Como parece que o outro, o quartel, já marchou, temos sempre este. Também no centro do Porto. É coisa para umas boas dezenas de apartamentos….

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Como parece que o outro, o quartel, já marchou, temos sempre este. Também no centro do Porto. É coisa para umas boas dezenas de apartamentos….


Não me incomoda tanto a caracterização que o PCP faz de Zelenskyy como me incomoda a caracterização que não o vejo fazer de Putin. Ou de Xi Jinping e do seu Grande Irmão tecnológico. Ou do próprio Kim, que alguns comunistas entendem não dirigir um regime brutal de absoluta negação da liberdade e da democracia. Não me recordo de ler palavras tão hostis dirigidas a qualquer um deles.
Não que os seus críticos à direita, e mesmo em parte da esquerda, tenham grande arcaboiço moral para apontar dedos. Ainda me lembro, porque não foi assim há tanto tempo, de quando Putin era “um dos nossos”. De quando dançava com Bush, trazia o bobi para a reunião com Angela Merkel e dava carta verde aos seus oligarcas, então investidores, para comprar clubes de futebol, hotéis, iates e vistos gold na Europa. De quando a bandeira do VTB esvoaçava ao lado do Banco de Inglaterra, no coração da City. Dos braços abertos com que o Ocidente os recebia, apesar da lista interminável de crimes do regime russo. [Read more…]
Um ano depois, andam meia dúzia de pombos perdidos a tentar falar de paz num céu infestado de falcões que não querem o fim desta guerra e já andam a preparar as próximas.
PAULO BALDAIA, NO DN
20 DE FEVEREIRO DE 2023

Fotografia: BRENDAN SMIALOWSKI (AFP)
Todos gostamos de opinar sobre tudo e mais alguma coisa. Nos blogs, no facebook, no twitter, no emprego, no café, em casa, etc. Eu não sou excepção. É sobre bola, é sobre política, é sobre o governo, e por aí fora. Não há nenhum mal nisso.
O que acontece é que usamos informação que nos é apresentada (de diversas fontes), e na maior parte das vezes, senão todas, não conhecemos o suporte real que deu origem a essa informação. Mas uso também dois locais onde posso escrever o que penso sobre determinados assuntos que tem implicações na nossa vida. Esses locais permitem que qualquer cidadão se pronuncie e diga (escreva) o que pensa. São duas ferramentas grátis que nos permitem exercer a nossa cidadania, conhecendo o que efectivamente é proposto.
O primeiro é um site onde os diplomas legais ( Decretos-Lei, Portarias, etc.) se encontram para consulta pública, antes de serem ratificados e entrarem em vigor. O segundo é sobre projectos ( Linhas do Metro, Barragens, Estradas, Parques Industriais, Pedreiras, Indústrias, etc.) que se encontram em Consulta Pública.
A nossa participação muda alguma coisa? Não sei, mas eu, que ainda quero mudar o mundo, faço a minha parte.
Usem.
#Ukraine This is really happening. @POTUS is in Kyiv on Mykhailivska Square. To the sounds of air raids, he honoured the fallen defenders of Ukraine. pic.twitter.com/qH6oomH5ED
— Hanna Liubakova (@HannaLiubakova) February 20, 2023
Trump rastejou e poliu os sapatos de Putin em Helsínquia, Biden visitou Kiev ao som das sirenes. Goste-se ou não de Biden – e eu não morro de amores por ele – a diferença é inequívoca.

Esta excelente propriedade está devoluta. Em pleno centro do Porto. Um bom exemplo para o governo iniciar obra coerciva de reabilitação para arrendamento. É coisa para uns 20 a 30 apartamentos. Como não quero que falte nada ao nosso governo informo-o do proprietário: o Ministério da Defesa….
O Notícias Viriato (NV) era uma página que difundia, nas redes sociais, notícias falsas e teorias da conspiração. Inspirado nas milícias trumpianas dos Estado Unidos da América, a página, gerida pelo jovem António Abreu, desde cedo atraiu alguma cambada proto e neo-fascista, liberais e ultra-liberais que, orgulhosamente, apoiavam e partilhavam as notícias de cariz enganoso que o Notícias Viriato propagava.
O seu gestor, António Abreu, jovem na casa dos 20 anos, saltou para a ribalta quando, num desfile na Avenida da Liberdade, decidiu interpelar o activista Mamadou Ba com perguntas desfasadas da realidade, dando-lhe um encontrão para, logo de seguida, afirmar ter sido empurrado pelo activista (quando nas imagens – insciente, decidiu gravar o momento – se via que o “empurrão” foi encenado pelo jovem artista).

Imagem: reprodução/Facebook de António Abreu

A Bela- a nossa Lusitânia, Portugal para os Amigos. Provavelmente o espaço territorial mais idílico para viver, seja pelas pessoas, pelas gastronomia, pela segurança ou pela diversidade e riqueza territorial.
O Monstro- a máquina do Estado português. Responsabilidade de todos nós, porque o Estado, somos todos nós. Estamos completamente alheados da política e decisões nacionais e alguns atores actuam como bem pretendem com a anuência de nenhuns!
[Read more…]… fast fode. Quem o diz é este autarca. Não se brinca, carago!

Olhando para tudo o que já saiu a público, não posso criticar em condições. É só “soundbites” e bons memes como o da foto. Vou esperar pela letra da proposta ou seja, com todo o seu conteúdo, todas as vírgulas, anexos e remissões. Nessa altura consigo ter uma opinião bem formada.
Quanto à minha “direita” espero que, se não concordam com a reforma apresentada, apresentem a sua alternativa. Para sabermos todos com o que contar.
O bom é que tudo, excepto a morte, tem remédio: se não for antes, em 2026 vamos outra vez a votos.
Uma coisa é certa: boa ou má, temos finalmente uma verdadeira reforma. Falta é saber se é só aparentada….

Carlos Moedas fez um número de circo político como há muito não se via. Visivelmente incomodado com as críticas certeiras de Marcelo Rebelo de Sousa, que alertou a cúpula do PSD para os perigos de se remeter ao papel de cópia de um perigoso original, a propósito das intervenções infelizes de Moedas e Montenegro sobre os problemas da imigração, o edil de Lisboa saiu-se com esta:
Eu fui emigrante, sou casado com uma imigrante, não aceito lições de ninguém nesta matéria.
Imagino as dificuldades que atravessou o emigrante Moedas, numa frágil jangada de madeira a caminho do Goldman Sachs. Ou a arriscada travessia do deserto que fez, a pé e sem comida, de Portugal até Bruxelas. Que importantes lições terá aprendido, nessas jornadas onde a morte está sempre à espreita? A da noção não foi de certeza.

Cavaco Silva questionou ontem os gastos de milhões em projetos sociais de rentabilidade “muito discutível”. Isto num evento da Santa Casa da Misericórdia. Sem se rir.
Mas não ignoremos o alerta deste ícone maior da velha guarda da porta rotativa. A julgar pela compra e venda de acções da SLN, pela permuta na Herdade da Coelha e pelo financiamento que as suas campanhas receberam de sacos criativos do BES, Cavaco é, efectivamente, uma autoridade no que toca a projectos de rentabilidade “muito discutível”.
Só a Sandra Vala Rocha para achar que o custo proibitivo da habitação em Lisboa é uma "narrativa" criada pela esquerda pic.twitter.com/G87T6LPsIJ
— volksvargas (@volksvargas) February 14, 2023
Segundo Sofia Vala Rocha, política de carreira do PSD, com múltiplos cargos ocupados na CM de Lisboa, que vão da assessoria à vereação, o problema da habitação, em Portugal, decorre sobretudo de uma narrativa criada propositadamente para o efeito. E acrescenta que, comprar uma casa na Avenida da Liberdade custará milhões, mas que, em Carnide, assegura, é possível comprar uma “excelente casa” por 150 mil euros.
A vergonha alheia evidente nos olhos e nas expressões dos seus companheiros de partido, a começar por Luís Montenegro, diz tudo sobre o delírio ideológico de Sofia Vala Rocha. Podia ser um sketch dos Gato Fedorento. Só que não. É o PSD em 2023.

Supostamente, o pequeno país situado no extremo oeste da Europa é governado há sete anos por um Partido Socialista.
Após analisarmos alguns dados estatísticos do dito país, bem como extensa documentação de políticas e declarações dos seus governantes, estamos em posição de garantir que o nome auto-atribuído pelo partido no governo não passa de FAKE. Conforme se constatou, o conteúdo dos cérebros de todos os elementos do governo e dos seus programas são inteiramente neoliberais e têm conduzido a uma espargata tão aberta entre pobres e ricos que ameaça esgaçar irremediavelmente o tecido social. Disso é também indicador o crescimento acelerado da extrema-direita.
Ao nível da comunicação social, é surpreendente a proliferação de comentários pró-neoliberais que requerem uma aplicação ainda mais rigorosa desta ideologia. Obrigados a sobreviver nesta pretensa “normalidade”, os portugueses apresentam já fortes indícios de, em massa, padecerem de esquizofrenia.
Lição n.º 1: Concentrar elementos do mesmo campo semântico. Exemplo: “Erguemos os alicerces necessários para podermos afirmar hoje, com confiança, que não começámos pelo telhado. A Habitação foi sempre uma prioridade para nós“.
Não é preciso escrever muito sobre o tema.
O governo montou um spin e a comunicação social regurgitou sem digerir.
Público: PGR põe em causa legalidade da greve dos professores convocada pelo Stop
DN: PGR diz que greve convocada pelo S.T.O.P viola a lei
Expresso: Greve “self-service” dos professores convocada pelo STOP é ilegal, diz a PGR
Etc: Ver no Google os resultados da pesquisa “pgr greve professores ilegal” com a data de hoje.
E porque é que é mentira? O Parecer Da PGR Não É O Que O ME Quer Fazer Parecer. É só ler (e saber ler).

Imagem: O meu quintal, de Paulo Guinote
Moedas, depois de ter sido criticado por Marcelo pelas declarações xenófobas, diz que não aceita lições de ninguém por estar casado com uma imigrante e por ele próprio ter sido emigrante. Se o lugar de fala fosse salvo conduto não haveria mulheres a fazer o jogo do patriarcado, negros em partidos racistas, LGBTQI+ a defender Israel ou pobres a votar nos ricos. Moedas não nos conta mas sabe que apesar do seu fausto liberalismo está disposto a governar com os novos fascistas e é por isso já lhe foge a boca para a xenofobia.
Moedas emigrou para a Goldman Sachs e a sua esposa não chegou de jangada para administrar os CTT. O casal Moedas devia retratar-se por se equivaler a algumas das histórias mais corajosas que a humanidade produziu, às costas de quem se atira ao mundo sem mais do que a força de vontade que gera o desespero. Há paralelos inaceitáveis, mesmo para um liberal que está a aquecer numa Câmara para vir governar o país numa coligação com as botas cardadas do Chega e do Ventura.
Quando é preciso que seja Marcelo Rebelo de Sousa a chamar a atenção às crianças na sala, está tudo dito. O Presidente da República, que sabe mais a dormir que esta malta acordada, já percebeu que o centro direita foi tomado pela falta de bom senso. Portanto, se para Montenegro “Portugal deve “procurar pelo mundo” as comunidades que possam interagir melhor com os portugueses“, já Moedas prefere a regra “imigrantes só com contrato de trabalho“. Um tipo distraído ouve, entre uma mini e uns tremoços, e até é levado a concordar: então não e melhor que saibam português e que tenham contrato de trabalho? O bom é mesmo inimigo do óptimo e Marcelo lá teve de explicar à canalha a realidade: “Quando se trata de um tema tão sensível como esse, nós temos de ter muito bom senso no seu tratamento. Estamos a falar de pessoas, de pessoas que são vítimas em muitos casos de redes de utilização de seres humanos, e estamos a falar de deficiências do funcinamento do enquadramento dessas pessoas na sua legislalização ou no acompanhamento da sua atividade laboral, e isso já é uma responsabilidade nossa“.
Vamos ao mundo real. Traduzindo para português corrente, Montenegro prefere que os imigrantes sejam “falantes” de português. Isto se não formos interpretar a coisa de forma mais lata e entender que a palavra “interagir melhor” acrescenta “ocidentais” aos falantes tugas. Enfim, para o caso a interpretação mais restrita chega. Já Moedas não faz a coisa por menos: “imigrantes com contrato de trabalho“. Vamos então por partes.

O meme do PCP não diz mais do que a verdade. A questão é que voltar a colocar isto nas mãos de PS ou PSD terminaria com a história a repetir-se. E a gestão da empresa, a julgar pelo histórico, seria um desastre. Conseguem imaginar a Galp gerida por boys e girls formados numa “universidade” de Verão?
Eu também não.
É deixar a empresa quieta em mãos privadas. Taxem-se os lucros excessivos, imponham-se limites à usura e apertem-se as regras, à Galp e restantes membros do cartel das autoestradas, e já não estaremos muito mal. Recomprar é para dar merda. Uma TAP por geração é mais que suficiente.
Afinal a Catarina tirou as devidas ilações. Tarde. Mas mais vale tarde que nunca. E andava eu convencido que era uma teimosia de alguns idosos. Nunca esquecer: a idade é um posto.

Cartoon de André Carrilho
A Santa Sé já pediu desculpa? Já perguntou quanto tem que pagar? Já indagou sobre todos os que encobriram? Já apresentou a demissão de todos os responsáveis que desvalorizaram o problema? E o Estado já revogou, de uma vez por todas, a Concordata?

A sociedade portuguesa acordou agora para os crimes de pedofilia no seio da igreja católica portuguesa. Muitos dirão que mais vale tarde que nunca. Outros perguntam qual a surpresa? Quantas histórias deste género fomos ouvindo ao longo dos anos? Como é possível acreditar, depois de tantos e tantos casos conhecidos nos Estados Unidos, na Irlanda, em Espanha e em tantos (todos) outros países onde existe igreja católica, que em Portugal seria diferente? Ou será que a sociedade preferiu fazer de conta? A mesma sociedade que faz de conta (e até acha piada) ao facto de o celibato na igreja ser, notoriamente, virtual.
A questão é complexa? Não, não é uma questão complexa. É uma questão criminal e deve ser tratada como tal com a agravante do papel da igreja na nossa sociedade. E ao ser tratada como tal, não pode ser particularizada no padre A ou no padre B. Não, temos de ir ao núcleo da matéria: a igreja católica e, no nosso caso, a portuguesa. Porque estes casos são uma gota de água da verdadeira realidade. Existe atenuante porque a igreja colaborou com a comissão? Não. A impunidade foi sempre total. Uma instituição que praticou e foi cúmplice com um horror destes, com esta clara desumanidade e o fez de forma reiterada ao longo de dezenas e dezenas de anos (senão mesmo centenas…) não pode usufruir de nenhuma atenuante.
A igreja católica portuguesa teve sempre, ao longo dos anos, um tratamento de favor por parte do Estado. Em tudo. E nem com a democracia e com uma constituição que afirma sermos um Estado laico isso mudou. Que ao menos este caso sirva para a mudança.
A igreja pede para não se fazer uma caça às bruxas e a história mostra-nos que a igreja sabe muito bem o que é uma caça às bruxas. Ninguém exige ou deseja tal. O que se exige é justiça. Porque isto não é um caso isolado mas uma prática reiterada levada a cabo por vários elementos da igreja e que esta nem soube evitar, nem tão pouco afastar e muito menos denunciar às autoridades. A igreja católica portuguesa não soube proteger o seu rebanho e demasiadas vezes foi ela própria o lobo.
O criminoso papel da igreja católica portuguesa não prescreve na memória das vítimas. Que não prescreva o papel do Estado.

Não, não é. A castração química não resolve um problema: não resolve a pedofilia. Porquê? Porque nem todos os pedófilos consumam o acto sexual em si, até porque quem pratica a pedofilia tem um problema do foro psicológico que se apresenta como um desvio sexual. Sem querer entrar em pormenores desnecessários, um pedófilo não usa, necessariamente, a penetração como forma de violar alguma criança, pois a pedofilia é mais do que o acto sexual consumado. A castração não retirará o impulso ao pedófilo, que sendo um doente mental, continuará a sê-lo mesmo que castrado. Ou seja: castrar pedófilos não impede pedófilos de o serem, nem tampouco acaba com a pedofilia.
Exemplo: nos países onde existe castração química de pedófilos, continuam a haver crimes de pedofilia.
A solução? Haver mais e melhores redes de captação destas práticas, aposta na prevenção, ensino da sexualidade para que tantos meninos e meninas se saibam defender quando expostas a este nojo, aposta na reabilitação através da aposta na saúde mental. Demora mais, custa mais dinheiro, mas tenho a certeza que será mais eficaz do que propostas avulsas vindas de populistas que, pasmem-se, passam a vida penetrados nas Igrejas (no pun intended).
Propor a castração química de pedófilos como solução mágica para acabar com a pedofilia, seria o mesmo que propor o corte de mãos a quem rouba (o que já foi, aliás, sugerido pelo líder da extrema-direita) ou a lobotomia a quem assassina. Tal como tudo o que rodeia a Igreja, a extrema-direita ainda vive na Idade Média.
Tenho outra ideia: castrar políticos que têm ideias estúpidas.
Para combater o populismo, usemos factos: “Pedofilia: estudos confirmam reincidência baixa”

O jornalista António Moura, na sua página de facebook, abordou quatro artigos do El Pais deste fim de semana, citando-o:
“Quatro artigos do El País de hoje (título+introdução) sobre os tremendos problemas com que estamos confrontados. Não, não é so em Portugal! E, estes sim, são problemas graves. Pode ser que a minha geração escape ao tsunami que aí vem… Mas as gerações que vêm atrás vão-se lixar, e muito, a menos que se mude o paradigma económico. Lê-se no primeiro artigo que “a crise orçamental dos Estados” é uma das causas. Mas a mim parece-me que o problema de fundo reside na própria natureza do sistema capitalista, crescentemente iníquo. Há um problema grave com a distribuição da riqueza.
1 — Estado de bienestar: historia y crisis de una idea revolucionaria: La idea de proteger al ciudadano desde la cuna hasta la tumba está en apuros. Una de las causas es la crisis presupuestaria de los Estados, con una población envejecida sostenida por menos trabajadores en peores condiciones.
2– La sufrida clase media-baja es cada día menos media y más bajaLa tenaza económica aprieta a las familias modestas: los Ruiz-Medel aguantan recortando gastos gracias a la estabilidad laboral. Los Pardal-Pérez acabaron ahogados en deudas y pidiendo comida.3– La masiva manifestación por la sanidad en Madrid se revuelve contra AyusoLos manifestantes, 250.000 según la Delegación del Gobierno, protestan contra el “empeño” del Gobierno regional en “desmantelar” la atención primaria y en apoyo a la huelga de médicos de familia y pediatras.4 — Europa discute cómo se jubilan sus ciudadanosEl envejecimiento empuja a los países del continente a aumentar la edad de retiro. Los sistemas de pensiones son muy diferentes, pero todos comparten el reto mayúsculo de acertar en los cambios para ser sostenibles- Europa discute cómo se jubilan sus ciudadanos.
Meter a IL e o CH no mesmo saco é, tão somente, um favor que se faz ao CH. E a todos os que pretendem um fosso tão grande entre a esquerda e a direita que acabe de vez com a comunicação. Não darei para esse peditório. Não faço favores à extrema-direita. Quem quiser que os faça.
“Lucros do banco Montepio quintuplicam para 33,8 ME em 2022” MAS “Montepio fechou 89 balcões e reduziu 527 trabalhadores de outubro de 2020 a dezembro de 2022”

(Imagem: reprodução/Instagram de Bordalo II)
”Recebidos 512 testemunhos de abuso sexual de menores pela Igreja. Enviados 25 casos para o MP: A comissão independente identificou 4815 vítimas e está a elaborar uma lista dos abusadores que ainda se encontram no ativo para ser entregue à Igreja e ao Ministério Público.”
O que isto prova é que a Igreja Católica não passa de uma máfia onde pedófilos e violadores se infiltraram há décadas. O que, convenhamos, já todos tínhamos percebido.
As pessoas mais fervorosamente religiosas, são as pessoas menos Humanas que conheço.
Para não falar das lavagens de dinheiro, dos regimes especiais em relação à fiscalidade, da falta de solidariedade com os pobres e os desvalidos. A Igreja e os seus componentes gozaram e gozam de um tratamento diferenciado e especial em relação ao resto da sociedade. Estão, tal e qual os “nobres” (hoje, os políticos) e a “monarquia” (hoje, os grandes grupos económicos), no topo da pirâmide. Ou seja, nada mudou desde a Idade Média.
Era altura de pensar no porquê de tantos perturbados mentais aderirem à Igreja Católica, desde sempre. Da moralidade dissimulada a tudo isto, a Igreja mostra-se como um antro de sociopatas e psicopatas que governam o mundo há demasiado tempo.
Acção social da Igreja? Sim, no cu de um puto de 12 anos.
Vítimas (52,7% são homens; 42,2% são mulheres; actualmente têm em média 52 anos e 20% têm 40 anos);
Abusadores (97% são homens; 77% são padres no caso dos rapazes abusados);
Locais de abuso (23% em seminários; 18,8% em igrejas; 14,3% em confessionários; 12,9% em casas paroquiais; 6,9% em escolas católicas);
Tipos de abuso (predominam a manipulação de órgãos genitais, masturbação, sexo oral e anal infligido às vítimas);
Frequência (52,2% em mais do que uma ocasião; 27,5% durante mais de um ano);
Pós-abuso (77% das vítimas nunca apresentou queixa à Igreja; 52% só mais tarde revelaram os abusos; 43% revelaram apenas agora à Comissão Independente).
*informação retirada de Agência Lusa
Acrescente-se este artigo do Público à lista de leituras recomendadas.
Luanda Cozetti cantando o tema de Carlos do Carmo da série da RTP “Retalhos da Vida de Um Médico“. “(..) um documento social da primeira metade do século XX, desenvolvendo-se em volta da vida de um médico de aldeia, por pequenas terras provincianas do Sul de Portugal.” Cem anos passados, estamos onde?

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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