(foto roubada ao J. Manuel Cordeiro)
Apresentado esta semana, o Orçamento de Estado 2015 prevê medidas adicionais de 291 milhões de euros para garantir que o défice não vai além dos 2,7%. Claro que nem com toda aquela maquilhagem com que a cinzenta Maria Luís apareceu no noticiário da RTP me convenço que vai ser desta que este governo incompetente (até nas desculpas) cumpre uma meta.
Isto deixou-me a pensar nas recentes declarações do primeiro-ministro francês sobre o seu OE15, que ao contrário do nosso prevê um défice de 4,3%, bem acima dos 3% impostos pela UE ou dos 2,7% impostos pela Maria das finanças. Dizia Manuel Valls, que pretende adiar por 2 anos o cumprimento do défice exigido por Bruxelas para 2015 (depois de ter já adiado de 2013 para 2015), que





Não é fácil encontrar palavras para escrever sobre o orçamento apresentado pelo Governo. Parece-me que os nomes atribuídos à mãe do Pedro Proença nos jogos do Benfica serão insuficientes para qualificar esta gentinha medíocre. E, como vem sendo habitual, a Educação é o sector com o maior corte: 




A viagem foi de transporte público e o hospital que a recebeu também. Quem a despachou foi o privado, esse reino maravilhoso dos BES e BPN’s. E, ao contrário de alguns camaradas aqui da casa, nada tenho contra o privado, desde que não funcione à pala dos dinheiros públicos o que, em boa verdade, acontece com quase todos os grupos económicos. Serve esta regra também para a Educação: se há pessoas que querem para os seus filhos uma formação com uma forte dimensão religiosa devem ter o direito de o fazer. Não podem é exigir que seja eu a pagar, isto na base do argumento da direita, o famoso utilizador / pagador.








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