
Michael Jackson, Frank Sinatra, Elvis Presley, Ella Fitzgerald, Count Basie, Ray Charles, Duke Ellington e Dizzie Gillespie passaram-lhe pelas mãos. Entre tantos e tão influentes outros. Fica para a história como um dos grandes obreiros da música do século XX, mas a sua influência continuará a fazer-se sentir até já nenhum de nós estar cá. Well done, Quincy Jones. RIP.









Quando a emigração é muita, há fortes possibilidades de que o país não ofereça o suficiente aos seus cidadãos, que, naturalmente, irão procurar no estrangeiro aquilo que a pátria não tiver.




















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