The training task is identical to the original studies and is a 2AFC identification task. In each trial, participants heard a word that is part of a minimal pair that contrasts /r/ and /l/.
— Brekelmans et al. (2022)
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Foto: Lusa/José Sena https://bit.ly/3PijG0b
O “é a vida!” pertence a António Guterres, actual SG da ONU. E o “fujamos!” pertence originalmente ao Ega, mas aplica-se perfeitamente a Faro Ramos, o diplomata que fugiu para o Brasil, sem a pompa de D. João VI. A língua portuguesa, essa, continua a servir de pretexto para discursos de circunstância, sempre que há chouriços para encher. Assim, efectivamente, não chegamos às meias-finais do Mundial. Parabéns a Marrocos, França, Croácia e Argentina. O meu favorito? A sério? O árbitro.
O “that’s life”, por seu turno, pertence a Kay & Gordon, sendo mundialmente conhecido pelas maravilhosas versões do magnífico Sinatra. No entanto, só lá cheguei (sou novo) pouco depois do 1-3 do México 86 (visto ainda na casa da Rua de Santa Catarina), pela versão do fresquíssimo Eat’em And Smile (com o Steve Vai!!!) do extraordinário Lee Roth. Que mundo fabuloso.
De facto, that’s life.
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Ricardo Araújo Pereira cumpriu a Constituição da República Portuguesa ao excluir dos seus convidados o farsante fascista. A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) recomenda que a SIC compense o farsante fascista. Será que podemos reclamar da ERC no Tribunal Constitucional por exigir que os humoristas aceitem entrevistar quem viola a Constituição? A ERC, que nunca regulou equilíbrios do espaço público para garantir que vozes à esquerda fossem ouvidas, vem agora rasgar as vestes pelo farsante fascista? Será que o Presidente da ERC, Sebastião José Coutinho Póvoas, que já era delegado do Procurador da República em 1971(!), aceita ir ao programa? E por fim, que mal pergunte também, o que faz esta figura sem nenhum percurso na comunicação social, nomeado para cargos durante o regime fascista, num organismo de regulação da comunicação social?
Espanha conta o seu Busquets e o seu Alba, o Brasil com o seu Alves e o seu Silva, a Holanda passa todo o jogo pelo seu Blind, o Uruguai dividiu o ataque entre o seu Cavani e o seu Suárez, Gales é o que é pelo seu Bale, a Inglaterra ainda voa na asa do seu Walker, a Suíça do seu Shaqiri, o México, pela quinta vez, entregou a baliza ao seu Ochoa e a França suspira porque não pode levar o seu Benzema. Enquanto isso, por cá, o desporto nacional é cuspir para o ar ou no prato que nos tirou de décadas de irrelevância. A quem devemos esta cólera com que tanto nos odiamos?














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