… será com Catarina Salgueiro Maia, numa entrevista que será publicada Sábado, 22/05/2021, às 18 horas.
Aqui fica o segundo excerto:
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
… será com Catarina Salgueiro Maia, numa entrevista que será publicada Sábado, 22/05/2021, às 18 horas.
Aqui fica o segundo excerto:
… será com Catarina Salgueiro Maia, numa entrevista que será publicada Sábado, 22/05/2021, às 18 horas.
Aqui fica o primeiro excerto:

*Já dizia o meu avô, e assim se diz no Minho!

A Frente Nacional, partido de extrema-direita comandado por Marine Le Pen, que tem Putin como guia espiritual e Ventura como cheerleader, está sob suspeita de utilização indevida de fundos europeus, destinados ao funcionamento do grupo parlamentar do partido no Parlamento Europeu, que terão sido aplicados no pagamento de despesas correntes do partido, incluindo a contratação de boys e girls da Frente Nacional.
No fundo, está aqui bem espelhada a proposta da extrema-direita europeia, seja em França, Itália, Espanha ou Portugal: os mesmos vícios, as mesmas trafulhices, a mesma desonestidade e, se possível, o controle do mesmo monopólio da corrupção, mudando apenas a natureza do regime, que consistirá na suspensão de liberdades, direitos e garantias, em direcção a uma sociedade autoritária, castradora, censória, violenta e repressiva. E é com esta direita neofascista que PSD e CDS planeiam o futuro da governação do país. Quem disser que não sabia ao que ia é um ovo podre.

Ontem, mais de seis mil marroquinos entraram em Ceuta a nado. Sim, a nado. Hoje, até ao meio dia, já são mais 2.700. Isto numa cidade autonómica com 80 mil habitantes. Ou seja, em dia e meio já entraram o equivalente a 10% da população da região. A nado, repito.
Esta crise humanitária levou o Primeiro Ministro espanhol a cancelar a sua viagem a Paris e está, a esta hora, a fazer uma declaração ao país. As relações entre Espanha e Marrocos nunca foram as melhores. Contudo, nunca estiveram tão azedas.
Para quem vê de fora fica a pergunta: Qual a razão para Espanha continuar em Ceuta e em Melilla? Qual a razão para a Grã-Bretanha continuar em Gibraltar?

Como em qualquer partido, existe, no IL, gente boa e gente menos boa. Pessoas honestas e trafulhas. Gente trabalhadora e parasitas sociais. Pessoas verdadeiramente liberais e aspirantes a tiranetes, para quem o liberalismo se resume a pagar menos impostos e a impor uma selva económica onde impere a lei do mais forte, restando ao mais fraco o tradicional “desenmerda-te”.
Não sei em qual das categorias se insere o candidato da IL à CM de Viseu, se é que em alguma, mas sei isto: alguém que se refere às suas adversárias políticas como “as mal fodidas das fachistas feministas de género” não fala o idioma do liberalismo. Fala o da extrema-direita. E não, não se trata de um caso isolado. Não é a primeira vez que Fernando Figueiredo usa este tipo de discurso onde o ódio, a misóginia, o insulto e/ou a javardice em bruto andam de mãos dadas. Talvez por isso a sua conta no Twitter tenha sido desactivada. Porque se o candidato é da Iniciativa Liberal mas o discurso é do Chega, não estamos apenas perante uma incoerência. Estamos perante uma fraude ideológica. Ou, quiçá, perante uma tendência que vamos vendo um pouco por toda a Europa, protagonizada por autocratas que desprezam a liberdade e a democracia, mas que não deixam de servir os interesses económicos da elite que nos comanda. Liberais na economia e fascistas – assim mesmo, com “sc” – nos costumes.
É por estas e por outras que o MEL tem tudo para correr bem. Em particular para André Ventura.

Na semana passada, Luís Filipe Vieira deu o ar da sua imensa graça na comissão de inquérito ao Novo Banco. Sobre a sua passagem por aquele show de variedades, já tudo foi dito, escrito e esmiuçado. Não obstante, aqui ficam cinco tostões sobre o que vi e que a equipa do Isto é Gozar com Quem Trabalha fez o favor de esmiuçar:
Sem surpresas, Vieira apresentou-se amnésico, fanfarrão e não hesitou no momento de puxar pela cartada Benfica para se vitimizar. Esta comissão de inquérito, que corre o risco de resultar em rigorosamente nada, é um hino à impunidade e a uma certa reverência por fatos caros, status social e nomes de família pomposos, outrora amplamente elogiados pela imprensa económica, hoje convertidos em socialistas, uma vez caídos em desgraça. Tirando Cecília Meireles, o puxão de orelhas de Fernando Negrão a Luís Filipe Vieira e a habitual MVP nestas andanças, Mariana Mortágua, o cenário não inspira. Cotrim de Figueiredo esteve particularmente infeliz. [Read more…]
“Não hasteamos bandeiras não protocolares”. Pois. Que chatice, o arco-íris não é azul e branco.

Hoje, na Praça do Martim Moniz, em Lisboa.
Centenas de pessoas saíram à rua para se manifestarem contra o regime Apartheid que Israel impôs sobre os palestinianos. Desde o início das agressões israelitas a Gaza, já morreram mais de cem pessoas, das quais cerca de cinquenta e oito são crianças e cerca de 35 são mulheres. Há também a lamentar cerca de mil e trezentos feridos. A Faixa de Gaza está, de novo, sob ataque colonial sionista, e, mais uma vez, milhares de palestinianos perderão a vida a resistir à violência israelita, apoiada pelo imperialismo estado-unidense e europeu.
Fotografias de MAYO.

Assinala-se hoje o Dia Internacional contra a Homofobia. Um dia que nos recorda a todos o muito que há a fazer para combater a incivilidade, o preconceito e a crueldade, neste país em que os brandos costumes continuam a esconder níveis elevadíssimos de machismo, homofobia e perseguição, que começam em casa, se estendem à vida escolar e vivem instalados em alguma comunicação social, em alguns partidos políticos e numa série de instituições, publicas e privadas, onde a mentalidade retrógrada impera.
Não gosto de colocar a questão da homofobia em termos de esquerda e direita, por se tratar não de uma questão político-ideológica, mas de decência e humanidade. Contudo, é evidente que, num país em que a direita está cada vez mais refém do passado e de um conservadorismo bacoco e não raras vezes extremista, a luta pelos direitos da comunidade LGBT continua entregue e dependente da esquerda, que não é responsável pela aparente demissão da direita destas questões, excepção feita à Iniciativa Liberal.
[Read more…]![]()
Sofia Afonso é candidata do “Nós Cidadãos” à Câmara Municipal de Lisboa e denunciou uma espécie de OvelhaGate na CML. Uma análise mais profunda permite revelar a enorme injustiça da queixa da candidata. Ora vamos por partes:
Ajuste directo para a construção de um ovil pelo valor de €74.890. Ora bem, são 20 ovelhas, carago, 20 ovelhas. Uma casa de Madeira de 80m2 com dois quartos custa praticamente o mesmo mas não sei se cabem lá, com todo o conforto, mais de 10 ovelhas.
Ajuste directo para a colocação de sistema de vigilância no valor de €19.271. É caro? Depende. Quantas câmaras de vigilância? Tem sistema de alarme conectado directamente à polícia ou a uma empresa de segurança especializada? É preciso esclarecer.
Ajuste directo para a colocação de um rebanho de 20 ovelhas no Parque da Bela Vista no valor de €19.933 para trabalhos de “teste preliminar de roçamento em prados”. Aqui a injustiça da queixa da senhora candidata. 20 ovelhas para roçar os prados do Parque da Bela Vista por menos de 20 mil euros??? Uma pechincha. Ela que vá ver quanto custa aos lisboetas 20 carneiros como os que por lá trabalham vindos do Partido Socialista e da Juventude Socialista. E nem roçam prados, os sacanas…

Cartaz alusivo à história dos direitos LGBTQ+ em Portugal, afixado pelas ruas de Porto de Mós.
Assinala-se hoje, dia 17 de Maio, o dia Internacional Contra a Homofobia.
Em 1990, por iniciativa da Organização Mundial de Saúde, a homossexualidade foi retirada da lista de “doenças e problemas relacionados com a saúde”.
Trinta anos volvidos, as pessoas homossexuais continuam a ser violentadas todos os dias, pelo mundo fora; na própria casa, com a família, na rua, por desconhecidos, na escola por colegas, no trabalho, etc. Em setenta países ainda é “ilegal” ser homossexual e seis países aplicam a pena de morte a quem obstruir a “lei”. [Read more…]
Semanalmente irei compilar no Aventar alguns dos textos que tenho escrito sobre a terceira intifada palestiniana contra a radicalização da ocupação israelita. Posto que a generalidade das redes sociais tem vindo a apagar conteúdos que não sejam pró-israelitas, farei o arquivo na plataforma WordPress, que não tem, até à data, histórico de censura digital alinhada com o sionismo.
#Nakba73 #SaveSheikJarrah #FreePalestine #JerusalemIntifada #PalestineUnderAttack #GazaUnderAttack #AlAqsaUnderAttack

Maria Vieira não teve sequer a decência de deixar o corpo arrefecer. Ainda a família, os amigos e a comunidade artística choravam a partida precoce, já a antiga actriz, hoje profissional da política, instrumentalizava politicamente a morte de Maria João Abreu. E fê-lo de forma absolutamente desonesta, como é de resto apanágio do Chega e dos grupelhos que se dedicam a negar e a conspirar contra o conhecimento científico. Maria Vieira usou a morte para instigar o medo, levantou dúvidas sobre uma vacina que não sabe sequer se a falecida tomou, e usou uma das tácticas mais comuns entre a extrema-direita: flood the zone with shit. Donald Trump textbook.
numa ruela de Lisboa à beira do Castelo, alguém, inspirado, escreveu assim:


Ó tempo… volta p’ra trás…

HUGO GODINHO (BRANCO – nunca TINTO)
É exactamente como diz RSP (aka CFA): «O Expresso, a SIC Notícias, o Observador e outros publicam a notícia como a recebem. Provavelmente sem sequer lerem. Como fazem tantas vezes». Efectivamente, só não sabe quem não vê/lê.

Na cidade de Lorain, no Ohio, o Burger King local colocou este anúncio, dirigido a pais de crianças entre os 14 e os 15 anos que queiram por os seus petizes a trabalhar. Em princípio não contará como exploração infantil, porque o Burger King é um ícone do capitalismo e essas coisas não acontecem no capitalismo. Caso contrário, aplicar-se-ia, como vem sendo habitual, a máxima comunista adaptada: “isto não é verdadeiro capitalismo”. Por norma funciona. Se não funcionar, tapam-se os olhos e os ouvidos e conta-se até Venezuela. Nunca falha.
Fechar acordos parlamentares à Direita, incluindo e legitimando a extrema-direita, num arquipélago “distante”, tudo bem. Dá para disfarçar.
Ficar sozinho, lado a lado com o Chega, no pedido de uma revisão constitucional? Isso não, dá muito nas vistas.
Dito por quem me fez chegar a notícia: “Quando percebes que estás a embarcar num jogo do qual só podes sair chamuscado”. E sabemos: quem brinca com o fogo, queima-se.
Ps. Um pedido de desculpas pela profanação da obra de Miguel Torga. Por tal, deixo a estrofe que dá nome ao texto, aqui, na íntegra:
É o vento que me leva.
O vento lusitano.
É este sopro humano
Universal
Que enfuna a inquietação de Portugal.
(…)

Foto: LUSA
Alguém se sentir tratado de forma diferente pelo seu género ou etnia deve ser horrível. O episódio de ontem demonstrou a qualidade do jornalismo, em que nenhum teve o trabalho de ler a notícia. E demonstra a imbecilidade de quem a escreveu.
A ver se a gente se entende, no meio de tanta parvoíce: o Hamas é uma organização política de extrema-direita, anti-comunista, ultranacionalista, anti-semita, que se opõe à separação de poderes e que se bate pelo primado da religião sobre qualquer forma de laicidade, que rejeita. Já agora, organizações como a Al-qaeda e o Daesh também se encontram no mesmo enquadramento ideológico, ainda que com algumas nuances. Contudo, não diferem no essencial: fundamentalismo religioso, anti-semitismo, anti-comunismo, ultraconservadorismo e totalitarismo.
A esquerda, na Palestina, é representada pela Fatah (social-democrata) e pela Frente Nacional de Libertação da Palestina (marxista-leninista), entre outras pequenas organizações. O Hamas, no fundo, é uma espécie de Chega lá do sítio: o discurso de ódio está lá, o populismo também, fundamentalismo religioso paga contas e o anti-semitismo, tal como anti-comunismo, são pedras basilares das suas fundações ideológicas, como de resto o eram para o nazismo, ao qual o Chega tem vindo a pedir emprestado algumas ideias e slogans, como o habitual “um partido, um líder, um destino”, decalcado do nazi “ein volk, ein Reich, ein fuhrer”. Portanto deixem-nos de merdas, e chamemos os bois pelos nomes, sim?
Fernando Medina tem-nos dado uma lição de como saber surfar a crista da onda. Isto sem que se lhe conheçam quaisquer “actividades extra-curriculares” que incluam surf ou outra variante.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa é uma espécie de camaleão político, comporta-se como o aluno do quadro de honra, querendo passar a imagem de que é dos que diz irra! quando bate com mindinho na perna da mesa.
Está, portanto, do lado certo da política: a escola do Partido (pouco) Socialista. Oportunista, dissimulado e charlatão.
Puxemos o filme atrás.
Em 2011 dizia que precisávamos de José Sócrates como Primeiro-ministro, graças à sua “liderança”, ao seu “conhecimento”, “experiência”… ou seja, quando convinha, #JoséSócratesNoComando.
Em 2021, José Sócrates traiu a confiança dos portugueses. Depois de descoberto o véu à noiva, de ter sido dito o “sim” e de tantas noites de núpcias calorosas, naquilo que parecia ser um casamento para durar, afinal era violência conjugal e, portanto, #MeToo.
Pronto, tudo bem. José Sócrates ganhou duas eleições, uma delas com maioria absoluta, perdoemos Fernando Medina por esta, tendo em conta que muitos de nós fomos enganados.
Avancemos, continuando, ainda assim, em 2011. [Read more…]
Um “jornalista” da Lusa, Hugo Godinho, que por acaso costuma acompanhar as iniciativas do Chega, escreve uma notícia sobre a Comissão de Revisão Constitucional.
Nessa notícia, entende qualificar uma das deputadas, Romualda Fernandes, como a Preta. Nenhum dos outros parlamentares é o Branco ou a Branca, mas Romualda Fernandes é a Preta.
O Expresso, a SIC Notícias, o Observador e outros publicam a notícia como a recebem. Provavelmente sem sequer lerem. Como fazem tantas vezes.
Seria de rir se não fosse tão lamentável.
E não, não existe racismo em Portugal.

Fotografia: André Marques/OBSERVADOR
Vamos crescendo e vivendo com certas figuras no imaginário, que nos entram pelo dia-a-dia adentro, através da televisão ou da rádio, dando por garantida a sua presença, como se a eles, ao contrário de nós, simples mortais, a morte não fosse tocar.
Partiu a Maria João Abreu, aos 57 anos. Cedo e inesperadamente. Far-nos-á falta, ao público, à arte da representação e aos seus seus mais do que a qualquer outro. Pela surpresa do acontecimento, porque faltam as palavras, só uma coisa fica por dizer: obrigado, Maria João Abreu. Até um dia.
“(…) uma pergunta pertinente que corre célere, sobretudo nas redes sociais e que urge esclarecer por quem de direito”: A Maria Vieira foi vacinada contra a filha da putice?
Isto já nem é extremismo de direita. É, tão só e apenas, atraso mental voluntário. Sabendo qual o partido a que pertence esta “senhora”, urge dizer: só se estraga, de facto, uma casa.
Alguém que inocule a Maria Vieira. No cérebro. Já.
Há 31 anos, o Maksimir, estádio do Dínamo Zagreb, foi palco de uma batalha entre os adeptos croatas e sérvios. Diz-se que foi um “pontapé de saída” para a Guerra.

Na foto, Boban, considerado um herói por muitos por ter defendido um adepto contra a polícia.
Futebol e sociedade de mãos dadas.
A Iniciativa Liberal não é por ter liberal no nome que se torna automaticamente defensora dos valores liberais. É pelas atitudes. Pelas propostas. Pela postura.
O Chega é um partido que está nos antípodas da Iniciativa Liberal. A única coisa que pode parecer terem em comum é o combate ao socialismo, mas nem isso. Não basta parecer, há que ser de uma forma construtiva.
Aqui, aos 8mim27sec, JCF afirma não se coligar com o Chega. Mas talvez seja antigo. Nas presidenciais, devem ter sido mais meigos para tirar o segundo lugar à Ana Gomes.
Aqui, Tiago Mayan desconstrói na perfeição a narrativa iliberal do André Ventura. Mas pronto, também não eram legislativas.
E aqui, aos 15min e 25sec, mais recentemente, JCF volta a afirmar, pela última vez, que não há hipótese com o Chega.
Tal como o João, também gostava que fosse a última vez que um liberal tenha de repetir o óbvio.
P.S.: Esperemos que da próxima vez o Primeiro-ministro não tenha de gastar mais do que o seu tempo para responder a um deputado único que representa uma ideologia ultrapassadéééérrima.
Ou quando assumem a coligação? É que até acabam as frases um do outro… 😍😍 (Este merecia emojis de um recém-adulto, perdoem)

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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