Há dias assim. E muitos dias assim, fazem muitas semanas assim! E com dias e semanas assim tudo fica assim assim. Ou antes pelo contrário.
A educação familiar trouxe-me a religião, a burocracia formal de um espaço social com muito pouco sentido. Uma coisa entre o chato e o bulorento. A igreja e não a família, claro.
Depois a idade trouxe leituras e conversas, reflexões, angústias e dúvidas. Viajei com a ciência até ao momento em que tudo começou, mas fica sempre a faltar o antes disso.
Sempre em cima do muro, entre o acreditar e o não acreditar, entre o querer acreditar e o querer desistir. A Céu pensou sobre isto há umas horas.
Pela razão ou pela emoção não cheguei lá. Mas quero chegar.
Mas está complicado – nos últimos dias tenho notado que ele anda particularmente distraído. Será que se eu falar com ele, ele me vai ouvir?

















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