Annette “Relvas” Schavan

Relvas, afinal, não está sozinho. Nem Sócrates. Nem quejandos flibusteiros.

ImagemA ministra da educação alemã, Annette Schavan, acaba de perder o título de doutor por, alegadamente, ter plagiado grande parte da sua tese.

Antes dela, Karl Theodor zu Guttenberg,  Silvana Koch-Mehrin e Jorgo Chazimar-Kakis, todos políticos do arco de poder alemão, haviam sido despojados dos títulos académicos por iguais razões.

Não adianta, sequer, comentar. Lá, como cá, há complexos que fazem parte da natureza humana na globalidade. Não são apanágio dum povo.

O que é apanágio dum povo é a forma como esse povo lida com a trapaça: exemplares, neste campo, os alemães.

Escreve-se na imprensa que a ministra vai recorrer da decisão. Nada que não esperássemos.

O Regresso:

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A escolha de Carlos Abreu Amorim como candidato a Vila Nova de Gaia é uma excelente notícia.

O actual presidente da Câmara Municipal de Gaia, Luís Filipe Menezes, demonstrou estar atento aos sinais e ter “faro” político. Quando Marco António Costa decidiu não ir a Gaia, naturalmente, multiplicaram-se as vontades e as ambições. Qualquer solução interna seria, como se viu noutros concelhos de Norte a Sul, abrir uma guerra de consequências nefastas. Como se viu nos primeiros dias. [Read more…]

BPN, a fraude em reportagem, 1º episódio

Da  Grande Reportagem SIC que esta semana temos em modo folhetim destaco de ontem o debate na SICN. Algumas informações úteis:

– Tudo começa no perdão fiscal dado por Oliveira Costa à Cerâmica Campos. Ficou impune e esquecido. Para o bloco PSD/PS algo de perfeitamente normal, e que Constâncio não teve em conta na sua “avaliação” do personagem.

– A pena máxima a que se sujeitam os arguidos anda pelos 6 anos de cadeia. Assaltar um multibanco rende muito menos, mas pode dar 12 anos.

– A maioria dos que aceitaram falar com Pedro Coelho, o autor da reportagem, apenas pretendiam saber… o que ele sabia, do caso em geral e de si em particular.

– A recordação, por Pedro Santos Guerreiro, de como o caso BPN foi usado em contrapeso ao caso Freeport.

– Franquelim Alves assinou as contas da SLN, sabia de tudo e calou-se.

Convicção geral, e óbvia: ninguém cumprirá pena em tempo útil pelo caso do banco do PSD.  A menos que sejam apeados do poder, digo eu.

Os outros episódios.

Os mal amados

Portugal, por incompetência e negligência crónica dos políticos, é um exportador habitual de emigrantes. Ao longo dos séculos, e até ao presente, as crises provocadas pelos maus governos têm lançado o nosso povo na penúria e têm-no empurrado para fora das fronteiras, num sofrimento que “é bom ter pudor / de contar seja a quem for”, como disse o (grande) poeta e (grande) esquecido José Régio. Mais: ciclicamente, maus governos que não aguentam críticas têm obrigado a exilar-se centenas de pessoas a quem foi negado o direito da livre expressão e de viverem na pátria. [Read more…]

A 4ª escolha: subscrevo, especialmente hoje

É só rir!

4 escolha

O TGV dos vira-casacas

Ainda há dias apostava que a obra eleitoral havia de aparecer em 2014 e aí está ela. Que nem perfeitos vira-casacas, o PSD que fora um acérrimo opositor ao TGV (e ao aeroporto, já agora) acaba de ressuscitar a alta velocidade através do seu governo.

Como não podia recuperar o projecto anterior, se não para que é que se teria oposto, apresentam um projecto ainda mais confuso e que nem sequer é de TGV, apesar do acrónimo aparecer na notícia. É uma linha de mercadorias na qual pode circular o TGV desde que, na fronteira, lhe troquem os rodados. Uau!

O que já se sabia, e agora se comprova novamente, é que apenas importa que a obra, não importa qual, arranque no mandato certo, sendo este aquele em que o partido esteja no governo. Falta recuperar a obra do aeroporto para compor o ramalhete das próximas legislativas.

Em Portugal ganham-se eleições fazendo obras, mesmo que sejam a pagar por quem venha depois. Depois de três anos a penar aposto — mais uma aposta, que 2014 será ano de queimar dinheiro. Todo o esforço que estamos a fazer para nada. Será interessante ver como votarão os portugueses. Escolherão o carrasco ou o coveiro?

Calendário de Exames 2013

O Ministério da Educação e Ciência publicou o Despacho (pdf)  que define o calendário dos Exames Nacionais para 2013. Aqui ficam as datas mais importantes para os exames do ensino básico:

4º ano : Língua Portuguesa – 7 de maio, terça-feira; Matemática – 10 de maio, sexta-feira. Provas às 9h30.

– 6º anoLíngua Portuguesa – 20 de junho, quinta-feira; Matemática – 27 de junho, quinta-feira. Provas às 9h30.

– 9º anoLíngua Portuguesa – 20 de junho, quinta-feira; Matemática – 27 de junho, quinta-feira. Provas às 14h00

Álvaro não entende nada

O Álvaro das Economias pronunciou-se sobre a nomeação de Franquelim Alves, ex gestor do BPN, para secretário de estado, assumindo a responsabilidade da escolha e verberando a oposição, que acusa de baixa política e produção de insinuações e suspeitas.

Ó Álvaro, pá, não percebeste nada? Não foram insinuações, foram afirmações. Não são suspeitas, são certezas, são factos. E como podes vir acusar outros de “baixa política” depois de nomear para o governo da República um cúmplice dos responsáveis pelo inferno em que vivemos? Álvaro não sabe falar, yoh! Mas também não sabe pensar, yoh! Como podia saber governar? Yooooh!

Onde aprendeu Ulrich?

e aprendi com a igreja católica.

Ulrich TV

Sem-abrigo apresentam a meteorologia na televisão

Fernando Ulrich’s best off 2013

Fernando_UlrichEm defesa da minha honra, devo dizer que o meu inglês não é tão mau que não saiba distinguir “of” de “off” e é suficientemente bom para poder fazer este trocadilho com que pretendo afirmar que o melhor de (best of) Fernando Ulrich só poderá surgir quando estiver de fora (off) e o silêncio for a sua melhor opinião.

Sempre pronto a confirmar esta minha tese, Ulrich resolveu não se calar, mais uma vez, insistindo na explicação daquela que ficará conhecida nos anais da economia como a «teoria do “aguenta”», nascida do exemplo de Tomás Taveira – também a propósito de “anais” –, outro grande defensor da noção de que a dor alheia é sempre suportável, sobretudo se der prazer ao seu causador, tornando-se, então, fácil perceber qual a posição do contribuinte face ao sector bancário.

Ulrich deslocou-se, hoje, ao Parlamento e declarou-se uma pessoa sensível. O másculo banqueiro não esteve mal quando respondeu torto a João Galamba, porque, apesar de tudo, prefiro um reaccionário consistente a um pedaço de plasticina em forma de deputado. Na verdade, quem apoiou tão veementemente José Sócrates não tem lições de sensibilidade a dar a ninguém. Por outro lado, ao saber que Ulrich recebeu lições de sensibilidade em casa, na escola, na família e na Igreja Católica, fico espantado por ver que houve quatro instituições que falharam tão clamorosamente. [Read more…]

Este Schengen não é para pobres

A Suíça planeia fechar as suas fronteiras a espanhóis, italianos e portugueses (notícia em castelhano).

Ulrich aguenta com os Bandex

Neste vídeo dos Bandex, pode confirmar-se que Fernando Ulrich tem dentro de si um cantor pimba, o que levou vários especialistas em pimbologia a descobrir relações entre esta actuação e o célebre “Aguenta-te com esta” de Toy.

Na realidade, cada vez se tornam mais nítidas as afinidades entre o universo pimba e o mundo da banca, nomeadamente no que se refere ao desbragamento e ao gosto pela repetição obsessiva de refrões.

Não faltará muito para que Ulrich e a sua banda cheguem ao Pavilhão Atlântico, com Passos Coelho na plateia histérica a gritar “Ai aguenta, aguenta”.

Porque são as grandes nações grandes

Os EUA vão para tribunal contra a Standard & Poor’s, acusando-a de fraude civil na crise sub-prime. Em Portugal, a maior fraude de que há memória, o BPN, continua num estado incerto e com apenas um arguido, sem bens, em vias de servir de bode expiatório ao sistema partidário do centrão.

O nosso sistema político está podre e não consegue produzir políticos que trabalhem para nação em vez de para o partido. De outra forma, já o sistema judicial teria sido reformado para que os mega processos que se prolongam por décadas sem resultados tivessem terminado. De outra forma, não teria o BPN sido nacionalizado (lembre-se que, antes da nacionalização, este banco valia apenas dois a três por cento do mercado bancário) e estaria julgado e caso encerrado.

Houvesse justiça em Portugal e os danosos contratos das PPP teriam sido anulados e os responsáveis presos por dolo. Fosse este país uma grande nação também e não estariam os contribuintes a pagar as fraudes da ética republicana.

Não gostam os nossos políticos de usar o exemplo estrangeiro quando há medidas a tomar? Pois têm nesta atitude dos EUA um bom exemplo a seguir.

Porco pisa humano

gnrVia  JN

As broncas previsíveis da Parque Escolar

logo parque escolar
«Os alunos da Escola Secundária Artística António Arroio, em Lisboa, poderão não voltar a ter aulas de Educação Física este ano lectivo», explicava-se ontem no Público. «Empreitada de 21 milhões de euros deixa escola a braços com inundações», adiantava-se naquele jornal. E no entanto muitos foram os que advertiram para o que estava a acontecer, quando estava a acontecer. Na António Arroio, as aulas decorreram durante longos meses (vários anos lectivos) em salas improvisadas nuns contentores que a Parque Escolar alinhou nas imediações do edifício da escola.

Há três anos, fiz uma reportagem sobre a vida política nas escolas. Um dos temas a que não pude fugir foi justamente o das obras da Parque Escolar, um consórcio de privados a quem José Sócrates encomendou a requalificação de mais de três centenas de escolas portuguesas – precisassem elas ou não de obras -, oferecendo-lhes também um lugar na gestão dessas escolas (!). [Read more…]

Os super-ricos e o Titanic

Dos 400 homens super-ricos que viajavam em 1.ª classe [no Titanic, em 1912], 70% morreram afogados. Há registos, recordados num ensaio de F. Zakaria, que nos confirmam que J. J. Astor, a maior fortuna do mundo de então, acompanhou a sua mulher até ao bote salva-vidas, recusando-se a entrar enquanto existissem mulheres e crianças por salvar. O mesmo fez B. Guggenheim, que ofereceu o seu lugar no bote a uma mulher desconhecida. Se o Titanic naufragasse em 2013, estou seguro de que quase todos esses 400 super-ricos chegariam são e salvos, deixando para trás, se necessário, as suas próprias mulheres e crianças. A gente que manda hoje no mundo acredita apenas no sucesso egoísta, traduzido em ganhos monetários, pisando todas as regras e valores. Os aventureiros que conduziram a humanidade à atual encruzilhada dolorosa não passam de jogadores que transformaram o mundo num miserável reality show. Tirando o dinheiro, nada neles os distingue da gente vil, medíocre e intelectualmente indistinta que se arranha para participar nesses espetáculos insultuosos para com a condição humana. Quando andarmos pela rua, é preciso ter cuidado. É preciso olhar lá bem para baixo. No meio do pó e da lama, habita a vilanagem que manda no mundo. Cuidado para não tropeçarmos nalgum deles…

Viriato Soromenho-Marques via Joana Lopes.

E aquela coisa chamada garantia?

Obras feitas à pressa para ganhar a eleição, com a marca da grandiloquência socrática e mesmo a jeito para tomarem o lugar do plano furado de 2005 das duas grandes obras (aeroporto + TVG). Vai uma aposta que 2014 nos trará outras obras também?

Relatório do FMI – tradução revista

fmiMais uma vez, tal como já tinha sucedido com o Memorando da Troika, o Aventar funcionou como plataforma para a tradução colaborativa de um outro documento fundamental que o governo e a imprensa não quiseram ou não souberam traduzir: o relatório do FMI. Depois, publicámos o rascunho. Entretanto, o Luís Aguiar-Conraria pegou nesse mesmo rascunho e dedicou muito do seu tempo livre a efectuar a revisão técnica.

Merecem fartos aplausos todos os que quiseram e puderam participar em mais esta lição de cidadania.

Ficam, agora, as ligações. Tendo em conta que ainda não foi possível fazer mais nenhuma revisão, pode dar-se o caso de haver algumas gralhas. Se as detectarem, avisem e tentaremos enxotá-las.

Relatorio_FMI-versao_final (pdf)

Relatorio_FMI-versao_final (openoffice)

Subir na cadeia alimentar

a integridade física de um porco pode valer mais de 4.000€. Isto é, quatro vezes mais do que a de um arrumador e duas vezes mais do que a de uma mulher.

A ler, as contas do Rui Rocha.

BOMBA nos concursos de Professores

Segundo o Sindicato dos Professores da Madeira (FENPROF) a coisa tem que ser suspensa.

Não é o fim nem o princípio do mundo

Passaram três meses e o Manuel António Pina já nos fez falta muitas vezes. Já não me acontece pegar no JN e virá-lo para começar pela última página, mas andei semanas a fazê-lo. Imagino que não fui a única. Depois chega uma manhã em que nos lembramos e o jornal fica intocado sobre a mesa. Resignamo-nos às ausências. Se todos os grandes poetas fazem falta, o MAP cronista não o faz menos. Ele sabia que tudo é política e não voltava às costas a nenhum tema. Foi um crítico mordaz e lúcido deste e de outros governos, escreveu sobre economia, direitos sociais, educação, desemprego, crise, desigualdade. E quando lhe apetecia, enxotava a política para fora da sala, e sentava-nos ao lado dele para contar-nos coisas que realmente importam, como a notícia de que haviam nascido três melros na trepadeira do muro do seu quintal.  [Read more…]

De “clube do ano” a campeão

ImagemO Lisbon Casuals Hockey Club, de Cascais, soube honrar a distinção concedida em 2012 pela Federação Portuguesa de Hóquei, que o galardoou como clube do ano (“O prémio “Clube do Ano” é atribuído ao Lisbon Casuals Hockey Club, segundo os critérios definidos pela Federação Europeia de Hóquei (EHF), o qual será indicado pela FPH ao Club Award EHF. Entre os vários critérios definidos, o clube foi um dos que registou maior crescimento no número de atletas, e o único a participar em provas nos seis escalões existentes na modalidade”) e, no fim-de-semana passado, conquistou o seu primeiro título de Campeão nacional de sub-18.

Aconteceu no Porto, no Pavilhão do Viso, e os lisboetas apenas deixaram fugir o título de melhor marcador (João Basílio, do CAMIR, de Mirandela). O Lisbon Casuals HC venceu os quatro jogos da fase final concentrada, e só outra equipa, para nós a grande revelação, os transmontanos do CAMIR, deu mostras de poder incomodar os novos campeões nacionais. O jogo entre estes candidatos foi dramático.

Os internacionais Miguel Ralha (que subtileza, que classe) e André Rosa (o omnipresente guardião azul) venceram os prémios individuais de MVP do torneio e melhor guarda-redes, respectivamente. Recorde-se que André Rosa tinha sido eleito “voluntário do ano” pela FPH, numa prova de que no clube se ensinam as qualidades do verdadeiro desportista, desde logo a disponibilidade.

Banha da cobra ou ciência?

As previsões económicas do banco central australiano são tão boas como mandar uma moeda ao ar (em inglês). Estas previsões, lá como cá, são usadas para decidir o nosso futuro. Assustador.

República de coelhos ou de bananas?

Qualquer pessoa que meteu a pata no BPN devia estar presa. E quem os encobre também.

Aprende Seguro, segue-o Costa

Papandreou, do ainda existente PASOK, está entre nós. Um mestre.

Órfãos de Sócrates

abutres11Todos os dias, parece confirmar-se que o S de PS é a primeira letra de “socrático”. O actual líder do partido tenta parecer seguro, treinando seguranças barítonas que escondem mal uns arranques aflautados patentes em frases pífias ou em abstenções violentas, mas, na sede do Rato, ao passar pelo corredor, sente suores frios, jurando aos mais íntimos que há movimento no olhar da fotografia do anterior primeiro-ministro, que, à mesma hora, estará a acomodar a baguete debaixo do braço, enquanto trauteia Que reste t’il de nos amours. [Read more…]

Tupac Amaru

Em resposta à investida do neoliberalismo na Argentina, e à grave crise que se lhe seguiu, na  década de 1990, em Jujuy começou a desenvolver-se uma nova forma de organização e de trabalho cooperativo e solidário.

“Tupac Amaru – Algo Está Cambiando”  (2012) é um documentário realizado por Magalí Buj y Federico Palumbo (legendado em castelhano).

O lucro da banca

lucros da banca

Imagem de hoje na SIC (sem o texto à esquerda) numa reportagem sobre o paradeiro do dinheiro recebido pela banca para apoiar a economia. Este negócio da banca lucrar porque o BCE não entrega o dinheiro directamente ao estado não é novidade. Mas não deixa de ser vergonhoso e demonstrativo da seriedade da classe governativa, nacional e europeia. Todo um esquema de transferência das poupanças individuais para a banca por intermédio do BCE.  Um esquema que inclui uma justiça de aparências e ganhar eleições à conta da obra que outros hão-de pagar.

Carta aberta a Pedro Passos Coelho

M. Conceição Batista

S.SOCIAL VERSUS PENSIONISTAS, REFORMADOS E APOSENTADOS (CARTA ABERTA A PEDRO PASSOS COELHO)

FALEMOS SÉRIO!!!!

Pedro é o trato que usarei para me dirigir a ti, naquilo que há para falarmos sério. Porque sou veterana, apesar de ter consciência de que não somos amigos.

Não és meu amigo, como me trataste, hipocritamente e de forma quase insultuosa, na tua mensagem de Natal. Eu não sou tua amiga, porque não tenho como amigos quem me insulta, quem procura humilhar-me, que mente e me tira o que a mim me pertence. Amigos respeitam-se. E eu não me sinto respeitada por ti, Pedro.

E não sou hipócrita ao dizer frontalmente o que sinto, na pele daquilo que é hoje o meu estatuto: pensionista, reformada APÓS 49 ANOS DE TRABALHO. Mais anos do que aqueles que tens de vida, Pedro.

Falemos sério, Pedro. Porquê essa obstinada perseguição àqueles que construíram riqueza nacional ao longo de muitos anos de trabalho, enquanto tu, Pedro, crescias junto de pais que, creio, trabalhavam para tudo te darem, e que hoje não valorizas como esforço enquanto cidadãos e enquanto pais?

Porquê essa perseguição obsessiva àqueles que construíram um país de verticalidade, de luta e resistência, enquanto caminhavas nas hostes dos boys de um partido disponível para compensar aqueles que gostam de “engrossar” a voz, mesmo que desrespeitando os que tudo fizeram pela conquista do espaço democrático, onde cresceste em liberdade? Uma liberdade conquistada, muito suada, e por isso ainda mais digna de ser respeitada? [Read more…]