Vamos acordar; o professor vale mais que o Neymar.
O Movimento que lava mais branco
O denominado Movimento “Revolução” Branca é coisa que cheira a esturro. A ver se nos entendemos: neste momento não há candidaturas autárquicas, as eleições ainda agora foram marcadas e nem uma lista foi entregue nos tribunais.
Depois de o serem há um prazo para reclamações, e pelo menos um partido já avisou que reclamará contra todas as candidaturas encabeçadas por gente que pensa a política autárquica como uma profissão. Daí haverá recurso para o Tribunal Constitucional, que terá um prazo breve para se pronunciar. Espero que o faça de acordo com o óbvio e os princípios básicos do republicanismo.
Entretanto temos folclore. Uns juízes decidem sobre o que não existe a partir de queixas de quem não se candidatando não tem nada que meter o bedelho no assunto e sobre intenções de candidatura sem qualquer valor formal. Em democracia é assim, quem discorda vai a votos, tanto mais que existe a possibilidade de candidaturas autárquicas independentes (muito dificultadas, mas existe).
O dito Movimento “Revolução” Branca que se candidate, ou então ficamos pelo discurso salazarista anti-partidos. Convém lembrar que o Estado Novo também foi produto de uma Revolução Nacional, que lavou bem branco as responsabilidades da direita no afogar da República. E basta ver o vídeo de apresentação para perceber que isto é mais do mesmo. Nem o Carl Orff e o seu execrável homicídio da Carmina Burana falham.
Hoje é Dia da Música
Hoje é dia da música, a arte que faz de nós mais do que somos. Quem confia num homem que não gosta de música?
Hoje queria deixar aqui a minha gratidão aos criadores e aos intérpretes que deram voluptuosidade à minha imaginação. Não levem a mal que destaque os que, entre eles são, agora, mais injustiçados: os compositores e os orquestradores.
Os primeiros, esmagados pelo culto da mercantilização da imagem do intérprete, sobretudo na geralmente designada por música ligeira, os segundos, capazes, com a sua arte, de transformar lixo em mousse de chocolate, são quase sempre ignorados quando se trata de atribuir créditos. Basta pegarmos num molho de discos ao acaso, e tal é evidente. Por vezes nem um nem outro são mencionados! Se assistirmos a um daqueles – poucos – programas musicais dos vários canais televisivos, logo constataremos que, quando se refere “o criador”, se está a referir o intérprete dessa música mais conhecido.
A música é a aritmética dos sons, tal como a óptica é a geometria da luz”?
Ora, ora. Nem tu Debussy, que escreveste estas palavras, acreditas que a música – muito menos a tua! – seja só isto.
Seara, um ‘tachista’ derrotado mas obstinado
O ‘tachista’ Seara sofreu a 2.ª derrota. Agora no Tribunal da Relação de Lisboa, a ratificar a recusa da candidatura pelo Cível de Lisboa.
Para fundamentar pareceres com rigor, comecemos por ver a Lei n.º 46/2005, de 29 de Agosto que começa por estabelecer:
Art.º 1.º, n.º 1: O presidente de câmara municipal e de junta de freguesia só podem ser eleitos para três mandatos consecutivos…
O PR alegou haver um erro na redacção desta lei, ao indicar presidente de câmara municipal e de junta, em vez da câmara e da junta.
Na interpretação de muitos cidadãos, a quem o PR chamaria cidadões, a proposição de reveste o texto legislativo de um carácter mais amplo, a função em qualquer ponto do país, em vez de parcela territorial. Considere-se a seguinte abordagem do Ciberdúvidas:
Perguntas
De Caldas / das Caldas Dina Aleixo – jornalista – Torres Vedras,
[Pergunta] Qual das duas é a construção correcta: «de Caldas da Rainha» ou «das Caldas da Rainha»?
[Resposta]
Em das Caldas da Rainha, empregamos o artigo definido as (das=de as); em de Caldas da Rainha, não empregamos esse artigo. Não há regra nenhuma para sabermos quando devemos ou não empregar o artigo definido antes de tal ou tal topónimo. Temos de seguir a fala da gente da respectiva terra. Por isso, devemos dizer a Figueira da Foz, o Porto, o Cacém, a Guarda, em Alvito, porque é assim mesmo que dizem os naturais de cada uma dessas terras. Se quisermos falar correctamente, temos de dizer:
Venho das Caldas da Rainha (ou somente venho das Caldas). Vou para as Caldas. Moro nas Caldas. É assim que dizem os naturais de lá.
José Neves Henriques – 02/07/2009
Dai-lhes um Hitler, senhor, no aniversário
Educai-os senhor, que eles só sabem o que ensinam é o título de uma prosa de Mário Amorim Lopes, suponho que a sua estreia no mundo do humor negro. Grosso modo é o que pensa Nuno Crato, pelo menos no Brasil. A cena é assim:
Por causa do clima e outras cenas de cada terrinha, o Mário Amorim Lopes acha que o ensino deve ser bué de descentralizado. E autónomo. Vai daí, cada escola que trate da sua vida, diz que é uma espécie de heurística, bora lá curtir uma de experimentalismo.
O detalhe de para se escrever um programa dar um certo jeito nomear um grupo de trabalho presidido por uma autoridade científica, normalmente vinda de uma universidade, acompanhada por quem percebe de didáctica da respectiva disciplina e já agora por professores com experiência de leccionação (nem sempre é assim, mas devia ser), é o tal detalhe, vamos ao importante.
O importante é que algures na C+S de Alguidares de Baixo se juntem os três professores de uma dada disciplina e experimentem. Excelente ideia, também se devia aplicar ao sistema de saúde. Os dois médicos que trabalham no Centro de Saúde local também podiam meter o bedelho nalgumas especialidades, sei lá: um fazia umas cirurgias, o outro dedicava-se nos momentos de ócio a descobrir um novo tratamento para as cataratas, e os enfermeiros bem que podiam ficar com coisas mais simples, como as infecto-contagiosas e os cancros. Com jeito e habilidade todos juntos ainda faziam uns transplantes.
Pode correr mal? que se lixe; Alguidares de Baixo é longe, os bisavós dos putos nem sabiam ler nem escrever e foram felizes. [Read more…]
As questões da JSD
Questionar é fundamental numa sociedade democrática. A delegação da JSD no Parlamento tem todo o direito de questionar o que quer que seja como qualquer outro cidadão português e isso inclui questionar o financiamento dos sindicatos. Pena que a sua busca pela transparência não se aplique a outras situações da mesma “natureza”. Será que alguma vez questionaram o orçamento anual da casa real do “avô” Cavaco que custa cerca de 16 milhões de euros por ano? Duvido que todos os sindicatos ligados à Educação juntos recebam 5% desse valor por ano. E se até o “avô” Cavaco não sabe como há-de pagar as suas contas no final do mês, para onde vai tanto dinheiro? Em média, um português paga cerca de 1,60€/ano para manter o PR enquanto o inglês médio paga 0,93€/ano pelo mesmo serviço à Rainha Isabel. Será que a JSD alguma vez questionou este gasto pouco austero? Claro que não! É que a JSD só questiona aquilo que não incomoda verdadeiramente os seus chefes. E só questiona o poder quando é o PS que o ocupa. Durante o resto do tempo a JSD limita-se a brincar às questões. [Read more…]
A ralé que nos governa
Foi transmitida há alguns anos na televisão uma série americana chamada «Um Homem Sem passado». Versava essa série sobre um homem que, de repente, depois de uma ida ao wc de um restaurante, ficou sem qualquer tipo de laço ao passado. A esposa disse que não o conhecia e que o seu marido era outro, a mãe não se lembrava dele, nenhum amigo ou conhecido recordava a sua existência, cartões de crédito e demais documentos eram dados como inválidos. Ao longo de 24 episódios, o homem vai-se apercebendo de que tudo faz parte de uma conspiração na qual está envolvido o próprio Governo. Não pode recorrer à Polícia, não pode recorrer aos tribunais, toda a gente está envolvida na conspiração.
Lembrei-me desta série nos últimos tempos à medida que a situação política no nosso país se ia transformando naquilo que é hoje: um bando de criminosos e de fora-da-lei que actua à margem de qualquer tipo de legalidade e de respeito pela democracia. Eles desrespeitam as leis, mudando-as sempre que a realidade não lhes obedece, e fazem simplesmente o que querem, mostrando prepotência e reles sentimentos de vingança contra quem algum dia os ousou afrontar.
Tal como o Homem Sem Passado, a quem podemos recorrer? Qual é a nossa esperança? Nada, tudo foi minado, tudo foi envolvido naquela que é a maior das conspirações para entregar ao capital todo e qualquer rendimento do trabalho.
Não podemos recorrer ao Tribunal Constitucional. A ralé que nos governa faz tábua-rasa das suas decisões e diverte-se a afrontá-lo a cada momento. O Tribunal manda pagar um subsídio em Julho, ele é pago em Novembro e se na altura houver dinheiro. Muda-se a lei e está a andar.
Também não podemos recorrer ao Presidente da República. [Read more…]
Ideias para diminuir o défice
Acabar com o Plano Nacional de Vacinação. Sempre são 18 milhões de euros por ano.
Fábula pequenina
O alemão ordenou; o Gaspar aplicou; o Coelho coelhou; a maioria aprovou; o mordomo amochou: despachado, despachou e de pronto promulgou. E o povo é que se lixou.
Para acabar de vez com o Porto

foto: ionline
Reconheçamos-lhe a coerência.
O homem destruiu a Avenida dos Aliados, impondo um projecto arquitectónico sobre o qual os portuenses não foram consultados. Arrasou com os bairros de S. João de Deus e do Aleixo ainda antes de ter uma solução alternativa para os moradores. Hostilizou instituições da cidade, não apenas o F. C. Porto, mas igualmente as companhias de teatro TEP e Seiva Trupe, a quem quis impor a lei da rolha. Trocou uma política cultural pelo patrocínio de eventos desportivos como a Corrida da Boavista. [Read more…]
Mostruário dos tiques anti-professor (1)
Os malandros dos sindicatos
A época de caça ao professor abriu em 2005, com José Sócrates, e ainda não fechou. Os últimos dias, com reacções diversas de tantos ignorantes à contestação dos professores, teve o condão de acordar, dentro de mim, um estranho animal, cruzamento de semiólogo com observador de animais em estado selvagem. É como se Umberto Eco e David Attenborough tivessem casado e, tendo procriado, fosse eu o seu descendente.
A revolta dos professores surpreendeu um governo que acredita, à boa maneira salazarenta, que a maioria deve obedecer em silêncio à sua voz. Face ao atrevimento dos professores, os bandos de comentadores têm soltado a sua raiva.
Um dos animais que mais frequenta o habitat do comentário tudologista é o Raposo. O Raposo é uma subespécie do cronista domesticado, alimentado a grandes doses de preconceito contra tudo que seja público. Provavelmente, quando era cria, mostravam-lhe uma fotografia de um funcionário público e batiam-lhe logo a seguir, obrigando-o a regougar a revolta interior.
Para que não fique sozinho, Raposo recebeu a companhia de mais um triste exemplar de jotinha, esse estranho parasita que sobreviveu à custa da cola dos cartazes que andou a afixar em pequenino e que se alimentava das botas que conseguia lamber.
De que se lembraram estas duas magníficas criaturas? De tentar atingir os sindicatos, essa malandragem cujos membros não têm direito a protestar, porque são pessoas que não trabalham e porque alguns chegam mesmo a pertencer a partidos políticos, um crime hediondo, especialmente numa sociedade que não se quer democrática. [Read more…]
Mistério Esclarecido!!!
Agora percebe-se por que é que PPC chama amigos aos cidadãos. É mesmo para nos foder, fortalecendo as nossas relações!
Um sono tranquilo
Ser sindicalista é, nos tempos que correm, uma ocupação da moda. Isto, considerando o regresso à escrita de tantos Aventadores, antes entregues ao silêncio cúmplice dos jotinhas que nos governam. Quando o alfa e o omega da luta política lusa se destina a combater o Mário Nogueira, então poderei ir dormir tranquilo – o nosso trabalho está a ser bem feito.
Nos tempos de Sócrates fomos eleitos os inimigos públicos da Governação e agora, o PSD segue o mesmo trilho, com o mesmo tipo de linguagem, de argumentos e de provocações.
Voltaram os comunistas e as criancinhas ao pequeno-almoço… Só para complementar a informação, será que podem ajudar a clarificar tudo, apontando aqui o nome dos dirigentes sindicais (aqueles que assinam tudo!) militantes do PSD?
O poder foca a sua atenção nos sindicatos, esquecendo-se de governar – está tudo a funcionar bem do lado do contra-poder, aquele em que devem estar os sindicatos. E, ao contrário, tudo funciona mal do lado de quem dirige.
Quanto aos meninos que vivem à custa dos nossos impostos no parlamento, deixo uma sugestão simples: troco todo o dinheiro que o Governo transfere para os sindicatos pelo dinheiro que é transferido para a JSD ou então, a décima parte do dinheiro que é transferido para as agências de comunicação que, um dia atrás do outro, nos tentam enganar com as mentiras do sistema.
Ministro das Promulgações Instantâneas
Chamar Ministro e pensar em Palhaço é crime? Isso agora não interessa! Temos um PR, reconvertido em Ministro das Promulgações Instantâneas. Produz retratos “à la minute”, á medida do freguês Pedro – agora o Subsídio de Férias da fp, reformados e pensionistas é pago em Novembro. Tempo de praia em Angola, pátria do Pedro, do Relvas, da Paula Teixeira Pinto, do Pedro Pinto e de mais uns quantos ‘laranjas’ cinquentões, ou muito próximos disso, que deveriam para lá voltar rapidamente e em força.
Salazar: se ainda governasse não havia greves!
Obtido aqui
A nova direita ‘fascistóide’ é demasiado sinuosa e cobarde a contestar o direito à greve. Tenham coragem, e embora saibam estar a contrariar um direito sufragado e aprovado pelo povo, basta sem complexos imitar Salazar e escrever, desenhar ou gritar: “se ainda governasse não havia greves!”.
E, a rematar, bradem bem alto: “Salazar, Salazar, Salazar!”.
No olho do furacão
Documento de fotógrafo, Michel de Souza filmou-se enquanto fotografava uma manifestação no Brazil.
Excelente ideia, óptimo resultado.
Nunca fiz greve e dizem que sou da direita
Quando aconteceu o 25 de Abril, eu era quase um puto. Ou melhor, tinha acabado de deixar de o ser, já que tinha quase 22 anos. Nos dia de hoje seria homem e com capacidade para votar e influenciar a vida das outras pessoas há já quase quatro anos, mas na altura não era assim. Naqueles dias deixei de ser um puto porreiro e amigo das pessoas, preocupado com o bem estar dos que eu conhecia e dos que, sem conhecer ouvia falar, e passei a ser, por via da minha simpatia confessa (naquela altura) pelo PPD acabado de criar, um gajo da direita, por vezes até um fascista. E vivi assim até aos dias de hoje, ouvindo pareceres sobre a minha pessoa, ora bons ora maus, apesar das minhas simpatias não mais terem tido nome. Mas as minhas antipatias sempre o tiveram, apesar da condescendência para com elas que sempre me prezei de ter!
Na minha meninice e na minha juventude (fazia parte dos meninos beneficiados pela sorte por pertencer a uma posição social média e com estudos), a educação que me deram os meus pais, os meus tios e os meus avós, baseou-se sempre no imenso respeito pela maneira de viver dos outros, em especial pelos que menos tinham, no imenso respeito pelas ideias alheias, mesmo que fossem completamente diversas das minhas, no cuidado extremo na forma de falar e no que dizer, por forma a não ofender fosse quem fosse, fosse de que maneira fosse, na solidariedade e na entreajuda. À minha custa, aprendi nos primeiros anos de adulto, que muitos outros não tinham sido educados da mesma forma. Ao longo destes já muitos anos que levo de vida fui batalhando contra essa minha ingenuidade intrínseca, confesso que sem muito proveito. [Read more…]
Subsídios para uma teoria geral da resistência silenciosa
O conceito “resistência silenciosa” voltou à ordem do dia, com o duran adam.
Como podemos ler no Público (via agências), o protesto mais visível
[F]oi protagonizado na segunda-feira pelo artista Erdem Gunduz, que, durante várias horas, ficou, de pé e em silêncio, frente ao retrato de Kemal Ataturk, fundador da moderna Turquia, na Praça Taksim. Centenas de pessoas juntaram-se ao mudo protesto, antes de serem dispersadas pela polícia, mas nesta terça-feira dezenas de outros turcos seguiram-lhe o exemplo, permanecendo de pé, e em silêncio, na emblemática praça que se tornou símbolo da revolta.
Para a resistência silenciosa ter impacto, precisa de ser perceptível ou, em última análise, visível. Contudo, como sabemos, há quem prefira pôr o Tarnhelm e deturpar o campo semântico de “manifesta apatia”, confundindo-o com o de “silenciosa resistência”.
Como exemplo prático de resistência silenciosa, desaconselha-se, obviamente, o da direcção d’A Bola e recomenda-se, vivamente, o de Erdem Gündüz. Como epígrafe, sugere-se este parágrafo do Marx in Soho:
Post scriptum: Outro potencial contributo para [Read more…]
Prejudicar os alunos antecipando um exame
Uma coisa é adiar um exame: o que foi estudado para esse dia, estudado está, não vem daí mal algum ao mundo.
Outra a que acaba Nuno Crato de fazer: antecipar o exame de Matemática dos 6º e 9º anos, retirando tempo ao estudo planificado. E criando uma enorme confusão nas Escolas Secundárias com 3º ciclo, que nesse têm outros exames marcados. Muito pior a emenda que o soneto.
Depois os professores é que não se preocupam com os alunos.
Momentum
Depois de ler este post do vitorcunha no Blasfémias, resta muito pouco para dizer sobre o que os sindicatos andam a fazer ao País, aos Alunos, aos Pais dos Alunos e aos próprios Professores.
Não tenho dúvidas que surgirão argumentos para tentar desmontar o indesmontável. Serão mais ou menos rebuscados, mais ou menos lógicos, mais ou menos estultos consoante o grau de cegueira, de desinteresse ou de comprometimento do seu autor. Para ajudar, deixo já aqui alguns que podem usar sem qualquer limitação: Marte está no signo de Capricórnio, foi o Pinto da Costa, isto tem dedo da CIA ou só falo na presença do meu Advogado.
Contributo para um Memorando de Entendimento entre Governo e Sindicatos – Uma proposta de comunicado
«Após análise da complexa situação que a escola pública está a viver e da necessidade de preservar os alunos e a preparação do próximo ano lectivo, a Plataforma de Sindicatos dos Professores decidiu cancelar a greve às avaliações, com efeitos a partir do dia de amanhã.
O Governo e a Plataforma Sindical de Professores decidiram que:
– o horário de trabalho dos professores passará para 40 horas semanais, incidindo esse aumento de horário apenas na componente não-lectiva. A componente lectiva continuará a ser de 22 horas.
– o cargo de Direcção de Turma continuará a fazer parte da componente lectiva e corresponderá a 2 tempos semanais.
– a mobilidade geográfica a que os professores estarão obrigados terá um raio máximo de 60 quilómetros.
– o processo de Requalificação dos professores [Mobilidade] irá prosseguir conforme planeado. Nesse sentido, será constituída em data a anunciar uma Comissão Permanente de Acompanhamento do Processo de Requalificação, da qual farão parte, em igual número, representantes do Ministério da Educação e dos Sindicatos de Professores. Esta Comissão Permanente será a responsável pela elaboração de um relatório sobre todo o processo de Requalificação e terá uma duração de 36 meses a partir da data da sua constituição. Qualquer uma das partes poderá solicitar o prolongamento dos trabalhos por mais 12 meses. Após a recepção deste relatório, que não será vinculativo, o Governo tomará a sua decisão relativamente ao Processo em causa. O Governo compromete-se a não tomar qualquer decisão antes da recepção deste relatório.» [Read more…]

















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