A bravata

Santana Castilho *

1. Em livro que escrevi em 1999, em plena euforia dos milhões diários que nos entravam porta dentro, afirmei ser pouco sério confundir essas imediatas vantagens financeiras com vantagens económicas de futuro. Admiti então, qual velho do Restelo, que subjacente a tanta prata fácil estava uma bem escondida estratégia hegemónica. E adiantei, contra-corrente, que se víssemos as coisas por esse ângulo não cairíamos na esparrela que se desenhava: ao longo dos anos fomos financiados para deixar de produzir e destruir a agricultura e a indústria. Ora se somos responsáveis pelo caminho que aceitámos, também a União Europeia o é, por nos ter induzido a trilhá-lo. Chegados onde estamos, é penoso ver que a bravata tapa a realidade. Podermos continuar a endividar-nos a um juro superior ao que agora pagamos à troika (4,891 versus 3,4 por cento) justifica a bravata? Se em Abril de 2011 fomos “expulsos” dos mercados, por que razão nos receberiam agora, quando a dívida, em lugar de diminuir, cresceu 25 mil milhões de euros e a economia se afunda a cada dia que passa? [Read more…]

O Costa do “soma e segue”

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O “grandioso herói” do momento, infelizmente prossegue a sua laboriosa saga de descaracterização da capital portuguesa. A Câmara Municipal de Lisboa permitiu a construção de um horrendo mastodonte cuja estrutura é aquela que a imagem mostra. Situa-se diante do Palácio do Correio Velho – sede da CPLP -, na Rua de S. Mamede/Escadinhas de S. Crispim. Qualquer lisboeta pensaria tratar-se de uma zona protegida, mas a perigosa e nefasta dupla camarária composta pelos srs. Costa e Salgado, tem um outro entendimento acerca da gestão do “caminho do Castelo”. Fica assim o Teatro Romano acompanhado por este triste sinal dos novos tempos. Um horror.

Do Prazer

comboio-leituraQue uma viagem de carro nunca há-de dar.

Uma história de borralho

O tronco de oliveira verde ardia já desde ontem, numa chama contida mas constante. Ao contrário do pinho enresinado que se consome num fogo rápido e exuberante, a oliveira, mesmo que verde, leva o seu tempo para se transformar em cinzas.

“É a que cortei agora”, dizia-me o Ti Manel enquanto nos aquecíamos com um tinto novo, sentados no borralho. Deve ter sido a última das oliveiras que faziam a estrema no Vale Raposo, agora transformado em eucaliptal. “Eu não queria arrancar a vinha mas deram-me quase mil contos de subsídio. Era muito dinheiro”. Este arranque passou-se nos noventas, era primeiro-ministro o actual presidente da República. “Quando foi aprovado não consegui lá ir fazer o serviço mas a Maria juntou umas mulheres e cortaram as varas todas. Ficaram só cepas. Até chorei mas depois a máquina entrou por ali fora e rompeu tudo. Acabou.”

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Seguro, Costa, Duas Bananas

O PS não está ao rubro com o seu hilariante processo de autofagia, embora já toda a gente tenha compreendido que, na sua extrema mansidão e sentido manso de Estado, António José Seguro não será o homem. Mas também não é António Costa o homem. Ninguém pode ser o homem no PS. Para haver futuro no PS, futuro nas lideranças a prazo do PS e na credibilidade desmantelada do PS, seria preciso que esse partido sequer tivesse começado por existir quanto mais ter alcançado o Poder a ponto de deixar danificado e de rastos o País, oprimindo de corrupto e ronceiro todo o sistema político português.

Mais. Perante o espalhanço colossal do PS em quinze anos de boas intenções infernais na governação e traído o País por silêncios e esquemas omissos [pense-se que forças e energias protegem figurões indefensáveis como José Sócrates, Pedro Silva Pereira ou Paulo Campos] o controlo das bases desse partido é curto para não dizer volúvel e nulo. Seguro controla-as mas ele mesmo não passa de um boneco de cera, cuja plasticidade suave, sem a coragem dos factos de senso comum ou o enfrentar honesto da situação do País, simplesmente não gera qualquer crédito num círculo mais alargado.

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Menezes é um exemplo bem pedagógico

Os candidatos que atira para a fogueira são tantos que já há manuais escolares a explorar a situação. Quer dizer, não sei se há. Mas deveria…

António Costa is the man #3

António José Seguro pode conhecer como ninguém “as bases do PS” e conhecer os nomes dos seus filhos (alguém o dizia há minutos na tevê) – normal para um jotinha, que convive com esses universos partidários locais desde a adolescência. E os rapazes agitadores podem não ser as melhores flores que se cheirem, esses malandros (nice try, Henrique Monteiro). Uma coisa é certa: Seguro não levaria o PS a lado nenhum que não conheçamos já: à derrota. E é também porque o País não são as bases do PS que António Costa is the man.

Projectar Matosinhos mas pouco

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© antonioparada.com | O que pensará Carrilho sobre os planos de António Parada para a Cultura?

Quem é António Parada (na foto ao lado de Manuel Maria Carrilho)? Um jota S matosinhense, nascido entre os pescadores, ali à beira do mar, o que só lhe fica bem (a proximidade com o mar e as suas gentes, quero dizer). Frase-lema para as Autárquicas 2013: Proje[c]tar Matosinhos. Projectar lá para fora. Turismo portanto. Mas também equipamento para o Desporto. Para tirar as crianças da rua, disse. As mesmas que mandaria para o mercado de trabalho em caso de falta de aproveitamento na escola, decerto.

Quanto à Cultura, um projecto central parece animá-lo: abrir o Cine-teatro Constantino Nery às colectividades da região, as quais, defende, também deviam ter direito a pisar aquele palco por onde só andam “as elites”, como lhes chama. Ou seja, destruir um dos melhores projectos culturais do Norte para lá fazer cultura popular, que é o que faz mais falta ao povo, como toda a gente sabe, e nem tanto um programa sustentado de criação de públicos para a Arte – que colectividades haverá sempre, haja ou não teatros de arte e museus ali ao lado.

“Os erros dos políticos muitas vezes têm consequências dramáticas na vida dos cidadãos”, afirmou há dias. Outras vezes, têm consequências na vida dos próprios políticos, o que ainda assim é bastante menos grave.

Fico a pensar que o PS anda realmente em baixo e que fariam melhor os socialistas se começassem a preparar os seus dirigentes locais no sentido de um combate político que fosse de facto alternativo ao do PSD.  E que fosse de Esquerda, já agora (isso é que era!) E já que estamos no domínio do sonho: que fosse capaz de compreender o verdadeiro alcance de um programa sério para a Cultura numa região subdesenvolvida. Mas lá está: quem tem o entendimento que tem António Parada da Educação não pode entender isto.

Um auto-retrato de António Parada, com programa eleitoral completo para Matosinhos, aqui.

Assim fico mais descansado

António Costa vai “dizer o que tem para dizer”

É seguro

porque vem no Expresso: António Costa avança para o PS.

Da série ai aguenta, aguenta (21)

Assalto a infantário para levar dois pacotes de leite e quatro papas

Contrato de funeral em vida

O crédito pode ser uma coisa funesta, já aprendemos essa lição, e pode até ser fúnebre. A funerária daqui do bairro, que teve sempre, como todas as funerárias, o constrangimento de não saber que pôr na montra – a miniatura de um caixão, um recipiente para cinzas, uma coroa de flores? – resolveu, por fim, essa dificuldade afixando um cartaz que oferece a quem passa uma oportunidade única. Chama-se “Contrato de funeral em vida” e consiste num “contrato de prestação de serviço funerário, efectuado em vida”.

Para além da sinistra imagem de depositar dinheiro a cada mês para vir a ter direito a um funeral, chama-me a atenção a particular disposição das palavras que permite ler que o contrato se destina a que nos realizem o funeral quando ainda estamos vivos e a espernear, se é que ainda se esperneia. Sabendo-se o que sabemos hoje, o “contrato de funeral em vida” bem pode ser a mais perfeita metáfora do conceito de crédito.  [Read more…]

A privacidade de António Parada

Até ontem desconhecia a existência de um tal de António Parada, líder do PS de Matosinhos e candidato à sua Câmara. Ao deparar-me com esta pérola de imbecilidade pedagógica e inutilidade cidadã no Facebook não resisti a adoptá-la, e aqui foi publicado ontem pelo Fernando Nabais:

Hoje recebemos uma notificação do Youtube nestes termos:

Caro Blogue Aventar, Serve o presente para o notificar de que recebemos uma reclamação por violação de privacidade relacionada com o seu conteúdo: [Read more…]

Talant de Bien Faire

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Cuecas de fio dental, vestidos e camisas de seda, charutadas, uma geleira tailandesa, viagens à Montgolfier ou a bordo de Boeing ou Airbus, cartonagem de crédito em barda, comezainas à volta do mundo em alguns dias, jóias – não ficámos a saber nadica de nada acerca dos broches, camafeus, escravas, etc -, livros para as estantes etc e tal. Tudo alambazamento Por Bem, umas parquitas despesas necessaríssimas ao funcionamento e promoção de uma orquestra.

O pior de tudo é que saiu da instituição completamente depauperado, conduz um carro emprestado e vive numa casa também posta à disposição por uma alma caridosa.  Como ele diz, deve ser o “mais estúpido dos burlões”. Ah, pelo que parece é e por isso mesmo bem podia ir aprender umas coisas em Paris.

Se não és Mulher

Devotos-hindus-realizam-rituais-matinais-as-margens-do-rio-ganges-no-primeiro-dia-do-festival-navratri-em-allahabad-na-indiaAbdica. Parte à aventura de não carecer de nada senão de ar, água e luz, música, para sobretudo desistir da ideia, da posse, da necessidade, do sonho, chamado dinheiro. Cumpre o teu Ganges, mergulhando nu no teu Nada, dia após dia. Contempla o sol crepuscular equatorial que se vê em África de nunca mais pesares no teu orçamento familiar. Todas as necessidades do teu agregado familiar são legítimas e supridas na medida em que não tenhas necessidades e não existas para a sociedade de consumo. Anula-te.

Parte para o País interior em que nenhum Relvas tenha o poder de te fazer franzir o sobrolho, muito menos Oli Rehn ou Draghi ou António Costa, na sua fidelidade omertàlhística ao áureo exilado. Não precisas de dinheiro. Nem de cartões de espécie nenhuma. Não para ter Alegria. Temos de morrer e temos, abdiquemos portanto do exercício falhado da argúcia que por exemplo transborda arrogante e mimada de Henrique Raposo, e aceitemos que nos ajustem segundo o irracional ultrapassar de limites com que nos ajustam, múmias sob cruciantes dúvidas que jamais serão saciadas, pois na pátria do cada qual por si, nenhum Nós interessa realmente. Se não és Mulher, não Sejas! Não anseies. Não busques.  [Read more…]

Parada com resposta…

Augusto Santos Silva, na sua página do facebook, sobre o já famoso caso “Parada” escreveu isto:

O caso da protocandidatura do PS à Câmara Municipal de Matosinhos é muito triste:
1. Desde logo, a Federação Distrital do Porto e a Direção Nacional do PS deixaram criar um problema onde ele não existia: o Presidente da Câmara em funções, Guilherme Pinto, é um socialista distinto, fez um bom trabalho, está apenas no segundo mandato e pode e quer recandidatar-se. Não se percebe que, nestas condições, o partido aceite mudar de candidato, apenas porque mudou a direção e a vontade da concelhia.
2. Depois, declarações como as que aqui em baixo se reproduzem, do atual presidente da concelhia e protocandidato à Câmara, não são infelizmente a exceção, mas sim a regra do que o dito pensa e diz.
3. Os partidos não são agregados de estruturas locais. São instituições com princípios, ideias e programas próprios. Os partidos não são siglas emprestadas a grupos de interesses ou a comunidades de afetos, por mais legítimos que sejam esses interesses ou por mais compreensíveis que sejam as emoções.
4. Nos termos que se anunciam, a candidatura do PS à Câmara de Matosinhos envergonhará o PS.
5. E, depois, é muito triste ver como os partidos tratam as localidades como se fossem seus feudos. Não é verdade. E, mais cedo ou mais tarde, os eleitores encarregam-se de mostrar aos partidos que são mais do que carneirinhos obedientes e acéfalos.

 

Clap, clap, clap!

Mercados

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Pousa Roriz

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E se fosse por Sorteio

Ora digam lá se isto não tem piada! Quer dizer, teria mais se não fosse na minha terra, mas de qualquer modo é só uma questão de tempo até deixar de ser um problema meu! Santa Paciência! Mas se quiserem seguir a sugestão do sorteio…

Para a história do racismo na pintura europeia

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Albrecht Dürer, Adoração dos Reis Magos, a discriminar desde o século XV.

Parada e resposta

António Parada, presidente da Concelhia do PS de Matosinhos, terá afirmado, num encontro com militantes do partido, que deve abrir-se o mercado de trabalho às crianças que não obtiverem aproveitamento na escola, a partir dos 14 anos. O mesmo António Parada já tinha, aliás, conseguido resolver o problema do desemprego: bastaria levar as gasolineiras a contratar pessoas para meter combustível nos automóveis.

A relação dos políticos com o insucesso escolar é feita de dislates vários, especialmente nos últimos sete anos, o que é natural, se tivermos em conta que, a partir de Sócrates, a Educação passou a ser, declaradamente, um assunto sem importância, um território de mentiras, uma parcela do orçamento a abater.

O PS socrático procurou esconder o insucesso escolar com o cultivo do facilitismo e a divulgação de estatísticas enganadoras, tudo temperado com o marketing da Parque Escolar e da distribuição de Magalhães. O actual governo envereda por um caminho semelhante, vendo no ensino profissional/dual/vocacional uma outra maneira de disfarçar esse mesmo insucesso, obrigando, de modo velado, as crianças com dificuldades escolares a enveredar por um percurso profissionalizante, fingindo que está a criar cidadãos, quando, na realidade, está a fabricar proletários. [Read more…]

Suspeita? que exagero…

FMI suspeita que ricos estão a fugir ao fisco.

A Democracia do Menezes

Eu avisei! Deste lado do rio anda tudo às cabeçadas! Então agora há voto de qualidade nas votações secretas?

É este tipo de Democracia que querem levar para o Porto?

Este senhor, que agora quer mandar no Porto foi o mesmo que cortou verbas para as freguesias que, por acaso, tinham Presidentes Socialistas – foi assim durante uns anos, até que algumas delas, nas urnas, acabaram mesmo por mudar para o PSD.

É uma Democracia forte, sem dúvida!

Nota: Guilherme Aguiar é uma 2ª escolha porque chega depois do Marco António. Mas, se metade do PSD não o quer, será que, mesmo assim, se vai sujeitar à vergonha de voltar a perder?

Pontapé oficial

Levantei-me muito cedo no Sábado. Eram mais de 300 os quilómetros que nos separavam da Manifestação de Professores. Como eu, alguns milhares de professores (o SPN levou 60 autocarros) usaram a A1 para chegar a Lisboa.

Já depois das portagens, mesmo à entrada da capital, parou tudo! Alguns minutos depois, nem para trás, nem para a  frente. O diz que disse, os telemóveis que tocam e rapidamente se percebe que aconteceu alguma coisa.

Ficamos muito tempo dentro do autocarro  – para quem fuma, foi um tempo sem fim!

Chegámos, ainda sem almoçar, atrasados à Manifestação. Fomos a pé do Marquês ao Rossio e no fim o nosso autocarro estava parado 500 metros depois do viaduto, isto no sentido Santa Apolónia / Parque das Nações (são, segundo o Google Maps cerca de 5 km).

A viatura que nos transportou para casa tinha um problema no motor e tivemos que parar em todas as estações de serviço para meter água.

Quando chego a Gaia, um colega havia deixado a carteira num outro autocarro que já se tinha dirigido para Aveiro. Sim, isso mesmo – ainda fui a Aveiro!

Eram quase 4 da manhã quando consegui descansar.

Mas, mesmo assim, não compreendo este comportamento do Militar da GNR!

A voz do dono?

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Sempre pensei que António Costa era, minimamente, independente. Ao que parece, enganei-me…

Eleições em Vila Nova de Gaia

Cá pelo burgo, o PS definiu já o seu caminho – Eduardo Vítor Rodrigues, Gaiense e Professor na Faculdade de Letras é o candidato. É uma escolha que faz sentido – não vive da política, nem é um boy do aparelho! É de cá, vive cá e, nos últimos anos, preparou-se  para esta tarefa.

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Do outro lado da barricada, a confusão é total, sendo que se vai dizendo por cá, que hoje, o líder e o líder, isto é, o candidato que atravessou a ponte e o adjunto do sr. Gaspar vão apontar o dedo a Guilherme Aguiar, que é como quem diz, vão apresentar o Vereador de Matosinhos como segunda escolha, depois da nega de Marco António.

Dei por mim a pensar que a recusa do Marco António tem uma de duas razões: substituir Miguel Relvas no Governo ou então, estar prontinho para avançar como candidato ao Porto, uma vez que, ao que tudo indica, a candidatura de Menezes será mesmo ilegal.

O vereador Firmino Pereira é apontado por alguns, mas diz-se por aqui que o candidato laranja vai mesmo ser o parceiro de Rui Gomes da Silva e de Dias Ferreira nas discussões de bola.

Do BLOCO e o PCP não se conhecem movimentações, mas ou teremos uma figura nacional, como João Semedo ou Ilda Figueiredo, já habituais nesta corrida, ou então teremos uma surpresa.

O Berlusconi da CGTP

Há uns dois ou três anos, uma graçola daquelas em que Berlusconi se tornou perito consagrado, colocou toda a gauche em polvorosa. Referindo-se a Obama, o berluscas dizia algo a respeito do habitante da Casa Branca e logo acrescentava que “ainda por cima já vem bronzeado”. Unidas as câncias e oliveiras de todo o comentadeirismo nacional, o italiano foi justamente arrastado para onde se sabe.

Parece que ontem o sr. Arménio proferiu um desabafo a respeito de Suas Majestades os Reis Magos, tomando como alvo o seu simulacro agora em portuguesa labuta. Oriundo da Etiópia e de imperial nome Selassié, foi topado como escurinho. Pelos vistos, o PC e os seus seguem á risca os prestimonsos ensinamentos dos tempos em que os estudantes negros na extinta URSS sofriam tratos de polé nas universidades, institutos e residências estudantis. É que isto das fraternidades não é para todos.

O país vai de carrinho

Uma afro-cantiga do José Afonso, relembrada pelo Samuel, e que dedico ao 31 da Armada que ficou ontem sem herói. Os meus sentimentos.

Deixo também o poema, para quem tiver a placa de som marada. [Read more…]

É proibida a mendicidade

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Blogs do ano 2012 – resultados finais

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Eis chegados ao fim do concurso Blogs do Ano 2012, sendo este o momento de apresentação de resultados. Estão aqui: Blogs do ano 2012 – resultados finais