Como foi possível fazer isto ao país? Os ajustes directos

Todos sabem o que nos tem caído em cima: mais impostos, menos benefícios fiscais, menos segurança social, menos saúde, enfim, menos serviços prestados pelo Estado, apesar de por eles pagarmos mais. E em paralelo ao apertar o cinto, o Estado, pela voz do primeiro-ministro, também prometeu reduzir os gastos.

Assistimos ao que foram os ajustes directos nas últimas legislativas. Nestas vai piorar, já que foi publicado no dia 22 de Março de 2011, nas vésperas do governo se demitir mas a tempo das eleições, um substancial aumento dos limites dos ajustes directos (imagens da reportagem RTP – ver após minuto 4:48):

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Mais 750%

Mais 600%, bastando considerar que é uma obra pública urgente

Mais 150%. 5.6 milhões de euros sem concurso… é uma festa!

Mais 150%. Mas porque é que o PM precisa de fazer ajustes directos até 11.2 M€?

E qual é a explicação dada pelo Ministério das Finanças? Que apenas se limitou a actualizar tectos que vinham de 1999 (no novo decreto conclui-se que se referem ao Decreto -Lei n.º 197/99, de 8 de Junho ) quando nem sequer existiam os ajustes directos introduzidos pelo governo de Sócrates em Dezembro de 2008! E que os ajustes directos não aumentam a despesa porque os limites orçamentais se mantêm. Como se fosse isto o que estivesse em causa (os ajustes directos não garantem que ganhe a melhor relação preço/qualidade).

Mas há mais.

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Uma fatia para a mesa do canto, sff:

Eu sou um guloso. Um grande guloso. Por isso, sempre que passo por Felgueiras perco o amor a uns euritos e compro um Pão de Ló de Margaride. Divinal.

Por isso, ficam todos convidados a fazer o mesmo e a acompanhar uma fatia do dito com um bom Vinho do Porto. Aproveitem que o Festival do Pão de Ló de 2011 está quase a chegar.

 

O PECador calimero

O  PECador calimero

Vídeo: “Como foi possível fazerem isto ao país?”

O Corporações está cada vez mais Abrupto…

Imaginem lá onde vai o Corporações buscar ideias:

Miguel Sousa Tavares: desculpas de mau apagador

Miguel Sousa Tavares, na sequência do que escreveu na semana passada, conseguiu reconhecer que se enganou na quantia astronómica que os professores recebiam por classificar exames. A argumentação não é convincente e, como qualquer menino birrento, não consegue reconhecer um erro sem, imediatamente, contra-atacar, acumulando mais erros.

Talvez, desta vez, tenha ido ler, finalmente, o despacho 8043/2010. Uma vez aí chegado, descobriu ou reconheceu que se tinha enganado: os professores recebiam 5 euros ilíquidos por exame. No entanto, não perde uma oportunidade para acrescentar que poderiam receber “7,5 ou 15, em casos particulares.” Mais uma vez, alguém menos informado poderia ficar a pensar que havia casos particulares na classificação dos exames. A verdade é que esses dois valores são pagos não a professores classificadores mas sim, numa fase posterior, aos que procedem a reapreciações (€7,48 ilíquidos) e aos especialistas que analisam reclamações relativas a reapreciações (€14,96 ilíquidos). [Read more…]

Japão: o rapaz nuclear

Os japoneses a explicarem às crianças o problema nuclear

Doí a barriga ao rapaz nuclear e está com gases. Estes japoneses são mesmo diferentes.

Avaliação docente: a revogação que revoga a revogação anterior

Na revogação de sexta-feira quanto à avaliação dos professores consta:

Artigo 1.º
(Norma revogatória)
É revogado o Decreto Regulamentar 2/2010, de 23 de Junho.

 

Acontece que o Decreto Regulamentar n.º 2/2010 de 23 de Junho, no artigo 40º, havia revogado, entre outros, o Decreto Regulamentar nº 2/2008:

Artigo 40.º
Norma revogatória
Sem prejuízo do disposto no n.º 3 do artigo 11.º do Decreto -Lei n.º 75/2010, de 23 de Junho, são revogados os Decretos Regulamentares n.os  2/2008, de 10 de Janeiro, 11/2008, de 23 de Maio, 1 -A/2009, de 5 de Janeiro, e 14/2009, de 21 de Agosto.

 

Portanto, se estou a perceber bem, a revogação de sexta-feira passada cancela a revogação do primeiro decreto regulamentar sobre a avaliação dos professores, ficando assim em vigor a primeira versão da avaliação. Aquela mesma que era feita com titulares. Wow! É uma abordagem com elevado potencial sado-humorístico mas de tal forma extravagante que me pareceu melhor perguntar uma opinião ao pessoal do meio docente. O Paulo Guinote adiantou  uma perspectiva interessante: uma revogação não deverá colocar em vigor um terceiro documento. Creio que faz sentido. Mas antecipo animados desenvolvimentos.

200 anos e 200 países em 4 minutos

Sócrates e a fuga: guião de uma legislatura (II)

Fonte: PÚBLICO online; Processamento adicional: Fliscorno; Gráfico original: image

O primeiro-ministro demitiu-se e a situação que era má ficou pior. Mas olhando para este gráfico percebe-se que não é a instabilidade política que nos está a tornar mais caro o dinheiro que pedimos emprestado. Com efeito, apesar do entendimento PS/PSD ao longo de 2010, o custo do dinheiro não parou de aumentar.

Por causa dos compromissos assumidos no passado como as SCUT e as PPP, por causa de irresponsabilidades como o buraco BPN, por causa do despejar de dinheiro a rodos para obras públicas sem a menor preocupação de onde virá ele, chegámos a um ponto em o país está completamente nas mãos do capital estrangeiro, o qual tem um custo crescente. Naturalmente, não estaríamos neste situação se, desde Guterres, não houvesse esta irresponsabilidade de fazer obra sem dinheiro.

A fuga de Sócrates apenas se deveu a ele saber que não conseguiria mais tapar os buracos das contas. Entre pagar o preço político da última década governativa e tentar passar as culpas, mesmo que isso precipitasse o caos, a escolha está à vista.

O vírus da avaliação dos professores

Imaginem que têm uma infecção. Imaginem que um médico, ou seja, um especialista na matéria, vos diz que, se a infecção não for tratada, ficarão sequelas graves no vosso organismo. Pergunto-vos, leigos que sejam: pensam que a infecção deva ser tratada o quanto antes ou preferem ficar à espera, como a nêspera?

Os professores e outros especialistas na matéria têm vindo a afirmar, há vários anos, que os modelos de avaliação docente impostos pelo poder socrático estão carregados de defeitos terríveis que dificultam artificialmente a actividade dos professores, com efeitos mediatos e imediatos na qualidade do ensino ministrado aos alunos. A que propósito, então, é que se deve ficar à espera de que esta infecção chamada ADD afecte inevitavelmente o tecido escolar? Qual é a utilidade de prolongar uma situação cujas consequências são conhecidas pelos especialistas?

a incompetência de uma ministra, a aparente sede de poder de alguns serventes e o ressabiamento de um grupo parlamentar que bombardeou a Escola Pública é que podem explicar as argumentações e as reacções delirantes contra a recente e festejada revogação. Entre outras possíveis, proponho a leitura deste texto, em que é comentada a frase alçadiana “Não se interrompe um processo a meio do ano lectivo”.

A luta dos professores e de todos aqueles que estão verdadeiramente preocupados com os problemas da Educação ainda não acabou. No que se refere à avaliação do trabalho docente, é importante que se inicie um verdadeiro debate, com tempo e rigor, de modo a criar um modelo eficaz e justo.

Anabela – final capítulo 2

casamento anabela1

Trazida ao mundo pela mãe, cuidada no mundo pelo pai. Anabela é também a feitura de duas situações diferentes. Situações das quais temos falado os antropólogos, por carinho e por pesquisa (Iturra 1990a), Reis 1991), e por intimidade amistosa. Por acolhimento. António é resultado de uma mãe que aí chega a Vila Ruiva do alto céu (Genealogia 8), conhece a Virgílio Lopes, que casa, faz o filho e a abandona. Com a desculpa de emigrar a Argentina. A procurar dinheiro. Lá fica com os irmãos que lá já estavam. Como também lá morre Virgílio no ano 82.

Sem ter visto ao lindo homem sedutor, que tinha feito. Um Virgílio sem terras, que precisa do dinheiro, como todos, para comprar de outro sistema senhorial que perde a propriedade. Como é também a aristocracia portuguesa morgada, descendente dos cálculos liberais de 1830, aristocracia mantida pelo ditador português do século 20. Essa ditadura que exporta força de trabalho que havia a mais nos campos lusitanos. Faz da exportação, uma indústria lucrativa para Bancos, comércios, [Read more…]

E depois do adeus…

…a quem será que eles vão prestar vassalagem?

A lata dos marretas…

O Corporações, lar oficial dos assessores do governo, é assim uma espécie de blogue cómico.

Imaginem o humor destes velhinhos a querer comparar currículos. Cuidado, meus caros, olhem bem para o extraordinário currículo do vosso chefe. Uma espécie de licenciatura tirada por correspondência, sabem? Fax? Inglês técnico?

Uuuiiiiiiiii…

Finalmente…

A recente mudança do Aventar acrescida de ter perdido a minha password obrigaram-me a um silêncio forçado de umas semanas.

Finalmente, regressei! Tenham medo, muito medo….

:)))))

etnopsicólogo em trabalho de campo

200px-William-Adolphe_Bouguereau_%281825-1905%29_-_A_Calling_%281896%29.jpgParece-me importante começar por definições, para que o leitor não se engane, mas definições leves, para não aborrecer. Um etnopsicólogo, é quem faz psicanálise às crianças no sítio em que moram. Normalmente, por serem crianças, a análise é em grupos de brincadeiras, a imitar a vida dos seus adultos, a melhor forma que um investigador sabe ou aprende, o que acontece em casa, sem ter entrar nas vidas privadas de grupos domésticos. Grupo Doméstico, como define Jack Goody em 1974, no seu módulo Addison-Weslley da Universidade de Nova-Iorque: os que partilham o mesmo teto, a mesma comida e colaboram nos mesmos trabalhos produtivos.

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Sócrates e a fuga: guião de uma legislatura (I)

a grande fuga

Onde o nosso herói decide fugir quando colocado sob os holofotes da iminente necessidade de recorrer ao FMI. O filme de uma legislatura incapaz de controlar a despesa pública.

Ficha técnica:

Álvaro de Campos: Soneto já antigo

Não sei porquê, acordei com este poema na cabeça:

Olha, Daisy: quando eu morrer tu hás de
dizer aos meus amigos aí de Londres,
embora não o sintas, que tu escondes
a grande dor da minha morte. Irás de

Londres p’ra Iorque, onde nasceste (dizes…
que eu nada que tu digas acredito),
contar àquele pobre rapazito
que me deu tantas horas tão felizes,

Embora não o saibas, que morri…
mesmo ele, a quem eu tanto julguei amar,
nada se importará… Depois vai dar

a notícia a essa estranha Cecily
que acreditava que eu seria grande…
Raios partam a vida e quem lá ande!

(Retirado de Fernando Pessoa, um blogue inteiramente dedicado ao poeta)

Angela Merkel, a Presidente da República de Portugal…

… já exerce magistratura activa. Que é como quem diz, se Cavaco não fala, falo eu.

PSD ainda não governa e já imita o pior do PS

O PS, vimo-lo nos últimos anos, disse, desdisse, contradisse, meteu os pés pelas mãos, meteu as mãos pelos pés, enrolou a língua, desenrolou-a, perdeu a cabeça, encontrou-a, voltou a perdê-la, etc.

O PSD jurou que não viabilizaria mais nenhum aumento de impostos em 2011 mas admite aumentar o IVA, que já foi um imposto cego (Marco António Costa dixit) e injusto (Pedro Passos Coelho), mas agora já não é. Quanto à avaliação dos professores (não me pronuncio aqui, neste poste, sobre a justeza, ou não, da medida em si), o contorcionismo político atingiu o auge e em vinte e quatro horas o preto passou a branco e vice-versa, para fazer jus ao primeiro parágrafo desta crónica. Eu sei que a situação é grave e estamos em campanha eleitoral, mas é pela amostra que se avalia o produto.

Com isto, relembro duas frases que ouvi nos últimos dias: “Não vão os portugueses perceber que saltando da frigideira correm o risco de cair no lume” disse Jerónimo de Sousa e “Não temos os políticos que merecemos. Temos os políticos que somos” escreveu aqui o José Freitas. Pois é.

Estórias de um Reichsprotektorat

…o dito-cujo ainda não confirmou a aceitação do pedido de demissão. Dado que o demissionário está exultante pelos elogios, palmadinhas nas costas, beijos e abraços solidários em Bruxelas. Dado que a sopeira da Pomerânia já disse o que tinha para dizer, não nos admiremos muito, se:

a) o dito-cujo não lhe conceder a demissão, “patrioticamente instando” para formação de um novo governo mais “abrangente e de salvação” (de todos eles).

b) o suspiroso “Calimero do povo” cabisbaixamente aceite, ainda atordoado pela trovoada de aplausos comunitários (e profundo alívio por evitar que cheguem penetras de fora).

c) a sopeira da Pomerânia – a tal que chefia o país que paga o orçamento comunitário – confirme a sua posição de Führerin, servindo os seus subalternos em Portugal como meros Reichsprotektors de serviço (garantindo a venda de mais salsichas do Lidl e ainda mais sucata para as nossas autobahn).

d) os outros, precisamente aqueles que já contavam com um render da guarda, obedeçam às befehl que de longe chegam, desde já manifestando “o mais sincero e arreigado patriotismo”.

Esta gente é capaz de tudo (e mais alguma coisa).

 

O farsola e o pote

Sem palavras

Pepe: A legitimidade de criticar


A ingratidão é fodida.

antecedentes ideológicos do dia do trabalhador

 

…para os operários encurralados pelo PEC de Portugal…

Estou certo ter escrito um texto semelhante para o dia dos trabalhadores, faz um ano. Mas, os tempos que correm, a forma a que nos obrigam a viver, não me dá alternativa para escrever um texto mais alegre, agradável e divertido, porque começámos a falência da nossa teoria e o governo não consegue virar essa falência. Nem governo nenhum. Há os que antes de torcer os braços ao povo, prometem tudo, para derrubar o poder executivo, mas que logo a seguir, começam com a eterna história de dar o dito pelo no dito. Não tenho mais remédio do que reiterar o que escrevi faz um ano, para lutar pelo nosso real bem-estar.
A história era assim, e continua assim também:

Estava a acabar uma parte do texto da História de Portugal, para acrescentar os remotos antecedentes ideológicos do Dia do Trabalhador. Tenho comigo o livro de [Read more…]

A diferença

Ainda não se sabe ao certo qual é o estado do país, e já Pedro Passos Coelho fala em aumentar impostos e tomar medidas. Desta vez, talvez só perca tempo a pedir desculpas aos militantes sociais-democratas por ter criado um embaraço ao partido à boca de eleições.

Mas, convenhamos, que aos olhos do PSD, o mal não estaria propriamente nas medidas previstas no PEC IV apresentado pelo Governo. O problema era uma questão de credibilidade. Assim foi a ideia defendida recentemente por Arnaut ao oitavo minuto do frente-a-frente com Bernardino Soares, na SIC Notícias.

Ou seja o mais provável é que iremos ser espremidos na mesma. A questão é que quem o vier a fazer terá mais credibilidade do que José Sócrates.

Ora, isso para nós, já é um grande alívio…

O mote dos dias que passam

Eu não gosto do PS nem sequer do CDS Não suporto o PC que se lixe o PSD…

Quo vadis PSD?

-Ao contrário do que já li por aí, a frase de Passos Coelho em que terá admitido uma subida na taxa de IVA para 24 ou mesmo 25 por cento, provavelmente retirada de algum contexto que desconheço, pode ser um tiro no pé, um erro político, mas está longe de significar falta de preparação ou conhecimento dos dossiers, pelo contrário, quero acreditar que seja uma escolha, a meu ver acertada, ou antes, um mal menor, porque subir um imposto, qualquer que ele seja, nunca é a meu ver um facto positivo.

Imediatamente surgiram as vozes do costume clamando que o IVA por ser um imposto cego, atingindo todos os consumidores por igual, é socialmente injusto. Nada mais falso. Uma família que gaste 1000 Euros mensais, pagará metade de outra que gaste 2000, ora como sabemos, os gastos são normalmente proporcionais aos rendimentos, logo, quem mais ganha, mais paga. Não existe é no IVA um mecanismo do agrado dos socialistas, que são os escalões, permitindo que o Estado se arrogue no direito de tirar X ao sujeito A para atribuir, sob a forma de benefícios ou subsídios, vai dar ao mesmo, ao sujeito B. [Read more…]

Sempre a crise

Que me lembre, neste país sempre se viveu com crise.
Fosse crise económica, crise financeira, crise na Justiça, crise na Saúde, crise na Educação, crise na Agricultura, crise nas Pescas, crise de valores, etc.
Não deve ter havido Governo em que não se falasse de algum tipo de crise.
A mais badalada, no entanto, foi sempre a clássica crise política, sempre de olhos postos na preciosa estabilidade política com que tudo se faz e que sem a qual nada se consegue.
Hoje vivemos mais uma dessas crises políticas, bradando-se pela mudança de Governo.
Acontece que mudar por mudar é o que se tem feito há anos e o resultado está à vista: o nosso país chegou ao ponto que chegou por causa de erros que se acumulam e se repetem, de Governo para Governo.
O problema deste país não é tão só este Governo de agora ou José Sócrates. O problema é a sucessiva repetição de erros por Governos diversos, seja por acção seja por omissão. [Read more…]

O sobe e desce do rating e os comentários pornográficos

Já me tinham dito para não me irritar. Faz mal ao coração, informam-me. Que sim, vou fazer por isso. Por levar as coisas numa perspectiva positiva, para manter o sentido de humor, para relativizar tudo aquilo que não é a morte. Por só isso não tem remédio. Agora começo a achar que também o país não tem remédio.

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Por isso, admito que não sei porque é que ainda me indigno com coisas de lana caprina. É sempre assim. Analisamos tudo mediante as circuntâncias em que estamos e as conveniências do que queremos. Valorizamos quando nos interessa, desvalorizamos quando não interessa.

Até ontem, o rating da dívida portuguesa era cortado pelas famosas agências financeiras e o governo desvalorizava. O chefe do Governo e os ministros mais influentes fugiam a comentar esses cortes. Quando não havia possibilidade de fuga, juravam que não era assim tão importante.

Hoje, novo corte e o Governo valoriza! Que é fruto da crise política, que a culpa é toda da oposição, esses malvados que não mediram as consequências do chumbo do PEC IV, que levou à queda do Governo, etc e tal.

Sim, eu sei que começou a campanha e que em campanha vale-tudo-menos-tirar-olhos-e-se-calhar-nesta-até-tirar-olhos-vai-valer mas é assim que esta cambada incoerente quer que o povo tenha pachorra para os aturar?

pois…