Portugal vai pedir novo resgate
É o que tenho que concluir das repetidas vontades expressas para novos empréstimos
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Portugal vai pedir novo resgate
É o que tenho que concluir das repetidas vontades expressas para novos empréstimos
No passado dia 8 de Março, logo às primeiras horas da manhã, fui acordado por quatro simpáticos e anónimos inspetores da PJ – só um se dignou identificar-se.
(…)Enquanto me “arrumavam” a casa – tudo no estilo “Feng-Shui” – fui questionado sem nunca conhecer os motivos que se escondiam por detrás de tão agradável e matutina visita (nota: para a próxima, sff, tragam-me o café e os jornais da manhã, obrigado).
Rui Cruz, activista do Tugaleaks e de outras causas, contituído arguido, ainda não sabemos porquê, mas pode ler o que o Rui por enquanto pode contar.
Do acordo entre a FNE e o Governo resulta um velho modelo de gestão das escolas. Apesar de continuar a pensar que a Escola não precisa de gestores, a verdade é que o modelo partidário (sim, não estava a pensar em político) que está no terreno permite e promove todo o tipo de trapalhadas, criando promiscuidades várias entre Directores, Autarquias, Colectividades, Associações de Pais,…
Não se percebe porque é que os do costume assinam. Paulo Guinote questiona sobre o incómodo que tal decisão provoca – eu, que não assinei começo a ter pouca (nenhuma!) paciência para ver sempre o mesmo tipo de comportamento: incomoda e muito!
E reitero uma opinião que partilhei num post recente sobre esta temática e que o Miguel teve a amabilidade de questionar, trazendo para cima da mesa uma saudável divergência entre pessoas que partilham o mesmo espaço sindical.
É ou não positiva a saída dos Encarregados de Educação do Pedagógico?
P. Vaz

Durante toda a semana.
Para proteger as obras da barragem de Foz Tua de 100 campistas/manifestantes, o Estado português enviou, por obséquio, pelo menos 34 agentes da autoridade. Ontem juntaram-se dois cães…
Há assim tanto a esconder?

Devemos olhar para alguma impotência do Governo Passos com uma paciência esperançosa. Sim, já são demasiados grupos de trabalho para estudar e para encher, cujas conclusões depois ficam a marinar à espera que ninguém grite, que nenhum protesto suba, que nenhuma histeria se manifeste por causa de uns meros ventos de mudança forçosa. Mas note-se que, por exemplo, para afrontar as indecorosas rendas que o Estado paga à EDP, e colocar finalmente os interesses das pessoas comuns em primeiríssimo lugar, seria necessário ter por trás toda a gente possível, gente do PC e do BE. Gente! Seria necessário constituir grupos de pressão aliados ao Governo, se é que este não se quer encolher para ser igual a todos os que passaram, quando o escrutínio não era apertado porque também não roçávamos em falência conforme roçamos. Nesse momento, nada ficaria como está.
O ministro Gaspar decidiu ir aos EUA explicar o ajustamento português Em época de contenção de gastos, de que é o actor principal, o ministro infrige as regras da austeridade e vai por aí fora, até aos EUA. Sem proveito, nem utilidade para o País. Todavia, encontrar Timothy Geithner e outros “men from Goldman Sachs” poderá ser uma vantagem para a sua carreira. Há que aproveitar os tempos de poder.
A verdadeira intenção do MEC ao alterar a gestão das Escolas manifesta-se na fase final da declaração disponibilizada no site do governo.
“O MEC propõe-se a concluir até final do ano escolar de 2012/2013 o processo de agregação de escolas e a consequente constituição de agrupamentos, com o acordo das respetivas direções e autarquias. A integração em agrupamento ou a agregação de escolas ou agrupamentos de escolas integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária, escolas profissionais públicas, de ensino artístico, que prestem serviços em estabelecimentos prisionais e com contrato de autonomia dependerá da sua iniciativa”
Vamos lá então a uma explicação, a pensar nos leitores que não são Professores.
Se você
então parabéns, você é a excepção que vai pagar o buraco. Dizem que nestas empresas não haverá cortes salariais para evitar a fuga de quadros. Fuga para onde? Para as empresas onde os salários serão cortados, obviamente.

A melhor série de televisão de sempre, sendo sempre até ontem. O princípio do fim da literatura, essa coisa que se limitava a ser escrita. Não perdeste pela demora, Fernando, estava mesmo à mão de semear.
O Ministro da Educação ter-se-á mostrado favorável à re-inclusão de Camilo Castelo Branco nos programas de Português do Ensino Secundário. Espero que não o tenha feito apenas para ser simpático com o anfitrião, o presidente da Câmara de Famalicão, ou devido ao facto de ser um autor da sua preferência.
Se é certo que a Educação tem sofrido um desgaste brutal, com destaque para os últimos sete anos, a disciplina de Português, o fundamento do currículo, tem sido particularmente atingida por reformas e ajustamentos sucessivos, com oscilações brutais de terminologias linguísticas e com a exclusão do estudo de autores fundamentais da cultura portuguesa, com base em concepções vagas que defendem que a Escola deve ir ao encontro dos interesses dos alunos ou que os deve preparar para o mercado de trabalho, o que tornaria desnecessário o ensino da Literatura Portuguesa. [Read more…]
O Miguel deve estar satisfeito porque encontra sempre alguém pronto a dar uso à caneta. Depois dos concursos, cá está outra vez um acordo entre o MEC e algumas organizações que insistem em se definirem como sindicatos.
De significativo, não acontece nada – a gestão das escolas continua uma barbaridade e os sindicatos do PSD cumprem o seu papel de muletas do sistema laranja que nos dirige.
De acordo com o portal do governo, podemos conhecer algumas das conclusões:
Com dedicatória ao meu amigo Fernando Nabais e suas declinações ortográficas.
o texto que eu gostaria de ter escrito sobre o eduquês de Nuno Crato e as contas da Parque Escolar, por Rui Tavares.
Somos os mais tristes da Europa. Garantido por estudos, estatísticas, trabalhos de sociólogos, psicólogos, psicossociológos e mais uma horda de académicos europeus, dedicados teóricos dessas coisas, da alegria e da tristeza dos povos.
Internamente, e com antecipado perdão de citar apenas ínfima parte dos especialistas, a tese é compartilhada pelo Valente e o Maltez, pela Mónica e a Alexandra, pelo Barreto e o Freire, e outros, muitos outros, gente prócere em saberes, todos escritores, comentadores e, sobretudo, estudiosos com eloquentes dissertações.
Amaldiçoado País este, geneticamente triste e que, nesta tormentosa crise, vê crescer o sortilégio de maiores desgraças. Para esbater a opacidade das nossas vidas, faltam os Santanas, os Silvas, os Salvadores, os Vianas, as Ivones e as Beatrizes a exorcizar angústias e mágoas, em ‘Teatro da Revista’. Hoje, temos bobos a mais e talentos a menos para a confecção da lusa comédia.
Era de adversidades. Tempo escasso de recursos, até os mais simples de combate à tristeza; mas, a despeito da fatal desdita, de volta e meia, necessitamos de rir, ou pelo menos sorrir. À falta de melhor, e porque é fim-de-semana, tente não rir, porque sorrir basta:
Uma das censuras recorrentes dirigida aos que criticam o Acordo Ortográfico é a de estarem prisioneiros da etimologia, ciência que, para os que a desprezam, cheira a bafio e a corredores cheios de humidade e que deveria estar exposta num museu, ao lado das caixas de rapé e das retortas de alquimista.
Fernando Paulo Baptista é, entre outras coisas, licenciado em Filologia Clássica. Sobre o Acordo Ortográfico, teve palavras judiciosas que podem ser lidas aqui.
Muitos vêem no Acordo Ortográfico a garantia da sobrevivência da língua portuguesa. Fernando Paulo Baptista, no entanto, especialmente no que se refere à perda das consoantes mudas e ao consequente afastamento da etimologia, chama a atenção para o facto de que isso vai provocar a diminuição da “qualidade competitiva e sobretudo dialogal, dialógica, com as outras línguas que mantêm a raiz [latina]”, criticando aquilo a que chama, com propriedade, “ditadura fonética”.
Imagine-se, a título de exemplo, a dificuldade que sentirão um inglês ou um francês em relacionar “actuality” ou “actualité” com “atualidade”, multiplique-se o exemplo e será possível descobrir que, afinal, o futuro está no passado, ou seja, na etimologia, naquilo que nos une, portanto.
Segundo alguns investigadores terá ocorrido um regressão genética colocando entre nós, com uma aparência perfeitamente humana, exemplares do homo habilis, um antepassado que se pensava desaparecido há cerca de 1,5 milhões de anos.
Isabel Vaz, que ficou conhecida pela afirmação de que melhor negócio do que a saúde só o das armas e foi a primeira escolha de Passos Coelho para o ministério da privatização da saúde, voltou a atacar:
“Só preciso que o Estado não me chateie“, disse a presidente executiva da Espírito Santo Saúde. Claro que ela pode chatear o estado: queixa-se de não ser recebida pelo autarca de Lisboa, ela que tem 100 milhões de euros para investir na cidade, e por isso não é uma cidadã como as outras. Uma infeliz, com problemas de estacionamento no hospital do Eusébio.
Estou sériamente convencido de que mesmo sendo a selva uma selva, o homo sapiens sapiens conseguirá ganhar a guerra contra esta espécie, predadora como poucas. É complicado, mas conseguiremos exterminá-los.
Ok, o pessoalzinho rançoso do costume não larga Cavaco Silva, trabalho encomendado por aquele a quem adulam. Acusam-no de prefácios vingativos para efeitos de revisionismo da própria imagem. Porém, uma vez que Cavaco se colocou à compita com os piores actores políticos que Portugal já conheceu, a tralha socratesiana, deixemos que a História diga de sua justiça de ambos. Já me convenci de que a única saída que o PR teve foi esperar a putrefacção política do Primadonna na sua Mentira, o que de facto aconteceu. [Read more…]
Santana Lopes admite candidatar-se a Presidente da República
O que disto pensará a boa-moeda-das-baixas-sondagens?
O pai de negócios escuros entre privados e estado e mesmo assim lembrado pelo projecto de lei contra a corrupção, em entrevista a Maria Flor Pedroso.

A verdadeira Irlanda descrita pelo Guardian, segundo esta tradução da PRESSEUROP, é bastante diferente daquela que o Comissário Europeu, Olli Rhen, caracterizou há dias em Lisboa.
Esta música de intervenção, intitulada Correntes em Mim, faz parte de uma série, Phineas e Ferb, do Canal Disney. Aguardam-se veementes protestos da Helena Matos.
Este tipo faz tudo bem? Que inveja! Quanto for grande, quero ser como ele!
Sempre achei que devíamos morrer no mesmo dia em que nascemos. Seria uma espécie de fim de ciclo. Estaria concretizada plenamente a ligação entre o Homem e o Deus (ou lá quem foi) que nos criou e nos governa. No final de vários ciclos de 365 dias, finalmente o retorno. Assim, a nossa morte teria dia marcado, só não se sabendo de que ano.
No meu caso, isso explicaria muita coisa.
Hoje, a divulgação de uma nova sondagem. Ela mente, claro. Mas o clima é benigno. Não há lobotomia mediática quotidiana sobre a Opinião Pública. Não se pratica a sobreexposição tóxica, estelar, circense, do produto adulterado primeiro-ministro que deixou de ser produto e voltou a ser gente. Cessou a horrenda a meticulosa construção dúctil do discurso e da pose para parir patranha e insídia. De resto, a esmagadora dos votantes e dos sondáveis não vota. Nunca. Não sabe nem quer saber disso por se encontrar em austeridade cívica há mais de quarenta anos, pavlovianamente condicionada a alhear-se de judicar e decidir Política. Se a esmagadora maioria dos cidadãos pudesse votar segundo uma esperança nova, mudaria quase tudo o que diz respeito à cartelização partidária do Parlamento e à miséria dos seus jogos florais perfeitamente infantis e indiferentes ao País. Nessa sondagem, todas as lideranças partidárias descem, mas se nas intenções de voto nos partidos, sobem PSD, CDS e BE, afunda-se o PS. Não há fuga à avaliação serena da profusão de desmandos acumulados. Já só faltam Consequências.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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