
Fotografia: Mário Cruz/Lusa@Renascença
Aparentemente, existem vários sociais-democratas incomodados com o facto de Rui Rio procurar entendimentos com António Costa, em áreas como os fundos comunitários, a descentralização ou a Saúde, acusando a nova liderança do PSD de se encostar em demasia ao governo. Para estes, a negociação política e a convergência, em áreas fundamentais para a sociedade portuguesa, são motivo de preocupação, pois, como todos sabemos, o apocalipse tende a dar o ar da sua graça quando os partidos políticos com assento parlamentar chegam a consensos. E viveram orgulhosamente sós para sempre!











Apesar da minha inclinação esquerdista, não vivo entusiasmado com um governo ainda demasiado inclinado para uma direita austeritária, pouco amiga dos direitos laborais e nada defensora dos desprotegidos. O PS, na realidade, tem aplicado alguma cosmética de cedências ao BE e ao PCP, que, por sua vez, cedem ao PS em nome do mal ainda maior representado pela aliança Passos e Portas, que se limitaram, por sua vez, a aproveitar servilmente a oportunidade concedida pela troika bancos/agências de notação/multinacionais, que se babam por salários baixos e pela extinção de políticas sociais.



















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