
Quando somos miúdos, grande parte das brincadeiras nas quais nos envolvemos tem que ver com a criação de realidades paralelas. Criamos os nossos próprios mundos, nos quais podemos ser quem quisermos. Sejam super-heróis, desportistas, músicos ou até um simples emular da idade adulta, fruto da ansiedade infantil de crescer.
Essa atitude vai diluindo-se à medida que vamos crescendo. Levamos a vida mais a sério, crescemos, ganhamos outro tipo de responsabilidades. E digo isto com pena, pois acredito que é saudável, sobretudo mentalmente, que essa atitude se vá mantendo. É uma questão de sanidade.
Um dos bonecos que eu tive em criança, e aquele que mais me marcou, era o Action Man. Uma figura tipicamente masculina do imaginário americano (afinal, foi uma resposta ingles , talhado para salvar o mundo, matar vilões e saltar de helicópteros. Quem melhor para me permitir evadir da vida infantil? [Read more…]


Marco Faria










Ó ironia das ironias, segundo a
No Público de hoje relata-se uma discussão no parlamento onde um secretário de estado afirmou “um aluno do público custa 3752 euros menos do que no privado. Neste sistema, actualmente, um estudante custa 4440 euros“. O ministério propõe-se pagar menos às escolas privadas, ficando ainda assim o custo de um aluno em “mais 36 euros do que um do público“.






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