Elisabete Figueiredo
Prima di tutto il cuore. Dentro di tutto il cuore*.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Prima di tutto il cuore. Dentro di tutto il cuore*.
O que Menezes tem a mais [adesão popular espontânea e mobilização desde as elites aos mais simples] e os outros a menos só pode ser passível de arremesso de lama e pegas de cernelha. Alguns media, ao serviço de quem lhes comanda a agenda e suporta a sobrevivência, não estão nada interessados em denunciar e combater lógicas e práticas com décadas no Portugal Local. Estão, sim, exclusivamente interessados, tal como bloquistas e comunistas, em ajudar a destruir um candidato na secretaria e a dar a ganhar eleições na secretaria àqueles que não excitam nem mobilizam senão menos de 20% de um eleitorado, assassinando o fair play eleitoral numa ficção impoluta venenosa. Pois não conhecem o País em que vivem nem sabem com que gentes se metem. Quanto à CNE, por onde tem andado nos últimos quarenta anos e para que se presta a enunciados hipócritas por encomenda?! As populações querem os mais capazes, os mais competentes, os mais arrojados, os mais fortes, como Menezes. Quem decide é quem vota. Se PS e PSD quisessem clareza na limitação de mandatos ou estivessem realmente interessados em práticas locais salubres, muito acima de qualquer suspeita, teriam segregado condições para uma e outras a tempo e a horas.
Toda a matéria que envolve a assinatura de swap tóxicos vai para lá do descuido e das boas intenções ingénuas das duas legislaturas passadas. Chocante a frieza metódica de ataques de carácter em retaliação pelas denúncias da incumbente nas Finanças ou o facto de provas e documentos importantes haverem tido a sorte da cinza e do pó. Perante os resultados da auditoria que Albuquerque ordenou à atuação dos serviços de finanças nos governos política e financeiramente execráveis do boavidesco parisiense e que revelam que em 2008 a IGF incinerou seis dossiês sobre contratos swap, criando uma opacidade intolerável sobre esta questão, cada vez percebo menos que o BE e o PCP venham servindo de muleta e co-branqueadores de um tipo de gangsterismo que procura, à força toda, desviar as atenções do cerne delituoso da questão. Como podem partidos que se caracterizam pela inerente frugalidade abstémia com dinheiro contribuinte [o eleitorado confia pouco nesses partidos!] tomar partido óbvio pelas emboscadas de carácter a Albuquerque, cooperando pela distorção e baralhamento do problema?! Ainda não detectei nos media televisivos coragem suficiente — mesmo José Gomes Ferreira anda encolhido e assustado com isto — para o cabal esclarecimento da Opinião Pública acerca de um tipo de actuação inaudita em governações: a obstrução activa e deliberada ao apuramento de factos e responsabilidades. O que teria levado toda uma cadeia de comando, Governo-IGF em 2008, à destruição de dossiês-chave para a compreensão da deriva tóxico-swapista?! Não deve ser nada bonito. Aguardo respostas não facciosas ao enigma.
Isto de serem os tribunais a decidir quem pode ou não candidatar-se tem muito que se lhe diga. Sou frontalmente contra a lei que limita os cidadãos de concorrerem a autarquias por terem desempenhado três mandatos como presidentes. Isto não só é anti-democrático como é de uma ingenuidade quase enternecedora, se não fosse tão grave. À boleia dos justiceiros da “Revolução Branca” – e do seu mentor, em tempos mandatário de um candidato há três décadas no poder, Narciso Miranda – PS e BE vão procurando fazer o papel de cândidos da legalidade. Ora, se a esquerda do PS espera pouco, ainda há quem à esquerda espere mais do BE. [Read more…]
O Público é um jornal que tem feito parte dos meus dias de descanso – uma excepção que abro não sei muito bem porquê.
Agrada-me a ideia de comprar o jornal quando vou buscar o pão matinal. Pouco depois gosto de sentir o barulho da areia que desliza nas páginas do jornal…
Hoje, no entanto, alterei a rotina porque não resisti ao teclado – o sr ex-Presidente anda a fazer exactamente o quê?
Pagar?
Sendo isto verdade, o que me parece evidente perante os relatos factuais que o Jornal nos apresenta, penso nas possibilidades que perdi nos últimos anos. Será que ainda vou a tempo?
Vou nesta, que o Mar não dá tréguas – há mar e mar, há ir e pagar.
Regressa-se sempre à Ponte Vecchio quando se está em Florença. Bem sei que te contaram estórias sobre o pôr-do-sol e os príncipes. Tenho de te dizer que apenas o pôr-do-sol existe e, mesmo assim, nunca tive exatamente a certeza de que exista, porque é demasiado. Os príncipes ao que julgo saber não existem em nenhuma parte. Já nem sequer nos filmes de que gosto ou nos livros que leio. Talvez gostes de outros. É difícil saber e talvez não me esforce o suficiente. Porque entre tu e eu existem muitas coisas e é difícil saber e querer saber e eu penso que na maior parte das vezes não tenho qualquer desejo de saber. Mas dizia(te) que não existem príncipes em parte nenhuma e que a probabilidade que o(s) encontres na Ponte Vecchio é idêntica à probabilidade de que o(s) encontres em qualquer outro sítio. Quero dizer, nenhuma. Lamento desapontar-te. Ou que seja a própria realidade a desapontar-te. Bem sei que a ti – como a mim – te contaram, provavelmente desde sempre, sobre os príncipes e as princesas e os finais sempre felizes para sempre. Que te contaram desde pequena que para seres uma mulher inteira terias sempre de encontrar um príncipe – ou mais, já que os tempos, apesar de tudo, mudam – lamento desapontar-te. Existe a ponte, está ali e até já a atravessamos juntas. Existe o rio Arno, está ali, a ponte cruza-o. Existe o pôr-do-sol e já o vimos ambas desde a ponte. Existem outras coisas que partilhámos e não quero já saber. Existem homens e mulheres, pessoas, gente. E não existe mais nada. O resto está escrito naqueles livros que nunca li e nos filmes que vejo, às vezes, e me irritam profundamente, sempre. Não há outra felicidade que a de aprender a estar só connosco mesmos. Ser suficiente. Ser inteira. Sem príncipes, nem finais felizes.
A discussão é interessante e o diagnóstico não se esgota nas visões representadas por estes dois artigos. Nem pode, talvez, ser desligada da discussão sobre o declínio de outros “campos” próximos do jornalismo, como sejam a política tal como é hoje praticada. Diria que jornalismo e política, outrora pilares essenciais da democracia, estão hoje em crise e com eles também a democracia está em crise – Estrela Serrano
Obviamente, a discussão não se esgota nestas duas premissas apresentadas tanto por mim como pelo Nuno Ramos de Almeida. Aproveitando para agradecer a Estrela Serrano tanto a citação como o contributo para a análise do tema.
Eu não afirmo, taxativamente, que o declínio do jornalismo deriva da força da internet. Considero, isso sim, que uma parte dos seus consumidores se limitou a migrar de plataforma, se assim se pode dizer. E concordo, quando Estrela Serrano coloca mais um problema em cima da mesa: o declínio do jornalismo não pode ser analisado esquecendo o declínio de campos “conexos” e exemplificado pela autora com a política. Eu diria, perdoem-me o atrevimento, que existe mesmo uma relação directa.
(Dos PIGS, slogan tantas vezes repetido hoje entre uma cerveja e outra, em memória do congresso de Lisboa, o ano passado. O ano passado cantámos a Grândola no jantar do congresso… este ano acho que vamos cantar o Bella Ciao… uma coisa é certa, os PIGS são gente mais interessante que a outra gente e o I ali no meio stands for Italy, not for Ireland)
Pelo Aventar, tem passado muito gente ilustre, alguma também ilustrada. Ontem, por aqui também passou Paula Bobone, comentando um texto meu com o título “Do direito à futilidade”, o que só pode ser uma maldade do acaso.
Ora, quando o jet-set suspende, por momentos, a degustação do néctar e da ambrósia, favorecendo um pobre mortal com palavras que usam, todas elas, perfumes caros, isso merece ser assinalado, porque pode corresponder ao momento que lançará o Aventar na ansiada senda das passadeiras vermelhas da Alta Sociedade ou nas páginas róseas da imprensa cardiovascular.
No referido texto, atribuía eu à personagem desempenhada por Paula Bobone a emissão habitual de dislates, ao que a senhora comentou:
por lapso vi isto. Não percebi mas devem ser “dislates” de V. Exa. [Read more…]
Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade. Que a fim de assegurar esses direitos, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; que, sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins, cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la e instituir novo governo, baseando-o em tais princípios e organizando-lhe os poderes pela forma que lhe pareça mais conveniente para realizar-lhe a segurança e a felicidade.
Ivo Miguel Barroso tem desenvolvido, no combate ao chamado acordo ortográfico (AO90), um trabalho minucioso, aliando a sua faceta de activista incansável à de jurista com provas dadas.
Na sua página de facebook, publicou um extenso e rigoroso comentário ao relatório do “Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Aplicação do Acordo Ortográfico”, grupo esse criado no âmbito da VIII Comissão Parlamentar da Assembleia da República.
O AO90 é um problema enorme no interior do caos gigantesco constituído pelas enormes dificuldades causadas à aprendizagem e ao uso correcto da língua portuguesa em Portugal. Aconselha-se aos deputados da Nação que leiam o texto de Ivo Miguel Barroso, para que possam emendar a leviandade com que, na anterior legislatura, desprezaram os vários pareceres que recomendavam a não-aprovação de um instrumento pernicioso.
gostava de dizer que não é estranho. na verdade, talvez não seja. mas parece. vens a um lugar onde estiveste já tantas vezes. onde repetes algumas fotos ou, mesmo, todas. onde falas uma língua que amas tanto (talvez mais) que a tua própria. vens a um lugar que é, fora do teu país, aquele onde estiveste mais vezes. com um calor abrasador. com um frio cortante. com demasiada chuva. com neve como raramente viste. um lugar que te é demasiado familiar. onde já tiveste a ‘tua’ lavandaria, a ‘tua’ trattoria, o ‘teu’ café, as ‘tuas’ casas e, até, o ‘teu’ coração. vens a este lugar e gostavas de dizer que não é estranho… (se leste Vila-Matas, sei que me compreendes bem). [Read more…]
Adepto atira Jesus ao Tejo e diz: “Pensei que ele andava sobre as águas!”
O Nuno Ramos de Almeida, no i, escreveu um artigo sobre o jornalismo que muito agradou a dois velhos amigos meus. Foram eles os culpados por eu ter ido ler e, indirectamente, causadores de eu ter de escrever a discordar (nas conclusões) com o Nuno Ramos de Almeida – o que me custa, confesso.
Vou começar pelo fim. O Nuno Ramos de Almeida (NRA) recorda a tiragem do “Diário de Notícias” e de “O Século” nos inícios do século XX (100 mil exemplares/dia cada um) e compara com a realidade actual afirmando que não foram eles, os leitores, que desapareceram mas, “os jornais, a comunicação social e os jornalistas que não estão a cumprir devidamente o seu papel de informar com qualidade. O que fazem não serve“. O NRA aqui ignorou, olimpicamente, a realidade. Ou seja, os jornais no início do século XX não concorriam com a internet, as redes sociais, a televisão, etc.
CNE só aceita propaganda pelo carteiro.
O Porto vai receber, a 9 e 10 de Novembro, o terceiro WordCamp que se realiza em Portugal. É uma iniciativa da Comunidade Portuguesa de WordPress, agendada para o Instituto Superior de Engenharia do Porto.
As duas anteriores edições foram em Lisboa, em 2011 e 2012, e esta é a primeira vez que o Porto é cenário do evento, sendo esperadas cerca de duas centenas de participantes, não só da região mas de todo o país e, eventualmente, alguns estrangeiros.
Em memória das vítimas…
O Público dá algum destaque à redução do número de alunos no ensino básico. Segundo o jornal há menos 13 mil alunos nas nossas escolas.
Fui ler os números e reparei num detalhe – no 1º ciclo há menos 9554 alunos, mas houve uma redução de 2136 professores.
Vejamos: se os quase dez mil alunos a menos fossem distribuídos por turmas com 25 alunos, teríamos 382, 2 turmas. Isto é, a redução de alunos (a famosa demografia!) teria como consequência uma redução de quase 400 professores (um por cada turma).
Ora, a redução foi 5 vezes superior.
Contas semelhantes poderiam ser feitas para os outros sectores. Repare, caro leitor, neste detalhe – no segundo ciclo Nuno Crato extinguiu o Estudo Acompanhado (6 horas), a Formação Cívica (um tempo) e o par pedagógico de EVT (4 tempos). Uma vez que o horário lectivo “normal” é de 22 horas, este corte realizado por Nuno Crato traduziu-se no corte de um Professor por cada turma. Não foram os alunos a menos que despediram – foi Nuno Crato!
Podem as agências de Comunicação do MEC vir por aqui ou até por ali. Podem os paineleiros de ocasião apontar a demografia como a causa de todos os problemas. Mas, os números não mentem – os milhares de professores despedidos são uma opção de Nuno Crato e do PSD. Não são uma consequência.
E é curioso que tenha saído no Público de há um ano um artigo precisamente sobre esta questão – foi a 20 de agosto de 2012.
Repare-se no padrão: quanto mais islamizante e islamizada uma sociedade, mais incompatível com a tolerância e a democracia. Se o Egipto quiser parecer-se mais com a Turquia e menos com o Afeganistão ou o Irão, terá de purgar-se da histeria exclusivista da Irmandade, um presente envenenado a tender para a teocracia. De resto, não creio que o exército seja insensível ou indiferente às forças seculares e moderadas, a maioria da população. São, têm sido, o último recurso contra os riscos de terror e morticínio que a Irmandade, liderada pelo bad ass Badie, vende por atacado.

O túnel da Ribeira é curto, uns duzentos metros, se tanto, mas caótico, à maneira latina.
É um túnel de outro tempo, trânsito nos dois sentidos e corredores para os peões, por onde se caminha depressa para fugir aos tubos de escape, ao calor e às buzinadelas amplificadas. É por causa dos peões, e não pela vaga infracção de trânsito, que eu nem sempre buzino no túnel e se o faço não é mais que uma vez, mas buzinar no túnel da Ribeira é uma tradição da cidade, toda a gente sabe.
Na segunda passada – era 12 de Agosto e foi um dia aziago – entrei no túnel vinda da ponte, encandeada pelo sol baixo do fim da tarde, demasiado ocupada em não atropelar os magotes de turistas que desciam a cada instante o passeio e pousavam imprudentemente as pernas escaldadas na faixa de rodagem, alterada pelo caos da cidade e pelo meu, e foi como se entrasse por uma passagem desconhecida, para um outro mundo (paralelo? perpendicular?) onde as regras só podem ser outras. [Read more…]
Cada vez que vejo Quintero em acção, penso em Deco, no melhor Deco que já vi e acho que só o vi no meu FC Porto, o Deco que se aprimorou e acrisolou no e pelo sofrimento, na dura e adequada domesticação do temperamento, domação do génio só possíveis naquela casa, onde a componente afectiva consolida e motiva máximo rendimento na parte profissional. Depois de se ver um Quintero com uma esquiva transcendente, à Maradona, a uma rasteira sadina e logo um remate repentista, impensável, para golo, depois de se ver um jovem jogador a mudar as agulhas de todo um jogo emperrado, não percebo ao que vem um José Mota, amargo e ressentido. Para quê falar de si, do treinador adversário e de um Capela de baixo rendimento?! E o futebol?! Quem é que quer saber da falta de brilho de um Capela, da longa e sofredora carreira de um José Mota, das queixas pela irreverência de um jovem profissional como Paulo Fonseca, quem é que quer saber de tudo isso, perante o perfume de puro futebol exalado por um Quintero?!
Segundo a Folha de S. Paulo, Suzana Singer “é a ombudsman [?????] da Folha desde 24 de abril [sic] de 2010″. Confesso que me incomodei com o assunto “presidenta” (exactamente: presidenta), mas admito que uma Suzana poder ser ombudsman é tema que me deixa sprachlos. Sim, porque há alternativas, já que na Folha, aparentemente, não gostam da palavra portuguesa. Também há outros exemplos, pois há. Por falar em sprachlos, peço imensa desculpa por esta publicação: a interrupção segue dentro de momentos.
Mas, é mesmo assim: este ano é que é!
Fossem as coisas importantes da vida tão simples e estaria tudo resolvido. Ainda bem que temos a bolinha…

Já aqui publiquei a receita de mojito, juntamente com outras receitas de bebidas para refrescar o Verão.
Hoje vou preparar uma outra bebida cubana, na sua versão original, um daiquiri.
Hemingway, que amava mojitos, também gostava de daiquiris mas, por ser diabético, tomava uma variação que veio a chamar-se Hemingway Special substituindo o açúcar por marrasquino e sumo de toranja.
Nada melhor para iniciar esta segunda quinzena de Agosto.
Eis a pergunta que a Judite de Sousa pode fazer numa das suas próximas entrevistas.
A Pais do Amaral. Ou a Belmiro de Azevedo. Ou a Américo Amorim. Ou a Ricardo Salgado.
Há tantos a quem pode perguntar isso. Não acredito é que tenha coragem.
Regressado de mini-férias: quem é o Lorenzo? Joga em que clube? E que problema existiu com o contrato dele para ter ido à judite?

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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