Um tal de Pedro Romano, escriturário num tal de Jornal de Negócios, produziu uma peça escrabrosa na qual se afirma
A despesa do Estado não pára de crescer, apesar de o ano ser de consolidação orçamental. E cerca de um terço deste crescimento – que atingiu os 3,8% em Julho – vem da educação, em parte devido à melhoria das remunerações de professores, no seguimento do processo de avaliação.
Conforme o mesmo P. Romano tenta explicar na caixa de comentários tirou esta conclusão do “Boletim de Execução Orçamental, publicado mensalmente pela Direcção Geral do Orçamento. Os dados são públicos e podem ser confirmados por quem tiver tempo e paciência para consultar o site da DGO.”
Nem é preciso muito tempo. No boletim afirma-se sobre o aumento da despesa:
Remunerações certas e permanentes” (+1,5%), reflectindo o impacto orçamental associado à implementação dos novos sistemas remuneratórios das forças de segurança e dos militares, bem como às alterações de posições remuneratórias de docentes do ensino não superior associadas ao processo de avaliação;
O sublinhado é meu. A incompetência do jornal e de quem nele mente. O reflexo pavloviano do costume é do sr. Vital Moreira, que se queixa de ser
evidente desde o início que o acordo com os professores tinha de se traduzir num agravamento da factura da despesa de pessoal do sector público.
Resta saber porque não quantifica o Ministério das Finanças qual foi o impacto de pagar mais à tropa e policias, e quanto custou a subida de escalão de alguns professores. Eu, e qualquer professor, sabe porquê: o número dos que mudaram de escalão é perfeitamente residual. Mas prepara-se mais um ataque aos professores, e todas as mentiras contam. Negócios.










Neste caso podemos mesmo falar de uma promessa do Marechal, que deportou para os campos de concentração judeus e ciganos.






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