Os jogos, ou jogatanas, como diria Jerónimo de Sousa, da dívida pública explicados por Ricardo Cabral. Estado chinês, Eurogrupo, FMI e governo, pela mão do IGCP, num vale tudo com o dinheiro público, o nosso.
Uma poupança de menos de 90 M€ por ano até 2021 e que desaparece completamente após 2024, em contraponto com o compromisso do Governo de manter uma almofada financeira que poderá custar 200 M€ por ano, durante um prazo indefinido, mas que poderá ser longo, não se afigura de facto uma medida de política económica avisada e prudente.
(…)
Esta “almofada financeira” pública [“7900 M€ corresponde a quase 4% da riqueza produzida anualmente em Portugal”], que, faz anos, não há maneira de descer e os resgates obscenos à banca constituem os principais desperdícios de dinheiros públicos do passado recente. [Ricardo Cabral, Público]












Aquilo que se considera novo é, muitas vezes, antigo. As calças à boca de sino reaparecem espantosamente novas e os discos de vinil são, desde há uns anos, uma descoberta surpreendente. Em Educação, passa-se algo semelhante, com ideias velhas anunciadas como invenções recentes, havendo, até, quem pense que o século XXI, que atingiu a maioridade legal este ano, é já gente crescida.















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