It is all Greek to me
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
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“O PSD deve vender a alma ao diabo para pôr a esquerda na rua” (Manuela Ferreira Leite).
Tendo diligenciado contactos com fontes ligadas ao Diabo, venho esclarecer que o dito não está interessado na compra da alma do PSD. Mais informam esses mediadores que o Mafarrico conta obter de borla esse insignificante bem – tão insignificante que bem difícil é de encontrar.
Finalmente, pede que não o macem mais com tolices, pensando ter deixado bem claro o seu desinteresse por tráficos com tal gente ao ter faltado às repetidas evocações feitas pelo anterior líder laranja.
Errado.
Tal como explica Helena Garrido na Antena 1, aos balcões da Caixa Económica do Montepio Geral está a ser vendido um produto chamado “Capital Certo”, o qual de certo apenas tem o risco associado.
Com efeito, o produto em causa não é do banco, mas sim da Associação Mutualista, estando a ser publicitado no banco como tendo retorno de investimento garantido. Acontece que as letras miudinhas referem que é preciso ler as condições e estas, depois de uma vastidão de páginas (cerca de 40), com complicadas condições, dizem que o retorno, afinal, não é garantido.
Mas ainda pior é o Banco de Portugal ter proibido a venda deste tipo de produtos aos balcões dos bancos e este continuar a ser vendido. E, igualmente inacreditável, é o produto não estar sujeito a nenhuma fiscalização.
Será que não se aprende nada neste país? E admite-se que a lei, tão escrupulosamente aplicada aos cidadãos, seja apenas uma linha de orientação para a banca, ainda para mais depois das fraudes por ela praticadas?
A revista Proteste já recentemente tinha alertado os clientes para se manterem afastados deste produto. Apesar de, em 2013, ter afirmado que o “Montepio Capital Certo é uma alternativa de poupança a considerar“. Sendo o mesmo produto, é caso para, novamente, se questionarem as recomendações desta revista.
Aqui fica o podcast com os detalhes do caso.
Leitura adicional:
– Montepio vende produtos da mutualista sem distinção clara face a depósitos (Público)
– Qual é coisa, qual é ela, parece o Montepio, mas não é o Montepio? (Eco)
EDITADO (corrigida gralha no título)
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Dados National Centers for Environmental Information
O ano 2017 foi o quinto mais quente desde que se regista a temperatura global. O mais quente foi o ano de 2015, seguido de 2013, de 2010 e de 2004. Durante os 10 anos precedentes, em 7 destes registaram-se temperaturas médias globais que os colocam no top ten dos anos mais quentes (ver figura). O mês de dezembro de 2017 foi o 396.º mês consecutivo cuja temperatura média foi superior à média de temperaturas registadas durante o século XX. Obviamente, a temperatura global está sempre sujeita a oscilações à escala anual. A este período de acentuado aquecimento, poderá seguir-se um período de temperaturas globais mais baixas. No entanto, à escala de décadas, a tendência da evolução da temperatura global não engana. Nas últimas quatro décadas registou-se um período de acentuada subida da temperatura média global.
Durante anos assistimos a discursos em que se negava o aquecimento global pelas mais variadas razões. Em 2008, João Corte-Real, professor catedrático da Universidade de Évora acusava os modelos de simulação do clima de estarem a “ser forçados para aquecer”. Na mesma altura, Delgado Domingos, professor catedrático do IST, assegurava que a temperatura não subia desde 1998 e que os cientistas não conseguiam explicar a descida de temperatura da Terra… Outros produziam discursos mais enviesados pela fé no ultra-liberalismo. Em 2014, Alexandre Homem Cristo garantia no Observador que “o aquecimento global estagnou” que se tratava de “uma derrota política da corrente ideológica que usou a ciência para legitimar o seu radicalismo contra o capitalismo”. Ainda em 2014, Henrique Raposo ia mais longe e afirmava no Expresso que o “aquecimento global está parado desde 2000”. O deputado do PCP Miguel Tiago, ilustrando o desnorte da CDU sobre questões ambientais, apoiava no Avante o discurso negacionista. [Read more…]
Apesar da minha inclinação esquerdista, não vivo entusiasmado com um governo ainda demasiado inclinado para uma direita austeritária, pouco amiga dos direitos laborais e nada defensora dos desprotegidos. O PS, na realidade, tem aplicado alguma cosmética de cedências ao BE e ao PCP, que, por sua vez, cedem ao PS em nome do mal ainda maior representado pela aliança Passos e Portas, que se limitaram, por sua vez, a aproveitar servilmente a oportunidade concedida pela troika bancos/agências de notação/multinacionais, que se babam por salários baixos e pela extinção de políticas sociais.
O engraçado, no entanto, está no facto de que Passos Coelho, que se julga demasiado bom para ser deputado, andou, nos últimos dois anos, a dizer que vinha aí o diabo e que isto iria de mal a pior, de cavalo para burro, do paraíso para as caldeiras infernais. O problema é que, com base nos mesmos indicadores endeusados pela PAF, o país melhorou, causando mossa nas bancadas de direita, que, depois de garantirem Satanás, chegaram a declarar que a Boa Nova de Costa era mérito absoluto de Coelho.
Agora, com a vitória de Rui Rio, o diabo deixou de ser a possibilidade de os indicadores económicos piorarem e passou a ser uma entidade virtuosa que poderá retirar o PS das garras da esquerda. Efectivamente, Manuela Ferreira Leite declarou, em concordância com o novo presidente do PSD, que o partido deverá “vender a alma ao diabo para pôr a esquerda na rua”. Depreende-se, até, que o próprio PS poderá ser o demónio e conclui-se que a esquerda é ainda mais diabólica que Lúcifer, o que, teologicamente, não deixa de ser interessante: quem é de Esquerda não pode ser filho de Deus.
A propósito da vitória de Rio, Cristas deixou cair a tese da usurpação, defendendo agora que o que importa é ter uma maioria de deputados a suportar o governo.
Este facto tem dois aspectos notáveis. O primeiro é que, por fim, Cristas descobriu a letra da Constituição, deitando por terra um argumento que alimentou a PAF desde 2015. Importa agora, segundo a líder do CDS, chegar ao poder, ganhando ou não a eleição. Há que fazer pela vida.
A segunda curiosidade deste golpe de costas é que apenas foi noticiado pela Rádio Renascença – ou então o Google anda distraído. Os outros órgãos de comunicação social limitaram-se a citar a parte insonsa da declaração, nomeadamente a importância de os dois partidos terem uma maioria de deputados – de preferência graças ao CDS, subentende-se. Eis o estado da tal comunicação social supostamente dominada pela Esquerda.

Com um título criativo, o jornal i sumariza a situação da ala passista perante a nova liderança do PSD. Se, por um lado, dois vice-presidentes que apoiaram Santana Lopes colocaram o lugar à disposição, Hugo Soares, também apoiante de Santana Lopes, contactado pela Antena 1 hoje de manhã, recusou prestar declarações sobre o assunto. Ao mesmo tempo, Paula Teixeira da Cruz veio afirmar que este tem todas as condições para continuar por ter sido eleito líder parlamentar por larga maioria dos deputados do PSD. Deve haver muito suor frio ao longo destes dias.

Paulo Morais, antigo vereador de Rui Rio e candidato presidencial, defendeu recentemente, num artigo publicado no jornal Público, que as directas do PSD deviam ser invalidadas por estarem viciadas:
O novo presidente do PSD será escolhido por dois tipos de militantes: os genuínos, que aderiram livremente ao PSD e se preocupam com o seu destino; e um imenso grupo de milhares de cidadãos que foram artificialmente inscritos no PSD por caciques. Estes, de forma organizada e sistemática, pagam convenientemente as quotas e controlam as listas como quem tutela um rebanho. No dia das eleições, em grupo, em manada, milhares serão transportados em carrinhas e camionetas até às sedes, votando em Rio ou Santana, dependendo de quem os arrebanhou. Esta prática ilegítima, que envergonha a democracia, assenta numa ilegalidade maior e que só é possível através da violação da informação confidencial dos dados dos militantes constantes da base de dados do PSD.
Serviço público de elevada qualidade. O meu sentido agradecimento às pessoas que fizeram este documentário, que merece ser aplaudido e divulgado. A RTP devia ser isto mais vezes.
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A forma como ele o entoa, como nunca ousa deixar o PSD órfão do PPD, é algo que me fascina. Isso e a insistência em esbarrar-se eleitoralmente. Mas ainda há esperança, caso Rui Rio ganhe as próximas Legislativas e seja chamado para servir em Bruxelas a meio do mandato. E poucas coisas seriam tão belas como ver Marcelo dissolver a Assembleia da República. Karma can be a bitch. O problema é se sai dali outro Sócrates. E outro Passos a seguir.
Depois do Marcelo a PR, do Costa a PM, Rio a líder da oposição é, claramente, a vitória do, efectivamente, DDT.
mas desta vez não foi lá comprar nada. Foi comentar as directas do PSD. Um homem multifacetado.
Pedir 2 bilhetes a Nasser Al-Khelaïfi para o PSG – Dijon do dia 17 de Janeiro. Afinal, o homem vê futebol há 45 anos.
Foram precisos muitos dias, semanas, meses para que a pessoa que eu era aos 6 anos visse, enfim, ser-lhe dada razão.
Aos 6 anos, com efeito, iniciei uma colecção de bicos de lápis de cor, aqueles que se partiam por serem empurrados com demasiada força contra o papel, e que eu era incapaz de deitar fora pois pareciam-me objectos de evidente valor. Forrei de algodão a velha caixa de um relógio e aí fui dispondo os bicos, certa de que o contraste entre os azuis, verdes, vermelhos, e o branco do algodão constituíam uma peça de invulgar beleza e que seriam a decoração perfeita para o Natal que se aproximava. Quando chegou, porém, o momento de apresentar o meu projecto decorativo aos adultos, estes não foram da mesma opinião e a minha colecção de bicos de lápis foi considerada, ainda que por outras palavras, uma estupidez.
Claro está que não fiquei nada convencida do acerto dessa decisão. Reconhecia que os bicos de lápis não eram tão bonitos quanto o lápis-mãe (ou lápis-pai?) de onde tinham saído, que talvez parecessem insignificantes no mar de algodão em que eu os lançara, mas havia uma verdade naquela colecção que me parecia notória e uma ética em não desprezar o que fora capaz de colorir que era para mim inquestionável. Porque valeria mais um candelabro, uma coroa natalícia, uma jarra, do que os meus bicos de lápis? Infelizmente, a maioria detentora do poder estava contra mim, situação, aliás, que sumariza muitas infâncias, e os bicos acabaram no lixo. [Read more…]

Did this stability come at the expense of economic growth?
— Paul KrugmanDo you think—now that you know a true account of lightning striking tall trees—that you have a greater wisdom in advising kings on military matters than did Artabanus 2400 years ago? Do not exalt yourself. You could only do it less poetically.
— Richard FeynmanSpotting hidden patterns, extracting deep gists, forming high abstractions, making subtle analogies – these to me define the crux of the mental; they are what we do best of all creatures, natural and artificial, on the surface of this tiny huge green ball spinning its way through vast empty chasms of space.
— Douglas Hofstadter “Just Who Will Be We, in 2493?“
***
Em meados de 2008, algures na cidade de Lisboa, eu e António Emiliano conversávamos sobre o pára/para, discutindo exemplos que simultaneamente mostrassem o ridículo e a nulidade científica do Acordo Ortográfico de 1990. Muito antes de me ter surgido o “Mourinho pára Portugal” e de me ter aparecido o “Bloqueio nos fundos da UE pára projecto de milhões na área do regadio” (exposto quer em comunicações, lisboeta e atenienense, quer na própria fonte, i.e., no Público), apareceu-nos o
Alto, e para o baile.
Para onde? Para o baile.
Entretanto, anteontem, 10 de Janeiro de 2018, comme si de rien n’était, Ferreira Fernandes escreveu o seguinte

Não, não vou. Vá para o baile, mas sem mim, sff.
Já agora, essa *perspetiva é muito pouco unificadora e merece que acerca dela se reflicta.
Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.
***

Pedro Passos Coelho, como tantos outros políticos que caem do seu pedestal, decidiu renunciar ao seu mandato de deputado, como é seu direito. Muito poderia ser dito a este respeito, sobre uma decisão que é absolutamente legítima, mas a mim causa-me sempre alguma perplexidade, ver um tipo que andou em campanha para eleições legislativas a declarar o seu amor à pátria e à causa pública, e que agora renuncia ao mandato para o qual se propôs e foi eleito (para exercer as funções de deputado e não de primeiro-ministro, que ao contrário do que defendem hoje alguns fanáticos negacionistas da democracia representativa, não existem, neste país, eleições para eleger directamente governos ou primeiros-ministros) apenas porque deixou de ser o alfa da São Caetano.
Ser um mero deputado, um simples representante do povo, não parece ser função que agrade ao mais recente barão do PSD. Com certeza que surgirão novas oportunidades no sector privado, onde Passos tem fama de indivíduo hábil a abrir portas, pelo que passar a ser um autómato que levanta a mão quando o próximo líder assim lhe ordenar não é hipótese a considerar. Eis o líder que põe Portugal à frente, que põe o país primeiro e que alegadamente o leva a sério a virar-lhe as costas mal cai do poleiro. Não surpreende.
Ora aí está o verdadeiro fanático ditador do Porto!
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Confusões atrás de confusões sobre conceitos de o que é o assédio sexual, a sedução e o crime de assédio sexual poderão ter consequências graves para a liberdade sexual e para a configuração do próprio crime.
Vejamos, o crime de assédio sexual foi configurado na “Convenção de Istambul”, em 2011, também conhecida por “Convenção para a Prevenção e o Combate à Violência Contra as Mulheres e a Violência Doméstica”. No seu Artigo 40 encontramos o que se entende por crime, dizendo que os Estados da União Europeia:
“deverão adotar as medidas legislativas ou outras que se revelem necessárias para assegurar que qualquer tipo de comportamento indesejado de natureza sexual, sob forma verbal, não verbal ou física, com o intuito ou o efeito de violar a dignidade de uma pessoa, em particular quando cria um ambiente intimidante, hostil, degradante, humilhante ou ofensivo, seja passível de sanções penais ou outras sanções legais.”

Poderá parecer claro, mas a expressão “comportamento indesejado” levanta, desde logo, algumas hesitações [Read more…]

E diz quem sabe que o Zuckerberg não descansa enquanto não o levar para Silicon Valley.
O PSD prepara-se para oferecer ao país uma de duas escolhas. A primeira é a possibilidade de ter um candidato a primeiro-ministro em segunda mão. A outra é a deste ser alguém que traz uma agenda de desregulação na mão escondida atrás das costas.

Na entrevista evocada por esta imagem, Rui Rio apontou a segurança social como exemplo de direito não sustentável. Se é um direito, pode ser recusado? E o buraco da banca, foi um direito? Quanta insustentabilidade não se resume a pagar a factura do BPN, do BES e do BANIF?
Rui Rio é isto. Sobre Santana Lopes, este é o sujeito que quer pegar nos 200 milhões de saldo da Misericórdia e estoirá-los num banco. Parece que Costa acha boa ideia. Enfim, estão bem um para o outro. A questão aqui não é só a natureza do “investimento”. É também, e sobretudo, porque é que a Santa Casa tem 200 milhões de euros no banco e não os está a gastar onde é suposto, nomeadamente no apoio a quem precise. Santana Lopes é esta figura errante, das trapalhadas enquanto primeiro-ministro, das quais a censura ao actual Presidente da República foi só uma delas, que ainda não digeriu a azia de 2004.
Estes confrontos entre Rio e Santana Lopes, aos quais há quem chame debates, têm tido, porém, a virtude de evidenciar os esqueletos que cada um tem no armário.
Parece que o melhor que o partido tem para oferecer é um FDP (fanático dos popós) e uma má moeda. Estamos falados quanto a projectos para o país.
Fora do país, chegam-me ecos sobre uma suposta polémica em torno da eventual renovação de mandato da Procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal. Lendo o Expresso, fica-se com a sensação que o PR e o PM andam às turras. Já segundo o JN, nada se passa. E segundo o próprio PR, também não. “Até ao momento em que tiver de exercer o meu poder constitucional, o tema não existe. O PR não se debruçará sobre o assunto um minuto, nem sobre ele dirá o que quer que seja”, afirmou Marcelo em declarações à SIC.

Depois do que passei, em 2004, 2005, depois do que aconteceu, com mais culpa minha ou não, acho que se concorresse a primeiro-ministro não tinha possibilidades de ganhar as eleições. Não tenho dúvida nenhuma sobre isso, nem que o vento mudasse 10 vezes

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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