e descobre coisas destas. Remarkable!
Um homem depara-se com a mais recente parvoíce da JSD
e quando pensa que se vai rir, lê isto e fica com pena dos moços.
Golo da semana
Vale por tudo: pela execução técnica do remate, pela forma em como Braga manietou 6 jogadores com a sua acção e pela inteligência demonstrada por Perdigão.
A importância do plano mental no futebol
Aconteceu ontem no Artemio Franchi para mal dos pecados da equipa italiana e de Paulo Sousa, um treinador que parece estar, depois de muitos avanços e recuos por parte da direcção do clube de Firenze, mais próximo da porta de saída mais pela irregularidade nos resultados do que pelo futebol mais ou menos vistoso que a Viola pratica.
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Avé Maria que tudo $erve
Sabem o que é que Jesus fez quando viu os vendedores a vender no templo? Sim, arrasou com as bancas e expulsou os vendilhões do templo. Não existindo um Jesus, onde andas tu, Autoridade Tributária?
Da falência moral do PSD passista

Quando em Novembro o secretário de Estado Mourinho Félix acusou o deputado do PSD Leitão Amaro de “profundo desconhecimento do RGIC [Regime Geral das Instituições de Crédito] ou uma disfuncionalidade cognitiva temporária“, a bancada laranja incendiou-se em indignação e o caos instalou-se no Parlamento. Na altura como agora, continuo com algumas reservas sobre a violência de, no calor do debate, acusar um deputado de “disfuncionalidade cognitiva temporária”. Perante outros casos que vimos no passado, e podem encontrar aqui três bons exemplos, parece-me algo muito light.
Mas vamos assumir, com toda a legitimidade que lhes assiste, que o nível de virgemofendidez do PSD estava, naquele dia, muito elevado. Podemos ser condescendentes e aceitar que o deputado Leitão Amaro se sinta ofendido? Podemos sim senhor. Apesar de tudo, esperamos sempre um pouco mais de elevação dos representantes máximos dos portugueses. Assim, e pela mesma ordem de ideias, ver Maria Luís Albuquerque acusar António Costa de “ignorância e iliteracia“, no mesmo dia, poderá também ser considerado um insulto. Pieguices. [Read more…]
Inaceitável e imperdoável
Ao longo dos 7 anos em que estudei na Universidade de Coimbra, duas das múltiplas virtudes que a Universidade me fez adquirir para a minha vida foi o respeito por todos os credos e a dotação de uma forma de pensar personalizada, aberta e urbana. Não tenho nada nem nunca tive nada contra as pessoas que elencaram (e ainda elencam;sei que algumas das pessoas que praticaram estes crimes ainda fazem parte da minha geração universitária) as Repúblicas e o Conselho de Repúblicas. Antes pelo contrário. Dormi em várias repúblicas da cidade ao longo de 7 anos, fui comensal de uma, tenho amigos em várias assim como participei em diversas febradas, almoços, jantares e centenários de várias. Fui até mais longe em determinadas situações, entrando directamente nas causas das Repúblicas sem nunca ter sido repúblico quando abracei a causa particular que foi aberta pela nova Lei do Arrendamento Urbano e quando tentei ajudar o pessoal do Solar dos Estudantes Açorianos a ver o seu problema de esgotos e canalizações resolvido junto da Câmara Municipal de Coimbra. [Read more…]
“Automatismo da máquina fiscal”
Mecanismo sensível cuja eficácia do funcionamento é inversamente proporcional ao montante em causa.
Os Truques e o Digital

Nos últimos meses e graças ao Aventar descobri a página “Os truques da imprensa portuguesa” no facebook. A página está muito bem feita e nota-se que é alimentada por gente do meio, conhecedora da matéria. Na minha opinião, as chefias dos diversos meios de comunicação social deviam estar menos preocupados em desacreditar a página e bem mais atentos às denúncias que a mesma faz, procurando corrigir os constantes erros.
É que todos ou quase todos os dias temos exemplos de mau jornalismo. Um jornalismo que está, a médio prazo, a prejudicar seriamente a credibilidade dos meios de comunicação. Reparem nos exemplos mais recentes: Afirmações do Papa Francisco truncadas; a história dos jovens “nem-nem” que vão receber um subsídio mensal; a história da Rua da Bica como a mais bonita do mundo; etc. etc. etc.
Como é costume em Portugal, em vez de se preocuparem com a mensagem preferem tentar matar o mensageiro. E depois acontece uma coisa muito simples, no meu caso, agora sempre que vejo uma notícia no digital fico de pé atrás e já começo a nem clicar para ler por achar que deve ser mais uma notícia falsa.
Aguarda-se…
A douta opinião dos que passam o tempo incomodados com a Holanda, Irlanda ou Luxemburgo…
Fuga de capitais, offshores e mentiras…
Muito se tem escrito e falado nos últimos dias sobre este episódio da saída de 10 mil milhões de Euros para contas em offshore. A maioria dos que falam ou comentam, sabem que o facto em si nada tem de extraordinário e muito menos por si só representa qualquer ilegalidade. Qualquer cidadão ou empresa pode depositar o seu dinheiro onde bem entender. E fica sujeito à tributação sobre o resultado dessas aplicações, sejam juros ou mais-valias. Por exemplo um particular paga 28% sobre o lucro obtido em depósito, se for empresa paga 21%. [Read more…]
Pode-se tirar o PSD do socialismo, difícil é tirar o socialismo do PSD…


Será este o futuro do PSD? Não fora a assinatura na comunicação da sua organização de juventude e poderia ter sido levado a pensar tratar-se de propaganda do BE, ou no mínimo da ala mais radical do PS. [Read more…]
E o tal modelo leninista?
“Eu não quero falar sobre assuntos desta governação” – Cavaco Silva. E a devida explicação sobre o “tal modelo leninista” que este governo quer implementar?
Afinal vai haver um 2º volume
“Se a saúde me permitir, eu vou escrever um 2º volume” – Cavaco Silva. Ficámos a saber que o primeiro foi escrito em parte em Belém. Será que o 2º será relativo aos temas que Cavaco deixou por escrever?
No futebol, infelizmente é assim
O Leicester despediu Claudio Ranieri. Infelizmente é assim: no futebol, os bestiais rapidamente passam a bestas. A ver vamos se o “quase” despromovido que passou a campeão não passará em breve novamente à condição de despromovido.
Grau zero no Parlamento
Soez foram os convites a emigrarem; as bocas à “peste grisalha”; o viverem acima das possibilidades; os sucessivos orçamentos inconstitucionais. Indigno é o exemplo que um deputado e líder de um partido dá no Parlamento. Porque a acusação é justa. É inaceitável que a fuga aos impostos seja um instrumento daqueles que têm maiores capacidades, obrigando os restantes a pagar os impostos que eles deixam de pagar. Não saber não é, nem nunca foi, desculpa. Há obrigações. E este é mais um caso a ilustrar a incompetência que foi a anterior governação.
Observador
Pedro Pereira Neto
Percebe-se que o Observador está em maus lençóis quando o seu ‘publisher’ (mais um exercício da parolice que considera elevar a si própria recorrendo a um termo noutro idioma) escreve artigos que, claramente, só procuram gerar cliques e distracção de factos relevantes. Não se deixem cair no logro: o lixo não precisa de ser manuseado para ser reconhecido enquanto tal.
O regresso do maior vampiro deste país
A propósito. No dia em que o maior vampiro deste país regressará ao grande ecrã para ser entrevistado às 21 horas pela mão do Vítor Gonçalves. Mais uma vez anda o nosso rico dinheiro, que tanto nos custou a ganhar, a ser jogado janela fora pela RTP para ouvir os mexericos, as insinuações baratas e a subjectividade indevida e imoral de um canalha que viveu uma vida inteira a alimentar-se do sangue e do suor dos portugueses. Serviço público? A pergunta é de retórica. Todos conhecemos minimamente a agenda da besta, os propósitos e os objectivos que ele visa alcançar, a constante necessidade de se reafirmar e a incapacidade de se manter fora das esferas de controlo. Um vampiro a sério não deixa de querer chupar até ao dia da sua morte.
Sou o meu próprio Comité Central
Excertos da entrevista de José Afonso ao jornal «Sete» de 22 de Abril de 1980
Sobre a regularidade de publicação de discos:
«Houve só uma época, logo após o 25 de Abril, em que como sabes não tínhamos mãos a medir, e em que isso aconteceu. Foi uma fase de expectativa, em que eu reflecti sobre o que devia fazer, se deveria ir para o ensino, se a minha função de cantante se justificava no novo processo que estávamos a viver. Pus mesmo a hipótese de me afastar, porque cantores de origem populares seriam vozes muito mais representativas do que as nossas e o processo nos iria ultrapassar. O certo é que fui extraordinariamente solicitado, eu e os meus colegas, de tal maneira que fiquei completamente «nas lonas».»
Sobre a imagem de radicalismo que transmitiu na fase pós-25 de Abril:
«Isso foi uma fase que se desculpa, que quanto a mim é um reflexo do próprio processo, apareceram coisas diferentes porque apareceram realidades diferentes e um público também, pelo menos em superfície e em quantidade, diferente. Dantes eu cantava para Assembleias Populares, mas muito mais restritas. No final do fascismo era-me mesmo já praticamente impossível cantar em público e nos dois últimos anos eu vivia quase só entregue a uma tarefa de propaganda e de agitação, difundia livros e panfletos, de apoio aos presos políticos, etc.»
Sobre a censura nos últimos tempos do Marcelismo:
«Sim, e no final acabei por ser preso [depois de fazer uma sessão num pinhal para tentar escapar à Polícia]. Com o 25 de Abril surgiu uma oportunidade enorme para chegarmos às fábricas, aos locais de trabalho, ir às aldeias onde havia comissões de moradores que estavam a fazer o seu caminho público, o seu fontanário, etc.. Participei muito directamente nesse processo, eu e outros cantores que tiveram uma actividade incrível nesse aspecto.»
Sobre as discordâncias em relação ao PCP
Elegia a Stefan Zweig

No final do Grand Budapest Hotel, o narrador diz a propósito do protagonista, Monsieur Gustave, o concierge do hotel: I think his world had vanished long before he ever entered it. But I will say, he certainly sustained the illusion with a marvelous grace.
Stefan Zweig, cujos livros inspiraram o filme de Wes Anderson, também sustentou diversas ilusões com uma extraordinária graciosidade. O filme de Maria Schrader Vor der Morgenröte ou em Francês, Adieu l’Europe, pretende mostrar isso. Vemos Zweig com uma educação e polidez de outra época, uma luzinha de civilização num mundo cada vez menos civilizado. O filme escolhe sublinhar este aspecto – a forma como Zweig se relacionava com os outros – em detrimento de uma reflexão mais profunda sobre o pathos que guiou os últimos anos da sua vida. Infelizmente, é precisamente por isso que o filme se torna numa banalidade.
A infernal máquina de propaganda do PS
Não deixa créditos em mãos alheias. A notícia tem 10 meses, vem agora à tona para desviar atenções da CGD e aliviar a pressão sobre Centeno e A. Costa…
ISP, mais uma descarada e despudorada mentira governamental
No início do ano 2016, com o preço do petróleo em baixa e temendo a perda de receitas, o ministro Mário Centeno anunciou a subida do ISP em 6 cêntimos por litro de combustível. Em simultâneo anunciou a constituição de um mecanismo de ajuste, que permitiria avaliar e rever o nível de imposto a cada 3 meses, descendo o valor a pagar se o petróleo viesse a subir a cotação, ou mantendo caso o preço da matéria-prima se mantivesse em baixa. Há sempre quem considere poucochinho mais um agravamento de imposto, mas a verdade é que para o Estado o sector automóvel tem sido ao longo dos anos uma verdadeira galinha dos ovos de ouro. [Read more…]












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