No dia do 14º aniversário do mal explicado ataque às Torres Gémeas, o documentário que esmiuçou o atentado e não só. Não se trata da verdade absoluta, mas traz consigo um conjunto de verdades que nos deveriam incomodar a todos. Conspiração?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
No dia do 14º aniversário do mal explicado ataque às Torres Gémeas, o documentário que esmiuçou o atentado e não só. Não se trata da verdade absoluta, mas traz consigo um conjunto de verdades que nos deveriam incomodar a todos. Conspiração?
A leitura que faltava nestes tempos de jihad anti-refugiados de guerra nas redes sociais. Raptado ao blogue Por Falar de Noutra Coisa em nome de um deus fanático qualquer. Com explosivos e burqa.
Dizia-nos a propaganda, em Outubro de 2013, que “O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira, uma proposta de lei que estabelece “regras apertadas para as remunerações da administração e dos quadros superiores dos bancos sob auxílios do Estado”.“. Os rendimentos dos visados estariam limitados a uns míseros 15 salários mínimos, coitados. Chegava a dar pena. [Read more…]
Questionado no final do debate, Pedro Passos Coelho negou ter falado muitas vezes em José Sócrates. Tal como negou ter convidado os portugueses a emigrar ou como voltou a negar o estado lastimoso a que chegou o SNS. Da mesma forma que há quatro anos negava ser necessário cortar salários, subsídios ou pensões, aumentar impostos ou “vender património do estado como quem vende os anéis para ir buscar dinheiro“.
A verdade é que Passos Coelho não sabe mais. Por isso evita entrevistas, por isso arranjou uma desculpa esfarrapada para fugir ao debate a quatro, por isso se esquivou de Ricardo Araújo Pereira e por isso foi tão básico e evasivo no debate com Costa. Sem assessores, sem propaganda e Marias Luz, Pedro Passos Coelho é apenas mais um jota. E nem aí é dos melhores.
A intervenção de Passos Coelho no debate de ontem não foi brilhante, ou, para ser um pouco mais rigoroso, esteve mais próxima do desastre do que o regresso de Relvas à antena. Confirma-se a velha teoria: ninguém ganha eleições, porque, só quem tem o poder é que as pode perder. Ontem, voltou a ser assim. António Costa esmagou e agora corre, de forma clara, para ser o próximo Primeiro-ministro.
Com o que sabemos hoje, parece-me impossível uma maioria absoluta e por isso teremos o PS com um governo minoritário ou será que haverá uma coligação? Coligação com a coligação, parece-me uma impossibilidade. Coligação à esquerda? Em função do que vamos vendo, também não estou a ver como.
Alguém tem a resposta?
O debate entre Pedro Passos Coelho e António Costa foi um reflexo do bloco central que temos: velho, gasto, sem ideias e sempre pronto para fugir às questões essenciais. Quem ali pretendia encontrar respostas para o que será o futuro do país ficou a saber o mesmo. Quem aprecia o enchimento de chouriços terá com certeza tido um serão animado. [Read more…]
Vejamos. Em vez de discutir o seu programa, falou de Sócrates. Para não prestar contas sobre o seu mandato, falou de Sócrates. Para não ter que ser confrontado com o que fez e com o que vai fazer, fugiu aos debates e entrevistas – ficou claro porquê: ia levar porrada, como levou e falar de Sócrates já cheira a desculpa de quem nada tem para dizer.
Costa, por outro lado, foi incapaz de desmontar os “resultados” (cof cof) de que Passos se gaba. Tem um extenso programa mas falta saber se acabará na mesma gaveta onde enfiaram o socialismo.
Hoje estará disponível nas livrarias o livro intitulado ” Os Predadores ” da autoria do meu amigo e jornalista da revista Sábado, Vitor Matos. O livro aborda a temática do funciomento dos partidos políticos.
Tudo o que os políticos são capazes de fazer para conquistarem o poder e como, desta forma, os partidos políticos colocam em causa a Democracia. Um livro muito interessante que recomendo vivamente a sua leitura, ainda por cima, em tempo de uma campanha eleitoral.
Lamento muito dizer isto como social-democrata mas a honestidade intelectual obriga-me a reconhecer que António Costa ganhou claramente o debate televisivo. Mas atenção que ganhar debates não significa vencer eleições.
Car@s leitor@s,
mais uma vez queremos abrir o Aventar a quem nos acompanha. Está a ver o debate? Deixei as suas notas na caixa de comentários deste post.

© Lusa (http://bit.ly/1JTHTAc)
Hoje, segundo o Expresso, “é o grande dia”:
É o debate de ideias, de políticas, de objetivos, de perspectivas.
Efectivamente: “de objetivos, de perspectivas”.
Exactamente: “de perspectivas“.
Aliás, as ‘perspectivas’ são extremamente pertinentes, considerando que a “perspetiva prospetiva“, anunciada nas linhas de orientação do PSD e do CDS, destrói a tese da “ortografia comum“.
Como o PS tem o objectivo de “Implementar as ações [sic] necessárias à harmonização gráfica da língua portuguesa”, convém saber se os “sectores transacionáveis” e a “adequada reafectação dos fatores produtivos” fazem parte dessas *ações.
É por aqui que os grunhos deveriam ter seguido, ao invés de tentarem proibir a concorrência, perceber as razões que levam muitos clientes a preferir a UBER, modernizar e oferecer novos serviços. Lavar o interior dos carros, cuidarem da apresentação e mudar de linguagem, também poderiam representar mais-valias…
A UBER sem investir um cêntimo já colhe frutos.
A menos de um mês das legislativas, António Costa vai para o debate de logo à noite com uma pressão sobre os ombros bem maior que a do seu opositor. Porque a mensagem do PS não tem passado, apesar de ter um favorável cenário para que passasse: quatro anos de aplicação de uma receita de austeridade, que gerou sofrimento generalizado e famílias inteiras lançadas na pobreza e que não conseguiu cumprir um só dos objectivos.
Não foi elegante o processo que trocou António José Seguro por António Costa. Mas assentava num argumento forte: face a um Governo desgastado, a curta margem com que Seguro acabava de vencer as eleições inquietava. As sondagens mostram agora a coligação PSD/CDS-PP quase a par do PS. Para quem a tinha, o mesmo argumento deve tornar essa inquietação bem maior. [Read more…]
A coligação PSD/CDS aprovou a redução, no Orçamento de Estado de 2013, do subsídio que a Segurança Social concede para gastos com funerais. De repente, caiu de 2.515,32 Euros para 1.257,66 Euros. Metade, portanto. Acredito que o ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social tenha apresentado a medida com aquela hipócrita expressão de “isto custa-me mais a mim do que a vós” que já se lhe colou à cara.
Ora, um funeral decente – sem luxos, mas digno – facilmente ultrapassa os 2000 euros. E se antes o subsídio cobria os gastos, agora é insuficiente. Por isso há cada vez mais famílias a meterem-se num crédito para enterrar os seus defuntos, afinal um adequado corolário de uma vida endividada.
Já as funerárias cobram como se os salários médios do país fossem o triplo, enquanto os funcionários se desfazem em mesuras e sentimentos postiços. Nesta história, só mesmo o coveiro, com as cinzas debaixo do braço, é que não finge o que não sente.
Não, esta idiota não representa nem os repórteres nem os húngaros. Representa apenas o preconceito, o ódio, a xenofobia e o racismo. Representa também a crueldade e a mentalidade fascista instigada pelo ditador Viktor Órban, o radical de extrema-direita que, por ser do PPE, a mesma família política europeia onde têm assento PSD e CDS-PP, é referido pela imprensa europeia como sendo um “conservador”, por oposição, por exemplo, a Alexis Tsipras que é, para a esmagadora maioria das mesmas entidades, um radical. Talvez se Tsipras sugerir a criação de campos de trabalho forçado ou regresso da pena de morte na Europa o discurso amacie.
A idiota, essa, foi imediatamente despedida pelo N1TV, o que demonstra que, apesar da forte presença fascista, ainda existe bom senso naquele país. Por falar em bom senso, quem é que soltou esta malta recém-radicalizada, que tem usado casos isolados ou pontuais para fazer generalizações estúpidas? Alguém se lembra de semelhante onda de preocupação com os sem-abrigo? Será desta que o PNR elege um deputado para defender a supremacia da raça ariana no Parlamento?
Começa amanhã, em Lisboa, a 7ª edição do festival que celebra a diversidade.
Depois de anos a gritarem que o PS não tinha ideias para o país – e do PS a cair na esparrela, eis que há meses não se ouvem os ministros desastre deste governo e que o PM se recusou a mudar. Onde andam Crato, Paula Teixeira da Cruz e aquela da administração interna? E que é feito do ministro da propaganda, Poiares Maduro, quando é a altura em que esta mais se intensifica? E porque razão fugiu Passos Coelho a uma entrevista (RAP) e a um debate com todos os candidatos? A razão é simples. O governo não quer prestar contas sobre o que fez durante quatro anos nem apresenta um programa concreto para os próximos quatro.
A contra-medida para este esconder-se e esperar que passem despercebidos? É aparecer, dar entrevistas, falar e lembrar que a outra parte está calada que nem um rato. É preciso tirá-los da toca.
Sem o aval do representante do accionista para isso mandatado, o governo, nunca a CGD teria entrado com os milhões para a solução BES. Caem por terra os argumentos do governo sobre ter sido responsabilidade do Banco de Portugal a escolha da solução BES.
Miguel Macedo foi ontem interrogado pelo Ministério Público no âmbito do caso dos Vistos Gold. Oficialmente arguido, o ex-ministro do actual governo é suspeito de três crimes de prevaricação de titular de cargo público e um de tráfico de influências.
Fazendo uso da retórica subterrânea que alimenta as Marias Luz desta vida, poderíamos iniciar um processo de colagem de Miguel Macedo a Pedro Passos Coelho, na exacta mesma medida em que José Sócrates vem sendo colado a António Costa. Mas não vale a pena ir por aí. Passos Coelho já terá muito com que se preocupar quando a imunidade que o protege deixar de existir e a Tecnoforma voltar à ordem do dia. Até lá, o julgamento a que o primeiro-ministro estará sujeito prende-se mais com o exercício das suas funções e não tanto com o que os seus correlegionários supostamente fizeram. Ainda que, é certo, Macedo sempre tenha sido um dos homens mais próximos de Passos Coelho. [Read more…]
Num debate onde a moderadora Ana Lourenço e Catarina Martins procuraram debater a situação real do país, Paulo Portas socorreu-se de um discurso evasivo dedicando seguramente metade da sua intervenção a empurrar a sua adversária para a situação grega e para o Syriza. O resto foi o auto-elogio do costume, com indicadores manipulados aqui e ali, e a tão sua dualidade de critérios que lhe permite refugiar-se por trás do memorando para justificar o desastre social em que o seu governo mergulhou o país para de seguida ignorar o impacto crise internacional no crescimento desenfreado da dívida pública portuguesa durante o mandato socialista ou até afirmar que nada podiam fazer contra a agenda imposta pelos credores no que a reformas laborais geradoras de precariedade diz respeito para depois dizer que conseguiu contrariar essa mesma agenda para que a TSU dos idosos não avançasse. [Read more…]
Hoje é um dia triste. Estive na Trofa a assistir às cerimónias fúnebres do Dr. Bernardino Vasconcelos. Era uma pessoa afável e simpática. Foi um prestigiado médico pediatra, exerceu funções de director no Hospital de Santo Tirso, tendo entre 1998 e 2009 presidido aos destinos da Câmara Municipal da Trofa, em representação do PSD. Foi, entre 1995 e 1998, também deputado na Assembleia da República.
Esteve, desde a estaca zero, na fundação do Município da Trofa. Um Concelho muito deficitário porque foi ao longo de muitos anos o parente pobre de Santo Tirso.
O Dr. Bernardino Vasconcelos conseguiu construir um concelho novo, criar diversas infraestruturas ao nível da rede escolar, desportiva e social. As suas maiores preocupações foram sempre a educação, o desporto e a acção social. Não fez tudo bem feito, mas fez muito pela Trofa. Paz à sua Alma!
de lidar com os refugiados. Aqui [em francês].
Os grunhos voltaram a mostrar a verdadeira face.
Ontem o jornalista Sérgio Figueiredo escreveu, no Diário de Notícias, mais uma vez, um excelente artigo de opinião que faz uma análise da campanha eleitoral, analisando o triângulo político Pedro Passos Coelho, António Costa e o agora “regressado “ José Sócrates.
Sempre com uma grande lucidez e pragmatismo escreveu que António Costa
perdeu o amigo do peito. Não deu o peito às balas. Também não fez amigos por isso. Só da onça: a sonsa, os patetas, os alegres de sempre e os ratos do costume. Do Largo do Rato sempre fugiram quando a água entra. Costa mete água, muito PS mete nojo. Cambada de camaradas! E, para eles, a caminhada para o dia 4 de Outubro foi-se tornando cada vez mais penosa. Pior que as sondagens, que os castigam, só as imagens de um candidato que perdeu o brilho e a cor.
O processo eleitoral interno, a sua eleição atribulada e a saída de António José Seguro deixou marcas para o seu futuro político, pelo meio teve a detenção e todo o processo judicial que envolve José Sócrates que na passada sexta-feira deixou o estabelecimento prisional de Évora passando para o regime de prisão domiciliária. Agora que entramos no último mês de campanha verifica-se que António Costa é um homem sozinho, que não uniu os socialistas em torno do seu projecto político, a dinâmica de vitória parece que desapareceu, perdeu toda a sua auréola política de vencedor que o acompanhava, desde a Câmara de Lisboa, e o seu principal adversário, Pedro Passos Coelho, com quem esperava debater o futuro do país “ desapareceu “ da campanha eleitoral. [Read more…]
a desfrutar de uma vida faustosa nas Bahamas, financiada pela CIA. É o mais recente assobio de Edward Snowden.
… tenho a dizer que os apoio e não os apoio.

Apoio, porque o que a Uber está a fazer é competição desleal. Um taxista precisa de ter carta de profissional, está obrigado a licenças diversas, tem que realizar inspecções automóveis específicas e paga diversos impostos sobre a sua actividade comercial. A nada disto está a Uber sujeita. É apenas uma mundialização do trabalho precário, sem os encargos a que os restantes estão sujeitos. Se a Uber quer estar no negócio, tem que jogar pelas mesmas regras que estejam em vigor para o transporte de passageiros.
Mas também não apoio os taxistas por causa dos diversos truques que praticam para enganar os clientes. O mais recente deles consiste em ter carros nos aeroportos que têm lotação superior a quatro lugares e que, por isso, são bem mais caros. É vê-los nas chegadas na Portela, por exemplo, às vezes em igual número aos restantes táxis de quatro lugares, a levarem um único passageiro e sem que este seja avisado de que irá pagar mais do que o que precisa pelo serviço. Sim, está um discreto aviso colado na vidro do carro. E quem não lê, azar. É isso, não é, ó xicos espertos dos truques? Eu quando me calha um desses na rifa, simplesmente digo que não vou e chamo um carro normal. Ainda não houve uma única vez em que não fosse mal tratado por o fazer.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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