Requerimento para exame de segunda época

José Sócrates quer novo interrogatório com superjuiz

Pedido de casamento

Passos Coelho promete que responsabilidades do endividamento do país não vão ficar «solteiras»

Violência policial nos EUA

Manifestações em Nova Iorque e Washington contra a violência policial nos EUA. Via Mashable.

Da Importância do TER

Se já durante o ano de vez em quando vamos recebendo mensagens que nos recordam quão bom é ser em vez de ter, na época natalícia estas mensagens multiplicam-se ad nauseam. Toda a gente lá vem com o discurso de que o importante é ser e não ter. Já não há pachorra para os aturar! Eu vou pôr-me a Aventar.

Em primeiro lugar, gostava muito, mas muito mesmo, de ver essas pessoas que tanto apregoam a moderação de consumo e exacerbam as qualidades de se ser parco usar essa regras consigo próprias. Normalmente, limitam-se a falar, mas agir, isso é que era bom!

Pois eu, como sou do contra, discordo.

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Luxemburg Leaks – Versão em Inglês

luxemburg-leaks

Panorama – die Reporter – 11.11.2014 – Reportagem de Pia Lenz, Christoph Lütgert, Anna Orth & Kristopher Sell para o canal NDR.de

As empresas internacionais, grandes nomes como IKEA, E.ON, Deutsche Bank, Amazon e outros, foram capazes de minimizar sua carga fiscal para para quase nada – em detrimento do bem público. Dizem que o que fazem é legal. E provavelmente é. A questão está nas leis que a “Europa” e os seus estados membros fazem, camuflada no discurso pseudo-moralista do “vivemos acima das nossas possibilidades”.

Uma imagem vale por mil palavras

Porpaganda
Ou não. (autor desconhecido)

Quando a propaganda choca com a realidade

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Propaganda:

Apesar da crise, “quem se lixou não foi o mexilhão”, garante Passos

O primeiro-ministro considerou esta sexta-feira que o Governo conseguiu que “quem tinha mais” tenha contribuído mais para o esforço de superação da crise, permitindo contrariar o adágio de “quem se lixa é o mexilhão”.

“Ao contrário do que era o jargão popular de que quem se lixa é o mexilhão, de que são sempre os mesmos (…), desta vez todos contribuíram e contribuiu mais quem tinha mais, disso não há dívida”, afirmou Pedro Passos Coelho, em Braga, no encerramento de um seminário sobre Economia Social, organizados pela União de Misericórdias de Portugal. [PÚBLICO]

Realidade:

Crise tirou 3,6 mil milhões aos salários e deu 2,6 mil milhões ao capital

Entre o início da crise financeira de 2007/2008 e o final de 2013 assistiu-se, em Portugal, a uma transferência de riqueza do factor trabalho para o capital de grandes proporções, indicam vários economistas. [Dinheiro Vivo]

Natal de 2014

Hoje é o meio exacto de Novembro. O dia está cinzento, frio, húmido. Mas as avenidas largas de Toronto, num percurso de muitos quilómetros, estão apinhadas de uma multidão colorida, alegre, calorosa. Carros soberbamente decorados passam. Bandas canadianas, americanas e doutras proveniências, desfilam garbosamente e enchem o ar de música festiva. Lá vem a portuguesa Banda do Senhor Santo Cristo, os músicos com barretes natalícios. Comovo-me. Comovem-me sempre as modestas bandas portuguesas. Milhares de crianças, numa multidão que se estima de um milhão de pessoas, as carinhas rosadas do frio, agasalhadíssimas, riem, batem as palmas na alegria doida de verem as figuras de Walt Disney nos carros alegóricos. Todas numa excitação indescritível porque esta é a centenária parada que traz o Pai Natal à cidade. Quando aparece o enorme carro, puxado a renas, ladeado por carteiros fardados a rigor transportando pequenas caixas de correio, e o gordo mais conhecido do mundo berrando ohohoh, num berro que lhe sai das barbas brancas, é praticamente impossível segurar os pequeninos. Todos eles correm para o carro, de cartinha na mão, a gritar numa emoção que só a inocência pode dar: Santa (Santa Claus, de São Nicolau), eu portei-me bem! Eu fiz os trabalhos de casa! Eu ajudei a minha mãe! Please lê a minha carta, dá-me o que eu te peço Santa, I love you!. [Read more…]

Fábrica em Sines para produção

Efectivamente, fábrica para produção. E há um motivo. Exactamente (via ILC contra o Acordo Ortográfico).

Candura

cavaco silva

Ouvi uma e outra vez a declaração de Cavaco Silva sobre a candura e inocência da sua intervenção que, em tempo, garantia a saúde do BES e convidava os investidores a atirarem-se de cabeça. O presidente põe-se – como acontece com outros intervenientes neste processo – em posição de equilibrista sobre a linha traçada entre as duas alternativas desta dicotomia: ou é destituído das qualidades políticas, intelectuais e morais que o cargo exige (notem como, gentil e cortêsmente, evito dizer o que alguém mais… abrupto não hesitaria em dizer: “ou ele é um rematado idiota…”), ou produz aqui uma ou várias inverdades, já que o que diz não é compaginável com a realidade ( o nosso amigo mais desinibido diria: “…ou é um impenitente e incurável mentiroso”). Por mais voltas que se dêem, não há uma terceira possibilidade. A não ser que acumule.

Desvios, divergências e diversões

When you see a bird that you’ve never seen before, or that very few people have seen, there’s a special thrill.

Richard Rorty

Similar remarks carry over to the system of pragmatic competence, hence the capacity to use a language appropriately.

Noam Chomsky

Esperava desejar um óptimo fim-de-semana com este vídeo (obrigado, Sir David Attenborough), divulgado hoje pelo Cornell Lab of Ornithology.

Contudo, estas imagens divertiram-me imenso e desviaram-me do meu objectivo inicial:

divergido

Factos:

1 – Na RTP, escreve-se e diz-se ‘desviado’;

2 – Um passageiro refere “um avião que foi desviado para o Porto”;

3 – No painel das chegadas do aeroporto, encontra-se ‘divergido‘.

Agora, sim.

Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.

Terapia de choque

No século XVI, no hospital de certo mosteiro da Alsácia, de cada vez que chegava um doente em condição grave, um dos frades, ainda antes de começar o tratamento, conduzia-o até ao famoso quadro de Grünewald que retrata Cristo crucificado. Se o choque produzido pelo horror dessa imagem não fosse suficiente para curar o doente, então sim, dava-se início ao tratamento.

O equivalente moderno desta terapia é o Natal dos Hospitais. Se o doente não se curar espontaneamente quando colocado frente a “Mikael Carreira e bailarinas”, então sim, dá-se início ao tratamento. Há casos, porém – raros, mas documentados -, em que isso já não chega a ser necessário.

Pânico na Comporta

O contabilista apareceu e quer falar.

A deputada Inês de Medeiros e o reino da ignorância

Ines-de-Medeiros

(…) a deputada Inês de Medeiros rebateu a ideia [de alterações à proposta de lei sobre a cópia privada] dizendo que esta já é uma discussão com vários anos e que muitos dos intervenientes já são conhecidos, assim como as suas posições.

Mesmo considerando a cópia privada como um tema polémico, a deputada da bancada socialista diz que esta é “uma típica polémica portuguesa” e que estará acabada “em três dias úteis”. [TEK SAPO]

A deputada Inês de Medeiros, a mesma que pretendia ter as viagens para Paris pagas pelo parlamento, tendo depois protagonizado um volte-face ao ver lograda a sua intenção, acha que combater um projecto de lei injusto e que toma todos os cidadãos como criminosos é uma inutilidade. [Read more…]

A comissão

Nestes dias, banqueiros, super-banqueiros, governantes e super-governantes têm dado um espectáculo obsceno a que assistimos perplexos e, para quem tinha ilusões, desiludidos. A trafulhice, a mentira, a guerra e o respectivo salve-se quem puder, põem-nos frente à evidência de que muitos dos ídolos da finança e da governança, que tantos louvam como se fossem gigantes, não passam de pigmeus morais. E nem sequer, pelo que se vê, se distinguem pela competência. Quem se vai distinguindo neste descaminho são, é bom que se diga, os deputados da Comissão Parlamentar. Nem faço aqui distinções ou exclusões, sabendo, quem me conhece, da minha óbvia preferência pela parte esquerda (alta…) da mesa. Sempre é refrescante, para crédito da Democracia, ter a percepção que os eleitos estão, diligente e competentemente, a fazer aquilo para que os elegemos. No meio do lamaçal, é bom encontrar algum terreno firme, alguma segurança que se possa atirar à cara dos que dizem que os políticos são todos iguais. Sabemos bem, sobretudo quem visita com alguma frequência o canal AR, que é nas comissões que se passa algum do trabalho mais nobre do parlamento. Mas ver deputados a aguentar, concentrados e intervenientes, 18 (!!) horas de sessão – alguns foram sendo substituídos, outros fizeram o pleno -, escancarando à nossa frente este sinistro enredo, tem de ser saudado. Precisamos de sentir que, nesta encruzilhada, alguém nos representa.

A excelente forma de Ricardo Salgado

Sed cum legebat, oculi ducebantur per paginas et cor intellectum rimabatur, vox autem et lingua quiescebant.

Santo Agostinho (354430)

***

Gostei imenso do discurso que Ricardo Salgado proferiu ontem na comissão parlamentar de inquérito ao caso BES. Por motivos profissionais, não pude assistir à audição. Contudo, o Público e o Expresso publicaram o excelente texto do ex-presidente do Banco Espírito Santo.

Vejamos alguns (sim, só alguns) dos melhores momentos:

Acção, Abril, accionistas, acções, actas, actividade, activos, actuação, actuações, afectava, afecto, correctas, Dezembro, directa, directamente, directo, efectivamente, efectuar, incorrecto, injectar, interacção, Janeiro, Julho, Junho, Maio, Março, Novembro, objectivo, objecto, Outubro, percepção, perspectiva, perspectivas, projecção, projecto, protecção, protectora, respectiva, respectivos, ruptura, Setembro.

Aliás, até proponho que Salgado seja distinguido com uma menção honrosa, devido à destreza com que adoptou grafias extremamente perigosas, como percepção, perspectiva, perspectivas, respectiva, respectivos e ruptura.

Muito bem, Ricardo Salgado. Óptimo. Excelente.

É evidente que estes “muito bem”, “menção honrosa”, “óptimo” e “excelente” devem ser lidos à luz da máxima atribuída por Daniel Dennett (p.21) a Gore Vidal: “It is not enough to succeed. Others must fail“.

“Others must fail”. Pois, claro. Sim, ‘others’. Efectivamente, os do costume.

Depois de apreciado o desempenho ortográfico de Salgado, debrucemo-nos sobre a habitual salgalhada do Diário da República:

dre 9122014Exactamente: ontem, no sítio do costume.

Actualização (11/12/2014): Sim, sim, reparei no *eminente. Contudo, atenhamo-nos ao AO90. 

Morreu Fernando Machado Soares

Uma notícia muito triste. Obrigado por tudo.

FMS

© 1988 PolyGram Portugal, SA (http://bit.ly/1zwdSUB)

 

Eu é que não fui

Depois da maratona da comissão parlamentar (18 horas a ouvir Salgado e Ricciardi! Já houve quem fosse canonizado por menos), os telejornais da manhã estão em grande, com os mais diversos figurões a sacudir comichões quais cães com pulgas. Ele é o Costa do Banco de Portugal, ele é o viscoso Passos do Conselho (de ministros, claro) e, até, um encavacado Cavaco. Os temas são: não digo nada que é confidencial, não tenho nada a ver com isso, a culpa não é minha, é do outro menino, etc. e tal. Vão ver que a culpa é nossa. Pelo menos os patos que pagam a conta, somos.

Asa de morcego, pata de aranha

Conheço uma astróloga / taróloga / quiromante/ numeróloga/ aromoterapeuta/  maga holística/ reflexóloga/ conselheira espiritual, a quem eu, para simplificar, chamo a bruxa. Ao que parece, o negócio nunca lhe correu tão bem, coisa que não pode causar espanto em épocas de crise, porque é justamente da crise que vivem os videntes do futuro. As pessoas felizes não consultam os bruxos, nem lhes ocorreria desperdiçar meia hora de felicidade para saber como será um futuro que pode bem ser pior do que o presente. São sempre os infelizes, os derrotados, aqueles que não temem a previsão porque acham que as coisas não podem piorar (e nisso enganam-se, porque enquanto estivermos vivos tudo pode sempre piorar) os que querem saber como será o futuro, e que procuram o conforto de uma previsão vaga, nebulosa e alentadora.

“Vejo um homem estrangeiro”. “Pressinto a chegada de uma boa notícia”. “Vai conhecer uma mulher de cabelo negro, não fuja dela”. “A sua sorte vai mudar numa terça-feira.” [Read more…]

Serviço público

Disto tudo é uma excelente iniciativa e um blogue da deputada Mariana Mortágua que funciona como um diário da comissão parlamentar do BES. A seguir atentamente.

Mariana

Passos Coelho e a reciclagem das metáforas

sapato-mexilhao_21195868Passos Coelho, há dias, resolveu fazer uma revelação. Como já tinha decidido utilizar uma expressão popularucha, compôs, como qualquer mau comediante, um ar de quem está a conter o riso, de modo a que o público percebesse que deveria rir. E o público riu, porque com as piadas do chefe não se brinca.

Passos Coelho revelou, então, que, ao contrário do “que era o jargão popular de que quem se lixa é o mexilhão, de que são sempre os mesmos (…) desta vez todos contribuíram e contribuiu mais quem tinha mais (…)”.

O mexilhão, portanto, segundo Passos Coelho, desta vez, não se lixou. Foi nesta altura que descobri que comungo com o primeiro-ministro do mesmo gosto por brincar com a metáfora, a pilinha dos intelectuais e dos cómicos sem talento. De qualquer modo, e seguindo os caminhos desembaraçados do “jargão popular”, quem brinca com o que tem a mais não é obrigado.

Num primeiro momento, pensei que Passos Coelho estivesse a cair no simplismo de considerar que os mais necessitados corresponderiam, como é costume, ao mexilhão, mas não ficaria bem a um primeiro-ministro brincar com a vida de uma maioria de gente que empobreceu. Quando, depois, li que “o fosso entre ricos e pobres está agora no pior nível dos últimos 30 anos”, e tendo em conta quem não se lixou, percebi quem são os bivalves e confirmei que a pedra continua a ser o povo: a água mole continua a desempenhar o seu papel e o mexilhão sobreviverá.

Quando boas pessoas se juntam…

gratidão

…Coisas boas acontecem.

Sem dúvida!

Foi exactamente isso que aconteceu neste fim-de-semana. Na impossibilidade de estar presente na Festa de Natal de uma instituição que vou apoiando com trabalho voluntário sempre que posso, decidi convidar algumas pessoas que mal conheço mas que me pareciam gente de qualidade e solidária, para dar uma ajuda. Essas pessoas, revelando o que de melhor os seres humanos trazem dentro de si, convidaram outras pessoas para ajudar e todos juntos foram, segundo soube mais tarde, uma ajuda preciosa para o sucesso da festa que pretendia animar crianças com problemas sérios de saúde e respectivos cuidadores. É isso que acontece quando as pessoas decidem unir as suas forças e boas-vontades e fazer algo para melhorar um pouco o que as rodeia. Pode a estas pessoas ter parecido que não fizeram grande coisa, mas na verdade, contribuíram para por um dia melhorar um pouquinho a qualidade de vida de pessoas que poucas alegrias costumam ter. Quase de certeza que esses voluntários não serão tão cedo esquecidos por aqueles que ajudaram.

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A regra e a *excessão

excessão

Depois da *excessão completa, ficamos igualmente a saber que “este ano não foi *excessão“. Contudo, aparentemente, nada disto está a acontecer: não há nem constrangimentos, nem estrangulamentos.

Post scriptum: Muito obrigado, Tradutores Contra o Acordo Ortográfico.

Rio corre

rui rio
A campanha “volta Rio” ou “chega-te à frente Rio” prossegue a bom ritmo. Mais uma entrevista “de fundo”, desta vez a Maria Flor Pedroso. “Fundo” é, aliás, uma palavra que não vem muito a propósito nas elucubrações de Rui Rio, já que a superficialidade é por demais evidente. Evasivo, enunciando as generalidades básicas habituais sobre as grandes mudanças que, segundo ele, é urgente fazer, mudanças cuja dimensão não ultrapassa o esbracejar do entrevistado, já que, se não são vazias de intenção, são vazias de conteúdo. Rui Rio quer mudar o regime, mas não sabe o que fazer. Logo, repete-se em vulgaridades até à náusea e foge à reflexão sobre questões concretas como as crianças apanhadas com a mão no doce. Tenta agitar aquilo a que esta malta chama grandes ideias as quais, pela sua grandeza, parecem não ser passíveis de ser enunciadas de modo a que os simples mortais as alcancem. Mas, se confiarmos neles, garantem, logo veremos, extasiados, o maná que aí vem. Rui Rio prepara-se para cumprir o papel que lhe foi atribuído: ser o putativo líder do PSD que possa ser aceite no seio de um bloco central em caso de necessidade. Até lá, procura, por todos os meios, divulgar aquilo que ele julga ser uma visão do país e dos seus problemas. Mobilizei a minha coragem e a minha paciência e, com a ajuda de uma Água das Pedras, aguentei toda a entrevista. E o que penso do pensamento de Rui Rio? Não penso grande coisa: não tenho objecto.

Raised by Wolves, dos U2

Pode ser visto exclusivamente durante umas horas no site Nowness. Este video tem a particularidade de ter sido realizado em Lisboa por um dos nossos excelentes artistas dessa arte ainda vista como menor, a street art. O realizador é o lisboeta Vhils, que faz estes trabalhos fabulosos:

DN apaga notícia online

Estava aqui, e ainda continua na cache do google. Nem tem nada de especial, é apenas mais uma ligação de Marques Mendes ao mundo da trafulhice, coisa que deixa os responsáveis da SIC muito mais descansados.

dn

A Abreu Advogados – escritório de Lisboa em que Marques Mendes é consultor desde 2012 – tratou de uma em cada três atribuições de visto gold a estrangeiros pedidas ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Na sua maioria referentes a cidadãos chineses.
No total, este escritório de advogados fundado por Miguel Teixeira de Abreu, terá ajudado na obtenção de um número substancial destas autorizações de residência, juntamente com a sociedade de advogados PLMJ, fundada por José Miguel Júdice e da Caiado Guerreiro & Associados. Segundo soube o DN, este levantamento estatístico foi feito, está referenciado na investigação da OperaçãoLabirinto e ajudou a que Ministério Público e o juiz de instrução criminal,Carlos Alexandre, percebessem melhor onde e como procurar os indícios relativos a alguns arguidos.

Reality Showcrates

Casa dos Sócrates

Bem-vindo à Casa dos Corruptos, o reality show onde o participante não sai da casa, entra. Nesta casa, a voz de comando é o juíz Carlos Alexandre e no lugar de Teresa Guilherme temos o CM e o Sol, que é mais ou menos a mesma coisa. Infelizmente não dá para votar nos corruptos que queremos ver lá dentro. Aqui o esquema consiste em, de vez em quando, apanhar um potencial concorrente que tenha dado mesmo muito nas vistas e metê-lo na casa para a malta se entreter em frente ao ecrã. Só que desta vez apanharam um participante de elevadíssimo potencial polémico e as audiências dispararam como nem a TV 7 Dias podia prever. Tudo pode acontecer, é o show da vida real!

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Será possível que não vejam a figura que fazem?

padrinho

Há duas hipóteses. Ou a justiça está completamente destruída e tomada pelo poder político ou então então estamos perante famílias políticas, a viverem em circuito fechado e a defenderem os seus. Nenhuma delas me tranquiliza como explicação para o circo que temos vivido.

Entretanto, importa não esquecer o caos que a educação e a justiça estavam (estão?) a viver mesmo antes da bomba estoirar. Há coisas más de mais para que se safem à conta do desastre alheio.

Jim Morrison

Nasceu a 8 de Dezembro de 1943.
Morreu talvez em 1971, talvez de overdose, talvez em Paris.
Ou talvez não tenha morrido.

Let’s swim to the moon, uh huh
Let’s climb through the tide
Penetrate the evenin’ that the
City sleeps to hide
Let’s swim out tonight, love
It’s our turn to try
Parked beside the ocean
On our moonlight drive.

Vamos?

«De fato, e penso que também de justo direito…»

Sim, de *fato.