Portugal exporta filmes porno. O Aventar disponibiliza um filme completo.
Luís Filipe Menezes candidata-se à Câmara do Porto
Basta que sejam constitucionais
O tédio de Passos Coelho
“Não vale a pena estar sempre a gastar tempo a falar do desemprego, das casas que se entregam ao banco”. Declaração de Passos Coelho, hoje, no Parlamento. Está aborrecido, coitado. Roubado ao Ricardo M. Santos.
Ricardo Rodrigues apropriar-se-á da toga do juiz
Não admira, a senhora está reformada há tantos anos…
Nós, os piegas de Portugal

Já nem sei como nem porque escrevo. Custa-me tanto mexer os braços! Estou muito bem sentado no meu sofá, cheio de sono e de preguiça. Está-se tão bem sem nada fazer! É evidente que as minhas entradas deixam de existir, acaba o dinheiro e passo fome. Mas, só pensar que tenho que sair para comprar e me alimentar e assim sobreviver, eleva a pinha preguiça à raiz cúbica. [Read more…]
Imitação à vida. Ensaio de etnopsicologia da infância
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El Ângelus, 1857-1859, por Millet
Para os meus netos Tomas e Maira Rose, os van Emdem da Holanda, e Ben, May Malen, Javier, Max Raúl ou os Isley da Grã-Bretanha, fihlhas de repaigas nascidas Iturra- González.
Bem sei do filme que existe com este título* de 1956, com Lana Turner e John Gavin. Como todo leitor deve supor, não é do filme que queria falar, muito embora a temática seja semelhante ou tenha sido feita. Os adultos do filme imitam outros para aprenderem a viver e comportar-se como for conveniente aos roles que representam. [Read more…]
Natal – Imaginário adulto ou troca social

Com Pai Natal em Greve, o povo sem dinheiro, falidos, não há Natal: apenas sopa e pão
Para o pobre povo de Portugal
1. Natal
Os leitores devem estar habituados a ver em letra escrita nos meus textos, uma ideia em que sempre teimo: qualquer grupo social tem, pelo menos, duas formas de ser ou duas culturas: a dos adultos e a das crianças. A do adulto, esse imaginário para calcular e falir sem remédio, sem a capacidade de decidir, porque não há trabalho bem dinheiro; a da criança, essa fantasia à esperassem saber. A do adulto, para calcular e decidir, porque vive no meio das finanças, dos orçamentos. Fantasia à espera, por viver
Criança, totem e tabu. Ensaio de etnopsicologia da infância

…para irmã Lúcia Aljustrel que nunca soube ler e escrever, exemplo do que não deve acontecer…Não sou homem de fé, mas em dia de defuntos, a etnopsicologia dee ser comentada na base de um totem
Há a necessidade da criança aprender como é a vida, material e cientificamente. É a maneira de ser um bom cidadão. Oh leitor! Não desmaie se ler mais uma vez esta minha teimosa ideia sobre o processo de aprendizagem das crianças.
O terrorismo começa na infância

Vários conceitos são debatidos hoje em dia em relação à infância. Cronologia da vida que começa aos quatro meses da conceição do ser e acaba, no dizer dos meus santos padroeiros, por outras palavras os cientistas que leio e debato, pelos quatro ou cinco anos. Com a entrada da criança no entendimento da História, na racionalidade de não ser o único na terra, nem o mais amado entre todos os seus pares e/ou membros de família. Em síntese, no entendimento de ser mais um membro do grupo social que o acolhe, ama, forma e educa ou faz dele um membro da heterogeneidade social. [Read more…]
O presente, essa grande mentira social. I – Reciprocidade

4. Reciprocidade?
Apenas um esquema de iniciação. Porque sobre reciprocidade tenho escrito bastante, em vários textos publicados[1]. No entanto, o conceito deve ser esclarecido, para além da excelente tentativa de Alvin Gouldner[2]no seu texto clássico, citado neste livro e que tem orientado a minha análise. Mas, antes de entrar pelos comentários de Gouldner, é preciso lembrar outras distinções e definições, normalmente pouco referidas em textos. [Read more…]
I – Religião, Economia e Manifesto Comunista. As pretensões da família Marx

Karl Marx foi o fundador de uma rama da teoria política para governar um Estado, República ou Nação, ou várias delas, coordenadas pela teoria política denominada socialismo, que apresento a seguir nas suas várias organizações. A sua forma de socialismo a denominou Socialismo Científico. Antes, tinha sido membro de uma outra, a do socialismo utópico. [Read more…]
Europa, levanta-te e anda

Assim foi em 1789. As cabeças rolaram por causa da guilhotina. Foi a sangue e fogo, com crueldade e manifestos. E a França levantou-se, ajudou outros Estados a andar sem a opressão dos ricos, a ter o seu livre pensamento. O primeiro foi Mozart ao escrever e exibir em Viena, Maio, 1º, 1786, a sua revolucionária ópera Le Nozze di Fígaro. A acção desenrola-se no Castelo do
Planos de Salvamento
ruralidades
O título não é meu. Pertence a uma equipa de intelectuais que criou um espaço de debate, para debater a crise económica e política que nos afecta. Como a toda a Europa, excepto aos países precavidos que sabem investir o seu dinheiro em bens que rendem lucro.
Temos herdado, desde os tempos em que o nosso país entrou na então Comunidade Europeia, um deficit de moeda para investir, lucrar e obter mais-valia dos bens que o nosso mercado pode criar e vender. No entanto, Portugal foi sempre um país pobre. Em 1984, foi aceite na União Europeia, o dinheiro que entrou foi usado em construção de estradas, que não havia, em melhorar as comunicações dentro do país, modernizar os paços mais antigos, para servir de habitação de férias de Verão para que cidadãos de outros países visitassem a nossa Nação. Nação que tem tido como a sua melhor riqueza, essa rica geografia da que foi dotada na criação do mundo, com casas lindas nascidas do imaginário fértil da mente lusa. [Read more…]
no pasa nada
Dia estranho, o de hoje. Aparentemente não aconteceu nada. Que se estará a preparar?
Homossexuais e bestas…
E existe um psiquiatra que é uma besta, excepto se me conseguir demonstrar que a homossexualidade afecta a capacidade de tomada de decisão do líder político a quem se refere. Espero que ao fazer tal informação, o psiquiatra não tenha violado qualquer sigilo profissional, porque aí, passaria de besta a canalha…
guerra santa

É-me impossível não comentar, ainda que em poucas palavras, esta ideia da guerra santa. A imagem revela a visão apocalíptica do livro do Apóstolo João, o amigo de Xristos. Os Quatro Cavaleiros de Revelação são personagens descritos na terceira visão profética do Apóstolo João no livro bíblico de Revelação ou Apocalipse. São geralmente representados pelos símbolos relacionados na narrativa: Conquista (ou às vezes “O anti – Cristo“), Guerra, Fome e Morte, embora somente o cavaleiro da morte seja identificado por nome.
Porque esta pequena nota? Não há jornal, imagem televisiva, comentários radiofónicos, que mão comemore a morte de Osama Bin Laden, nem os mesmos meios da média, não louvem ao governador do mundo, o Presidente dos Estados Unidos de América. Três deles entraram em terras sagradas das confissões sunitas, chita, sauditas, talibãs, e outras muçulmanas. Faz dez anos antes, o ocidente chorava as mortes causadas pelos ataques sauditas contra o ocidente cristão, de diversas igrejas. Era uma alegria ter encontrado e assassinado ao chefe sunita que tinha por missão aterrorizar países que antes os tinham
a familia

É um substantivo quase impossível de definir. Talvez se pudesse dizer que é um conceito que tem várias definições, todas elas certas por corresponderem às diferentes maneiras de se vincularem às pessoas.
Pela negativa, é mais simples falar da família todas as pessoas que não têm parentesco entre si, é dizer relações consanguíneas ou por afinidade. Se é consanguínea a relação, a definição é mais simples: automaticamente pensamos no pequeno grupo de pai, mãe e descendentes ou filhos. [Read more…]
a menina pianista e a irmã violoncelista deram-nos um 25 de Abril

Para Helena Sá e Costa, a sua irmã violoncelista Madalena, discípula de Pau Casals, e ao povo de Portugal, roubado do 25 de Abril de 2011-04-17
Por felonias dos que nos governam, o nosso Portugal entrou em falência e deve pedir esmola aos países vizinhos, que a negam. Não temos dinheiro nem para comer, festejar o carnaval, oferecer ovos de Páscoa, comprar roupa ou comer como estamos habituados três vezes por dia. Temos apenas o café do pequeno-almoço com pão sem manteiga, um almoço de abstinência, de semana santa e um chá com papo-seco à noite.
o 5 de outubro aconteceu no 25 de abril…ou não

A Liberdade guiando ao Povo, de Eugène Delacroix, 1833.
A data do 25 de Abril de 1974, é o dia histórico de Portugal, ou assim parecia ser. Tínhamos a esperança de ter ganho a liberdade das diversas ditaduras que governaram o nosso País, ao longo de mil anos de escravidão de reis, conservadorismo, domínio de Espanha sopre a primeira Monarquia europeia a segui a dos Capeto, que acabaram guilhotinados em 1789, na revolução francesa. O nosso País nunca matara um monarca, mas sim se rebelaram contra eles ao longo de quase quatrocentos anos de domínio dos reis da Espanha que fizeram de Portugal mãos uma colónia Ibérica, recuperando, pensávamos, a liberdade em 1640, Aconteceu no dia 1 de Dezembro de 1640, a revolta que deu origem à Restauração da Independência, lutando contra a tentativa de anulação da independência do Reino de Portugal por parte da Dinastia Filipina de Espanha, e que vem a culminar com a instauração da Dinastia Portuguesa da casa de Bragança.
todo o ensino deve ser público
O título deste ensaio parece um mandamento. De facto, é uma ordem, não entregue pela divindade, mas sim pelo totem como definia Durkheim no seu texto de 1912: Les structures élémentaires de la vie religieuse, Felix Alkan, Paris (não conheço versão portuguesa). Mandamento parece-me que é, conforme os tempos e as cronologias, por se tratar do processo de transferência de saber de uma geração a outra, sendo uma obrigação que a lei garante, passando a nova obrigação, a de aprender, para os mais novos de um grupo social.
A literacia é a que garante a memória, o saber, as descobertas e os avanços científicos de uma sociedade ou de um grupo dela. No ensaio de ontem, filosofava sobre as diferenças e a complementaridade, e definia esses conceitos como palavras substantivas capazes de, por guardar a diferença, as formas complementares apareciam dentro do debate e do saber. No caso do ensino, actividade definida por mim como transferência de saberes, é uma obrigação. [Read more…]
Adultério
Mulher islâmica apedrejada por delito de adultério
Escrever sobre adultério, não é simples nem fácil. A própria definição do verbo o salienta: Violação da fidelidade conjugal. Apesar da definição fornecida antes, ser a mais atribuída ao facto que analiso, também há outras formas que colocam em risco a vida das pessoas, como falsificação ou a adulteração de um produto. Não é apenas um engano social, é um risco para a vida, um eterno suspeitar de que o que adquirimos possa estar fora de prazo, porque o comércio é comércio e para não perder, apagam-se as datas de validade e, como ninguém se importa em consultar as datas, essa adulteração coloca em risco a vida e a saúde da pessoa. Como aconteceu antes de ontem com a minha neta May Malen Isley: foram almoçar ao University Center da nossa Universidade de Cambridge, que, ultimamente, é um fiasco comercial. Foi de imediato levada para o hospital, os antibióticos a salvaram pela prontidão dos pais, a minha filha Camila e o meu genro Félix. No dia seguinte, já estava bem. Não sou homem de fé, mas dou graças à divindade, como aos meus filhos, de terem salvo a única descendência que, por enquanto, têm.
as felonias dos homens

a felonia dos homens, conforme a sua mulher
Contente, feliz e alegre, sorrindo como se fosse primavera, não houvesse frio, chuva, nem febres e gripes, procuro a flor mais exótica que encontro, como a de Oscar Wilde, o homem do cravo verde. Por não ser Wilde, avanço e passa a ser uma rosa verde que, com todo o amor, entrego e ofereço a essa alegre mulher que me seduz. Escrevo-lhe uma carta de amor e paixão, de amor profundo, cuidado e fiel. Resposta: vós, homens sois insuportáveis, querem tudo de nós e nada nos oferecem em troca. Excepto enganos e infelicidades. Quem me dera ser homem para tomar a minha relança!
Schubert:Impromptu in G flat major D899 No.3
Viver não custa.O que custa é saber ensinar a viver

símbolo da liberdade que todo candidato deve respeitar
A flor da liberdade
Ontem escrevi sobre o dever da heresia, por causa de vários políticos andarem a correr para o cargo de Presidente da República. Não há texto em que eu não tenha escrito sobre o debate da hecatombe que deveria percorrer todo o país. Fala-se de tudo, vive-se como se entende, gastam-se as poupanças em divertimentos, o crédito é o rei do dia-a-dia, os debates são sempre entre candidatos e pela televisão que vemos e ouvimos calmamente desde a cama. Não há comícios nem desfiles para apoiar o candidato preferido. Ninguém fala das suas preferências: resultaria num sortilégio, como cumprimentar alguém antes do seu aniversário, dá má sorte…
O que pretendemos do próximo Presidente, é apenas debatido na Assembleia da República ou nas reuniões de pessoas do mesmo partido. Do que se fala, é de louvar os candidatos. É raro que, esse pretendente à mais alta magistratura da Nação, sai à rua para esclarecer pontos obscuros do seu programa. Portugal é infantil: [Read more…]
Senhor Primeiro Ministro
política do PS sobre educação
Senhor Primeiro Ministro. Com respeito mas com firmeza
A frase que intitula este texto acabou por ser famosa quando escrevi uma carta aberta à anterior Ministra da Educação. Era minha para ela. Mas, desta vez, a frase continua a ser minha para ser usada por si.
É sabido que governa em minoria e de todo não tem tido nenhuma ideia sábia na nomeação dos ministros do Ministério da Educação. O que aconteceu que a anterior ministra, já é parte da História, nem vale a pena lembrar mais, está em todos os blogues, sítios da Internet, da nossa curta cadeia de comunicação. Era mais fácil e rápido telefonar e dizer-lhe as minhas palavras. No entanto, a palavra escrita perdura, enquanto as faladas as leva o vento, ou são manipuladas ou esquecidas. O respeito e a firmeza não são palavras minhas para si. É uma frase para o Senhor Primeiro-Ministro nunca esquecer: respeito pelos seus eleitores e firmeza nas suas decisões. [Read more…]
Demagogia eleitoral
-O candidato presidencial Cavaco Silva criticou ontem os cortes salariais na função pública. No entanto os mesmos apenas foram possíveis graças à aprovação do Orçamento de Estado, que o Presidente da República, Cavaco Silva, tão diligentemente procurou garantir, nomeadamente junto do PSD, deixando pouca margem de manobra a Passos Coelho para tomar outra opção, com um grupo parlamentar que olha para o líder com alguma desconfiança. Cavaco protagoniza um remake de péssima qualidade da Olívia patroa e Olívia empregada, com um comportamento em Belém e outro na rua, em campanha. Não perceber que o governo é impotente para aplicar igual medida ao sector privado, ainda é mais grave, pois significa desconhecer a Lei. Ou defenderia o professor de economia um aumento de impostos ainda maior? Não me passa pela cabeça que possa estar a utilizar demagogia, como arma para conquistar votos, a boa moeda nunca se alia ao populismo…
-Manuel Alegre por sua vez afirma ser o garante da defesa do Estado social. Mas omite pertencer ao partido que nos últimos 15 anos, governou 12, tendo sido deputado durante mais de 3 décadas. Apenas falta desenterrar velhos fantasmas da luta pela Liberdade, mas provavelmente recordará as suas próprias palavras há 5 anos, quando afirmou que a eventual eleição de Cavaco Silva, não lhe retiraria o sono, na altura pretendia atingir Mário Soares, agora porque o feitiço se virou contra o feiticeiro, clama por união. Na noite do dia 23, quando for merecidamente derrotado pelos portugueses, iremos assistir ao início das facas longas no PS. O BE por sua vez sairá incólume, afirmando ter contribuído com o seu empenho para uma vitória, que a desunião e alheamento da máquina socialista, não permitiram. Não será bem assim, muitos militantes do Bloco estão ao lado de Fernando Nobre, mas isso parece estar a passar ao lado da atenção geral.
Defensor Moura por sua vez ainda é mais bizarro, indigna-se contra a introdução de portagens nas SCUT, fala em defesa do comércio tradicional, com o maior desplante, porque sendo actualmente deputado na Assembleia da República, não lhe conhecemos qualquer iniciativa legislativa que suporte o discurso.








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