Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Escolhas
Nova Iorque já é uma cidade em ruínas, cadáver putrefacto do seu passado faustoso, cujo esplendor era cantado por Sinatra e representava o El Dorado do sonho americano. Encontra-se agora eivada de crime, agitação social e um custo absurdo e insuportável de vida.
O principal carrasco foi o ditador-governador Andrew Cuomo, o oponente de Mamdani nestas eleições – e que obliterou o lifestyle novaiorquino com a distópica repressão sanitária durante os anos da Grande Vergonha e por tal, claro está, foi aclamado como herói pelos media sadistas. O verme do irmão, Chris Cuomo – que entretanto percebeu a maré e é agora anti-woke, yo, que cool – era comentador na CNN e entrevistava o irmão com frequência, em plangentes exibições de pornografia emocional. Juntos protagonizaram um dos mais buslescos e paradigmáticos episódios do teatro de marionetes que foi o simulacro pandémico, ao encenarem um emocionante reencontro familiar com Chris a sair de uma suposta quarentena numa suposta cave – quando, na verdade, nunca cumpriram quarentena alguma, que como sabemos nunca se aplicou à nobreza, imune ao vírus que propalaram. [Read more…]
O protagonismo dos mandatários
Isto não é Portugal

A Luz viaja de comboio
Em Novembro de 1887, o comboio Sud Express começava a ligar Lisboa a Paris via Madrid. Era, por excelência,a nossa mais franca ligação a novas culturas, mentalidades e formas de lidar com o mundo.
Os lentes, as revistas e os livros viajavam de comboio. A luz viajava de comboio também. Ontem como hoje, o Esclarecimento viaja de comboio.
Contra as trevas, pugnar, pugnar.

A iniciativa iliberal de Cotrim de Figueiredo

Cotrim de Figueiredo podia ter escolhido qualquer um para seu mandatário.
Podia ter escolhido um liberal.
Podia ter escolhido um moderado.
Escolheu José Miguel Júdice, um radical ligado ao MDLP, a organização de extrema-direita que deu respaldo a assassinatos políticos e atentados terroristas na década de 70.
É uma opção legítima, esta de Cotrim e da IL. Só não é lá muito liberal. Algo que, infelizmente, surpreende cada vez menos.
Burcas e outros adereços performativos

Acho que já podemos parar de fingir que esta decisão de proibir as burcas tem alguma coisa a ver com o bem-estar das mulheres muçulmanas.
Porque isto partiu dos mesmos que querem a mulher recatada, obediente e do lar.
Dos que enchem a boca para falar de segurança e a seguir assobiam para o lado quando são confrontados com os números da violência doméstica.
E foi parida no mesmo partido onde há quem defenda a remoção dos ovários das mulheres que decidam abortar, a ponto de levar a proposta a congresso e receber o apoio de 15% dos delegados.
O mesmo partido que construiu um altar ao abusador e possivelmente pedófilo Donald J. Trump, cujo regime autoritário em construção acelerada abafou o caso Epstein.
E porque, se estas mulheres forem casadas com fanáticos, deixarão simplesmente de sair de casa.
Podemos parar a encenação, não acham?
Salazar é o maior bandido da História de Portugal
O populista-mor da actual república e entrevistado semanal das televisões portuguesas afirmou que são precisos, não um, mas três Salazares para combater a «corrupção», a «impunidade» e a «bandidagem» do país.
Faz parte do manual do populista propagar a ideia de que há caos, as papas e os bolos com que se deixam enganar os tolos.
O Salazar elogiado pelo autoproclamado combatente da corrupção e da bandidagem governou Portugal durante 36 anos e 82 dias, entre 1932 e 1968, até bater tardiamente com a cabeça.
Durante o seu governo, distribuiu cunhas e favores, criou e alimentou uma polícia política, contribuiu para a miséria geral de um país descalço, colaborou com pedófilos, atirou o país para uma guerra colonial que tirou vidas mesmo a quem não morreu nela, falsificou eleições, alguém que foi, enfim, um mafioso que mandou num país (governar um país é outra coisa). Portugal foi roubado e torturado durante quase trinta anos por um bandido chamado Salazar – não há nenhum bandido que tenha actuado durante tanto tempo, com a vantagem de mandar na polícia.
Quando alguém vê nesta figura sinistra virtudes de governante não merece consideração, como não merece consideração quem vota nele. É gente que gosta de bandidos no poder, mesmo que não tenha consciência disso. É realmente importante combater esta bandidagem.
Houve um fato que determinou a transmissão
Hikaru strikes at the center, with c5, following the general rule: if there’s a move on the flank, you strike in the center.
— Daniel Naroditsky (1995-2025)Ne mettons pas la morue avant les boeufs, comme on dit par ici.
— Astérix
***
Antes de 2012, nenhum fato determinaria qualquer transmissão. Essa impossibilidade de fatos determinarem transmissões era um dado adquirido. Todavia, a cegueira ortográfica e a aversão a pareceres levou a que, comme si de rien n’était, nos aparecesse isto:

Quando?
Hoje.
Onde?
No sítio do costume.
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
***
David Bell (1959-2025)
Guerra Fria 2.0

A nova guerra fria não será uma corrida convencional ao armamento entre dois blocos, mas uma competição multipolar pelo desenvolvimento da Inteligência Artificial, que a fará evoluir para outros patamares.
Este novo paradigma levará – já está a levar – a uma procura cada vez maior por energia, que eventualmente acabará por fazer aumentar os preços exponencialmente, afectando, sobretudo, a vida das famílias e das comunidades mais frágeis e desprotegidas. Algo que já está a acontecer nos EUA.
Esta corrida poderá levar a uma situação de pânico nos mercados em torno do abastecimento de energia. Estima-se que os novos data centers que as tecnológicas estão a construir consumirão a energia de uma pequena cidade. E continuarão a multiplicar-se e a aumentar o consumo, à medida que a IA se expande. A Microsoft já comprou 20 anos de produção de uma central nuclear nos EUA. Outras parecem querer seguir o mesmo caminho. O cidadão comum não tem a mínima hipótese nesta disputa. [Read more…]
Pinto Balsemão e a doentia obsessão dos portugueses por Marcelo Rebelo de Sousa
Efectivamente, até na morte de Francisco Pinto Balsemão. Esta contínua e doentia obsessão dos portugueses por Marcelo Rebelo de Sousa pode traduzir-se em imagens. Quereis uma actualíssima imagem desta doentia obsessão?
Ei-la:

Diário de um chegano (4)
Diário másculo e viril
O almirante Gouveia e Melo, ainda e vergonhosamente candidato a Presidente da República, insinuou que os portugueses não têm um gene especial, como se houvesse alguma coisa portuguesa que não fosse especial também geneticamente.
Como este diário não serve para propagar propaganda enganosa, aqui deixo alguns ensinamentos, mesmo sabendo que o nosso André irá ganhar as eleições presidenciais com 600 % dos votos expressos.
O português, como toda a gente sabe, descende directamente dos lusitanos, um povo que vivia para os lados de Folgosinho e comia com frequência no restaurante Albertino, para descansar das cargas de porrada que dava aos romanos, às duas e três vezes por semana nos Montes Hermínios.
Alguns esquerdalhos apaneleirados tentam convencer-nos de que passaram por aqui demasiados povos para que tenhamos genes bem definidos. É não saber o que é um lusitano. Um lusitano não andava metido com malucas de outras raças, um lusitano só tinha relações com lusitanas, que não tinham nada de malucas, eram umas senhoras. É verdade que passaram por aqui gajas de outras raças, sempre desejosas da potência lendária dos lusitanos, mas o lusitano sempre foi forte, ciente da necessidade de manter a pureza da raça, um lusitano não se mistura, não desperdiça a sua semente. [Read more…]
Diário de um chegano (3)
Querido diário com eles no sítio
Anda a esquerdalhada flotilhesca toda excitada com a saída do Gabriel Mithá Ribeiro, que, ainda por cima, anda a dizer mal do nosso André.
É preciso analisar a situação com testosterona e voz grossa. Começo por dizer que nunca gostei muito do dito Gabriel, porque Ribeiro ainda vá, mas Mithá é mesmo nome de quem quer violar as nossas mulheres e dançar mapiko, porque é preciso não esquecer que o Gabriel nasceu em Moçambique.
É verdade que, quando nasceu, Moçambique ainda pertencia ao país certo, mas depois resolveu sair do império português, para desgraça de todos os criados que tinham a sorte de servir os portugueses em África. O próprio Gabriel teve o desplante de estudar e de tirar um curso em vez de ficar para mainato.
Além disso, o Mithá (para mim, deixou de ser Ribeiro e está quase a deixar de ser Gabriel) não é certo: primeiro, o racismo tinha acabado; depois, disse que o racismo tinha voltado. Durante algum tempo, dizia que o nosso André era o maior, agora diz que é tóxico e narcísico, como os esquerdalhados costumam dizer, tudo palavras que até fazem um gajo começar a cantar músicas da Gloria Gaynor, não é como o nosso André, que amava tão masculinamente a sua coelha Acácia.
Diário de um chegano (2)
Diário macho
Foi com a alegria de um membro da Mocidade Portuguesa que pude ver o nosso André a regozijar-se com um jovem que, com ardor lusitano, mostrava o seu ódio aos estrangeiros que vêm para o nosso país preguiçar, violar as nossas mulheres e que recebem um subsídio mal saem do mar, depois de virem a nado desde Bombaim. Quando uma criança grita que é preciso mandar embora os estrangeiros, ergo as mãos e canto graças, porque está no bom caminho: quando acabar os trabalhos de casa (primeiro, os trabalhos de casa), irá cuspir em pretos e bater em homossexuais ou vice-versa, desde que cuspa e bata.
Foi também com enorme gáudio que vi a nossa Ritinha a divertir-se na presença de jovens que chamavam “gatuno” a Luís Montenegro. A minha cunhada, que é da corja esquerdalha e até nem gosta do Montenegro, veio dizer que não se pode andar assim a insultar pessoas, mas nós, no nosso partido, não temos medo das palavras, não queremos palavras que escondam. É por isso que nosso André fala em “bandidagem”, que é para toda a gente entender. Há quem diga que só se passa a ser “gatuno” quando isso é provado em tribunal, mas nós sabemos bem que os tribunais fazem parte do sistema corrupto que protege sempre os mesmos há 50 anos.
Além disso, só complicam – quando mandarmos nisto, nem vamos precisar de tribunais. Perguntamos ao nosso André, que é um perdigueiro de bandidos. Mostramos-lhe uma pessoa e ele dá logo a sentença e manda aplicar a pena. Mais: só não vê um gatuno quem não quer ver. É tão simples: ou tem a pele escura ou não é do Chega.
Isto da pele escura, a propósito, faz-me pensar que é perigoso uma pessoa ir de férias. O meu vizinho foi
daqui branquinho e, quando voltou, todo bronzeado, via-se mesmo que era um gatuno, pronto a vender tapetes, a violar as nossas mulheres e a fritar chamuças ao mesmo tempo, porque os monhés, por causa daquela deusa com muitos braços, conseguem fazer tudo ao mesmo tempo.
Já me disseram que falo muito de os imigras violarem as nossas mulheres, mas eu bem vejo que a minha tem muitas saudades do Sandokan, que era um preto claro que batia nos brancos e andava metido com uma loura. Depois digam que não tenho razão.
Contra o Orçamento do Estado para 2026
When the band first started, I went for a vocal approach that was rhythmic and spoken, but sometimes unleashed, because of all the different guitar tunings we used.
— Kim Gordon

Ministro das Finanças entregou OE no Parlamento (foto: Rui Gaudêncio)
Ontem, um dia antes da data prevista, o Governo apresentou a proposta de Orçamento do Estado para 2026 (OE2026). É sabido que em 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022 [1] e [2], 2023, 2024 e 2025 as coisas não correram bem. Prevê-se que, para 2026, tudo esteja como dantes. Recorde-se que, nas palavras do Governo, a Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2026 é um dos documentos políticos e legislativos mais importantes da vida colectiva de Portugal (e das “vidas individuais das pessoas e empresas”), por isso, “é urgente, inadiável e uma exigência categórica de transparência, a apresentação e explicação aos portugueses do seu conteúdo”.
Sem mais delongas, vejamos alguns exemplos do Relatório (pdf), para compreendermos um bocadinho melhor aquilo que efectivamente se passa no mundo ortográfico português: [Read more…]
Cessar-fogo em Gaza?

Parece que há acordo para um cessar-fogo imediato em Gaza. Trump está mesmo a dar tudo pelo Nobel da Paz.
E se for esse o preço a pagar para parar o genocídio, que seja.
Não seria o primeiro execrável a vencê-lo. Se um war monger como Henry Kissinger pode ganhar um prémio dedicado à paz, qualquer incendiário é elegível.
Mas o cessar-fogo não chega.
É preciso auxiliar milhares de pessoas.
É preciso reconstruir Gaza.
É preciso acabar com a fome.
É preciso libertar todos os reféns.
E é fundamental que o cessar-fogo dure para lá dessa libertação.
Também é preciso libertar a Palestina, não apenas Gaza, mas toda a Cisjordânia ocupada por colonatos ilegais. Libertar a Palestina de colonos terroristas e de terroristas do Hamas, e de outras organizações de fundamentalistas islâmicos que por ali andam. Deixar aquelas pessoas respirar e ter uma vida minimamente normal.
Será desta?
Espero que sim.
Mas, à cautela, vou festejar moderadamente. Com estes protagonistas, convém refrear as expectativas.
O Nobel da Química Palestino-Jordano

Diário de um chegano (1)
Diário de raça lusa (“querido diário” é coisa de paneleiragem rafeira, não da raça pura lusitana)
Fiquei com o sangue a ferver de fervor patriótico, quando o nosso venturoso líder lembrou, e bem, que até pode haver problemas em Gaza, mas que aqui na Moita as pessoas também passam muito mal. Até pode ser que haja por lá milhares de mortos, mas o que é nós temos a ver com isso? Além disso, enquanto morrem não imigram para cá, para nos roubar os empregos, violar as nossas mulheres e obrigar-nos a comer carneiro com bedum. Nós somos lusitanos e machos e, se é para violar as nossas mulheres, estamos cá nós, nunca precisámos que viessem substituir-nos. Quanto ao emprego, o meu é tão mau que até devia ser dado a um imigra.
Se eles vierem, ainda sou capaz de lhes dar a morada da minha cunhada, que é uma esquerdalha comuna, que está sempre a falar em empatia e a dizer-me que eu devia ter vergonha de ser um grunho, porque até tirei um curso. Está sempre a dizer-me que vou todos os domingos à missa, mas que de cristão não tenho nada, como se eu não soubesse que o primeiro dever de um cristão é aviar mouros, pretos e paneleiros, gente que nem um touro sabe pegar. E toda a gente sabe que Deus escolheu o Trump e o Ventura, que assim podem trabalhar por turnos.
As outras da flotilha foram meter-se no meio da confusão e, como é costume nas gajas de esquerda, estavam mesmo a pedi-las. Agora, queixam-se de maus tratos, quando toda a gente sabe que estavam financiadas por terroristas que mataram e matam milhares de pessoas, não é como o exército israelita, que também mata milhares de pessoas, mas são pessoas que merecem ser mortas.
Agora vou dar sangue, que é para poderem fazer transfusões, a ver se a raça portuguesa fica forte como o Pichardo ou o Nader, lusitanos puros.
Jane Goodall e André Ventura
Podemos escolher várias palavras e expressões para designar a morte de alguém. Podemos dizer que morreu, que foi para o outro mundo, que dorme o sono eterno, podemos dizer que nos deixou. Jane Goodall deixou-nos.
Quando morre alguém que deu exemplo de tanta generosidade e dedicação, que olhou para diferentes como semelhantes ou para semelhantes como iguais, ficamos abandonados à sorte de uma humanidade que continua a revelar-se animalesca, verificando-se, nos últimos tempos, uma revalorização do ódio, uma perseguição do outro, a obsessão da identidade nacional como desculpa para a agressão.
Jane Goodall deixou-nos sozinhos diante de uma multidão que vive maravilhada com símios que descobriram que mostrar constantemente os caninos dá votos.
Hipocrisia jornalística, diplomática e religiosa
Não deixa de ser curioso que uma mão cheia de governantes e jornalistas amestrados estejam a argumentar que por causa do Yom Kippur, feriado judaico, o enclave militar israelita não pode dar seguimento às extradições dos cidadãos raptados da Global Sumud Flotilla, quando o mesmo feriado não os impediu de ligarem os motores dos navios da marinha para violarem a lei internacional e passarem mais uma noite a fustigar Gaza com bombas. Israel a ser Israel. Um enclave confessional, onde a confissão serve apenas de pretexto para levar a cabo um genocídio.
John Searle (1932–2025)
John Searle morreu há treze dias e ninguém me disse nada. Nem a mim, nem a vós. Curiosamente, quando morreram os meus outros heróis intelectuais — Rorty & Gadamer –, o NYT pronunciou-se. Este silêncio é estranho? Não, não é. Quando o último dos meus heróis morrer, calar-se ão? Não. Adiante. Fica aqui o melhor do Searle no Aventar. Obrigado por tudo, John.
Jimmy Kimmel esqueceu-se de Bill Maher
E isso é imperdoável.
Efectivamente, este name-dropping de Kimmel está incompleto: Stephen Colbert, Jon Stewart, Seth Meyers, Jimmy Fallon, John Oliver, Conan O’Brien, James Corden, Arsenio [Hall], Kathy [Griffin], Wanda [Sykes], Chelsea [Handler], Jay [Leno], o apresentador alemão que lhe ofereceu emprego [Stefan Raab, fyi, Jimmy], Howard Stern, David Letterman, Ben Shapiro, Clay Travis, Candace Owens, Mitch McConnell, Ryan Paul e até Ted Cruz.
Exactamente:
Até a Rolling Stone concordaria comigo.
No tempo do Salazar é que era bom
De acordo com os dados recolhidos nos Censos de 1970, um em cada quatro portugueses (25,6%) era analfabeto. Essa percentagem de pessoas que não sabem ler nem escrever foi baixando ao longo das décadas seguintes: 18,6% em 1981; 11% em 1991; 9% em 2001; 5% em 2011; e 3,1% em 2021.
Também é verdade que, em 1970, cerca de 68% das casas não tinham duche ou banho, 53% não tinham água canalizada e 42% não tinham instalações sanitárias.
De resto, nesse mesmo ano da morte de Salazar, a taxa de mortalidade infantil registada em Portugal era uma das mais elevadas da Europa: 55,5‰, isto é, morriam 55,5 crianças com menos de um ano de idade por cada 1.000 nascimentos. Em 2024 fixou-se em 3‰, uma das mais baixas do mundo.
Sublinhe-se neste âmbito que, em 1970, apenas 38% dos partos ocorriam em estabelecimentos de saúde.
Lage, Bruno Lage
Na despedida do cavalheiro, a minha pergunta é esta: não achais que o Burning Angel dos Arch Enemy é extremamente semelhante ao Hangar 18 dos Megadeth? Eu acho.

Foto: Glorioso
Ceci n’est pas un Bürger

Alguém lembrou o festival do marisco, nos Camarões, mas aguardem a fúria do Ventura quando Marcelo anunciar que vai a um certame em Cheddar ou Yorkshire, a uma ‘vernissage’ em Champagne ou de férias para Chantilly. Isto para não falar do próximo encontro luso-brasileiro, pensado para Limão, Palmitos, Polvilho ou Jaboticaba. Esperemos sobretudo que nada o leve a Damasco, ou a Lima, no Peru. Bolonha ‘mai’, apesar de lhe agradar a Meloni mas Frankfurt ou Hamburgo é que nunca mesmo, que o germanófilo de Mem Martins já saiu escaldado de Berlim.












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