…à medida que sobe o preço oferecido pela Telefónica, de 5,7 mil milhões passaram para 6.5 mil milhões e a saída da posição accionista que tem na própria PT de 10%. A Telefónica não desiste dos 50% da Vivo na posse da PT, e a administração desta já reuniu hoje de urgência. Já se ouve dizer, pela administração, que o preço ainda não reflecte o valor estratégico, é preciso mais, o que juntando ao que Faria de Oliveira já afirmou publicamente, palpita-me que “o valor estratégico” é sinónimo de “mais massa”.
Como já disse aqui, é só o vil metal que está em jogo, o resto é conversa fiada, faz-me lembrar a história dos “centros de decisão nacionais” quando se tratou das privatizações, compradas as empresas por ” tuta e meia” logo venderam os centros de decisão nacionais a quem deu mais (rima e é verdade!).
Nós, por cá, é que caímos uma e outra vez na conversa fiada de quem nos goza a seu belo prazer, o Estado agita a “golden share” como se a maioria accionista aceitar o preço , seja possível impedir a OPA. Vão fazer o mesmo que fizeram com a anterior OPA da Sonae, convencer e comprometerem-se a remunerar “principescamente” o accionista, para isso cá estamos nós a pagar as telecomunicações mais caras da Europa!
É só estratégia e patriotismo!






Esta estratégia de espevitar o pior que há dentro de cada um deles, como dentro de nós existe escondido, de soltar a fera fascista, tem de ter responsáveis, dentro da hierarquia, mas sobretudo tem um: o ministro que a tutela.
Tudo leva a crer que Rui Pereira deu ordens para soltar os bichos, para amansar as feras. O pânico pela violência social que vem já a seguir explica tudo. E justifica essa mesma Grécia que cresce dentro de nós.
As informações sobre contratações do FCP são razoavelmente blindadas, e deixam sempre dúvidas. Já por aqui se aventou sobre isso, incluindo a provocação Scolari.
Quem diz à Inês de Menezes que as mulheres polícias são gente de trabalho?









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