O maior assalto fiscal de sempre começa amanhã

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Esta posta não tem nada a ver com Vítor Gaspar. Mas sempre que penso em enormes aumentos de impostos, é o director do FMI que me vem à cabeça. Por esse motivo, e porque amanhã se inicia um dos mais violentos assaltos ao contribuinte de que há memória, decidi usar este belo sorriso do nosso saudoso antigo ministro. Esteja ele onde estiver, absorto em exceis ou a disparar chumbo grosso no próprio pé, estou certo que estará a sorrir e a pensar: “Queixastes-vos de mim, gastadores? Então sofrei agora nas mãos dos estalinistas e chorai, ingratos!” [Read more…]

Ouvido no portugalex

Por causa do muro, Trump vai contratar a equipa do “Querido, mudei a casa.”

Vítor Gaspar aponta o dedo a Vítor Gaspar

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Durante os dois anos em que foi ministro das Finanças, Vítor Gaspar foi extremamente competente no que toca a enormes aumentos de impostos. Porém, no capítulo do défice, à semelhança dos seus antecessores e da matematicamente genial e infalível Maria Luís Albuquerque, o ex-ministro de Passos e Portas falhou redondamente.

Exportado para o FMI, onde assenta que nem uma luva, Vítor Gaspar regressa agora para explicar o seu fracasso à frente da gestão das contas públicas portuguesas. Num artigo, cuja autoria partilha com dois colegas do Fundo Mercenário Internacional, Gaspar revela a causa por trás de fiascos como aqueles que protagonizou: a culpa é dos políticos. Políticos como Gaspar, Teixeira dos Santos ou Maria Luís Albuquerque que, segundo o director do FMI, não cumprem os planos que traçam e violam sistematicamente as regras orçamentais. [Read more…]

Purga

Madurinho como o vinho tinto. Saído do colectivo AVC, de Coimbra para dominar o mundo. Brother para todas as horas, para todas as lutas.

Ainda o caso “peste grisalha”

Condenado por delito de opinião, António Figueiredo e Silva acabou a pagar ao deputado Carlos Peixoto 3000 euros, como se constata na seguinte cópia do cheque.

O caso seguiu para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, do qual, possivelmente, tal como aconteceu nas quase duas dezenas de vezes anteriores,  resultará a condenação do Estado Português, sem que os juízes envolvidos na violação dos direitos do cidadão sejam incomodados. Entretanto, ao sensível deputado já os três mil euros ninguém tira.

Seguem-se as palavras do condenando sobre o assunto. [Read more…]

PS no seu melhor…

Uma total falta de respeito pelo contribuinte. Arrepia pensar que este partido governa Portugal…

Além dos fatos: coacções, coações e equações

In der >Propädeutik< weist Hegel dies Wesen der praktischen Bildung, sich ein Allgemeines zuzumuten,  an einer Reihe von Beispielen nach. Dergleichen liegt in der Mäßigkeit vor, die das Unmaß der Befriedigung der Bedürfnisse und des Gebrauchs der Kräfte an einem Allgemeinen — der Rücksicht auf die Gesundheit — begrenzt.
Hans-Georg Gadamer

Ce n’était qu’en Italie qu’on avait élevé des temples dignes de l’antiquité.
Voltaire

***

Ontem, o marido de uma ex-ministra foi condenado por «um crime de coação [sic] na forma tentada». Para quem não está a par do assunto, este folhetim gira em torno de uma mensagem com o seguinte teor:

tira a minha mulher da equação, senão vou-te aos cornos.

Já por aqui nos debruçámos sobre equação − ‘e’: daqui a pouco, a imagem servirá de lembrete [Read more…]

Das excelentes ideias

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Já que aqui estou gostava de chamar a atenção para esta ideia do Instituto Goethe. O projecto intitulado House Call coloca 10 escritores Europeus em várias cidades Europeias de onde escrevem pequenas histórias, narrativas de viagem, pensamentos, anotações, tudo condensado num pequeno livro traduzido em seis línguas. O escritor português eleito  é Gonçalo M. Tavares, mas o projecto conta com a participação de quatro alemães, uma francesa, um espanhol, um belga, um italiano e um luxemburguês.

Quatro histórias já estão publicadas e podem ser lidas aqui. Vale a pena também ler o prefácio de Nicolas Ehler do Instituto Goethe em Nancy:

“No DEBATE PROLONGADO acerca da chamada crise europeia, tem-se referido repetidamente a necessidade de uma narrativa da Europa no seu conjunto: uma história que suscite o entusiasmo pelo projecto comum, que lhe confira uma forma convincente e uma identidade contemporânea”

Convite

Finalmente, e após alguma hesitação – por, eventualmente, não acreditarem que tudo isto fosse possível – os dirigentes e quadros superiores de Silicon Valley – e alguns dos mais importantes são refugiados ou filhos de refugiados, como o era próprio Steve Jobs – perderam a cabeça com Trump, resolvendo enfrentar o energúmeno. Espero que tenham sucesso. Mas em caso de vos faltar a paciência, caros nerds, podem vir aqui para Coimbra, onde temos o Canas Valley e uns petiscos que vos vão agarrar cá à terra que nem carrapatos. E se já sois criativos alimentados a fast-food e coca-cola, com uma boa chanfana, um leitão à Bairrada e uma lampreia feita a preceito, com um pastelinho de Tentúgal de sobremesa – e tudo isto acompanhado de umas boas pingas da Bairrada – a vossa imaginação e criatividade levantará voo para alturas inimagináveis. [Read more…]

Grande Moreirense

Parabéns ao Moreirense!
A sorte é não terem o  FDP * como Presidente da Câmara.
*Fanático do Paleolítico

Assédio Moral

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Ilídio dos Santos

A propósito da abordagem na Assembleia da República do tema “assédio moral no trabalho”, não posso deixar de levar o assunto à conta das liberdades da democracia.
A este propósito e porque raramente nos apercebemos da míngua da nossa liberdade, consubstanciada numa arquitectura democrática que nos sucumbe às teias do poder, quer ele seja público ou privado, entendo urgente desmascarar e corrigir os abusos perpetrados por segregadores entendimentos das relações em contexto laboral.

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Canções Históricas

 

1- Ah! Ça Ira (1790)

Ah ! ça ira, ça ira, ça ira,
Le peuple en ce jour sans cesse répète,
Ah ! ça ira, ça ira, ça ira,
Malgré les mutins tout réussira.
Nos ennemis confus en restent là
Et nous allons chanter « Alléluia ! »
Ah ! ça ira, ça ira, ça ira
 

Pedro Madeira Rodrigues – descubra as diferenças

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1. Jorge Jesus

Aquando da apresentação da sua candidatura a 27 de Dezembro de 2016 “Jorge Jesus é o treinador do Sporting. Tudo farei para não prejudicar ou influenciar a carreira desportiva do Sporting. Tenho esperança de que ainda com Jorge Jesus seremos campeões esta época”

Ontem: «Isso reforça aquilo que eu já sabia, que o projeto que quer continuar a apoiar é o de Bruno de Carvalho e não o meu. É um descanso para os sportinguistas porque sabem que, a partir de 5 de março, vão ter alguém diferente a treinar a equipa. Não há qualquer dúvida»

No dia 22, em declarações à TVI 24: “Não vou pagar nem mais um tostão, ele vai pedir a demissão. O Sporting já pagou muito dinheiro a Jesus para termos a Supertaça e agora termos de o ouvir dizer que vamos lutar pelo segundo lugar. O Jorge Jesus vai-se demitir, não tenho qualquer dúvida. O projeto de Jorge Jesus acaba dia 4 de março. Eu não vou ter de o indemnizar.

Hoje, em declarações: “Vamos ter um treinador melhor do que este. Lembro-me de não dormir quando Jesus disse que uma arbitragem vergonhosa tinha sido ‘limpinho, limpinho. Jesus é um homem de carácter e saberá como sair pelo seu próprio pé”

Como é que um treinador que vai sair pelo seu próprio pé, o que de resto não vai acontecer, a 5 de Março, poderá vir a ser campeão no final desta temporada?

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Haja descaramento

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Sabem contra quem joga o Benfica amanhã? Sim, contra o Vitória de Setúbal no Bonfim.

A troca de favores na Liga Portuguesa está portanto ao rubro. Não é nada de que não nos possamos admirar, a confirmar-se esta notícia, publicada anteontem pelo Jornal A Bola, pois esta mesma estratégia já se pode considerar uma estratégia clássica dos responsáveis do clube da Luz. Senão vejamos o que aconteceu aqui (quando o Belenenses pagou salários à pala da transferência de André Almeida para a Luz) ou aqui quando o Benfica decidiu, a poucas semanas do embate contra o Belenenses para a 1ª volta da Liga desse ano, exercer os direitos de preferência de 5 jogadores por 600 mil euros, chegando inclusive, à posteriori a só contratar o jovem Dálcio.

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Aranhiços nas cidades

Como saberá quem se dirigir a um departamento de urbanismo, as câmaras municipais são extremamente zelosas quanto aos projectos de construção apresentados pelos munícipes. Concluímos que a EDP e as empresas de telecomunicações devem passar as passas do Algarve para conseguirem aprovar os aranhiços que edificam nas cidades, inclusivamente nas restritas zonas históricas. Se assim não fosse, estaríamos a assumir que estas empresas gozam de uma impunidade que lhes permitiria fazer o que bem lhes apetecesse. E ninguém acredita que isso possa acontecer nas nossas câmaras municipais, pois não?

Para o Presidente Donald J. Trump

Todos os muçulmanos são iguais, mas alguns são mais iguais que outros. Turquia, Egipto e Arábia Saudita com os quais a organização Trump mantém negócios, estão fora da lista de restrição

O anti-Trump

Justin Trudeau; Kathleen Wynne

A norte do reino de Donald Trump, uma nação próspera é administrada por um governo multicultural. As cartas que a saudosa Fernanda nos escrevia ilustravam bem essa realidade. Nessa nação, liderada por um liberal pouco dado à selvajaria daqueles que usam a designação para justificar o totalitarismo dos mercados e a exploração contemporânea, existe espaço para todos, independentemente da sua cor ou religião, o que nos permite, em certa medida, perceber o avançado estado civilizacional em que se encontra o Canadá. [Read more…]

José Sócrates e a (in)utilidade da ERC

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Contava-me um destes dias uma amiga jornalista, que há uns anos atrás, numa conferência sobre comunicação social regional em Famalicão, o presidente conselho regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) teria afirmado que o organismo a que preside não serve para fiscalizar. A ser verdade, estaríamos perante uma curiosa contradição: a entidade cuja função é regular a comunicação social não pode ou não é competente para fiscalizar a área que regula. Se não é, quem será? [Read more…]

John Hurt (1940-2017)

John Hurt as Winston Smith. His own personal sadness helped him

A Arca do Dilúvio e a Pipa Apocalíptica

It’s hard to focus on ordinary economic analysis amidst this political apocalypse.
Paul Krugman

Blessed is he that readeth, and they that hear the words of this prophecy, and keep those things which are written therein: for the time is at hand.
Ap 1, 3 (apud, KJV)

Deslargue-me.
— António Lobo Antunes (p. 270)

***

Hoje de manhã, li este belíssimo texto do António Fernando Nabais. Depois, regressei ao meu trabalho académico e devidamente arbitrado — felizmente, não tenho a infelicidade de ser nem autor nem promotor do Acordo Ortográfico de 1990.

Lido o texto do nosso Nabais e tendo terminado a minha table of contents, dei por mim a pensar: “efectivamente, chegou”. Ou seja, chegou o Apocalipse Now, isto é, o apocalipse agora. Apocalipse, sobre o qual, aliás, já tive a oportunidade de tecer breves comentários (e de citar os sempiternos GNR).

Apocalipse significa descoberta. Apocalipse significa revelação. Por esse motivo, depois de João Roque Dias ter indicado esta pergunta [Read more…]

O empresário

António Alves

O “empresário” da Padaria Portuguesa, na sua incomensurável ignorância, criou o melhor argumento possível para defender o aumento do salário mínimo. Se as pessoas têm dois empregos de 40 horas e prefeririam trabalhar 60 horas para ele se pagasse horas extras, isso só significa que os salários que paga não são suficientes para as pessoas terem uma vida digna. E tal como Roosevelt disse, uma empresa que não é capaz de pagar um salário mínimo que permita uma vida digna não tem direito a existir.

A esquerda devia dar-lhe uma medalha.

Zé Diogo Quintela perde uma grande oportunidade para ficar calado

Quando satirizavas até ao osso os patrões, tinhas mais piada. Como a fama já se foi, restou-te agir como eles!

Ortografia dentro das expectativas

expepectativHá tempos, descobri a mesma palavra escrita de duas maneiras diferentes no mesmo texto, cumprindo as instruções do AO90 e à vontade do freguês. Hoje, ao ler uma entrevista nessa instituição que é A Bola, acontece o mesmo à mesma palavra, com a vantagem de acontecer em poucas linhas. Acresce o facto de que essa mesma palavra, à luz do critério que norteia o AO90 e desnorteia a ortografia, deveria ter uma única grafia, como já tive oportunidade de notar. [Read more…]

Sobre padarias e não só…

Não faltou indignação perante as declarações menos conseguidas por parte do responsável da Padaria Portuguesa, entrevistado pela SIC-N. Até poderia começar por perguntar aos indignados quantos empregos já criaram, mas nem vou por aí, prefiro antes dizer que declarações medíocres, porque incapazes de explicar o que se pretendia, geraram reacções também elas medíocres. Estão bem uns para os outros…
Mais interessante foi ver invocada a velha luta de classes para vociferarem contra o capitalismo, misturando conceitos como liberalismo e capitalismo no mesmo saco, muitos sem a mínima noção do que dizem. Traduzindo a coisa às mentes menos esclarecidas eu diria que pode existir bom e mau capitalismo. O desejável é que exista sempre uma concorrência livre e saudável, porque muitos capitalistas instalados não querem concorrência, preferem a estagnação, o status quo, que lhes permita manter ganhos e privilégios sem grande esforço. No mesmo barco costumam estar os seus trabalhadores, principalmente os que se sentirem confortavelmente instalados, levando uma vidinha sem grandes sobressaltos, sem nunca correr o risco de desemprego que seria inevitável caso a empresa se torne obsoleta e encerre. [Read more…]

O frete 

“PS fica refém do BE e do PCP para manter a ‘geringonça'”.

Refém.

Vejamos. Quem viabilizou os orçamentos de estado? PCP e BE. Quem votou ao lado do governo no cancelamento dos cortes da direita? A esquerda. Quem é que assinou acordos parlamentares com o governo? Novamente, os partidos que o SOL apresenta como chantagistas. Este artigo é, obviamente, um frete deste jornal ao PSD.

Quanto a Passos Coelho, assistimos ao grito do zombie que manda a coerência às malvas para se manter no cargo. Portugal à frente, my ass. Gostava de saber o que têm a dizer Cavaco e respectivos admiradores sobre  esta aliança contra natura e unilateral.

São boas notícias para Costa, no entanto. Passos Coelho e a sua azia são o maior seguro de vida da geringonça.

Nuno Carvalho da Padaria Portuguesa não convive bem com a verdade dos factos

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Ontem, interroguei aqui, confesso que a título exploratório, o porquê do vídeo publicado aqui  neste post, e de outras versões dos mesmos conteúdos republicados no Youtube terem sido misteriosamente retirados ou terem misteriosamente desaparecido da vista humana no referido site de partilhas de vídeos.

A resposta está dada: as republicações no Youtube foram retirados graças a vários reports à administração do site, declarando que o vídeo em causa violava os direitos de propriedade intelectual? Propriedade intelectual? As declarações de Nuno Carvalho devem ser entendidas como propriedade intelectual? Os pais do liberalismo moderno ou neoliberalismo como Hayek, Milton Friedman ou Von Mises devem estar às voltas na tumba porque no fundo ninguém gosta de andar à roda anos e anos a estudar os fenómenos da vida social e económica para depois ser surripiado intelectualmente à má-fé por um simples padeiro, fazendo jus à profissão por si declarada publicamente aqui na entrevista que saiu hoje no Caderno do Expresso.

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Agradecimento público

– Obrigado, Pedro, por votares com a “extrema” esquerda – como tu dizes – contra a descida da TSU das empresas.
– Obrigado, Pedro, por ajudares a recompor um caminho de entendimento entre os partidos da maioria parlamentar que apoia o governo.
– Obrigado, Pedro, pela ajuda dada na redução – pena não ser extinção – do Pagamento Especial por Conta (PEC), tendo permitido que o PCP – e também o BE e os Verdes, cuja posição é idêntica – tivesse finalmente êxito numa luta que trava, desde o primeiro dia, contra este imposto.
– Obrigado, Pedro, por ajudares a proteger a Segurança Social do erro que se desenhava, votando ao lado da esquerda e da razão.
– Obrigado, Pedro, por teres traído tudo em que dizes acreditar por amor à esquerda e aos trabalhadores. [Read more…]

Ortografia: apocalipse agora

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Em mais uma volta, mais uma viagem, por um manual de Português de 10º ano, descubro a pergunta acima fotografada, relativa ao soneto “O dia em que eu nasci, moura e pereça”, essa variação talvez camoniana sobre o Livro de Job.

Graças ao chamado acordo ortográfico (AO90), ali está o adjectivo “apocalíticos”. Os autores do manual, para que os alunos não tenham dúvidas, explicam, entre parêntesis, que esta palavra significa “de grande desastre”. Talvez por falta de espaço, não indicam que o adjectivo é da família de ‘apocalipse’.

E, na verdade, como poderiam indicar tal coisa, se o AO90 obriga à separação de membros da mesma família?

Mais uma volta, mais uma viagem, por alguns instrumentos que, alegadamente, ajudam o escrevente a aplicar o AO90.

A Infopédia aceita “apocalítico”, embora, pela transcrição fonética, deixe claro que se pronuncia, por assim dizer, “apocalíptico”. Ora, uma pessoa estranha: mas não impõe o AO90 que se escreva como se pronuncia? Por outro lado, a Infopédia, também aceita que se escreva “apocalíptico”. [Read more…]

Braga e o jardim sem árvores

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O Jardim de Santa Bárbara com árvores. Imagem de arquivo, claro.

Jaime Manso

[Em Braga, vai-se tornando normal o abate de árvores sem nenhuma explicação prévia à população. A justificação para o abate de árvores do Jardim de Santa Bárbara vem, como é também habitual, depois – apenas depois – de os bracarenses se interrogarem sobre o desaparecimento integral de uma fileira de árvores no Fórum Cidadania Braga, um espaço virtual de debate sobre a cidade com cerca de 14.000 subscritores] 

1- Relativamente ao impacto imediato ambiental negativo desta acção, o município não esclarece.
2- o esclarecimento tardio acontece devido à indignação dos habitantes, e as outras zonas onde cortam árvores? Onde está o esclarecimento?
3- relativamente à biomassa perdida e substituição por árvores infantis, o município escusa-se, convenientemente, a esclarecer que demorará décadas ao ecossistema repor os seus valores normais, que já de si eram fracos e se alguma vez forem atingidos.
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O ódio a outros seres vivos

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Depois de feito o convite para o convívio-caçada, eis a Natureza derrotada uma outra vez.
Sezures é das freguesias mais pequenas de Vila Nova de Famalicão.
Percebe-se porquê.
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