Augusta Duarte Martinho completaria 96 anos no próximo dia 12. Completaria, porque está morta há nove anos. Mas apenas agora é notícia. Porque só ontem o seu corpo foi encontrado.
O andar em que vivia foi vendido em leilão pelas Finanças e quem o comprou encontrou o corpo da idosa. Terá morrido sozinha. Não sei se era boa ou má pessoa. Se mereceu ou não viver os últimos dias em total solidão, como uma espécie de castigo.
O desaparecimento de Augusta Duarte Martinho tinha sido participado à GNR, em Novembro de 2002, por uma vizinha. Parece ter sido a única interessada. Ela e o cão que lhe fazia companhia. E que foi encontrado morto na varanda da casa.









Cansado da dura labuta, como a de todos os que passam o dia a usar o CU*, perdão, o CC** para mandar currículos por mail digitalmente assinado, coisa que impressiona de sobremaneira todo e qualquer empregador disposto a pagar até 800 euros (ilíquidos) por um licenciado, dizia, cansado dessa vida, decidiu-se Antomílio Pinto de Sousa (o nome é apenas uma coincidência) por uma vida melhor.








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