Sugestão de prenda de Natal

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Uma bela cortina de chuveiro. No cartão, além do tradicional Feliz Natal, opte por uma assinatura diferente: Norman Bates.

Se a prenda for oferecida a uma mulher, ainda melhor.

ele vem aí, música para o solstício de inverno: the dodos

The Dodos – Winter

Em astronomia, solstício é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador.

Goodnight my love, you seemed so nice 'til I knew you better
Now I can tell you're always thinking twice about what might be better
On the outside, there's no conscience, you're a victim of your cautiousness
You don't try, you just lie there hoping that someone will come to make it right

A máquina do tempo: Ponto final nas buscas dos restos mortais de Federico García Lorca – o poeta não foi sepultado no lugar de Alfacar (Granada)

Aspecto que apresentava ontem a zona onde se julgava estar sepultado Federico García Lorca, no lugar de Alfacar.

Ontem, chegou ao fim a busca dos restos mortais de Federico García Lorca. Utilizando meios sofisticados de detecção, durante cinquenta e um dias, foram procurados no local onde, desde há 73 anos, se julgava estarem enterrados. Fontes ligadas à busca, concluíram «Não se encontraram restos humanos. A partir de agora ter-se-á que escrever a história com dados científicos. Acabaram-se as especulações» (…) «escavou-se a terra até ao limite do possível». Na última vala onde se procuravam os restos do poeta, foi encontrada uma rocha com o que parecia ser impactos de bala. E isso deu alguma esperança.

Porém, o veredicto final foi ontem emitido: «Não se encontraram restos humanos. Há evidências científicas de que nunca houve enterramentos nesta zona» (…)«Não apareceu nem um só osso, nem roupa, nem cápsulas de balas. O terreno foi visto palmo a palmo». Francisco Carrión, arqueólogo-chefe das escavações, sentenciou a questão: «A possibilidade de ali haver alguma coisa não é nenhuma. Nem um grama de informação», [Read more…]

O próximo e todos nós

O palhaço

Jornal de Notícias – 2009-12-14

http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=M%E1rio%20Crespo

“O louco tem-se por sábio, mas o sábio sabe que ele é um louco.” (William Shakespeare)

O que Mário Crespo descreve aqui tão magistralmente não só diz respeito a Portugal mas a toda a União Europeia e meio mundo, sobretudo aos EUA. Vale a pena ler, é profundo e divertido ao mesmo tempo.

Todavia, quando Mário Crespo, concluindo, escreve

“(…) Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples. Ou nós, ou o palhaço.”

falta diferenciar o seguinte: os nossos sociosistemas, devido a causas conhecidas, viraram às avessas. Isto é um facto. Tendo a sociedade esquecido como vencer a unidade polar (dualidade) entre os antagonistas inseparáveis e indispensáveis, o “sério” e o “palhaço”, ela ficou de índole “palhaça” no seu todo. É daí que resultou o grave desequilibrio da sociedade do qual todos nos ressentimos cada vez mais.

Quanto à forma de nos livrarmos do “palhaço”, porém, é preciso muito cuidado. Como ele faz parte do sistema, qualquer tentativa de irradiá-lo é inútil e levar-nos-ia pelos caminhos de George W. Bush de má memória. Portanto, não adianta tentar identificar, prender ou eliminar os “palhaços”, pois isto levaria a uma sociedade cada vez mais dividida que entrará em confrontação violente aberta. Basta retirar-lhes o “pio”, o poder. (Que alguns cidadãos que, sob o reinado do “palhaço”, cometeram crimes puníveis pela lei, tenham que ser julgados é natural mas não prioritário. Fica para depois porque as penas impostas em tempos de “palhaço” são…”palhaças). [Read more…]

É fartar, vilanagem!

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Definitivamente, a localidade de Paredes – e o pateta PSD lá do sítio– parece estar a tornar-se num local mal frequentado. Diz-se por aí que o edil perdeu a cabeça e resolveu comemorar não se sabe bem o quê e quem, erguendo um pau de bandeira com perto de cem metros de altura. Logo a correr, veio o senhor da tutela manifestar o seu apoio a tal iniciativa, exactamente no momento em que o governo pede sacrifícios e contenção nos gastos. [Read more…]

Arsenal de Braga

O Braga ganhou o solstício do Inverno.

Em primeiro lugar desde a 1ª jornada.

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Estou a gostar deste campeonato.

FutAventar – Braga…

…O Campeão de Inverno 2009.

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Pois tá claro!

O Bastonário da Ordem dos Médicos tem toda a razão: corre-se o risco de haver excesso de médicos em Portugal. E é fácil de ver isso em qualquer centro de saúde. Mesmo naqueles que não têm médico de família. Ou nos hospitais em que o médico fala em galego.

O problema em Portugal não é a falta de médicos, mas sim o excesso de doentes.

Há doentes a mais, meus amigos.

Não foi à toa que se introduziu “taxas moderadoras” já no tempo dos governos de Cavaco Silva, porque já então se percebeu que era preciso moderar o povo que tinha a mania de ir para os hospitais fazer exames, cirurgias e afins.

Isto não pode ser!

É como a Justiça: ela funcionaria bem melhor se não fossem tantas pessoas e empresas a recorrer a ela. Por isso se está a desviar os assuntos paras as conservatórias, para os notários, julgados de paz e afins. Para libertar os tribunais dessa gente que vai para lá atafulhar tudo com processos só porque alguém lhes deve dinheiro, ou porque querem partilhar bens comuns, ou porque lhe deram nos olhos, ou seja lá pelo que for.

Há doentes a mais.

Há gente a pedir Justiça a mais.

A continuar assim, vai ser necessário começar a exportar mais gente para o estrangeiro, pois a emigração forçada pelo alto desemprego que vivemos não parece chegar…

É Natal, pá!

É usual serem aplicadas sanções económicas ou boicotes a países cujos regimes violam os Direitos Humanos, ou desrespeitam imposições da ONU, ou por outra razão “qualquer”.

Até nós tivemos em Portugal uma campanha para que não se comprasse produtos feitos na Indonésia porque ocupava ilegitimamente Timor.

Curiosamente hoje já não nos importamos, por exemplo, que constantemente sejam executados chineses. Aliás até se dá benefícios fiscais ao comércio chinês. E, acrescentando o facto de venderem de tudo mais barato do que no comércio tradicional, percebe-se como não há terra que não tenha a chamada “loja dos chineses”.

Que diabo, sempre vendem produtos mais barato. E para quem tem de (sobre)viver com pouco, até mesmo essa coisa da qualidade de que tanto falam os nossos políticos, são para carteiras que não da maior parte do pessoal. Porque a qualidade importa algo que não é lá muito compatível com o nosso nível de vida: encarece.

Também não nos preocupa que a China seja um dos maiores poluidores do planeta que habitamos (embora o Tio Sam continue a liderar). Queixamo-nos que as radiações estão no auge, que sofremos com isso, mas barato é barato e em tempos de vacas magras há que fazer pela vida.

Em Copenhaga, a China até se diz muito preocupada com a defesa do ambiente, e que tem levado a cabo um enorme esforço para reduzir os níveis de poluição. Imagino mesmo que venha a curto/médio prazo a substituir os fuzilamentos por enforcamentos que têm um impacto ambiental menor ( a começar em sede de poluição sonora).

Assistindo ao corrupio das compras de Natal, entre grandes superfícies e o comércio tradicional, é fácil de ver que nas secções de brinquedos, os carros comandados e as bonecas feitos no oriente não dão hipótese aos brinquedos europeus. Até mesmo porque pelo preço de um ou dois brinquedos europeus compra-se, do oriente, tudo para filhos e sobrinhos e canalhada em geral. E mesmo grandes marcas ocidentais, de ambos os lados do Atlântico, produzem os seus artigos na China.

Nestes momentos, as teorias da defesa dos Direitos Humanos, do ambiente e da aposta na qualidade para vencer os desafios do futuro, ganham contornos de ridículo.

Só uso o pé direito para andar


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Ele há dias assim. O bloguista refractário e preguiçoso, levanta-se bem disposto e finalmente decide interromper um longo e imperdoável silêncio.

Na véspera, exausto, entrou tarde e apressado em casa. De fugida beijou a mulher, cheirou o perfume do tacho, fez uma festa ao cão, abriu uma cerveja e sentou-se na cova do sofá. Pegou no comando e acalmou. A primeira parte ainda não tinha acabado. Mas, porque o vício é maldito e o  zero a zero persistia, puxou de um cigarro. A mão esquerda –  o bloguista é canhoto – ensaiava ainda a trajectória que lhe levaria o lume do isqueiro à ponta do paivante, quando o puto, também canhoto, na esquina direita da área maior do lado esquerdo da defesa, bateu no esférico, com o lado direito da bota esquerda. A bola, tão caprichosa como o puto, descreve um duplo arco, na horizontal e na vertical. Bate no relvado maltratado, trai o crédulo keeper e aloja-se nas malhas laterais do segundo poste. Era o primeiro. O bloguista, mais tranquilo foi pôr a mesa que a mulher reclamava. Disfarçou o melhor que soube a pressa do comer. Dispensou a sobremesa e urgente, pediu licença.

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O capitalismo é reformável?

Copenhaga levanta muitas questões, uma delas é esta. A que título as geraçõess vindouras e os povos que ainda não alcançaram o bem estar, estarão preocupados com este sistema, que se mostra injusto, poluente, mas o único que cria riqueza acumulável?

O que se vê é que as gerações jovens consomem muito mais do que a minha geração, o que não impede que todos estejam a favor do ambiente, contra a destruição do planeta.

A verdade é que, ou há alguem capaz de renunciar ao consumo, a este nível de consumo, ou então a saída é o sistema, destruindo, ser capaz de inventar formulas e conceitos que só o desenvolvimento da tecnologia e da ciência permitem. Acabamos com o desenvolvimento assente no petróleo, por esgotamento deste, mas a tecnologia das pilhas, por exemplo, permite manter o modo de vida com vantagens ambientais. Mas antes da existência das pilhas ninguem acredite que os automóveis vão deixar de entrar todos os dias na cidade.

Aqui não funciona o altruísmo nem a solidariedade, funciona o consumo e o bem estar, por isso, não vale a pena fazer de conta que o problema é do sistema.

Mas, por outro lado, coloca-se a questão. Mas, então, o capitalismo é a fase final do desenvolvimento da Humanidade? Está tudo inventado com o capitalismo? Não há formulas alternativas mais justas e mais equilibradas social e sustentavelmente?

O que está á frente dos nossos olhos em Copenhaga, como já todos perceberam, é os países que estão acomodados a guardar o seu quinhão, e os países em vias de desenvolvimento a precisarem de poluir mais para chegarem aos níveis de bem estar que a sua população exige!

E a verdade é que não se vê alternativa, a não ser talvez, o bom senso! Nós todos, os que poluem mais deixar de poluir tanto, para que outros possam poluir um bocado. É isto, uma saída sustentável? Não é! A população que espera a sua vez é muito mais numerosa que a que goza previlégios de bem estar. É a tecnologia e a ciência que irão abrir novos caminhos sustentáveis e menos poluentes?

Ao fim de todos estes anos de procura de novos sistemas de produção e repartição, onde estão as alternativas?

Deixem-se de mariquices, e tratem mas é das coisas sérias

Em relação à instituição casamento estou de acordo com o Ricardo Teixeira: “Não consigo deixar de olhar para o casamento como o mais balofo património da heterosexualidade e o mais tolo acto de sexismo militante.”

Em relação ao casamento gay estou-me igualmente nas tintas. Acompanhei no seu início alguns dos primeiros movimentos de defesa dos homossexuais enquanto absoluta minoria, humilhada, perseguida, causa com que evidentemente estou. Agora há prioridades e patitices. Prioridade é por exemplo isto:

Gays, travestis e transexuais condenados à prisão em Belo Horizonte ganharam uma ala especial na penitenciária masculina de São Joaquim de Bicas. Aberta há um mês, a ala permite, por exemplo, que as travestis e as transexuais mantenham os cabelos compridos, o que não podia ser feito em presídios comuns. A ala ainda está em fase experimental e já conta com 37 presos. Além de valorizar a autoestima dos presos, a ala também prevê a diminuição da violência e a preservação da saúde, já que os homossexuais são as principais vítimas sexuais das prisões.

Sucede que nestas causas também há classes. E os movimentos LGBT não parecem estar preocupados com o que se passa nas penitenciárias, lugar por excelência onde vai parar o pobre (e aliás os pobres mesmo pobres,não se casam, que custa dinheiro, juntam-se). Ainda me desperta uma vaga solidariedade contra a estupidez humana a entrada em cena da ICAR e demais reaccionários defendendo a família, dizem eles, como se esta fosse una, a tradição como se o casamento de hoje tivesse alguma semelhança com o de há 50 anos, no seu eterno absolutismo somado à abelhuda mania de meter o nariz  no sexo dos outros. Só por isso se houver referendo como pelos vistos vai haver ainda sou capaz de ir votar. Só para chatear, que bem o merecem. E sinceramente, por muito que isso me estranhe, estou com estas cavacais declarações:

Interrogado se, então, o casamento entre pessoas do mesmo sexo não é para si uma prioridade, o Presidente da República reiterou que é com os «quinhentos e muitos mil» desempregados que está preocupado.

Com esses e com os que são enxovalhados por conta da sua opção sexual também, mas isso já não se pode pedir ao homem que vai receber o Papa na condição de Presidente da República crente.

A menina Constança

Um dia, em Castelo Branco, apareceu-nos um carrão à porta do Liceu com uma passageira que, para nosso espanto, era uma aluna vinda de Portalegre, segundo se segredava. Aquilo, carro e menina a sair do bólide, deixou a maioria com os mesmos sintomas da Gripe Espanhola, que grassava então .

Era alta e grande, uma mulher para os seus 16/17 anos , nuito vistosa, vestia de maneira que a maioria de nós parecia um pedinte. E com a sorte muito própria que tenho, para mal dos meus pecados, teve que aterrar na minha turma.

Na minha turma vegetava o José Jacinto Beato, que tirava duas cadeiras por ano e o Pratas que ainda tirava menos, eram os mais velhos e os mais incorpados. Tinham mais dois, três anos que os normais, chamesmo-lhes assim, o que naquela idade é uma calamidade. Terceiro (no físico, que não na burrice) estava este vosso amigo que lá ía acompanhando os seus ídolos que namoravam e arranjavam uns bailes, numas casas do pai do Freixo (esse do pato que fala sozinho, o ventríluco da TVI).

Bem, o nosso professor, Moura Pinheiro, (o tio-avô da jornalista, segundo julgo saber) homem de muitas idades, com o seu ar de quem nem todos os dias batia bem a bola, vá de reunir os três para a conversa a querer saber qual de nós namorava a menina Constança. Que não, nenhum de nós namorava, se nos viu a acompanhá-la era só isso, companhia. Pois sim, pá, quero ver qual de vós é que a “engata” e relatórios frequentes acerca do assunto.

Bem, por aquelas alturas havia os exames, e se na maioria o copianço resolvia a questão, nas orais, e a Inglês, era quase intransponível. Derrotado por esta dificuldade incontornável, pára o carro do Dr. Moura Pinheiro e dá-me uma boleia até ao Liceu. Então, pá, como vai a menina Constança ? E eu ó sr. dr, isto anda mal, agora vou para a oral de Inglês e é chumbo certo. De Inglês? é pá, eu sou o presidente do juri, diz-me o professor, e eu habituado ao desenrascanço, vi logo ali uma hipótese. Ó sr dr. podia ajudar-me, eu estudei bem aqui uns textos e o sr dr. escolhe um destes que eu li com mais cuidado. Qual?, pá? pode ser este dos desportos (ele ao fim de semana ía ver os jogos do Benfica e Castelo Branco, e eu era jogador do BCB).

Eh, pá, lês aquilo bem, pergunto-te qual é o desporto que praticas, se conheces outros desportos, por esta ordem, e andou…olha para mim, com ar maroto e eh, pá, tens que me contar como é isso dos bailes com a menina Constança.

Li o texto com impecável pronúncia Londrina, não percebi mas respondi às duas perguntas, e pode sentar-se, já cá cantava mais uma disciplina, com grande desespero do Beato e do Pratas que chumbaram mais uma vez.

E quanto à menina Constança ? Nunca lhe toquei o que não impediu a descrição de uns tangos “à maneira” braço enroscado na cintura delicada e ” cara na cara” à Buenos Aires!

PS. dedicado ao Beato e ao Pratas que já cá não andam.

Convite – cidadãos por Lisboa

CONVITE A TODOS OS AMIGOS DO JARDIM DO PRÍNCIPE REAL

QUE FUTURO PARA O JARDIM DO PRÍNCIPE REAL

PARTICIPE NA SESSÃO PÚBLICA A REALIZAR HOJE 6ª FEIRA, 18 DE DEZEMBRO, DAS 21H00 ÀS 23H00, NO AUDITÓRIO QUINTANILHA, DA FACULDADE DE CIÊNCIAS DE LISBOA, COM ENTRADA PELA PORTA DO JARDIM BOTÂNICO, À ESCOLA POLITÉCNICA.

CONVIDADOS OS EX.MOS SENHORES:

PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA, DR. ANTÓNIO COSTA;

VEREADOR DOS ESPAÇOS VERDES DA CÃMARA MUNCIPAL DE LISBOA, DR. JOSÉ SÁ FERNANDES;

PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO FLORESTAL NACIONAL, ENGº AMÂNDIO TORRES;

DIRECTOR DO IGESPAR DR. GONÇALO COUCEIRO.

PRETENDE-SE COM A SESSÃO DISCUTIR DE FORMA ABERTA, ESCLARECIDA E CIVILIZADA O PROJECTO EM CURSO NO JARDIM DO PRÍNCIPE REAL, EM ESPECIAL, COMPREENDER QUE FUTURO DEVE ESTAR RESERVADO AO JARDIM DO PRÍNCIPE REAL.

 

Pobre José, é difícil estar à altura de Deus

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A igreja (anglicana) de St Matthew-in-the-City, em Auckland, Nova Zelândia, decidiu, para lançar uma discussão sobre o dogma da imaculada conceição, afixar este cartaz defronte do seu edifício.

“O que estamos a tentar fazer é obrigar as pessoas a pensar mais sobre tudo o que o Natal representa. Trata-se de um Deus masculino que enviou esperma para uma criança poder nascer, ou é antes sobre o poder do amor numa figura vista e representada através de Jesus?”

Naturalmente já foi alvo de diversos ataques, por palavras, com tinta  e à navalhada.

Fundamentalistas todas as religiões os têm. E quando ouvem falar de sexo puxam sempre de pistola. Eu diria que ofensiva é a ideia de práticas de bestialidade com uma pomba, mas isso sou eu que nem gosto de pombas nem acredito no Espírito Santo.

O mistério de um inocente convite

O mistério de um inocente convite (suspense final)

 -Em conclusão: creio que o melhor é marimbarmo-nos contra os mandamentos da santa madre igreja e fazer a mesma merda que eles, qual fidelidade qual gaita, qual adultério qual carapuça, qual até que a morte nos separe! Encontros secretos só de mulherio, ou então uma greve geral, uma nega geral, como manda a força revolucionária tão característica do nosso povo.

 -Ouça lá ó senhora…senhora presidiária, a senhora nem parece que é deste mundo! A senhora nem parece mulher de marido, ou lá o que é! O que funciona para o homem não funciona para a mulher. E o que funciona para a mulher não funciona para o homem. Nunca ouviu falar dessas coisas…essa da nega geral…já viu?! Até faz rir! Eles vão esfregar as mãos de contentes, e facilmente vão virar o feitiço contra o feiticeiro!

 -Para além de ficarem sem as suas estritas e já estreitas obrigações, então é que não lhes vão faltar pretextos para outros encontros com o paradigma da modernidade! Nesta altura da natural e feminina ausência das regras, a ausência de regra faz a desregra e atira-os inevitavelmente para onde eles ainda vejam regras.

 A minha amiga presidiária que está atrás das grades por ter chamado filho da puta, de caras, a um grande político e gestor, que tem dois Bentley, tês vivendas e quatro apartamentos, quatro piscinas, cinco saunas, e uma filha muito feia, e que se abotoou com largos milhões de euros do erário público, aprendeu algumas coisas comigo. [Read more…]

A Central de Compras do SNS

Qualquer grupo empresarial tem como prioridade criar uma central de compras. As razões são óbvias, desde a compra de grandes quantidades com os descontos possíveis, até à certificação dos fornecedores, por razões de qualidade e de cumprimento de prazos.

Estas centrais de compras podem ser uma plataforma informática, onde as várias instituições carregam as suas necessidades, por produto, quantidade, prazos e, com muito pouca intervenção humana, prepara os dossiers para decisão.

No que diz respeito ao Serviço Nacional de Saúde, com tantos hospitais e centros de saúde, a poupança ronda, seguramente, milhões de euros. Oitocentos milhões, segundo o economista que estudou a questão. É mesmo incompreensível que esta estrutura nunca tenha sido criada, embora se perceba os muitos interesses agregados, contudo o Estado não tem que os alimentar .

Espera-se agora que não seja um pretexto para encher com mais uns boys e girls, e que não inventem, porque esta solução está há muito implementada nas empresas e basta seguir as boas soluções. Ao nível do fornecedor as vantagens tambem são muitas porque pode programar as suas produções em grandes quantidades, com os respectivos custos bem mais baixos. Acresce as entregas, o embalamento, tudo concorre para que haja um enorme corte nos preços, com vantagens para todos.

Quanto vale o Vale do Tua

No debate realizado pelo Movimento Civico da Linha do Tua, a 17 de Janeiro de 2009, Livia Madureira, professora auxiliar da UTAD, explora a questão “Quanto vale um Vale Natural?” na medida em que ele é constituído por elementos visíveis (e economicamente valorizáveis) mas também por muitos elementos que não são habitualmente contabilizados.

O Vale do Tua vale pouco quando usamos os indicadores habituais, por exemplo pessoas, riqueza, centralidade“, aliás pode comparar-se o território a uma pequena cidade com população envelhecida e pouca actividade económica, sendo a que existe relativamente frágeis (agricultura e serviços públicos)

Para além disso é uma comunidade com pouca voz na medida em que o território está fragmentado por diversas unidades administrativas, e para haver uma abordagem integrada ao nível do vale é necessário que os 5 concelhos cooperem entre si.
Finalmente, no cenário de construção da barragem, a discussão a seguir é saber se se vão fazer barragens como se faziam há 50/60 anos atrás e principalmente como vão ser definidas as compensações a atribuir.

A este propósito referiu que sob a o “chapéu” da Directiva de Responsabilidade Ambiental a criação de mecanismos de pagamento por utilização, ou seja pela extracção de recursos naturais seria uma medida natural a aplicar.

Podem descarregar o programa directamente ou subscrever o podcast através deste link .
Duração Total: 18:03

O passado presente na Ásia

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Há uns 17 anos, estava com uns amigos no River City Center de Bangkok, situado mesmo ao lado da nossa espectacular embaixada. Este centro comercial diferenciava-se da costumeira imagem que temos destes aglomerados lojistas, porque consistia numa verdadeira arca de tesouros. As muitas dezenas de estabelecimentos dedicavam-se exclusivamente ao comércio de antiguidades e objectos de decoração. O esplendor oriental, a recriação de réplicas perfeitas de Art Deco, esplendorosas árvores decorativas em dimensão real e construídas com ágatas e outras pedras semi-preciosas, as porcelanas, lacas, bronzes, jades e madeiras cheirosas, fazem-nos mergulhar nos luxos de outros tempos, coexistindo exuberantemente com peças do mais atrevido e depurado design de gosto ocidental É o melhor centro comercial que já visitei e sempre conta com uma visita minha, para “ver as novidades” que me são tão caras.

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A máquina do tempo: onde está sepultado Federico García Lorca?

Este poema, um dos mais conhecidos de Federico García Lorca, descreve o ambiente trágico que rodeia uma tarde de touros. O autor do vídeo aplicou as palavras do poeta à tragédia da Guerra Civil de Espanha em cujo vórtice o autor de «Romance sonâmbulo» (a que o poema pertence) seria implacavelmente sugado.

Tinha prometido dedicar um destes textos ao grande poeta andaluz e hoje a nossa máquina vai começar a visitar a vida de um grande escritor, uma das âncoras da língua castelhana – Federico García Lorca. Chegou a altura de pagar essa dívida. Embora, neste primeiro texto, digamos que vou abordar, não propriamente a sua vida, mas as incidências da sua morte. E faço-o com a pergunta: onde está o corpo de Lorca? [Read more…]

Um castigo severo para as bestas

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Que espécie de monstro é o cabrão que espetou 50 agulhas dentro do corpo de uma criança de dois anos? Havia agulhas metálicas espalhadas pelo tórax, abdómen e pernas, uma delas perfurou um pulmão.

Conheci o caso ontem, bem cedo. Mas as informações eram ainda superficiais e não se sabia ainda o que estava na origem deste caso insólito. Aguardei. Os exames mostraram que as agulhas não podiam ter entrado no corpo por acidente. Havia algo mais.

Agora sabe-se que foi o padrasto da criança que colocava as agulhas no corpo da criança. Não por um qualquer estranho tratamento por acupunctura mas por vingança da mulher e mãe do menino e por querer deixa-la por uma amante.

O cabrão foi ajudado por duas mulheres, sendo que uma delas faria parte de uma seita religiosa, de bruxaria ou alguma merda do género.

A criança está internada nos cuidados intensivos e os médicos analisam agora quais as agulhas que podem ser retiradas sem causar danos e quais as que serão deixadas dentro do organismo do menino.

Quanto aos energúmenos em causa, oxalá tenham o devido castigo.

Os constitucionalistas não gostam dos gays…

É só olhar para a sua interpretação :

Jorge Miranda : “A Constituição define o casamento como uma união heterossexual”

Paulo Otero : O PR tem vários argumentos para enviar o diploma para o TC”

Manuel Costa Andrade :” O PR pode legitimamente ter dúvidas quanto à constitucionalidade do casamento homossexual”

Jónatas machado : ” enviar a proposta para o TC é uma forma inteligente do PR passar a batat quente para o tribunal”

” O facto de a Constituição estar alinhada com a Declaração Universal dos Direitos do Homem, que consagra o direito ao casamento entre homens e mulheres,” é um dos argumentos de Jorge Miranda e Paulo Otero.

Paulo Otero diz ” que os heterossexuais têm direito à exclusividade no uso do termo “casamento” – e a não serem confundidos com o vínculo jurídico homossexual.”

Costa Andrade alerta que quando foi feita a “Constituição portuguesa o termo “casamento” remetia para a união entre homens e mulheres. Assim, não basta mudar a Lei, mas tambem a Constituição.”

Jorge Miranda : ” A Constituição define o casamento como uma união heterossexual, pois um dos seus pressupostos é a filiação”

Paulo Otero : O diploma será sempre inconstitucional”

Mais do que um problema jurídico é um problema de sociedade.

Carta ao Pai Natal v3.0

Querido Pai Natal,

Gostaria de rectificar o pedido de presente de Natal que te enviei por e-mail. Sei que é a terceira vez que o faço, e peço-te desculpa por isso.

Primeiro, foi o leitor Blu-ray, que te tinha pedido para poder ver os vídeos do caso Freeport em alta definição.

Mais tarde mudei de ideias, é verdade, quando passei a pedir-te um leitor MP3 (era um iPod touch, lembras-te?) para poder ouvir as escutas do caso Face Oculta com a maior qualidade possível.

O facto é que, por muito que me custe, queria mesmo fazer-te um novo pedido. Não por imitação, não por inveja, mas por mera inspiração, sabes? É que li recentemente algo que me fez abrir os olhos e ver claramente o que realmente quero, o que realmente me faz falta.

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O pai natal é do benfica, já sabíamos, assim até dá mais gozo

Nomear o Calabote Baptista para o joguito de Domingo, somado a um campo onde, viu-se agora, passou um cortador de relva tipo manada muito certinha de elefantes pelo corredor central, é típico da época e da boçalidade do actual treinador do clube que disputa o campeonato lisboeta.

Na falta de melhor são sempre formas de criar à partida alguma igualdade entre as equipas, num jogo pós Di Maria, e já agora que se despediu com um golo com letra no alfabeto gostei de ver este puto jogar por cá, antes de ser vendido a baixo preço sabe-se lá para que campeonato.

Alguns milhões de portugueses alimentam assim veleidades, devaneios,  a esperança que falecerá antes do peru e do bacalhau que se queria seco ao sol, antes da demolha e cozedura solsticial.

Não havia necessidade, que o Sport Lisboa leva esta temporada bom avanço sobre o outro Sport. Nem a há, porque o ano civil vai passar com o grande Braga à frente, e o FCP a ter de pensar se este até não será um bom ano para ganhar a 3ª Liga dos Campeões, e deixar-se ficar no 2º lugar local. Tanto o actual treinador como o próximo o merecem.

Feitas as contas, o hexa batia a seguir certinho com a reposição da verdade estatística (quem ganhou mais campeonatos) e histórica (quem os mereceu) no futebol lusitano, como dizem os gajos que ainda pensam que o Viriato era pastor e português. E que tudo decorra com tranquilidade, normalidade, e Paulo Bento volta como comentador de jogos, já temos saudades tuas, a sério, ouvir-te hoje em dia com o Jesus de goela aberta é um poema.

O encenador

Com os factos e as verdades que foi varrendo para baixo do tapete a virem à luz do dia, Sócrates encena factos políticos que nada têm a ver com a situação do país.

Um a um os países vão tomando consciência da situação gravíssima a que se chegou e tomam medidas dolorosas, absolutamente necessárias para enfrentar a crise, que em todos os casos subjaz à crise internacional. A crise estrutural há muito que está instalada, a crise de cada um dos países, essa, é que vem à tona, enquanto a crise internacional desaparece. Quem tem dúvidas veja como o desemprego cesce à medida que as empresas fecham.

Em Portugal, acossado pelas políticas que teimosamente implementou nos quatro anos de poder absoluto, Sócrates tenta fugas para a frente, como os faustosos megaprojectos que custam o dinheiro que não temos, e encena o casamento gay e a regionalização, com a esperança que seja essa a agenda política.

A verdade é que o casamento gay é inconstitucional, não sou eu que o digo, são os constitucionalistas “pais” da Constituição e vai morrer na praia do Tribunal Constituicional. Virão as acusações costumeiras que o não deixam governar, numa tentativa de virar a comunidade gay contra a oposição.

A seguir vai encenar a “regionalização” num momento em que não se reunem as condições políticas para tal discussão. Não só não constitui uma questão central (essas ,infelizmente, são as económicas) como a oposição não vai embarcar em mais uma “palhaçada política”, quando não se vê como se vai consultar a população, (que já disse uma vez não,) e saída de um periodo eleitoral prolongado, a que acrescem custos financeiros imensos que o país não tem .

Convem lembrar, que para além dos méritos que a regionalização traz, a sua implementação tem custos políticos e financeiros imensos, muito maiores do que qualquer outra eleição, até porque nas outras o investimento inicial já está feito.

Estamos, pois, na encenação do quadro final, sem apoteose e sem chamada à boca de cena!

O casamento «gay» na Constituição da República

Pois bem, meu caro Luis, vamos a factos.
O artigo 13.º da Constituição da República Portuguesa, «Princípio da Igualdade», refere expressamente, no seu ponto 2, que «ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.»
Por sua vez, o artigo 36.º, «Família, casamento e filiação», refere expressamente, no seu ponto 1, que «Todos têm o direito de constituir família e de contrair casamento em condições de plena igualdade.» Não há qualquer referência na Constituição, nem nesse ponto nem em qualquer outro do articulado, que mencione a expressão «sexos diferentes».
O artigo 1556.º do Código Civil, esse sim, refere expressamente que o casamento é «o contrato celebrado entre duas pessoas de sexo diferente».
Ora, como sabes, a Constituição tem um valor mais alto do que o Código Civil. E todas as normas deste têm de respeitar a Lei fundamental do país, algo que não está a acontecer. Mudando-se esse artigo do Código Civil, fica tudo como manda a Constituição.
Não são opiniões, são factos.

nÃO sEJAS dURO dE oUVIDO – dEZ/09 – #2: XX

Continuando a prometida saga do Best-off de 2009, hoje trago aqui ao Aventar os  XX.

Caros leitores, estamos perante uma das melhores obras dos últimos anos e uma das melhores estreias de sempre. Como definir a música dos XX? Sinceramente, não sei. Alguns apontam para rock alternativo minimalista…e quem sou eu para concordar ou discordar. Só sei que nada sei, dizia o outro. Só sei que nunca ouvi nada do género, digo eu. Bastante originais.

Este seu primeiro trabalho, de nome “X”, foi publicado no passado mês de Agosto e vale bem a pena ouvir. Ora experimentem:

O casamento rosa é inconstitucional

O casamento gay é inconstitucional, tal como reza a Constituição Portuguesa, que diz lá “o casamento é a união entre duas pessoas de sexo diferentes”. Esta leitura arrasta como óbvia evidência, o conceito de “filiação” e que os gays nunca poderão preencher.

E não é só na letra, é tambem no espírito, porque os constitucionalistas que a escreveram são unânimes em afirmar, que tal leitura decorre da letra e do espírito consagrados na ” Carta dos Direitos do Homem” e que a nossa Constituição acolheu.

E mais, há um direito constitucional que os heterossexuais estão a ver pisado, que é o de reservarem para si o conceito de “casamento” como trave mestra da sociedade em que querem continuar a viver. Acresce que esta reserva em nada prejudica ou discrimina os gays, não só porque os próprios sempre sublinharam o seu “orgulho gay”, isto é, de serem diferentes, como a usurpação daquele conceito de casamento em nada os beneficia, já porque têm acesso a todos os direitos no âmbito das “uniões de facto” ou de outro conceito que possam, “orgulhosamente,” reservar para si próprios.

Os heterossexuais têm o direito de defenderem o conceito de casamento tal qual o conhecemos!

Estrondosa Vitória dos Trabalhadores Portugueses

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O GOVERNO NÃO CEDEU AO PATRONATO
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Hoje é um dia histórico para os trabalhadores Portugueses. Apesar das tentativas do patronato, que não queria um aumento tão grande do salário mínimo nacional, o governo, grande amigo e defensor dos trabalhadores insistiu e garantiu uma vida melhor para milhões de pessoas.
Com o valor agora imposto pelo governo de Sócrates II O Dialogador, a classe trabalhadora Portuguesa pode, por fim, viver ao nível das suas congéneres europeias. Os patrões bem podem chorar, bem podem protestar e dizer que assim não conseguem aguentar, mas o que interessa aqui, é a subida do nível de vida dos Portugueses.
Doravante, ninguém mais se queixará de viver mal e com salários baixos. O salário mínimo nacional subiu para uns fabulosos quatrocentos e setenta e cinco euros, com uma subida recorde de vinte e cinco euros por pessoa e por mês. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ups…..
devo ter-me enganado… 475?, por mês?, subiu 25?…. desculpem sim? Esqueçam o que eu disse antes. Ai que vergonha. E eu a dizer bem disto, do que o governo fez e do valor do aumento.
Apaguem, sim? Não publiquem isto, por favor. Amanhã, volto a escrever alguma coisa sobre a subida do salário mínimo. Dessa vez a falar a sério.
Que vergonha…. boa noite e desculpem.

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Naturalizem-se os Black Eyed Peas

Na derradeira etapa de apuramento para o Mundial de futebol de 2010, Carlos Queiroz revelou que a canção “I gotta a feeling”, dos The Black Eyed Peas, estava a servir de inspiração e motivação para os jogadores nacionais atingirem a qualificação.

Nada de Amália, Mariza, Clã ou Xutos e Pontapés, com um nome mais apropriado ao mundo da redondinha. A selecção queria mesmo a banda norte-americana da moda, Black Eyed Peas. Em especial a cantar ‘I gotta a feeling, that’s tonight gonna be a good night’. Fosse pela motivação musical ou pela melhor arte no chuto da bola, o apuramento lá chegou.

Sabedores da coisa, os The Black Eyed Peas já vieram anunciar que vão apoiar a selecção nacional durante o Mundial 2010. Nem mais. E não se ficaram apenas por meias palavras. Gravaram um vídeo em que agradecem a opção e declaram apoio total.

Será que alguém na federação se vai lembrar de propor a nacionalização dos três moços e da simpatica donzela?