
Ao contrário da habitual região equatorial de cintos e zonas, os pólos estão manchados com tempestades de vários tamanhos, semelhantes a versões gigantes de furacões terrestres. Os pólos de Júpiter não eram vistos a partir desta perspectiva desde que a sonda Pioneer 11 passou pelo planeta, em 1974.
Imagem: NASA


Agora que a janela de transferências (gosto muito destes chavões do mundo da bola) está mais fechada do que a porta da SAD AZUL, resolvi dar uma volta pela Google – sim, assim mesmo no feminino, porque se “ela” sabe tanta coisa só pode ser mulher (pancada no autor!)…




















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