12.000.000.000,00 €
Este é o valor que o governo não quer transferir para as autarquias para que paguem as suas dívidas, o que fará com que micro/pequenas/médias empresas com viabilidade e facturação continuem a falir e despedir.
Este é o valor que o governo quer dar à banca privada e aos seus accionistas para que mantenham os seus rácios. Não se traduzirá directamente na criação de um único posto de trabalho e/ou dinamizará a economia.Não há dinheiro… só para alguns.
Esta acertou no alvo, atravessou o governo e ficou espetada na banca
Carta Aberta ao Fóssil Arménio
Meu caro Arménio Fóssil Carlos, o meu caro não pense que este que lhe escreve está incondicionalmente do lado das políticas de direita deste Governo como muito menos esteve aquando do desgoverno UltraDireita patrulheiro-trauliteiro socialista. Não. O que nos separa é o facto de eu pensar pela minha cabeça e o camarada Fóssil pela do Comité Central Ortodoxo milenarista. Mas, nesta carta aberta, a minha mensagem é muito simples e resume-se nisto: ainda está a tempo de desconvocar a peregrina Paralisia PseudoGeral de Quinta-feira. [Read more…]
O País da Paz
Interessante e arejado o texto de José Vítor Malheiros, hoje no Público. Descortinou um segredo, um sonho, uma ideia política que há tempos circulava na sua cabeça. Escreveu ele que Portugal se devia dedicar à Paz.
Também eu quero que o nosso país continue a ser um país de paz como há poucos, dedicado a ela, especialista nesse domínio, como outros “se dedicam aos relógios”!
J.V.M. aponta mesmo para a ideia da criação de cursos, estudos e missões de paz! Portugal como o país especialista em promover a paz em todo o mundo.
Portugal já é acolhedor, mas seria mais que isso: tornar-se-ia “o país acolhedor por excelência”!
“Especializar-nos na paz, na arte do encontro, da conversa, da descoberta, da negociação, na alegria da diferença. (…) A paz sai mais barata que a guerra”!
E eu acrescento: Portugal seria o país da Paz como o Butão é do FIB (Felicidade Interna Bruta), os EUA da Coca-Cola, a Holanda das tulipas, o Brasil do Samba, etc.
Há coisa melhor que viver em paz?
A paz já é, por si, um cenário, uma música de fundo, um sabor e um perfume.
A Paz em Portugal, como já foi o Fado, a património mundial!! E porque não?
A parque escolar
em números, para que o investimento na Escola Pública não seja colocado ao nível do Isaltino. Já agora, será que agora ele vai preso?
Chegou a Primavera
A Primavera chegou. Neste dia recordo sempre aquelas pequenas árvores, quase sempre pinheiros, que a cada ano lectivo coloquei na terra. Não me consigo lembrar o que aconteceu a cada uma delas, mas palpita-me que não aconteceu nada de muito extraordinário, uma vez que não há árvore nenhuma no canteiro que todos os anos era usado – já agora, se a gente usava sempre o mesmo, onde estavam as árvores do ano anterior?
Se ainda continua por aqui, permita-me que lhe sugira que continue a ler o post porque não se vai arrepender. Não, não vamos ter mulheres nuas, mas uma fábula: [Read more…]
Hoje dá na net: Conto de Primavera
Curta-metragem de animação em homenagem aos revolucionários sírios.
Um filme de Dani Abo Louh e Mohamad Omran

Sai uma rotunda ali para o canto, s.f.f.

Amadora
E quem diz uma rotunda, diz um um dos embelezamentos que agora começaram a brotar pelo país, um pavilhão multi-usos, uns semáforos, umas lombas e umas festas dos santos. O poder local é uma conquista e há que a manter. Haja dinheiro.
Eu também devo?
É que eu não votei neles!
Sugiro que os eleitores dessa gente paguem a minha parte.
Desumanizar a Escola: um projecto PS/PSD/CDS
A melhor Escola possível deve ser uma comunidade dotada de autonomia, um espaço suficientemente pequeno para que os alunos se sintam protegidos e suficientemente grande para que se sintam desafiados. Deve ser um espaço em que os alunos possam participar em várias actividades e clubes, em que possam contactar com várias artes, em que não sejam confrontados com invenções curriculares e legislativas constantes. [Read more…]
Fazer política com uma greve geral
Onde é que foram feitas estas duas fotografias? A resposta está a seguir mas procure primeiro formar o seu palpite.
Nuninho
Era como o meu velho pai me chamava. Quando me portava mal, quando ficava a jogar futebol na Inatel até altas horas. Quando bebia a água que deveria servir para me lavar as mãos.
Era um Nuninho próprio de quem ralhava, mas com carinho. Tenho saudades de ser o Nuninho do meu pai. Nunca antes nem depois disso alguém me chamou assim.
Tenho saudades do meu velho pai, agora que sei que em breve ele nao saberá quem é o Nuninho nem sequer o Ricardo.
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Sinto-me Tenso com a CGTP e com a EDP
Na próxima Quinta-feira não sei se poderei ir trabalhar. O Metro do Porto falhou-me na última Brincadeira Geral com o Fogo e eu dependo inteiramente dele-Metro para complementar as minhas deslocações a pé diárias, para lá e para cá: 10km são duas horas. [Read more…]
Ainda a Gestão das Escolas II – os TERA – agrupamentos
A gestão das escolas continua em cima da mesa porque o Governo se prepara para alterar (ou não!) a Legislação que a regula. No Clube de Matemática, Matias Alves declara algo que subscrevo integralmente:
“o movimento de agregação de escolas é uma má decisão política – é um erro crasso – que vai trazer graves problemas à organização do ensino e às aprendizagens dos alunos”
E o erro fundamental está na dimensão que se está a dar aos MEGA-Agrupamentos de Escola. Correcção: não são mega, são Giga, ou antes TERA – Agrupamentos. Ironicamente a palavra TERA, aqui usada como prefixo, significa monstro!
Para os menos atentos, lembro que o Ministério da Educação, antes alojado na 5 de Outubro, algures ali pela capital, tinha regionalmente, direcções agora num processo de extinção.
Ora, o que pretende fazer o Governo? [Read more…]
Passos e os combustíveis
Subida de preço dos combustíveis pode intensificar-se, palavras sábias do visionário Passos Coelho. Quem mais teria capacidade intelectual de antecipar tal evolução. Passos, com a sua devoção ao Estado mínimo e inerte, excepto para o amigo Borges e outros que tais, argumenta: “É uma matéria que não depende da Intervenção do Governo”. E a flexibilização (redução) do ISP – Imposto sobre os Produtos Petrolíferos depende de quem? Do objectivo do défice, claro. O que, a cada dia, se consolida como utópica miragem, por insuficiência das receitas fiscais.
Jaime Soares e o INEM
O decano dos autarcas portugueses foi parar a presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses. É a pré-reforma, espera-se. Vai daí saiu-se com esta:
Jaime Soares referiu que o INEM vai ser uma “nova etapa” nas discussões da Liga e adiantou que as cerca de 280 ambulâncias que estão nas corporações “custam menos que as 60 que são geridas directamente pelo INEM”, adiantando que as tripulações “têm os mesmos conhecimentos e a mesma formação”.
Ora nada acontece por acaso e tudo tem uma razão de ser. Em 2004 já o comandante dos Bombeiros de Vila Nova de Poiares, tinha tido um percalço com o INEM:
Segundo um relatório ontem divulgado pelo INEM, Jaime Soares impediu a equipa “de aceder ao local, assim como conhecer o número real de vítimas”. O acidente de viação, registado na madrugada de sábado na estrada da Beira, Vila Nova de Poiares, causou um morto e cinco feridos. [Read more…]
Dia do Pai
Hoje pensamos, com redobrada atenção, nos pais do mundo inteiro. Mas, sobretudo,
naqueles que estão velhos e (muito) sós,
nos que morreram sem a despedida merecida, sem os filhos por perto e sem o aperto das mãos;
também naqueles que sobreviveram aos filhos e choram por eles todos os dias sem compreender – «Porquê?»;
nos que lutam pelo «pão nosso de cada dia»;
nos que já nem isso podem pôr na mesa e passam o dia deambulando de um lado para o outro, sobrecarregados sob o jugo do maldito desemprego;
nos que se viram obrigados a deixar mulher (mães coragem) e filhos para emigrar e não podem ver os pequenos crescer e, por isso, sofrem silenciosamente de outra doença, a saudade.
Ficamos felizes por todos os pais que sabem e querem aprender com os filhos, que os amam e por eles são loucos. Que os adoram a seu jeito, à sua maneira, talvez um pouco como os próprios pais o foram…
E, finalmente, a todos os que se esforçam por conseguir fazer o seu melhor, um abraço.
Um especial para o meu pai!
E também trata das mamas da Doris Yeh
Cavaco Silva, o primeiro fruticultor do país, aduba rosalgarino os regos, viridente na proa do horto. As agências de rating reviram e corrigiram os seus indicadores avaliativos e agora são mais fiáveis. E ele, agrológo economista, embaralhado, sem água solvente da próxima bancarrota do país, percuciente amanda a papaia das agências de rating.
Ide provar, o Táxi Pluvioso confeccionou mais um Pratinho de Couratos, cozinha de pós-fusão.
Ser Gente
adão cruz
Quando eu era criança, diziam-me os meus pais que eu tinha de fazer tudo para ser gente. Ser gente? Mas o que é ser gente? [Read more…]
Dizem que a CGTP vai tentar parar o País na quinta-feira
Com uma intenção destas, deve ser por coisa séria. Por isso, fui à fonte ler sobre os motivos das próxima greve geral. São:
Hoje dá na net: Feliz dia do Pai

Viriato Teles e o Acordo Ortográfico: todas as letras do afecto
Viriato Teles é um homem das palavras, vivendo delas e por elas. Li-o, durante anos, nos saudosos Se7e e n’ O Jornal, numa altura em que eu já sonhava ser jornalista e pude invejar-lhe o privilégio de contactar pessoalmente com monstros fundamentais da cultura portuguesa, como, por exemplo, Zeca Afonso ou Fausto. Continuo a lê-lo no seu site, onde arquiva e publica muito daquilo que escreveu ou escreve.
Mais recentemente, deleitei-me com este texto, em que explica as razões da sua afeição pelas letras que o Acordo Ortográfico quer suprimir. Não se trata, no entanto, de um texto meramente afectivo, o que seria legítimo porém insuficiente. É um conjunto de argumentos, construído por quem conhece as palavras de que vive.
Deve ser bom negócio
Portugal vai pedir novo resgate
É o que tenho que concluir das repetidas vontades expressas para novos empréstimos
Judite recordas-me a outra…
No passado dia 8 de Março, logo às primeiras horas da manhã, fui acordado por quatro simpáticos e anónimos inspetores da PJ – só um se dignou identificar-se.
(…)Enquanto me “arrumavam” a casa – tudo no estilo “Feng-Shui” – fui questionado sem nunca conhecer os motivos que se escondiam por detrás de tão agradável e matutina visita (nota: para a próxima, sff, tragam-me o café e os jornais da manhã, obrigado).
Rui Cruz, activista do Tugaleaks e de outras causas, contituído arguido, ainda não sabemos porquê, mas pode ler o que o Rui por enquanto pode contar.
* de uma cantiga do Fausto
Pais na Escola
Do acordo entre a FNE e o Governo resulta um velho modelo de gestão das escolas. Apesar de continuar a pensar que a Escola não precisa de gestores, a verdade é que o modelo partidário (sim, não estava a pensar em político) que está no terreno permite e promove todo o tipo de trapalhadas, criando promiscuidades várias entre Directores, Autarquias, Colectividades, Associações de Pais,…
Não se percebe porque é que os do costume assinam. Paulo Guinote questiona sobre o incómodo que tal decisão provoca – eu, que não assinei começo a ter pouca (nenhuma!) paciência para ver sempre o mesmo tipo de comportamento: incomoda e muito!
E reitero uma opinião que partilhei num post recente sobre esta temática e que o Miguel teve a amabilidade de questionar, trazendo para cima da mesa uma saudável divergência entre pessoas que partilham o mesmo espaço sindical.
É ou não positiva a saída dos Encarregados de Educação do Pedagógico?
Aulas de Impotência para Grupos de Trabalho
Devemos olhar para alguma impotência do Governo Passos com uma paciência esperançosa. Sim, já são demasiados grupos de trabalho para estudar e para encher, cujas conclusões depois ficam a marinar à espera que ninguém grite, que nenhum protesto suba, que nenhuma histeria se manifeste por causa de uns meros ventos de mudança forçosa. Mas note-se que, por exemplo, para afrontar as indecorosas rendas que o Estado paga à EDP, e colocar finalmente os interesses das pessoas comuns em primeiríssimo lugar, seria necessário ter por trás toda a gente possível, gente do PC e do BE. Gente! Seria necessário constituir grupos de pressão aliados ao Governo, se é que este não se quer encolher para ser igual a todos os que passaram, quando o escrutínio não era apertado porque também não roçávamos em falência conforme roçamos. Nesse momento, nada ficaria como está.




Vamos começar bem a semana…? Sorria… 







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