Relvas, afinal, não está sozinho. Nem Sócrates. Nem quejandos flibusteiros.
A ministra da educação alemã, Annette Schavan, acaba de perder o título de doutor por, alegadamente, ter plagiado grande parte da sua tese.
Antes dela, Karl Theodor zu Guttenberg, Silvana Koch-Mehrin e Jorgo Chazimar-Kakis, todos políticos do arco de poder alemão, haviam sido despojados dos títulos académicos por iguais razões.
Não adianta, sequer, comentar. Lá, como cá, há complexos que fazem parte da natureza humana na globalidade. Não são apanágio dum povo.
O que é apanágio dum povo é a forma como esse povo lida com a trapaça: exemplares, neste campo, os alemães.
Escreve-se na imprensa que a ministra vai recorrer da decisão. Nada que não esperássemos.















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