NO PAÌS DOS CHORÕES, VIVEMOS DE NIQUICES E PINTELHOS
Apesar do que o título e sub-título deste texto podem sugerir, no lugar do senhor Primeiro Ministro eu teria usado termos mais duros e cáusticos.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
NO PAÌS DOS CHORÕES, VIVEMOS DE NIQUICES E PINTELHOS
Apesar do que o título e sub-título deste texto podem sugerir, no lugar do senhor Primeiro Ministro eu teria usado termos mais duros e cáusticos.
Quando o senhor Primeiro Ministro anunciou que não iria haver tolerância de ponto para o funcionalismo público, brinquei com o assunto colocando a canção de Jacques Brel “Ne me quittes pas”.
NÃO HAVERÁ TOLERÂNCIA DE PONTO NO CARNAVAL, CUSTE O QUE CUSTAR
Ne me quitte pas
Portugal, nesta crise cheia de crises em que vivemos, precisa de um Rei.
Venho por este meio avisar todos os que fazem o favor de me ler que têm que ter muito cuidado.
OS CAVAQUISTAS QUEREM O MINISTRO GASPAR FORA DO GOVERNO
Gaspar não os poupa, Gaspar não dá descanso, Gaspar corta a direito, Gaspar não aceita certas formas de previlégio, Gaspar não gosta de alguns direitos adquiridos, Gaspar tomou o pulso ao País e abanou a tibieza geral que nos arrasta para o fosso lamacento em que vivemos há já demasiados anos, Gaspar retira a alguns previligiados a possibilidade de se encherem no bandulho orçamental, Gaspar é um chato peçonhento e com os “ditos” no sítio, Gaspar tem pulso e quer um Portugal que trabalhe muito e demonstre que o faz bem, antes de exigir regalias e direitos.
O navio “ARMAS” que durante cerca de seis anos (desde 2006) fez a ligação marítima de transportes regulares de passageiros entre o continente (Portimão) e a ilha da Madeira (Funchal), deixou de o fazer.
Visitei pela primeira vez a ilha da Madeira no ano de 1976, no verão, em pleno Agosto, e durante doze anos fui visita assídua do arquipélago. Várias vezes por ano lá aportava e, entre Agosto e Setembro de cada ano, lá passava eu e a minha família perto de um mês na praia, no Porto Santo, o que me permitiu conhecer como poucos a ilha dourada e razoavelmente a ilha da Madeira. Depois, e durante os vinte e poucos anos seguintes, acompanhei a vida do arquipélago através dos mesmos familiares e das notícias que lia e ouvia, mas com poucas viagens feitas. A minha última viagem foi feita em Abril do ano passado.
Durante os trinta e cinco anos que passaram desde a minha primeira vez, ouvi de tudo sobre o arquipélago, sobre as suas gentes e em especial sobre o seu Presidente. O sr Jardim, da Madeira.
Durante esses anos foi sendo construída aqui no continente uma imagem negativa do nível de vida das ilhas e da capacidade intelectual das gentes da Madeira, e acima de tudo da competência e da honestidade do Presidente do governo Regional e dos membros do seu governo.
Quando conheci as ilhas, estas tinham um nível de desenvolvimento fraco e provinciano. Vindo eu da segunda maior cidade do País, via que a esse nível pouco as diferenciava das cidades limítrofes da minha e se calhar nem mesmo da minha. Lá como cá, o País era Lisboa, a capital o Estoril, e o resto era paisagem. Naquela altura nem o Algarve tinha ainda ganho mais um “L” para o internacionalizar e por essa razão não era ainda o País anglo-germânico que hoje é.
Com o passar dos anos vi a regionalização a ser implementada, as obras públicas a acontecerem com as estradas novas e os “furados” a rasgarem a terra, o crescimento do aeroporto, a criação da Zona Franca, o incremento do turismo de qualidade, e de um modo geral o grande desenvolvimento daquela parte de Portugal.
Corrupção, compadrio, favores, cunhas, e outras coisas do género, por certo que as houve e há, mas não mais do que em todo o Portugal de uma ponta à outra. [Read more…]
O senhor Presidente da nossa República, anda preocupado com a nossa vida.
O governo avançou, recuou, lateralizou, fez das tripas coração, e atingiu os seus objectivos. Ao fim de uma porrada de horas (foram dezassete, caramba) lá conseguiu um acordo tripartido com a CIP e a UGT. O sr Álvaro, nosso Ministro tu-cá-tu-lá, está satisfeito.
Como tem sido hábito ao longo de tantos anos de suposta democracia, a CGTP, pôs-se de fora das negociações logo ao princípio da reunião, defendendo assim os trabalhadores Portugueses da sua visão obsoleta das coisas do trabalho, não deixando no entanto de, no futuro, ir dizendo tudo o que lhe passar pela cabeça, incentivando por certo, os trabalhadores que ainda a ouvem, a lutarem contra o acordo, a fazerem greves, a não cumprirem com o acordado, no que terão o PCP e o BE a fazerem o coro necessário.
Tenho andado arredado destas tricas políticas. Não me tem apetecido ouvir as mesmas coisas interpretadas de muitas maneiras diferentes, todas elas carregadas das razões que assistem a quem as faz. Mas desta vez, até porque os meus companheiros de ocasião assim o pretendiam, lá ouvi com a atenção possível, o senhor Presidente.This slideshow requires JavaScript.
Tenho de começar por dizer que não faço greve, nunca fiz e de certeza que nunca farei.
Não concordo com greves e não acho que resolvam seja o que for, ainda para mais em Portugal e numa altura em que é preciso produzir e gerar riqueza.
A greve, direito inalienável dos trabalhadores, nunca resolveu nada em Portugal, desde que após a revolução, a implementaram.
Tinha prometido a mim mesmo e a alguns dos meus próximos, que sobre este assunto iria escrever nada, mas voltei atrás com o que disse, e isto porque a Ryanair, decidiu cancelar vários voos, entre os quais um de Paris para o Porto, no dia 23 p.f. pelas 22h, hora local, e chegada às 23h50, hora do Porto, com a desculpa da greve dos Controladoresd Aéreos Portugueses.
Mas a greve anunciada é só no dia 24 de Novembro, GREVE GERAL EM PORTUGAL, pensei eu, e o voo efectuar-se -ia no dia 23.
Não entendi e dirigi-me ao Aeroporto de Pedras Rubras, ao balcão da Ryanair.
Aí, a muito simpática, e diga-se em abono da verdade, quase bonita funcionária, informou-me que a Companhia de Aviação, não poderia fazer de outra forma já que, a
Greve dos Controladores Aéreos Portugueses marcada para o dia 24 de Novembro,
o dia da Greve Geral em Portugal, jornada de luta dos trabalhadores contra este Governo que os oprime,
começa às 22h do dia 23.
E assim se luta pela saída da crise em Portugal.
Isto só pode acabar mal … Muito mal!
Nigel Farage, deputado Europeu Britânico, fala da inevitabilidade da falência e saída do euro da Grécia, Portugal e da Irlanda; do resgate dos bancos; do plano de criação dos Estados Unidos da Europa e da entrada da Sérvia na Zona Euro.
Dois jogos fora, duas derrotas.
Não estamos habituados a isto. Jogamos mal e perdemos bem.
E não vale a pena dizer que é por falta de Falcão.
É só por falta de qualidade. Da equipa do ano passado, só muda um atacante e um treinador. As ilações não são difíceis de tirar.
Numa exibição paupérrima, onde não criamos uma oportunidade de golo, tivemos a sorte de arrancar um pénalti, empatamos, e deixamos logo no minuto seguinte, que num contra-ataque ficassemos a perder de novo.
É a primeira vez que uma equipa Portuguesa perde com uma Cipriota.
Nada está ainda perdido, mas pouco falta. Por este andar ainda vamos parar de novo à Liga Europa.
A viagem à Ucrania ditará tudo.
Laranja é a cor com que decidiram pintar-nos hoje.
Vai chover, vai descer a temperatura, vai ventar. Tudo coisas que desconhecemos e que, como bons educadores, os senhores do Instituto de Metereologia fazem o favor de nos ensinar.
Para hoje, o IM prevê para o continente céu geralmente muito nublado, em especial por nuvens altas, nas regiões Norte e Centro, períodos de chuva ou aguaceiros nas regiões do Sul, vento fraco, sendo fraco a moderado do quadrante sul na região Sul, tornando-se gradualmente forte de sudoeste nas terras altas, com rajadas até 70 km/h a partir da tarde.
Pequena descida da temperatura máxima, em especial nas regiões do interior.
Para a Costa Ocidental prevêem-se ondas de oeste com três a quatro metros, sendo de 2,5 a 3 metros a sul do Cabo Raso.
As temperaturas máximas previstas são de 17º para o Porto, 20º para Lisboa e 22º para Faro.
Aqui no Porto, onde me encontro, o sol brilha, não venta e estão 20º de temperatura. São 11 da manhã. Como estamos pintados de laranja, segundo grau de alerta, penso que o melhor é não sair de casa, não vá o diabo tecê-las. Tenho receio!
Todos os anos, faça frio ou faça calor, as recomendações repetem-se, conforme dei conta aqui e também aqui, para além de o ter feito em outras diferentes alturas, pelo que tenho de concluir que somos um povo estranho, que não consegue aprender o que fazer nas mais diversas circunstâncias.
Será que lá para o Norte desta Europa que nos (des)une, estão todos com alertas vermelhos elevados a uma qualquer potência?
Das desilusões que a nível geral me tens provocado, talvez que por falta dos meios que não tens para gerir convenientemente tão grande Ministério, não vou falar agora.
Foste para mim, uma lufada de ar fresco na habitual politiquice Nacional, com aquela coisa de “chamem-me Álvaro, que eu gosto”.
Não é que eu entenda que os gajos todos te devam chamar assim, afinal sempre és Ministro e mereces um bocadinho de respeito, mas nós, os que em ti votamos e acreditamos (sim, que embora ninguém soubesse que irias ser tu o eleito na altura das votações, os votos devem ser-te extensivos à posteriori) podemos e devemos tratar-te como assim o queres. Somos uma espécie de amigos do peito. Os outros que te tratem por Senhor Ministro.
Mas hoje, Álvaro, meu amigo, fiquei a saber que tens desrespeitado os meus outros amigos e conterrâneos, e porque para além de amigos como tu, são conterrâneos, passam à tua frente, como facilmente entenderás. E, diga-se em abono da verdade, fiquei um bocadito aborrecido contigo. Fiquei sim, fiquei! [Read more…]
GREVE GERAL
Deus nos valha!
Segundo alguns “heróis”, é mesmo disto que Portugal precisa.
Haja pachorra!
Agua engarrafada, beba da torneira
refrigerantes, beba água
congelados e refeições prontas, coma produtos frescos e faça as suas refeições
espectáculos, vá menos vezes
restaurantes, vá menos vezes ou escolha os “low cost”
frutas e conservas, coma fresca
óleos e margarinas, use azeite e manteiga
etc.
aprenda a poupar e a fazer você mesmo, vai ver que resulta
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ISALTINO PERTO DO FIM?
O senhor Isaltino, o do sobrinho rico e taxista na Suiça, e também o que foi preso e solto em menos de 24horas, e de quem já falamos várias vezes, está a passar, coitado, um mau bocado.
Amado de todas as maneiras e feitios pelos seus munícipes, está em vias de dar com os costados na pildra por dois anos.
Claro que não vai ser bem assim, mas são as notícias que correm. O homem tem muitos e bons advogados a tratarem dos seus assuntos na justiça.
Agora, o Tribunal Constitucional rejeitou o recurso que este senhor tinha “metido”, e, apesar de ainda ter alguns dias de folga, tudo leva a crer que vai voltar aos calabouços.
Esperemos mais uns dias para ver no que isto dá, já que até há quem diga que a população de Oeiras não vai permitir que o senhor Isaltino vá preso, prevendo-se greves de fome, cortes no trânsito, manifestações mais ou menos pacíficas e, pasme-se, até há quem se proponha ir diariamente à prisão levar-lhe faisão e chouriças de sangue e alheiras e presunto e…e…e…, no caso de não conseguirem evitar que ele vá de cana.
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Alberto João teve uma votação abaixo dos 50%.
Uma vergonha para o líder do PSD Madeira.
Demita-se senhor Jardim, mesmo com esta maioria absoluta.
Parece que é assim que todos os partidos do Contenente entendem que deva ser.
Há pessoas para quem é difícil parabenizar (como diz um amigo meu) alguns dos que ganham.
Agora mais a sério,
PARABÉNS SENHOR JARDIM, AINDA NÃO FOI DESTA QUE O PUSERAM NA RUA!
Parabéns também para o CDS que teve uma votação histórica.
Derrota em toda a linha para todos os outros partidos concorrentes.
Não importa de que modalidade falemos, quando falamos do FCPorto, falamos de troféus conquistados.
Desta vez falo de Basquetebol, como antes falei de Hóquei, Bilhar ou Andebol, e noutras alturas do muito mais mediático Futebol.
Em Vagos, o CAB Madeira veio defrontar o FCPorto para apurar o vencedor da Supertaça de Basquetebol.
Com naturalidade os portistas venceram por 76-62, sendo este o primeiro trféu da presente época.
“O pecado da Madeira foi saber aproveitar a autonomia de quem quis continuar a ser português”Jardim entende que “o pecado da Madeira foi saber aproveitar a autonomia de quem quis continuar a ser português” no processo depois do 25 de abril.
“Porque não optámos pela independência, mas por ser portugueses, embora com autonomia própria”, frisou, acrescentando que, “se calhar, Lisboa ficou aborrecida com isso. Se pudesse queria entregar tudo. Ia a Madeira, Açores e as Berlengas”.
Para Jardim, “o pecado da Madeira foi primeiro ganhar autonomia política, quando as antigas colónias romperam com Lisboa”, acrescentando que o Estado português “continuou a mandar-lhes dinheiro de graça”.
Mencionou que “Angola tem petróleo, ouro e diamantes, mas Lisboa continuou a mandar-lhes dinheiro e a pagar dívidas”.
Referiu mais uma vez que decidiu aumentar a dívida da Madeira para evitar que a região parasse, destacando que esta “tem património. Tem ativos. Não comeu e bebeu o dinheiro. Não gastou em subsídios. Não está como as empresas públicas, que só têm coisas velhas no seu património”.
O candidato do PSD-M questionou “por que é que o Estado português continua a esconder a quantidade de dinheiro que direta e indiretamente dá às colónias desde 1974 e só fala da Madeira?”, justificando a pergunta com o argumento de que o Governo Regional “pôs tudo clarinho cá fora”: onde estão as dívidas e onde gastou o dinheiro.
“Onde está a dívida direta do Estado?”, interrogou.
O senhor Presidente da Câmara de Oeiras já foi jantar com amigos e familiares. Consta que, por causa destas quase 24horas de detenção, se sente muito fragilizado e com uma enorme vontade de comer umas alheiras de caça regadas com um tinto velho e também um arroz de perdiz de cabidela.
Quem ficou a perder foi o cozinheiro já entretanto contratado, que habita o apartamento 245 da ala 3, que até já tinha começado a fazer encomendas de ingredientes de primeira qualidade.
O Tribunal de Oeiras decretou a libertação imediata de Isaltino Morais com base no princípio “in dubio pro reo” (em caso de dúvida, decide-se a favor do réu).
A decisão de libertar o senhor Isaltino foi tomada pela juíza Carla Cardador depois de uma reunião com o procurador do Ministério Público Fernando Gamboa.
Consta ainda que ninguém sabe o que se anda a fazer. Por um lado os que o mandaram prender, por outro os que o mandaram libertar.
Isto vai de mal a pior, ninguém se entende e nós, o povo aparvalhado deste país, não entende ninguém. Para além disso, a imagem da Justiça sai daqui ainda mais beliscada.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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