S. Bento e a Ordem Beneditina


Apesar do tom demasiado beato para o meu gosto, o presente documentário tem partes que se aproveitam para o estudo da organização da Igreja Católica e da difusão do Monaquismo.
Tema 3 do Programa: A formação da Cristandade Ocidental e a Expansão Islâmica
Unidade 3.1. – A Europa -Cristã nos séc. VI a IX.

Juro!

O discurso é um pouco como a Verdade: hoje é uma coisa, amanhã é o seu oposto.
O que importa é continuar a sorrir e a acenar, sorrir e acenar

D. Januário Torgal Ferreira:

O Bispo das Forças Armadas, D. Januário Torgal Ferreira sempre gostou de uma boa polémica. Sempre o admirei, mesmo quando não concordo com ele. Gosto da sua frontalidade. Diz o que pensa mesmo quando, raramente, não pensa no que diz.

Por muito que custe a alguns, basta reparar nas diversas caixas de comentários dos blogues, e independentemente do alvo (ele também disparou contra o anterior Governo, faço-lhe essa justiça recordando o facto) ele desta vez embarcou na treta de café ou de táxi.

A diferença, contudo, é que nem ele é taxista nem os jornais são mesas de café. D. Januário atirou lama em direcção a uma multidão. Fez como a polícia nas cargas efectuadas nas manifestações: bateu em tudo o que mexe, culpados, inocentes, incautos, distraídos e tipos que só estavam a passar naquele momento.

Nesse aspecto, sublinho e quero aplaudir publicamente as palavras do Ministro da Defesa:

Eu espero que o senhor bispo tenha apresentado na PGR os factos que fundamentam essa declaração, até porque o senhor bispo deve obediência às regras da Igreja e o falso testemunho é matéria que não obedece às regras da Igreja”, afirmou José Pedro Aguiar-Branco.

As coisas são como são.  Enquanto Bispo, D. Januário não é uma pessoa qualquer. A forma como o afirmou obriga-o a explicar quem são os corruptos e quais os crimes que cometeram, deixando para a justiça terrena a prova. É o mínimo que se lhe pode exigir.

Nem imaginam o quanto me custa escrever estas linhas. Tenho uma enorme consideração por D.Januário Torgal Ferreira. Mesmo sabendo que estas últimas declarações são fruto das incómodas notícias sobre a sua reforma. Contudo, homem inteligente como é, já deveria estar preparado e sendo Bispo das Forças Armadas sabe muito bem que na guerra todos dão e levam, como sabiamente diz o povo.

Metro do Porto sem papel

Falta pouco para as 17h00 e, na estação  “Casa da Música”, há, como é costume, muito movimento. Há duas máquinas de venda de títulos de transporte. Uma não funciona, a outra tem à frente uma ordeira fila de passageiros. Ao lado dessa máquina está uma funcionária, aparentemente para ajudar os passageiros, porque, uma década depois da inauguração da primeira linha, muitos portuenses (e que dizer dos turistas?) continuam a não entender o complicado sistema de zonas implementado.

Espero pacientemente pela minha vez e, quando ela chega, descubro que a janelinha no topo do ecrã que eu estava a ver desde o fundo da fila serve para informar que a máquina não está a emitir recibos.

Viro-me para a funcionária para confirmar aquilo que acabo de ler.

Ela confirma.

O dia foi de muito calor no Porto, a minha tarde também não está a ser assim tão boa, por isso eu insisto, presumindo que não estou a perceber bem.

– Não emite recibos? Mas tem de emitir!

A funcionária faz má cara, mas oferece-se para meter papel na máquina, enquanto os passageiros atrás de mim bufam e começam a rogar-me pragas.

– Se a senhora quiser eu posso meter papel, tenho é de abrir a máquina.

Isto com a minha operação já em curso, e um metro prestes a chegar.

Respondo-lhe que o papel já deveria lá estar, ao que ela contesta:

– Mas o papel acaba, não acaba? [Read more…]

O travesti da 5 de Outubro

Vigília pela Educação já mexe

A Vigília já está a mexer e até o sr. Ministro começa a dizer coisas – sabemos que ninguém vai ser despedido agora, mas sabemos que a esmagadora maioria dos docentes contratados não vai ser contratado, isto é, vai ser despedido. Mas e amanhã, o que vai acontecer aos Docentes dos Quadros? Poderá o Ministro garantir isso? Claro que não!

As notícias sucedem-se e a República vai mesmo sair à rua: no Diário de Notícias, na RTP, no Público.

Mais do que uma questão de Professores, trata-se de defender a Educação, o serviço público de educação e em particular a Escola Pública.

Um movimento de pessoas que não desistiu, que não desiste e por isso amanhã vou estar na Praça da República.

Uma arte portuguesa

 

Há uns anos fiz um trabalho de investigação sobre os azulejos em Aveiro, tentando fazer uma história da Empresa Cerâmica da Fonte Nova, uma fábrica aveirense iniciada no final do século XIX e por muito tempo nas mãos dos irmãos Melo Guimarães.

Sempre gostei de casas revestidas a azulejo… Arte Nova ou não, em relevo ou lisos.

“A paisagem urbana portuguesa está marcada por eles. São os azulejos, que, em cada cidade e vila do país, cobrem fachadas e decoram interiores. Os turistas que nos visitam espantam-se e maravilham-se com a cor que dão às ruas, e interrogam-se sobre o gosto que, com gradações diferentes, continua a ser o nosso. Mas poucos sabem como começou.” («Uma arte muito nossa», Público, 17/7/2012).

O Museu Nacional do Azulejo expõe, até 28 de Outubro, azulejos do século XVII.

Três dicas para estas férias: visitar a exposição, fotografar os azulejos da sua vila ou cidade ou fazer passeio de comboio prestando atenção aos painéis de azulejos que decoram as nossas estações de comboio de norte a sul!

O que sobra

Nunca um Governo permitiu como este permitiu o seu próprio escrutínio.

Nunca um Governo tentou ser tão transparente nas suas medidas e acções.

Nunca um Governo recrutou os seus Membros com base em critérios de competência e mérito tão restritos.

Nunca um Governo teve tão poucos filiados e militantes nas suas fileiras.

Nunca um Governo se marimbou tanto para os desejos e ambições do seu próprio aparelho partidário.

Nunca.

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ó se é!!!

Os que não chegaram a nascer

Este é o nome do terceiro capítulo do romance Quem Ama não Dorme de Robert Schneider (1961), escrito em 1992.

Uma obra inesquecível. Trata-se da história de um músico genial do século XIX, nascido numa aldeia miserável algures na Áustria, onde a mesquinhez e outros defeitos de mentalidade (ignorância, inveja, indiferença) “não permitiram reconhecer o seu enorme talento”.

Deixo um excerto que me parece traduzir algo muito real ainda no século XXI e em Portugal:

(…) que magníficos seres, filósofos, pensadores, poetas, escultores e músicos terá o mundo perdido, apenas por não lhes ter sido proporcionado ensejo para aprender o seu genuíno ofício? (…) Chorámos então por estes desconhecidos, estes homens nascidos, que, em vida, não chegaram, porém, a nascer. Johannes Elias Adler foi um deles.”

Eu sei… O título deste post pode ser lido com outro sentido… claro.

Choramos também por esses desconhecidos seres que não se deixou, sequer, nascer. Onde poderiam chegar?

E são cada vez mais…

Não acho bem!

Não acho bem que um bispo, mesmo sendo das Forças Armadas (e alguém mais perspicaz do que eu, conseguirá, seguramente, explicar para que serve um bispo das Forças armadas), seja assumidamente ATEU. Eu também sou, mas acho que um bispo não devia ser. Pô! É um bispo! Devia, no mínimo, disfarçar e dar a ideia que acredita na justiça divina. Cometer, ostensivamente, p’raí 3 ou 4 pecados mortais de uma só vez é de alguém que se está a marimbar para o que a sua “colectividade” tenta impingir. Bem prega “Frei Tomaz”, fazei o que ele diz mas não o que ele faz!

PS: O nosso bispo sem fé também assinou aquele “manifesto”. Em grande!

As palavras

(Adão Cruz)

 Tenho muito respeito pelas palavras e pela verdade nuclear que as constitui.

Tenho muito medo de poder esvaziá-las ou atraiçoá-las.

As palavras, elas mesmas, têm necessidade de serem ditas, senão não passam de palavras, e eu tenho necessidade de as saber dizer, senão não passo de mero dizente.

Por outro lado, se as palavras têm um sentido para aquele que as diz ou escreve, podem não o ter para aquele que as ouve ou as lê.

O conceito de sentido é fundamental na comunicação. [Read more…]

Mundos Perdidos: Os Vikings


Na segunda vaga das invasões bárbaras, num momento em que a Igreja Católica já se organizara, despontaram os Vikings, povo escandinavo que ocupou partes importantes da Europa a partir do século VIII.
Tema 3 do Programa: A formação da Cristandade Ocidental e a Expansão Islâmica
Unidade 3.1. – A Europa -Cristã nos séc. VI a IX.

EDP

Mexa-se pela sua Educação!

O ditado é antigo: “É preciso uma aldeia inteira para se educar uma criança.” Se aceitarmos como bom este adágio, facilmente percebemos que a educação das crianças nos diz respeito a todos, independentemente da profissão ou da circunstância de sermos pais.

Qualquer prejuízo causado à Educação atinge cada um de nós. Se concluirmos que esse prejuízo nasce de políticas erradas e/ou mal-intencionadas, protestar é o dever mínimo de qualquer cidadão.

A progressiva destruição da Educação em Portugal tem sido denunciada por várias vozes, muitas delas – a maioria – vindas do interior da corporação docente. Os três últimos governos, assentes em máquinas de propaganda, têm conseguido isolar essas vozes, considerando que são corporativistas em defesa de privilégios injustificáveis. Importa que os restantes cidadãos ouçam atentamente e reflictam.

Os problemas profissionais dos professores constituem alguns dos muitos problemas da Educação em Portugal. A partir do próximo ano, o aumento de alunos por turma, a criação de escolas gigantescas e desumanizadas e a expulsão de recursos humanos preciosos colocarão em risco a qualidade da educação das gerações futuras.

Estes problemas não serão resolvidos num dia ou numa noite, mas é importante que a vigília do próximo dia 18 tenha a participação de todos os que estejam verdadeiramente preocupados com a Educação. Isso inclui professores e não exclui ninguém.

Para mais informações, aproveitem o facebook. E o Aventar, claro.

Teatro no Norte: Academia Contemporânea do Espectáculo

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O governo das misericórdias, amén

É interessante verificar que o apoio ao “Querido Líder” Passos Coelho é encenado.

“Pingo Doce”: sabe bem adoecer muito

O Aventar soube que, nas clínicas Walk’In Clinics, os pacientes poderão sair com mais doenças do que aquelas com que entraram não pagando mais por isso. Na verdade, os accionistas do Pingo Doce souberam dar uma nova dimensão à frase de Afonso da Maia: “Num país em que a ocupação geral é estar doente, o maior serviço patriótico é incontestavelmente saber curar.” [Read more…]

Não, não sou Doutor

Muito se tem escrito sobre a licenciatura de Relvas feita em apenas um ano.

Miguel Esteves Cardoso escreveu muito bem sobre o caso: “Mas o não-dr. Relvas não tirou curso nenhum. Por muito mau que seja o curso de Ciência Política e Relações Internacionais da Universidade Lusófona (UL) se o não dr. Relvas o tivesse tirado, não só seria dr. Relvas, como seria, com certeza, menos ignorante.”

Miguel Relvas é um não-doutor que chegou a ministro.

Ao mesmo tempo, há «doutores» –  efectivamente, comprovadamente e merecidamente doutores -, que têm que esconder que são licenciados, ou mestres ou doutores para conseguirem um emprego.

Há jovens licenciados que “criam várias versões do seu CV de forma a garantir que os chamem mais depressa para entrevistas de trabalho“. “Reduzem as habilitações ao 12.º ano como estratégia, tornando o currículo simples e atraente”. ??

Há portugueses que negam a sua formação, que quase têm vergonha do seu esforço e da sua formação académica de alto nível. Anos das suas vidas que têm necessidade de negar com medo!!!!Portugueses que recebem um salário muito aquém daquilo para que se prepararam.

Há portugueses que se sentem prejudicados por excesso de habilitações. O que é isto? E ainda se lhes pede: voltem à escola (Mariano Gago)!!

Isto é uma vergonha! Uma vergonha nacional!

A Educação em Portugal: «só para inglês ver».

Um retrato do nosso país.

P.S.: E há portugueses que não são «doutores» por falta de oportunidade para estudar e a quem respeitamos! Uma palavra para eles, como o meu pai: não têm mais que a 4ª classe mas são «doutores» pelo respeito que me merecem, pelo exemplo que dão nas suas vidas de gente íntegra. O meu pai, com mais de 60 anos, acabou agora o 9º ano (Novas Oportunidades). Parabéns a todos os que, com esta idade, procuram actualizar as suas habilitações académicas, desinteressadamente…

A crise paga por quem a provocou

Estou de acordo com este princípio. Os banqueiros e restantes financeiros que paguem a crise.

Rui Rio leva dois puxões de orelhas e fica de castigo

Queria Rui Rio privatizar a antiga Biblioteca Infantil Pedro Ivo, na Praça do Marquês do Pombal, recentemente ocupada e logo entaipada. Teve azar. Adivinhem quem ganhou a concessão e quer devolver o espaço à sua nobre função original?

O estado já está a emagrecer

Soares dos Santos abre negócio de clínicas de saúde.

António Borges falou e disse

Azares de Verão: ouvir da boca de Marcelo Rebelo de Sousa que a entrevista de António Goldman Borges Sachs  é a melhor defesa feita do governo ainda em funções.

Elogio mais subtilmente homicida não há. Nem é por ali estar todo um outro programa, de canalhice puramente sexual ao sabor das elites. Tinha lido a coisa, sublinhado umas citações, pensando comentá-las. Depois de em directo na TVI o herdeiro de Baltazar executar a vítima, arrastando mais onze ministros atrás, fico-me pelas citações e pouco mais. A rigor, foi mesmo suicídio, façam o vosso julgamento:

  • convém lembrar que, em Portugal, nos últimos anos, subiram-se os ordenados da função pública muito mais do que no sector privado.” – erro do jornalista, ele disse nos últimos anos do século passado.
  • No final deste ano, a nossa conta corrente com o estrangeiro já estará equilibrada” – António, o desequilibrado mental.
  • As pessoas começaram a poupar mais, em particular em artigos de luxo, automóveis.” – é mesmo por isso que a Mercedes, perdão, a Peugeot quer fechar uma fábrica. [Read more…]

Os Bárbaros. Os Godos


Mais um documentário desta série, des ta vez sobew os Godos.
Tema 3 do Programa: A formação da Cristandade Ocidental e a Expansão Islâmica
Unidade 3.1. – A Europa -Cristã nos séc. VI a IX.

Missa

Daniel Rocha, 2004 (republicada no Público em 2012)

Marco António Costa no lugar de Miguel Relvas

O comentar Marcelo lançou o nome de Marques Mendes para a Praça,  logo este é para riscar.

Aceitam-se apostas, mas não deve andar longe do Marco António Costa, que se colocou fora de Gaia, apesar do empurrão do sr. Presidente – candidato – ao Porto.

Com a porta aberta para Ministro, fica a cadeira de Gaia vazia para quem a apanhar. O vice Firmino Pereira “afastou-se” do governo e parece querer ganhar a dianteira, sabendo que tem de se demarcar do desastre governativo para não ficar preso à penalização que o PSD vai sofrer.

Há mais candidatos, mas há uma coisa que é muito clara para todos: é que todos juntos não fazem um!

A Educação nas ruas da República – vigília dia 18 de madrugada

A Escola Pública pegou fogo!

Já não dá para aguentar mais!

Está na hora de sair à rua. Depois da fantástica manif de Lisboa, está na hora de continuar a lutar pela Educação.
Das redes sociais surgiu uma ideia simples, mas que pode ser eficaz:

Vigília toda a noite de 18 para 19 de julho, em todas as capitais de distrito.

Lema: “Que nenhum português fique em casa!”

Em Lisboa seria junto ao parlamento, onde, nestes dois dias se vai discutir Educação.

Nas outras capitais, nas respetivas Praças da República como símbolo da importância da Educação para a República. Umas violas, umas telas para umas pinturas, uns poemas e teremos uma noite…

Começamos às 19h de 4ª feira. Uns poderiam ir dormir ou ficar…

Mas todos regressavam com o sol para terminar ao meio dia. Fica a dica….

Vamos a isso?

A ideia é mostrar à população que está em causa a Escola Pública com o aumento dos alunos nas turmas, com a redução das horas de apoio, com menos tempo para trabalhar matemática e língua portuguesa, com o fim dos CEF e dos Profissionais, com a estupidez dos Mega-agrupamentos.

Não se trata de coisa de professor!

Estamos a falar da Escola como um direito e da Escola como um pilar da Democracia e da República!

Vamos fazer da noite de dia 18 uma noite histórica – a noite em que Portugal saiu à rua para lutar pela Escola!

Milhares nas ruas de Madrid

Polícias, bombeiros, professores, funcionários da administração central – cerca de dois mil funcionários públicos manifestam-se neste momento no centro de Madrid, contra os recortes anunciados pelo governo e a supressão do subsídio de Natal.

Depois das imagens das cargas policiais de há dias, parece que há agora elementos da UIP (Unidad de Intervención Policial) a juntar-se aos manifestantes e a cantar “lo llaman democracia y no lo es”.

Como de costume, por cá ainda não se sabe nada.

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Orgulho

A Lusófona meteu-se numa alhada! Ou antes, algumas das suas práticas junto dos “poderes” colocaram os alunos que a frequentam ou que a frequentaram (na sua maioria são jovens a quem as famílias pagaram, a custo, os estudos) em dificuldades.

Percebe-se, por isso, a preocupação.

Estou certo que o Sr. Miguel tem orgulho na Lusófona. E o sr. João também.

Cursos CEF e Profissionais – é urgente uma solução

Desde há uns anos que as Escolas Públicas (tal como algumas privadas) oferecem aos seus alunos a possibilidade de fazer um curso profissionalizante, algures ali pelo terceiro ciclo. Estes Cursos de Educação e Formação (CEF) destinam-se a alunos com o 6º ano concluído, tal como refere o IEFP:

“Face ao elevado número de jovens em situação de abandono escolar e em transição para a vida ativa, os cursos de Educação e Formação para jovens visam a recuperação dos défices de qualificação, escolar e profissional, destes públicos, através da aquisição de competências escolares, técnicas, sociais e relacionais, que lhes permitam ingressar num mercado de trabalho cada vez mais exigente e competitivo.”

 

Este texto parece saído dos discursos do Paulinho das Feiras, mas retrata, formalmente o que é um CEF  – alunos “complicados”,  em risco de abandono que são encaminhados para um curso onde aprendem uma profissão (pasteleiro, empregado de mesa,…). Naturalmente, pelas suas dificuldades, muitos destes alunos seguiam, depois, para um curso profissional ao nível do ensino secundário.

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