas e a forma como D. João II reservou para Portugal uma extensa área a descobrir. Muito interessante.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Documentário do Canal História sobre o Tratado de Tordesilhas e a forma como D. João II reservou para Portugal uma extensa área a descobrir. Muito interessante.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Chen Wenling, What You see Might Not Be Real, 2009 [Read more…]
O crescimento já começou. Já cresceu o número de casais desempregados e a incompetência/insensibilidade/mediocridade do Ministério da Educação continua a crescer.
Deve ser graças a este sinais que o próximo ano será o ano da recuperação.
Eu bem digo que quando a esmola é grande…
Eles fazem, depois não são, eles continuam, eles deixam estar, república e democraticamente.
E para começar, acaba com ele.
As escola públicas tiveram este ano uma redução brutal (em muitos casos superior a 50%) nas autorizações para abrir cursos CEF e cursos Profissionais, algo já escrito no aventar há uns dias.
Os cursos CEF, são na sua maioria, cursos para os alunos que terminam o 2ºciclo do ensino básico (6ºano) e com uma história de algum insucesso. Muitos com problemas de comportamento e que encontram nesta solução dos Cursos de Educação e Formação uma boa possibilidade de fazer o 9ºano, ainda por cima num curso que dura dois.
Os profissionais (ensino secundário) eram uma sequência natural dos CEF, sendo que recebiam outro tipo de alunos também. A rede pública que oferece estes cursos é constituída pelas escolas secundárias, pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional e pela rede privada de escolas profissionais. O site da ANQEP explica tudo.
Ora, neste contexto as afirmações de Nuno Crato são absolutamente vazias de conteúdo real e completamente cheias de complexos ideológicos e de lugares comuns: o povo diz que é preciso gente que consiga apertar um parafuso ou colocar um cano e logo a direita mais atrasada corre para os braços das soluções anteriores ao 25 de abril. Esquecem-se de duas coisas:
– quem está na escola hoje e quem estava na escola nessa altura.
– a natureza do mercado laboral de hoje, comparado com o mercado laboral de então.
E levando a discussão para o plano educativo, reitero um argumento já apresentado e que se relaciona com a possibilidade dos alunos passarem de uma via para outra, algo a que chamei, o problema dos alunos.
Documentário que descreve a exploração da costa ocidental africana até à dobragem do Cabo da Boa Esperança. Apesar das limitações, um bom filme de síntese de todas as aulas anteriores.
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O debate em torno do emprego, ou da sua ausência deverá estar no centro das preocupações do nosso país, até porque o
trabalho é um elemento estruturante da condição humana. Não surpreende, por isso o debate nas páginas do PÚBLICO sobre o emprego docente e dos milhares de professores que poderão ficar sem colocação no início de Setembro.
José Carvalho (Professor e Investigador de História), na linha de argumentação de José Manuel Fernandes refere que há um elemento essencial esquecido por quase todos: “há menos alunos nas nossas escolas.” Aliás, linha de argumentação é um eufemismo tal a coincidência das palavras escolhidas por Carvalho, depois do texto original de Manuel Fernandes.
Sobre o ponto apontado como fundamental – escassez de alunos, tal referência deveria ser mais verdadeira, mas os números são isso mesmo, números. Poderiamos por exemplo escrever, citando dados do MEC, que em 2005/2006 estavam no sistema educativo 1 347 456 alunos e em 2008/2009 esse número tinha crescido para 1 525 420. E no que ao pessoal docente diz respeito, os dados igualmente disponíveis no site do Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação, mostram números diferentes dos referidos por José Carvalho.
Mas vamos assumir que o Investigador José Carvalho tem razão até porque a taxa de natalidade é o que é, ainda que o Público tenha noticiado (26-12-2011) que nem sempre o que parece é. [Read more…]

Falta uma semaninha para o início do Arredas Folk Fest; o Guia Oficial distribui-se com a edição de 22 de Agosto do Jornal de Barcelos.
Ao perímetro deste festival de muito boa música e muito bom gosto pode (e deve) chegar-se de comboio: da estação de Barroselas à margem esquerda do cristalino rio Neiva são 10 a 15 minutos a pé.
A entrada no festival é grátis, a excelente música é grátis, o campismo é grátis (e tem banho de água quente). Vai ser bom se for tão bom como o foi em 2011…
D. João II foi provavelmente o mais importante monarca do período das descobertas. Durante o seu reinado, Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, viagem que permitiu a chegada à India alguns anos depois. Foi também assinado o Tratado de Tordesilhas. Morreu prematuramente, ainda a tempo de ver o seu filho único morrer de forma trágica.
Pode ver o filme aqui.
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Parece que nem tudo é fumo e espelhos no ex-império (em inglês)…
capitão romance foi o segundo single do álbum de 1999 dos ornatos violeta, “o monstro precisa de amigos”.
esta música conta também com a voz de gordon gano, vocalista dos violent femmes que viajou até portugal para cantar em portugues com a banda portuense.
Rui Miguel Duarte é Doutorado em Literatura, investigador do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e poeta. Tais habilitações merecem, no mínimo, que as suas opiniões sobre a língua portuguesa devam ser lidas com atenção. [Read more…]
Apesar de realizado no âmbito do triste concurso dos Grandes Portugueses, ganho, relembre-se, pelo não menos triste Salazar, há partes deste documentário que são aproveitáveis para discorrer sobre o Infante D. Henrique. É uma questão de fazer a montagem respectiva.
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A Happy Woman foi a revista de moda com a maior queda de vendas em Portugal, embora continue a ser a mais vendida.
São mais de 18 mil mulheres as que deixaram de comprar revistas de moda em Portugal. A ‘Vogue’ foi a única a subir.
Outras viram-se obrigadas a fechar.
Pelo contrário, na China, as revistas de moda são fenómeno. Este país é um “autêntico paraíso para o mercado do luxo e as revistas de moda”.
As portuguesas estão a poupar no supérfulo, claro, enquanto “que a maioria das chinesas está a sair da pobreza para a classe média e alta (…)”.
Tudo ao contrário… uns a sair outros a entrar na pobreza.
«Aprenda a ler o destino na palma das mãos»; «Os novos medos que nos estão a dominar»; «As despedidas de solteiro que eles escondem»; O meu signo»; «Venha a um leilão de escravos»; «Envolvi-me com o meu psicólogo»; «Demos a exprimentar os melhores sex toys», as promessas da Happy Woman para este mês por apenas 2,50€!
O título do post, resume o conteúdo. Obcecados alguns dos Estados europeus com as suas astronómicas dívidas, correm sérios rumores que parecem garantir a existência de um chamado Plano B para a sobrevivência do Euro. Num artigo (ver abaixo, na íntegra), The Economist longamente apresenta os dois cenários possíveis, entre os quais uma expulsão em massa satisfaria as necessidades imediatas dos países do chamado núcleo duro da moeda única. Persistindo no erro que tem varrido a Europa na última década, a leitura do artigo apenas nos apresenta aspectos relacionados com a dívida e finanças, pouco falando de economia e totalmente ignorando aquele aspecto fundamental e hoje em dia inatingível pelas cúpulas dirigentes europeias: a política.
Para o que mais nos importa de imediato, apresentemos então dois casos bastante distintos como a Grécia e Portugal. Não nos referindo especificamente às agruras e misérias da dívida, salientamos então os ignorados aspectos políticos que a situação geográfica destes dois Estados implicam.
1. A Grécia.
A situação parece ser insolúvel e de quase certeiro vaticinar de falência do todo. Por mais planos e cabazes de dinheiro vertidos nos cofres de Atenas, o resultado parece ser aquele que todos há muito adivinharam. Os gregos não percebem a austeridade, não a aceitam, nem estão dispostos a deixar para trás os sonhos de telenovela dos últimos vinte e cinco anos. Simplesmente, as condições políticas da Grécia impelem à rejeição de qualquer modelo de austeridade e a Europa deveria ter em conta o conturbado século passado, onde uma guerra civil por quase todos os estrangeiros esquecida ou minimizada, serve ainda como pano de fundo ao confronto das várias famílias políticas daquele país balcânico. Para agravar a situação, a ascensão turca e o incontido desejo do restaurar de uma hegemonia perdida, coloca a Grécia numa posição central na luta pelo domínio regional. Sendo um membro da NATO , o país dos helenos foi ao longo das décadas da Guerra Fria, um dos pilares do controlo ocidental – leia-se norte-americano – do acesso russo ao Mediterrâneo e Médio Oriente, garantindo uma longa hegemonia da Aliança Atlântica e aquele indisfarçável sentimento de cerco de que o poderosamente armado regime soviético de forma inglória se queixava.
A magistratura esteve no seu melhor com o veredicto das Pussy Riot.
Hoje, como sempre, está mais uma vez demonstrado que é aos advogados que compete estar na linha da frente na defesa dos direitos humanos, contra a incompetência, contra a corrupção, e contra os mecanismos que os Estados utilizam para defesa desses “valores”. A luta é dura e valerá muitos processos crime do tipo Pussy Riot a quem está na linha da frente. Mas temos que honrar a História da Advocacia, e só o conseguiremos fazer se encararmos o accionamento de meios repressivos contra o nosso trabalho como medalhas de mérito vindas de quem mais nos honra: os inimigos de um Portugal moderno e democrático. Em última instância, teremos sempre o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos para fazer verdadeira justiça, o que sempre dá algum conforto.
Feliz Dia Mundial da Fotografia.
Francisco José Viegas, talvez deslumbrado com o facto de ser entrevistado pelo Le Monde, aproveitou a oportunidade para tentar ser profundo e acabou por ser involuntariamente lúcido.
Servindo-se de psicologia barata e usando frases de literatura comercial, explica que Portugal não consegue ser feliz com a Europa porque “uma parte essencial das nossas raízes continua em África e no Brasil…”. No fundo, Viegas tenta justificar, aqui, o seu velho entusiasmo pela lusofonia, essa espécie de conceito que serve, sobretudo, para que políticos e universitários garantam uns tachos e o direito a molhar o pé nas águas tropicais, quando devia servir para que livros e ideias circulassem. [Read more…]
A conquista de Ceuta com0 primeiro momento do processo expansionista português. Causas er consequências da conquista e o papel do rei D. João I. Tem o inconveniente de ser em espanhol, mas vale a pena.
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Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Dos arredores de Salus (Linha do Corgo), o “Chaves” habita o Vale d’Este há 16 anos e vibra com o karaoke.
Postal antigo do porto de Tânger
Desde que fora conquistada em 1415, Ceuta era um “sumidouro de dinheiro”. Com o bloqueio terrestre imposto pelos marroquinos e abandonada pela sua população, “Ceuta tornou-se pouco mais do que uma grande e vazia cidade-fortaleza varrida pelo vento, com uma dispendiosa guarnição portuguesa que tinha que ser abastecida continuamente através do mar”. (LOPES, 1989, obra citada)
Ao crescente número de vozes que defendiam o seu abandono por Portugal, o Infante D. Henrique, principal defensor da política expansionista portuguesa, contrapunha a ideia da conquista de outras praças no Norte de Marrocos, nomeadamente de Tânger, para criar um enclave de maiores dimensões e prosseguir a expansão além-mar.
A possibilidade de Castela tomar Tânger precipitou os acontecimentos. Mas contrariamente ao que se passara com Ceuta, o ataque a Tânger foi deficientemente planeado e foi descorado o necessário secretismo a uma operação dessa envergadura. Para além disso, não existia uma motivação geral pela expedição, a qual implicava a impopular cobrança de mais impostos no Reino para o seu financiamento e o recrutamento forçado de soldados. O próprio transporte do exército foi resolvido com recurso ao frete de embarcações de carga a Castela e Aragão, não dispondo o país de uma armada preparada para apoiar eficientemente as tropas na batalha. No final, armada que saiu de Portugal era constituída por apenas 8.000 homens, número muito reduzido, tendo em conta que se estimava inicialmente que seriam precisos cerca de 14.000 para a expedição.
A descrição que se segue narra os acontecimentos ocorridos desde a saída das forças portuguesas da praça de Ceuta no dia 27 de Agosto de 1437 até ao seu resgate na praia de Tânger no dia 19 de Outubro do mesmo ano. [Read more…]
O Expresso de hoje traz na 1ª página uma notícia que associa uma empresa portuguesa aos atletas jamaicanos que venceram a medalha de ouro em Londres. Na foto, Bolt e os seus dois compatriotas estão vestidos pela P&R Têxteis (Barcelos), fundada há trinta anos. “E em Londres há muitos registos vitoriosos para o álbum de recordações da P&R, como os três lugares na final dos 200 metros homens, o ouro e a prata na final dos 100m, as vitórias nos 5 mil e 10 mil m masculinos ou nas maratonas masculina e feminina.”
As camisolas confeccionadas por esta empresa usa sistemas de colagens ultrassónicas em vez das tradicionais costuras.
“95% é o peso das exportações nas vendas da P&R”.
Um caso de sucesso e que investe anualmente 5% do seu volume de negócios em inovação e marketing.
Nuno Pinto, o fundador, não é figura conhecida, não escreve artigos nos jornais (convidam-no?), não ocupa tempo de antena nas rádios e televisões. Mas devia. São estes homens que ainda seguram «as pontas».
Parabéns por ter inovado, por ter mudado de estratégia ao longo dos anos (moda) e se ter especializado em desporto de alta competição.
É importante conhecer estes casos que pontuam positivamente este mar de crise que nos envolve.

Depois de uma década e meia de profunda requalificação urbana e ambiental, com preservação e valorização dos recursos naturais, Viana do Castelo desenvolveu um modelo de cidade com estilos de vida saudável em perfeito equilíbrio com o privilegiado ecossistema envolvente.
O respeito pelos direitos dos animais e a decisão de declarar “Viana do Castelo Cidade anti-touradas” foram consequências naturais da evolução civilizacional da comunidade vianense, com aprovação da esmagadora maioria dos cidadãos e escassíssimas manifestações de oposição, como aliás o demonstraram os proprietários da Praça de Touros (que a venderam sabendo que acabariam as touradas) e, até, do centenário clube taurino da cidade que há muitos anos se dedica tranquilamente à prática de bilhar e xadrez.
Em Viana do Castelo não há touros, nem toureiros, nem forcados e as touradas nada tinham a ver com a Romaria d’Agonia, dedicada às belezas vianenses – o traje, o ouro, as danças e os cantares, o cortejo, as procissões e o fogo de artifício que atraem muitas centenas de milhares de forasteiros anualmente. [Read more…]
“There’s an old Italian saying: you fuck up once, you lose two teeth.” – Tony Soprano
Num certo episódio de Os Sopranos, o patriarca Tony indigna-se com a presença de um tipo num restaurante que se atreve a estar sentado à mesa com um boné na cabeça. Vai ter com ele e diz-lhe para tirar o boné. Gera-se a tensão habitual nestas cenas: o homem do boné está acompanhado por uma mulher e por isso hesita entre o seu orgulho masculino e a integridade do seu esqueleto, mas, após sopesar ambos, acaba mesmo por tirar o boné. Para compensar a sua colaboração, Tony manda o empregado servir uma excelente garrafa de vinho àquela mesa.
Como muitos indefectíveis defensores da não-violência, adoro histórias da máfia. [Read more…]
A primeira foto! Da janela do francês Joseph-Nicéphore Niepce, surge a primeira “fotografia” do mundo. 1826.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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