Documentário realizado por Julien Temple.
Ficha IMBD.
Em inglês, sem legendas.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Uma das coisas a que já me habituei, como católico, foi a ser discriminado. Hoje, ser católico é estar do lado errado da bancada, junto da equipa perdedora. Ser moderno é ser ateu, de Esquerda, totalmente liberal (em todos os sentidos do termo), amoral e amigo dos animais.
Primeiro vem a condescendência: como é possível que alguém se deixe enganar pela religião? Indivíduos cultos e inteligentes não veneram santos, nem adoram deuses. Deixam-se estimular pela Razão. Este super-homem racional, pretensamente asséptico no tocante ao ódio e à paixão é o primeiro a atirar as pedras. Dificilmente parará para pensar antes de disparar.
Depois vem o alvo Igreja. Ateus, agnósticos ou simplesmente ignorantes sabem tudo sobre a Igreja, mesmo sem serem crentes ou praticantes. Sabem tudo sobre o múnus dos sacerdotes e os fins das suas acções, alcançam mais longe no tocante a liturgia e teologia. Se vêem ouro gritam logo: luxo! Se vêem padres gritam logo: pedofilia! Para eles britava-se as pedras das igrejas, derretia-se o ouro das alfaias e vendiam-se as obras de arte. O tecto da capela Sistina recortado para decorar museus ou habitações particulares ou a Pietá de Miguel Ângelo convertida em estátua de jardim. Com o produto da venda alimentava-se a fome no mundo inteiro, por um dia. E no dia seguinte, sem comida, nem arte, voltavam à carga. Porque o objectivo desta gente não é que a Igreja mude, tão-somente que desapareça. [Read more…]
Parque Escolar “é um exemplo de boa prática de gestão”, afirmou MLR
Outros exemplos de excelência: Madeira e BPN. Pelo menos foi o que me contou ontem um sujeito enquanto me atirava areia para os olhos.

As colunas partiam de madrugada
As colunas partiam de madrugada
Para o norte partiam para a morte
Partiam de Luanda flor pisada
Levavam morte de Luanda para o norte.
De Luanda partiam flor pisada
Colunas que levavam.
Luanda para o norte para a morte
De Luanda partiam madrugada.
De Luanda madrugada para o norte
As colunas partiam
Levavam de Luanda a flor pisada
Para a morte do norte para a morte. [Read more…]
Não sei nem quero saber quem são os assessores amedrontados que não refreiam Passos Coelho da tomada de quaisquer medidas nas costas dos portugueses ou que, pelo contrário, tal sugerem. Mas o medo pela Verdade Toda que nos é devida, seja na Assembleia da República, seja quando apanhado pelos microfones a sair do WC, só pode aterrorizar e confundir mais e mais a Opinião Pública. Nem será o excesso de austeridade o problema, mas o excesso de má e liquidatária austeridade que assassina objectivamente a economia portuguesa sem se perceber para quê. Boa verdade nunca de mais recordar são os 80 000 milhões de euros que correspondem a seis anos de optimismo cretino e que efectivamente conduziram o País ao descalabro, ao buraco em que nos encontramos. Tirando as decisões e as ilusões com dinheiro sem PIB que o pague por que o socratismo se norteou, tais Governos negros pactuaram com toda a espécie de fingimento e encobrimento de dívida própria e alheia, assunto que Sócrates fazia questão nunca comparecesse nos seus célebres monólogos travestidos de entrevistas. [Read more…]
Silva diz que que promulgou o diploma que suspende as reformas antecipadas porque “é de interesse nacional“. Silva assegura que não volta a falar das suas reformas, porque aquilo que os jornalistas “têm escrito sobre o assunto não corresponde minimamente à verdade“.

Silva falou na inauguração da nova sede da Microsoft em Portugal, e tudo bate certo: sistema operativo novamente falhado. Em breve haverá uma actualização de software. Até lá, perderá todos os dados não guardados.
Press any key to continue…
Batemos todos os dias recordes de culpa, de medo e vergonha. Sentimentos de culpa inculcados por responsáveis sem vergonha, que continuam a repetir a ladainha de que “os portugueses viveram acima das suas possibilidades” e de que somos os culpados de todos os males que nos afligem. (…) Como é possível que tantos continuem a acreditar nas mentiras de tão poucos, que tantos continuem dispostos a vender os seus primogénitos para enriquecer os mais ricos dos ricos?
A ler, com urgência, o José Vítor Malheiros.
O actual rei do estado espanhol, Juan Carlos de Bourbon, matou o irmão numa brincadeira com uma arma de fogo, caso ocorrido no Estoril e muito convenientemente abafado por Salazar.
Seguindo a tradição familiar, mas sem consequências para terceiros, agora o neto deu um tiro no pé. Vamos ver se o acidente é comunicado ao Ministério Público e o pai leva a multa “entre 300 e 600 euros” que a lei por aqueles lados prevê para quem mete os rebentos a brincar com armas de fogo. Por muito menos do que isto já se viram pais perderem a tutela dos filhos.
Mas provavelmente uns serão mais iguais do que outros, é claro.
Dois mundos completamente diferentes coexistindo, no nosso tempo.
Enquanto que a Etiópia procura que todas as suas crianças tenham acesso ao ensino primário; enquanto muitas mulheres do Senegal anseiam pelo curso de alfabetização (querem somente aprender a ler e a escrever), agora que mais libertas de tarefas como moer milho (constato surpreendida que ainda há mulheres que moem milho); enquanto Moçambique luta por diminuir a taxa de mortalidade infantil e a Tunísia reduzir a de mortalidade materna; enquanto na África do Sul ainda não é possível garantir a todos o acesso a água potável;
os americanos ou nós, países mais desenvolvidos e ricos, esperámos exibir o último brinquedo tecnológico e, de preferência, ser o primeiro a comprá-lo para aparecer numa foto de jornal, na internet, no mural do facebook, etc. [Read more…]
O governo continua a tomar medidas de estimulo à economia e de combate à crise. A última destas medidas estabelece o fim das indemnizações por despedimento para os contratos a prazo assim como novos limites para a prestação de sobrevivência e de subsídio em caso de morte e a diminuição das indemnizações para os contratos sem termo (os efectivos).
Todas estas medidas fazem parte da estratégia do governo de competirmos no mercado internacional, competirmos nomeadamente com a China através de salários baixos! – São uns génios! – Ainda temos algum caminho a percorrer mas tenho a certeza que, liderados por esta cáfila de iluminados chegaremos a bom porto.
De um recorte de jornal.
Há dias, revendo recortes velhos e amarelos, um deles chamou-me à atenção. Não propriamente pelo motivo pelo qual o guardei em 16 de junho de 2006 (David Mourão-Ferreira) mas, justamente, pelo que descobri nas costas do mesmo.
Havia retalhado um quadrado com referência ao documentário Duvidadávida dedicado ao poeta quando se completavam dez anos após a sua morte. Nessa sexta-feira, sublinhei na folha do jornal: “Que dúvida Que dívida Que dádiva/Que duvidadávida afinal a vida”. No documentário produzido pela RTP, podia ouvir-se a voz de Mourão-Ferreira numa das últimas entrevistas, já muito doente, a dizer-nos “o quão extraordinário é a vida e a maravilha que é estarmos vivos”.
Há poucos dias, como ia dizendo, vi, com outros olhos (ou efetivamente pela primeira vez), o outro lado: uma foto do actor João Castro encenando Na Morte de Marilyn, um poema de Ruy Belo. Tirei da estante o único livro que tenho de Ruy Belo (A Obra Poética) e ah! lá estava ele: [Read more…]
O Pedro Correia percorre o rio dos blogues e decifra as pepitas nas areias. Não gostarei de todos, mas preguiço-me no seu labor paciente.
Documentário da National Geographic.
(em castelhano)

Bem perto da Praça Mac-Mahon, na Rua Consiglieri Pedroso em Lourenço Marques, existia a Papelaria Spanos. Era ali onde os meus pais tinham a assinatura de revistas como Tintim, Pisca-Pisca e os Almanaques Disney, pelos quais eu e o Miguel tanto ansiávamos. Para nossa casa também seguia uma publicação francesa, a Historia, dirigida por Christian Melchior-Bonnet, da Librairie Jules Tallandier. Nela escreviam André Castelot, Christine Garnier, Paul Morand, Alain Decaux, Marcel Brion, Jaques Chastenet, Paul Carell, entre muitos outros nomes da Academia Francesa, da política e da literatura europeia de então.
Portugal é o que é. Um país de misteriosa cobardia institucional: aquilo que, no grau e no tom, uma PGR nos faz ou não faz diz tudo da impunidade que o Dinheiro acumulado ilicitamente paga para sua criminosa salvaguarda e dano agudo dos nossos interesses colectivos. Do ponto de vista cívico, Portugal consentiu Sócrates duas vezes. Coisa sem perdão pelos séculos dos séculos, dado o preço altíssimo que todos pagamos por um só charlatão, absolutamente desonesto e insondavelmente dissoluto. Pior ainda: Portugal consentiu um tipo de controleirismo canino, sufocante, através dos media, graças a um sistema tentactular, caro ao Erário, assente em elevadíssimo número de avenças e bocas advocatórias. Portugal consentiu-o duas vezes. As guerras mais estéreis e as confusões mais convenientes vieram por meio dos media, como manobras de diversão relativamente aos negócios e negociatas que se faziam nos bastidores, especialidade e finalidade exclusivas de esse tipo charlatão de Governo. [Read more…]
Há dias, Christine Lagarde, DG do FMI, concedeu uma entrevista à estação televisiva CBS, centrada no tema da dívida grega. Sumariamente, afirmou:
No final, ao que se sabe pela comunicação social portuguesa, SIC em especial, Lagarde admitiu a bancarrota e a saída da Grécia do Euro.
Um farmacêutico grego, de 77 anos, suicidou-se na Praça Syntagma em Atenas. Na derradeira carta, deixou clara a razão da opção pela morte: ter sido privado de meios para a sobrevivência. O FMI, de Lagarde, lamentou. Hipocritamente.
Esta morte de Dimitris Chrisoula teve origem na pandemia das medidas do FMI. Efeito, de facto, pandémico que, surda e perfidamente, está a matar silenciosamente muitos europeus do Sul – em Portugal, em 2010, registaram-se 1195 suicídios, acima, das 1135 mortes nas estradas. São indicadores de reflexão obrigatória. [Read more…]
Coisas de Rosalino. Se fosse Rosalino seria muito infeliz. Provavelmente o secretário de estado, cujo apelido é esse e altamente depressivo, pensa igual, mas não confessa. Vinga-se. Contratos a termo terão zero de indemnização por despedimento. Ó Rosalino e se fosses despedido?
Para promover os desígnios pessoais e colectivos de certos edis e edilidades existe a imprensa regional. Longe dos tempos em que servia a quezília política e ideológica, anunciava abertura de novas mercearias ou publicitava as carreiras de vapor para o Brasil ou os comboios para França, o pequeno jornalismo serve hoje de bandeja o longo rol de obras paroquiais e municipais. A mentalidade ainda é semelhante à que imperava durante essa longa noite radiofónica chamada Estado Novo: o jornalista local é uma extensão do funcionalismo , agora munido de gabinetes de comunicação que preparam as notícias. Estas não diferem muito, em teor e assuntos, do tempo da Segunda República (1926-1974), quando os senhores dos velhos municípios liberais (escudados em anacrónicos pretensos direitos medievais) se ufanavam de, com pompa e circunstância, inaugurar fontanários, caminhos rurais ou casas do povo. Hoje são rotundas, parques de merenda e auditórios, como se a cada concelho coubesse a necessidade de equipar-se segundo um pequeno país. No fundo não temos municípios mas antes 308 principados do “tipo Andorra” cada um com a sua biblioteca, o seu auditório, tribunal e complexos desportivos que poucos usam porque as muitas estradas levaram os habitantes a procurar outras paragens. No meio desta esquizofrenia urbanística estão, portanto, os jornais locais. [Read more…]
Lamborghini Aventador J
Deve estar lembrado(a) do gigantesco buraco que se abriu na Cidade de Guatemala há quase dois anos. As àguas diluviais que acompanharam a tempestade tropical abriram aquele buraco descomunal no centro da capital daquele país. As dimensões, 60 metros de profundidade e 21,54 diâmetro, foram suficientes para engolir edifícios.
Mas há outros buracos… Aqueles que engolem serem humanos, aqueles onde por vezes caímos e são abertos por maus políticos, más políticas, má gestão, o que vai dar ao mesmo… (lembro-me da vaga de suicídios na France Telecom há dois anos).
Na quarta-feira passada, um senhor grego de 77 anos suicidou-se com um tiro em frente ao Parlamento. Descobriu-se uma carta deste homem onde acusa o Governo de, “com tantos cortes, ter praticamente reduzido a zero a sua reforma”. O número de suicídios tem aumentado na Grécia à “medida que têm sido impostas as medidas de austeridade” (Expresso, 6 de abril). [Read more…]

António de Oliveira Salazar.
Três nomes em sequência regular…
António é António.
Oliveira é uma árvore.
Salazar é só apelido.
Até aí está bem.
O que não faz sentido
É o sentido que tudo isto tem.
Este senhor Salazar
É feito de sal e azar.
Se um dia chove,
O sal,
E sob o céu
Fica só azar, é natural.
Oh, c’os diabos!
Parece que já choveu…
Coitadinho
Do tiraninho!
Não bebe vinho.
Nem sequer sozinho… [Read more…]
Sobre os MEGA – AGRUPAMENTOS, uma excelente tomada de posição do Conselho Municipal de Educação de Gondomar, para onde estão previstos TERA – agrupamentos.
Este tipo tem a escola toda! “Se mexer, leva!”
Vai daí pensei em arranjar um cartão de militante do PSD ao Pepe. Assim, como assim, já sabe o hino, ainda que na versão com samba.
Quando o Relvas abrir a boca para dizer mais uma parvoíce, manda-se uma mensagem ao bobi e ao tareco e eis que numa entrada de carrinho, a pés juntos, temos o Relvas, no soalho, com as duas pernas partidas ou até quem sabe com uma distensão muscular na ponta do nariz. Com um jeitinho, ainda sobra uma cotovelada para o Coelho.
A vontade de agredir é tanta que, no jogo de ontem contra o Valência, PEPE agrediu um colega do Real Madrid (com um 7 na camisola). Terá sido o Cristiano Ronaldo a vítima?
Veja com os seus próprios olhos:
[youtube:http://youtu.be/kauFdeh0mRI%5DO agredido ainda teve forças para se rir da situação.


O ‘Público’ publica na 1.ª página uma indecorosa exibição do fausto papal. Na senda, aliás, do que desde há séculos é a abjecta exuberância de luxo do Vaticano. Bento XVI, como outros antecessores, salvaguardando João XXIII e João Paulo I cuja morte permanece envolvida em mistério, prolonga a imoralidade da ostentação da ICAR face aos fenómenos da desumanidade em expansão no mundo.
As imagens documentam, pois, a ignóbil vida luxuosa do Vaticano, com um papa revestido a ouro; sabemos que calça sapatos ‘Prada’ de 4.000 euros.O desprezo é total pelos milhões de crianças a morrer de fome em África e em outras paragens, como provavelmente será o caso da criança de Darfour que, à míngua de alimentos, se nutre do que encontra. Dejectos que sejam.
Doutrinário do ultramontanismo no papado de João Paulo II, Bento XVI lançou uma série de apelos e condenações à violência, num exercício de mimetismo de contestações que a sociedade laica, desestruturada, também reclama aos quatro ventos. Porque a reclamação é espontânea e assente em sentimentos óbvios. [Read more…]
Uma equipa de investigadores de Santiago de Compostela elaborou uma lista com 56 republicanos portugueses assassinados pelo franquismo espanhol na região da Galiza
A ler no DN, e acrescento: se estão em valas comuns a homenagem não pode ficar por uma placa.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

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Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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